Alejandro Suarez Sánchez-Ocaña, empresário do Setor de Tecnologia desde 1998, CEO do Grupo Publispain e da Rede de Blogs Lazer y Ocio Networks SL, presidente da Inversora Foley, conselheiro e fundador da Yes.fm, assessor e inversor de várias companhias de inovação, novas tecnologias e Internet.
O melhor da semana em 10 links (06 de março)
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Tags: Empreendedores, empreendedorismo, ideias gerenciais, novas tecnologias, startup, ti
O melhor da semana em 10 links (27 de fevereiro)
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A metáfora da Águia e da Galinha por Coastal
Oito dicas para quem trabalha em casa por Super Empreendedores
Investimento em startup tem hora certa por Startupi
O Brasil nas Redes Sociais por Blog do Marcelao
Videochamadas de emergência no 190? por Tiago Doria
Oito dicas para quem trabalha em casa por Papo de empreendedor
Mídias sociais se tornam caminhos obrigatórios para as empresas? por Empreendedores
Tags: brasil redes sociais, dicas trabalho em casa, metafora aguia, midias sociais, nativos digitais, videochamada de emergencia
Reinventar-se ou morrer
Existem pessoas às quais lhes custa um trabalhão reinventar-se e duvidar de si mesmo e das coisas que vêm fazendo. Eu o necessito ciclicamente, é uma exigência pessoal que me marco.
Para mim, reinventar-se é remoer as coisas, mas remoer as coisas de verdade, de golpe, desde abaixo, duvidando de si mesmo. Começar a pensar duas vezes em tudo aquilo que até o momento considerava indiscutível. Discutir com você mesmo, exigir de você mesmo.
Cada “x” tempo sinto que necessito um descanso, e não de um descanso físico ou umas férias, geralmente a cada não sei quantos anos fazendo o mesmo noto que mentalmente estou esgotado e necessito repensar para onde vou, reinventar o que faço e repensar em um montão de circunstancias pessoais e profissionais.
Imagino que cada pessoa nesses momentos atua de uma maneira muito diferente, eu só posso falar do que sinto e do que faço. Em algumas ocasiões me levanto como se estivesse hibernando e descubro que o que considerava mais importante agora me parece trivial, que minhas prioridades já não são tão prioridades, e que talvez não tenha usado bem o que tenho de mais precioso; o tempo e o que fiz não somando nada de transcendente, nem as pessoas que estão a minha volta nem a mim mesmo.
Nesses momentos penso que necessito uns dias longe e sozinho. São poucos os dias que me sobram um computador, uma conexão de internet ou um celular, mas quando necessito repensar minhas próprias coisas, me sobra de tudo; gera ruído. Nessas horas acredito que devo repensar coisas, pensar se não estou partindo e construindo iniciativas desde um ponto de vista errôneo, desde um erro de base e valorizar se estou tão metido numa frenética dinâmica que não consigo parar e refletir se a inércia me leva para frente sem sentido.
Há vezes que o mais inteligente é parar o tempo, descansar mentalmente e para mim nesses momentos o corpo pede estar sozinho um ou dois dias, perdido e refletindo. Esses dias, por trabalho, por stress e por família, a vezes é um luxo difícil de explicar aos que te rodeiam, mas em definitiva é necessário. Comer um kitkat, como dizia o anuncio, mas de 2-3 dias tranqüilo longe di ruído do dia a dia e de uma dinâmica de inércia que faz em algumas ocasiões que nos levantemos e cheguemos ao escritório como zombies, sem nem sequer saber se faremos algo interessante ali nesse dia, sem um plano, sem uma idéia e acabando perdendo tempo.
As pessoas mais brilhantes que conheci na minha vida se reinventam constantemente. Inclusive desde o ponto no que os demais pensam que pode estar no topo profissional e em pleno êxito, eles não param de contemplar-se, são inconformistas e então tomam uma decisão para alguns surpreendente; renunciam a muitas coisas e mentalmente partem do zero…e voltam a começar. Lamentavelmente para mim as coisas não saem assim sozinhas, talvez por isso procuro parar e refletir me forçando a imitá-los.
Creio que nesse ritmo frenético da sociedade da informação, às vezes corremos como frangos sem cabeça e nos esquecemos no meio da corrida de sentar, oxigenar e pensar. Entender um pouco mais a nós mesmos e finalmente reinventar-nos.
Ninguém melhor que a águia para fazê-lo. Se retira, descansa, se reinventa e ressurge das cinzas depois de um processo de catarses total no qual garante sua sobrevivência, mais forte, mais dura, mais realizada e com a força suficiente para poder afrontar uma nova etapa na sua visa depois de renunciar a tudo.
Nesse vídeo inspirador e real como a vida é, a fabula da águia. Você pode ver e sentir que a resposta esta muito mais próxima, muito mais do que pensamos, geralmente se pode encontrar dentro de nós mesmos se olhamos detalhadamente, e se pode amplificar contemplando a nossa volta, sim, por exemplo, observando a lição da águia.
Tags: aguia, Empreendedores, fenix, pensar, reinventar-se ou morrer
Chegam os nativos digitais

2.015 não é um horizonte muito distante e sem dúvida, a evolução tecnológica fará que dentro de uns cinco anos a forma em com a qual educamos e aprendemos tenha mudado radicalmente. Dentro de poucos anos, os alunos de educação infantil de qualquer centro de nosso pais se especializarão em trabalhos que ainda não existem e utilizarão diariamente uma tecnologia que ainda hoje não foi inventada.
Diariamente, um profissional de perfil médio recebe umas 150 mensagens e impactos originados por outras pessoas, mediante as diferentes plataformas tecnológicas atuais. Em 2015 serão mais de 350 impactos diários os que receberão nosso querido professor e uma alta porcentagem deles serão estímulos gerados pela própria tecnologia, sem intervenção de um ser humano, de uma forma totalmente autônoma. Todos concordamos em compartir que muito possivelmente hoje não poderíamos assumir tal quantidade de estímulos e informação, nossos filhos o farão.
Dizia o prestigioso guru, especialista em e-learning, Marc Prensky que “os alunos mudaram de forma radical, já não são pessoas para as quais foram desenvolvidas nosso sistema educativo“; os nascidos a partir de 1.985 serão as vértebras de uma nova sociedade na qual se criará uma ruptura geracional como jamais antes na historia da humanidade havia ocorrido – nunca num espaço de tempo tão breve - e vamos a ver como durante muitos anos conviverão duas gerações: os filhos do Baby Boom e os nativos digitais. Só nos separarão trinta anos e seremos tão próximos e tão distantes ao mesmo tempo.
A revolução do e-learning 2.0 chegará aos colégios de nossos filhos, que viverão uma reestruturação similar a que a Internet viveu com as novas tecnologias e a aparição da internet 2.0. O aluno não será um receptor passivo da mensagem, mas atuará com ela, mudando o rol de educador e fazendo-se participe da comunicação, que deixará de ser um canal direcional para se converter num novo meio, que incentiva e estimula o alto rendimento intelectual e revoluciona a mensagem de aprendizagem.
O lugar natural de um professor passará a ser o de um imigrante diante dos seus alunos, que já desde muito pequenos serão especialistas em tecnologias e poderão manifestar-se um rol de relativa superioridade no uso de ferramentas técnicas mais comuns no entorno escolar e que para eles será tão simples e acessíveis; como complicadas para nossos maestros.
A escola passará a ser uma comunidade colaborativa, que potencia e modera o aprendizado, dentro de um ecossistema de informação que aprende e comparte elementos, interage e mantém num mesmo rol o aluno e o professor.
Aproxima-se um tempo fascinante, onde as graves deficiências educativas atuais haverão desaparecidos. Tentemos não desaparecer com elas por não querer entender essa nova espécie: os nativos digitais.
Tags: Emprego, Formação, Internet, nativos digitais
O melhor da semana em 10 links (13 de fevereiro)
Problemas da Europa, oportunidades do Brasil por Adminstradores
Google começa captura de imagens para o Street View em SP e RJ por Blog do Empreendedor
Marketing eleitoral na web receberá mais atenção, mas não o suficiente por Publicidade na web
Piscina aquecida com esgoto? por Blog3
Admirável Marketing Novo por SuperEmpreendedores
10 tendências em marketing para 2010 por Papo de Empreendedor
A mentalidade startup por Startupi
Vídeo: Lições aprendidas com o produto mais inútil do mundo por Saia do Lugar
Quando é a hora de virar a página? por BizRevolution
Plugg 2010 já arrancou. Startups europeias afinam a estratégia por 2.0 Webmania
Tags: . street view sp, crise europa, marketing eleitoral, marketing novo, startup, tendencias marketings
Anúncios
Tags: anuncios, campanha, Televisão, viral
Acredito em Deus (e em Steve Jobs)
Não sou suspeito de ser um fanboy de Apple, de fato reconheço guardar meu Imac numa caixa sem usar faz anos (se minha mulher ler isso me mata), só o Ipod e o Iphone conseguiram chamar minha atenção e me fazer cliente fiel. Mas, apesar de não ser um férvido seguidor e geralmente me opor a estas experiências de marketing muito medida, reconheço que minhas primeiras sensações vendo a demo do novo gadget são as de estar ante algo grande e revolucionário.
Todos vimos como o Iphone provocou que seus principais competidores como Nokia ou Samsung taparam sua derrota copiando o conceito e a estética sem piedade, com objetivo de incrementar suas vendas ao se parecer um pouco ao apreciado smartphone da maça. Penso que no até agora inexistente mercado dos TabletPCs vai passar ago muito mais drástico.
Os existentes TabletPc não tiveram ate agora vendas significativas, é o preço de chegar rápido demais e sem um produto ambicioso e desejado…sso mudará.
O Ipad servirá para muitas coisas, desde navegar na Internet, consumir um vídeo ou levar a administração da nossa empresa, graças a mais de 140 mil aplicações que estão disponíveis antes de sair o produto à venda, mas a minha sensação é que revolucionará o mundo editorial e da imprensa.
O mercado editorial e os médios online têm adiante um novo desafio com novas possibilidades de integração. Steve Wozniak, um dos co-fundadores da Apple prognosticou um futuro muito próximo no qual haverá assinaturas de jornais e revistas no Ipad por meio do Itunes. Ler no metrô nossa seleção de noticias ou como suporte de aprendizagem na universidade ou colégio será vias de entrada os geradores de conteúdo esperavam essa mudança e da mão de Apple, os micropagos por conteúdos são como costurar em cantar, com um modelo já valido com milhões de vendas e downloads.
Dizia Steve Jobs, orgulhoso, que 75 milhões de consumidores, usuários do Ipod e Iphone já sabem usar seu novo invento. A tecnologia e a filosofia é a mesma, fácil e intuitiva. Uma parte importante desses usuários que adquirirão seu Ipad nos próximos anos, mas muito mais transcendente será o numero de pessoas que adquirirão seu primeiro dispositivo Apple com o Ipad.
Apple no inventa a roda com esse novo aparelho, se limita a usá-la de maneira inteligente e respondendo às novas necessidades do consumidor. O útil se pode reinventar e não está oposto ao estético; a idéia não é a chave (esta idéia existia faz anos no mercado), a chave é a execução, e Jobs sabe demonstrar.
O triunfo do marketing e do glamour que só Jobs sabe vender. É o ganhar e se posicionar, o criar desejo para provocar “oohhh” do publico ao descobrir os seus. Nunca antes uma apresentação comercial de um objeto de consumo havia ocupado em tal medida manchetes e informações dos meios de comunicação do mundo inteiro. Poucos podem revolucionar o mundo com suas idéias. Jobs voltou a fazê-lo e incrivelmente isso se esta transformando num costume saudável.
Tags: Apple, ipad, meios, steve jobs
O melhor da semana em 10 links (16 de janeiro)
Os 12 homens que mais influenciam a tecnologia hoje por Pequeno Guru
As 15 maiores farsas da internet por IDG Now
Haiti: postura da mídia mudou em relação à cobertura cidadã por Tiago Doria
O empreendedor do ano e as 49 startups para ficar de olho por Startupi
Uau! Virei Guru! Ou não?… por Mario Persona
O guru da Internet e a descoberta da gratuidade por IHU
Ilusão do hambúrguer perfeito por Blog3
Você é um líder de verdade? por Dicas de Empreendedorismo
Empreendedores vivem mais por Papo de Empreendedor
Por que o Brasil é tão respeitado pelos gurus da internet? por Nao Zero
Tags: empreendedor, empreendedorismo, guru de internet, haiti, Tecnologia
Seu gurú, blábláblá
Mais um ano começa e com ele chega a hora de fazer planos e repassar propósitos para o próximo ano. É verão, chove, os pássaros cantam e os gurus se levantam. Gurús? Com todas e cada uma das letras, por todos os lados até debaixo das pedras; conclusão, não sofrem com a crise, ser um guru de nada é cômodo e grátis.
Cortesia de @albertoartero recebi há alguns dias um elance que fala sobre a reprodução de todo o tipo de gurus de internet como coelhos. Num estúdio sobre Twitter passaram de uns 4.500 em maio de 2009 para cerca de 16.000. Curiosa a historia- Gurus de internet, gurus de social media, de viralidade, de marketing digital, até os que se consideram a si mesmo como “ninjas” como os “social media ninjas” (meus preferidos!!!).

Deve ser o desemprego que deu muito tempo livre à mente coletiva, mas não há nada mais frustrante que ver que alguém se auto-considera guru sem ter menor idéia do que esta falando, já que de fato é obvio que o autentico guru é simplesmente você e não esse insignificante sujeito
Falando mais ou menos sério, coincidiu com a moda de ser guru de algo, não importa de que, com a publicação da lista dos mais poderosos da internet, Ainda não a li e sei que saem alguns amigos e entendo que é bonito sair em listas, eu não critico o mais mínimo. Evidentemente não saio na lista, entre outras coisas porque não empatei com ninguém, mas creio que me colocando na pele de os que saem deve ser uma experiência bonita, porque alguém lhes valorizou. Onde acredito que não lhes fizeram nenhum favor foi empregando etiquetas radicais, ofensivas para o resto da humanidade: “os poderosos” ou como faz alguns meses “os amos”, isso deixa aos seus seguidores e o resto da humanidade em mal lugar. São títulos espetaculares, jornalísticos, que creio de verdade que não fazem nenhum favor as pessoas as quais menciona, que sem comê-lo, nem bebê-lo se colocaram uma etiqueta que muito possivelmente não desejam por prudência.
Assim começa o ano, divertido observando estas coisas e pensando se pedir ¼ de um guru de os 16.000 listados pelo Twitter.
Não gosto do término, o que sim gosto e acredito de verdade e defendo que existe é “influente”. A pessoa que se auto-considera um guru de algo, parece que além de querer confete, é muito pouco inteligente. Isso por si só, denota não entender nada, e ser intelectualmente soberbo, possivelmente um prepotente.
Não acredito que haja gurus na Espanha, que é o mercado que melhor conheço. Acredito que existam pessoas, sejam empresários, blogueiros, professores ou meio pensionistas, que são capazes de te fazer pensar e ainda que não estejam de acordo com o que pensa, essa é a chave. Para mim são influentes, estimulam certas idéias e reflexões, ainda que opostas às suas. São pessoas que te fazem pensar e isso tem muito valor, são um estimulo, mas isso não quer dizer que comprarei o mesmo televisor da marca que eles gostem.
São pessoas que tem a habilidade de por coisas na minha agenda mental, de me estimular e me fazer pensar sobre temas que não tinha na cabeça. Influem-me, recheiam minha agenda de idéias e pensamentos.
Faz pouco tempo que Joshua Novick falava de humildade e fazia uma bonita e adequada reflexão sobre o que falta nesse setor e sem duvida é a modéstia. O olhar em ocasiões a outros lados da calçada pensando que estão antiquados e que somos nós os que sempre estamos no lugar certo; o demais desaparecerá, ficaremos nós, os que sabem, os que acertaram, os campeões, os gurus…? Acredito que é uma reflexão muito complementaria nessas linhas, bonitas de ler.
Não mencionarei quem, mas na primeira semana de dezembro me lembro uma comida com um banco em Madrid. Num momento dado, um dos meus interlocutores a quem já conhecia, me apresentou ao seu acompanhante como seu “guru de internet”. Não pestanejei, só olhei com perplexidade ao ver que aceitava de bom grado e assentia ante tal qualificativo; “merda – pensei- hoje como com um imbecil. Casualidade ou não, não me equivoquei.
O que eu quero dizer com isso é que se alguém te considera um guru, diz pouco de si mesmo e que não esta fazendo nenhum favor – ao contrario, esta pondo uma migalha mais para que você se ache o que não é e mais alta será a queda. Se você se auto-considera um guru, então, muchacho, deverias pensar que tem um problema e necessita uma boa surra de humildade.
As pessoas mais inteligentes e de mais êxito que conheci na vida escutaram sempre aos demais ainda sabendo muito mais que eles, jamais se acharam e por norma geral, sempre se consideram meros aprendizes, ainda quando objetivamente não havia ninguém com conhecimentos sobre seu campo que ao menos pudesse lhe fazer sombra. Talvez hoje em dia venda mais ser um guru ou um ninja de algo. Mas muito possivelmente seja mais de verdade se você só é o que é, uma pessoa mais.
O melhor da semana em 10 links (2 de janeiro)
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Tags: crise consumismo, empresa virtual, google earth, levantar auto estima, planejamento empreendedorismo, publicidade on line, retorno midias sociais, video natal hsbc
O Blog do Alejandro Suarez




