Alejandro Suarez Sánchez-Ocaña, empresário do Setor de Tecnologia desde 1998, CEO do Grupo Publispain e da Rede de Blogs Lazer y Ocio Networks SL, presidente da Inversora Foley, conselheiro e fundador da Yes.fm, assessor e inversor de várias companhias de inovação, novas tecnologias e Internet.
Ser Criativo
Promover uma academia no Metrô? Melhor que seja assim:

Campanhas nos ônibus, experimenta no pulso sim ou sim:

Tags: anuncios criativos, publicidade
Estarei no campus SeedRocket

Em suas primeiras edições segui de longe o campus de Seed Rocket, talvez por isso animado por alguns amigos que participaram como mentores e me propuseram ser um deles, decidi e aceitei.
Seed Rocket é um conceito inovador de êxito adaptado à Espanha, no qual dez equipes de empreendedores + dez empreendedores de sucesso + experts setoriais trabalham juntos durante oito dias com o objetivo de analisar e executar novos projetos. Ao final, os melhores projetos se financiaram com 20 mil Euros e ainda poderão optar por um empréstimo participativo de 100 mil, além de trabalhar durante seis meses com o staff, mentores e experts nas instalações da SeedRocket.
O conceito de mentor me incomoda um pouco, me custa aplicá-lo. Deixamos em que serei um colaborador e poderei dar aos empreendedores minha visão, pode que em alguma ocasião acertada e principalmente algo que gosto muito, poderei conhecê-los um pouco mais, conhecer suas motivações e seu projeto de primeira não, não em uma espartilhada apresentação, que estão muito bem, sim, mas também limitam muito.
O próximo campus, que será o primeiro ao que acuda, se celebrará do dia 7 ao 15 de Julho e me contam que se buscam projetos diferentes e inovadores de tecnologia como, por exemplo, aplicações para facebook e twitter, aplicações com base cloud computing (tipo expandrive…), mobilidade (android, iphone…), aplicações baseadas em tecnologia (soft, desktop…) etc.
Os mentores são:
• Vicente Arias, fundador de SeedRocket.
• Jesús Monleón, fundador de SeedRocket.
• Carlos Domingo, Director de Telefónica I+D.
• François Derbaix, fundador de toprural.com.
• Yago Arbeloa, fundador de sync.es.
• Jesús Encinar, fundador de Idealista.com.
• Nacho González-Barros, fundador de InfoJobs.net y Salir.com.
• Eneko Knörr, fundador de Hostalia.
• Juan Margenat, fundador de SmartBox España.
• Iñaki Ecenarro, fundador de Trovit.com
• Albert Armengol, fundador de e-conozco.com.
• Lluis Faus, fundador de VLex.com.
• David Tomás, fundador de Cyberclick-Livedoor.es.
• Albert Feliu, cofundador de InfoJobs.net.
• Carlos Blanco, fundador de Grupo ITNet.
• David Boronat, fundador de Multiplica.com.
• Marek Fodor, cofundador de Atrapalo.com.
• Nacho Sala, cofundador de Atrapalo.com.
• Ronald Friedlander, Director de Planeta Online, Grupo Planeta.
• Josep Mª Tribó, Director de Operaciones de MediaContacts.
E um servidor.
Tenho curiosidade por ver os projetos que se apresentam e por poder valorizar até que ponto a crise fez um branco no espírito empreendedor. Pelo que me contam e espero, serão uns dias tão intensos como interessantes. Imagino que os empreendedores aprenderam algo e eu, com certeza aprenderei tanto deles como dos mentores.
Tags: Business Angel, Emprendedores, Investimentos, seedrocket
E você, é daqueles que já se renderam?
Dizem que qualquer tempo passado foi melhor… Nunca uma frase foi tão oportuna como essa.
A nível macroeconômico e vendo o que ontem previu Espanha em Fundo Monetario Internacional ( recuperação não antes de 2011 e cuidado, não dizem que chegará em 2012 e um cenário com um 19% de parados, ou seja, 1 de cada 5 pessoas), é só olhar para trás para ver que bem estávamos faz 2 ou 3 anos mais ou menos.
Esses números macro se pensarmos detalhadamente, há coisas, pequenas ou grandes que mudam sua vida e sua rotina de trabalho. Esta manhã me recordava que não faz mais de 7-8 meses recebia 20-30 Bussiness Plan de empreendedores buscando financiamento mensal.
Repassando alguns deles vejo que muitos estão no mesmo estado desde então: a grande maioria não conseguiu financiamento, uma pequena minoria sim, mas muito menos do que o esperado, e muitos poucos colocaram seu próprio projeto em andamento.
Alguns meses trás falávamos “da volta à garagem” e hoje muitos projetos que esperavam financiamento e que, acredito que alguns conseguiriam em circunstancias normais (ainda que geralmente, em menor edida que suas pretensões) estão voltando a viveiros ou incubadoras de projetos(temos que montar uma!) que era um passo que parecia esquecido ou ao menos tinha uma tendência secundaria, já que antes havia interessantes quantidades de dinheiro DIRETO para projetos Seed.

Vejo alguns empreendedores que se lançaram a piscina, que arriscaram e se enrolaram com meios rudimentares. Uma idéia romântica, mas geralmente muito complicada sem um kno apropriado e um sócio industrial. Sorte para eles.
Vejo outros que se enfiaram embaixo da proteção de um guarda-chuva de uma incubadora, com um pequeno apoio econômico geralmente se colocando a trabalhar e esperando avançar, ainda que seja pouco e que se mova o relógio em busca de tempos melhores.
Finalmente também vejo outros, alguns dos quais passaram por meu escritório e me venderam com ilusão sua idéia, e que hoje devem tê-la muito esquecida porque alguns encontraram trabalho e se esqueceram do tema ou inclusive outros, sem haver encontrado trabalho simplesmente se esqueceram.
Eu não sou ninguém para julgar essas iniciativas, cada um em sua vida deve fazer o que lhe convenha e encontrar seu próprio caminho, mas me lembra um pouco a situação vivida em plena bolha da Internet. 1 ano antes via assustado como pessoas do setor financeiro abandonava o banco em que trabalhava e montava sua startup, era um tema de dinheiro, sim, mas francamente também acredito que era um tema de moda. Todas essas pessoas – e algumas mais – saíram do setor com o estalo da bolha. Agora muitos outros estão igualmente saindo, uns por uma oportunidade mais tangível fora, outros simplesmente porque se renderam.
Porque acontece isso?
Porque muitos dos projetos que passam por minha não são intangíveis. Temos uma idéia, temos uma ilusão e a monetização “já chegará”, “será a publicidade”. O “chegará” é difícil principalmente porque não pode nem deve contar com o capital de risco, que nem sem pré funciona como nos EUA o ao norte da Europa, a publicidade não pode com tudo e na Espanha e no Brasil é ainda algo menos na Internet.
É o momento das idéias e os negócios sustentáveis. É o momento de não necessitar que te dêem 100 mil Euros para montar uma startup, penso que é um momento de seleção natural, de definir-se, mas principalmente é o momento de que haja um plano de negócios real com um objetivo econômico que permita que sua empresa se sustente por si só a médio prazo e na necessite ir a limitadas rondas de financiamento sem sentido nem final.
Eu se fosse você deixava de pensar e se inspirar como exemplo nas 20-30 idéias internacionais que sem modelo econômico real tiveram sucesso e valem dezenas de milhões de euros, isso não passará. Encontre um ponto coerente, se deve contar mais sentido que “ser o dono do mundo”, começar a montar negócios sustentáveis com possibilidades de autofinanciamento em médio prazo e estar preparados para que se a situação de falta de liquidez continue se possa sobreviver e seguir adiante.
Tags: Business Angel, Capital Risco, Empreendedores, Management, socio industrial, startups
A semana em 10 links (25 de Abril)
Como as incubadoras incentivam o empreendedorismo? por Universia
WebFluence – Um novo conceito de Search Engine? por Brasil SEO
História da internet por Blog3
O seu sonho grande é pequeno? por Papo de Empreendedor
O silêncio dos blogs por Fator W
Marketing direto do que mesmo? por Super Empreendedores
Entre o Empreendedorismo e o Emprego por Blog do Empreendedor
Mentor 4000 ajuda empreendedores por Infoblogs
Ideias práticas para novos empreendedores por Portal Gestao
Empreendedores constroem oportunidades com a crise por Portal Nacional
Tags: crise, empreender ou trabalhar, historia da internet, ideais praticas, incubadoras, marketing direto, search engiine, silencio dos blogs
Criatividade Ecológica
Um exemplo criativo da Associação Milwaukee River para manter os rios limpos:

Tags: criatividade, ecologia
Onde esta a universidade? (no apoio ao empreendedor)
Vendo exemplos americanos especialmente, mas também franceses, ingleses, japoneses e dos países nórdicos, esta manha me perguntava a mim mesmo onde esta na Espanha e obviamente no Brasil, a universidade n campo de alentar empreendedores e ser a fabrica de negócios de novas tecnologias. De lhes empurrar, lhes formar, encontrar sócias industriais que apóiem e validem o projeto.
Numa agradável conversa outro dia com Raul Mata de Factoria de Ideais, ele me comentava algumas iniciativas da Universidade Politécnica para alentar empreendedores e ser uma verdadeira incubadora que valida projetos de investigação e tecnologia. A idéia me parece apaixonante. Mas claro que estarmos nesse ponto em 2009 me resulta chamativo.
Não acredito que exista melhor universidade que aquela que possa levar projetos adiante, melhor formação que a de construir realidade nenhuma. Podemos gerar alunos em melhor ou pior medida, mas também poderíamos tirar das universidades (que para essas coisas sim tem meios suficientes) fornadas de empreendedores e projetos que nasçam na universidade, ali se rodem e se validem e os que vão saindo diante e sejam inteligentes contem com o apoio interno de contato com sócios industriais, Bussiness Angels, empresas do setor, com acesso a financiamento, e a investidores, mas também com envolvimento de pessoas relacionadas com o mundo universitário que serve como filtro e validação das idéias.

A mim, se me chega um projeto de tecnologia interessante, visado por uma universidade espanhola de prestigio, com recorrido dentro dela, e havendo passado filtros sérios e saindo adiante com vistos de viabilidade, isso me animaria mais a apóie-lo e investir.
Sim, sei que agora alguém me enviará por email exemplos de universidade que” investem”, “apóiam” “atuam como viveiros” , etc. Mas falemos em sério, não de orçamentos que costumam acabar onde sempre, falemos de criar empresas de verdade. É viável que dentro da Universidade exista projetos que cresçam apoiados desde a faculdade como viveiro e saiam dela? Conhecem algum caso?
Algum Bussiness Angel participa com alguma universidade publica ou privada nessa segunda fase apoiando e avaliando os projetos dela? Algum exemplo de projeto de Internet e tecnologia que triunfou saindo de uma universidade? Cuidado, eu não me refiro criado por universitários, mas sim nascendo desde a mesma universidade como guarda-chuva de apoio.
Empreendedores na universidade vêm possível e buscam apoio para iniciativas empresarias embrionárias dentro dela? O acabam mandando embora alternativas à margem desta?
Há poucos casos ou estou perdendo algo? Se o novo Google não tivesse administrado nas aulas de Stanford, mas sim nas de USP alguém apoiaria? Ou haveria sido um estâse mais de uns estudantes que termina em nada.
Ultimamente estou de saco cheio de ver Bussiness Plans. Nenhum foi remetido a mim direta ou indiretamente por uma universidade. Nenhum dos que me chegaram por outras vias nunca contaram com o apoio ou esteve visado por uma universidade publica nem particular. Podemos nos limitar a ir a Universidade quando nos convidam a dar uma palestra, o que o tema de verdade seja proativo e bidirecional como deveria.
Ao meu entender, aqui, há algo que falha.
Tags: Empreendedores, Empresas, Iniciativas, Investimentos, Off Topic
O melhor da semana em 10 links (18 de Abril)
Parking de domínios por Estacionar Domínios
É melhor registar o domínio de um país específico ou um .com? por Dinheiro Oportunidade
Termos técnicos usados no mercado de domínios por Domainer
As novas regras para os domínios .pt por Marketing de Busca e SEO
O que é Twitter? por Professional Blogger
Os melhores links, pensados para posicionamento web por Criar Web
Adsense para domínios estacionados (parking) por Paulo Pascoa
O que um focus group pode fazer com uma idéia…por Brainstorm
Monitore sua marca ou palavra-chave por Mestre SEO
Tags: adesense, domain parking, focus group, Parking de Domínios, posicionamento, registro de dominios, regras para dominios, twitter
4 divertidos anúncios que foram censurados
Estes são 4 divertidos anúncios que foram censurados nos EUA.
2 minutos do seu tempo, algumas risadas garantidas.
Tags: anuncios censurados, anuncios criativos, anuncios divertidos
Parking de Domínios, uma razão para evitá-lo
Não vou descobrir nada novo mas talvez possa exemplificar graficamente com uma experiência num domínio que utilizamos depois de estar um tempo no parking de domínios.
Pensei bem antes de ter os domínios que não uso estacionados. Principalmente porque como contei em alguma ocasião a idéia da nossa carteira de domínio não é a venda, mas sim o desenvolvimento. Obviamente se chega uma boa oferta poderíamos valorizar a venda, mas não é essa a idéia.
Atualmente temos uns 600-800 domínios estacionados em SEDO. Isso nos gera que enquanto estão “dormindo” posamos acessar a uns ingressos publicitários em base a seus typeins. Esses ingressos são muito baixos, para os que tenham curiosidade lhes direi que do tipo de 400-500 Euros ao mês, não muito mais que isso. É verdade também que aparentemente outros provedores reinvistam mais no parking dos domínios que por seu uso, ou ao menos muitas pessoas que conheço trabalhando com outras companhias estão mais contentes.
Sé que existem pessoas que são especialistas em parking, que compram domínios parecidos a nomes de portais e/ou marcas de trafico e que economicamente se exploram de maneira incrível, por exemplo, twiter.com com só um “t” ou yutube.com, coisas assim… Vi casos de 300 e 500 Euros diários em publicidade nestes casos nos EUA, mas esse é outro negocio, nos nunca registramos esse tipo de domínios, só registramos genéricos interessantes de tornarem-se úteis gerando conteúdo.
Faz uns meses que Google liberou Adsense for Domains sem pedir um volume mínimo. Isso faz pensar que não tem muita lógica trabalhar com intermediários que são revendedores e distribuidores de Adsense. Mais que nada a lógica é a preguiça de não mover o DNS e ocupar de golpe centenas de domínios, ainda que mover DNS e gerar seu próprio sistema de parking pode te fazer fugir de penalizações massivas que têm os parkings de domínios.
Mas o tema dos ingressos do parking de domínios não é o que eu gostaria de tratar, já estou indo pelas estribeiras! O que eu gostaria de mencionar é o tema de posicionamento de um domínio que esteve anos ou meses “estacionado” e seu problema na é em listar-se, mas sim responder a buscas segundo seu potencial.
É claro que os buscadores penalizam a esse tipo de domínio estacionado, e há ocasiões nas que Google mantém durante muito tempo apesar de deixar de esta em parking. Demorar 4-5 meses mais em arrancar um projeto que produziu 100 Euros em 2 ou 3 anos de parking é ridículo. Não vale a pena e geralmente quando estamos nessa situação pensando “porque não deixei offline ao invés de estacionado!”
Insisto que há vezes que a despenalização é rápida, e em 3-4 meses você já começa a sair em buscas. Este gráfico é de um domínio que durante 3 anos esteve estacionado. Em janeiro de 2007 começamos a gerar conteúdo e se mantinha em 1xxx visitas diárias. 6 meses mais tarde, em Junho de nos alarmava já que apesar dos nossos esforços a web se mantinha nessa posição e não crescia, observando o caudal de trafico de buscadores era mínimo e fazendo provas de buscas vimos que nosso posicionamento existis mas era suspeitosamente mau para o potencial que tínhamos. O domínio tinha PageRank, estava indexado mas não respondia bem às buscas.
Através de Webmaster Tools (ferramenta cada vez mais útil) contatamos com Google a principio de Julho de 2008. Eu não via razão para nenhuma penalização é como se “estivesse ficado preso” no seu status anterior e o parking nos pesaria ainda 6-7 meses mais tarde encima.
Google não responde quase nunca, imagino que é mais fácil e cômodo não fazê-lo, mas como podem ver no gráfico 1-2 semanas mais tarde o domínio seguiu com a mesma indexação, o mesmo PageRank e conteúdo, mas começou a responder à buscas multiplicando até 5x seu trafico e 10x o caudal de trafico desde Google. É como se tivessem atado com uma cordinha, e a penduraram deixando voar.

Esses 6 meses perdidos de um comportamento normal, o tempo e recursos de analise, provas, etc., que nos levaram, faz que para mim valha a pena deixar as coisas num parking de domínios. Essas penalizações podem levar 2-3 meses normalmente em pular, mas há vezes que s estendem e desesperam como é este caso.
Tags: Buscadores, Domínios, Geral, google, Internet, Meus Domínios, Opinião, Parking de Domínios, SEO
E esse negócio de Twitter…funciona?
Twitter está na moda, é verdade. Mas cuidado: está na moda dentro de um setor muito concreto dos usuários de Internet; os heavy users, que possivelmente são os que marcam tendências utilizam majoritariamente Apple possivelmente todos tenham um ipod touch ou iphone, navegam com Chrome ou Firefox, consumem musica em Spotify, majoritariamente tem um blog e todos conhecem perfeitamente quem é Enrique Dans.
Antonio Ortiz disse a uns meses e fiquei com a idéia que “no Twitter estão los Yonkis de Internet”, não lhe falta razão e a frase é absolutamente gráfica. O dia em que nele não estejam somente os “yonkis de internet” twitter se converterá num standard e colonizará segmentos de comunicação como fizeram em seu momento os sistemas de mensagem instantânea, especialmente na Espanha e também no Brasil, o líder absoluto; MSN Messenger.
Essa moda é em certa maneira um “espelhismo”. Outra frase que gosto muito é a de Kiko Fuentes, que em ocasiões se refere a artistas minoritários como “artistas cujos fans cabem em um ônibus”. Tão gráfico como a frase anterior.
Creio que as 2 se completam e se me permitem os autores: Em Twitter estão os yonkis de internet, mas versus ao total da população fan do twitter, ainda hoje, cabem num ônibus. E é que muitas vezes nós que andamos metidos com tecnologia nos enfiamos em nosso micromundo e nos comunicamos quase exclusivamente com gente que parte de uns conceitos e conhecimentos claros.
Ai fora, e pensar é abrir mirar e também ver e explorar oportunidades de negócios, há um mercado no que muita gente não ouviu falar em sua vida de blogs, de social mídia e menos de Twitter. Essa é a mencionada “brecha digital” na Espanha essa enorme ruptura que os meninos de Sebas Muriel trabalham em minimizar desde Red.es.

Faz um ano, possivelmente tarde para que abrisse minha conta no Twitter. Reconheço que ao principio não lhe compreendia e pensava que tinha pouco sentido o “What are you doing”, sempre pensei, “e a que te importa? que importância tem? Quero que as pessoas saibam que estou fazendo agora mesmo? Não é uma idéia intrusiva?”
Pouco a pouco vou gostando e agora, repassando o meio vejo que não soube utilizá-lo exprimindo suas possibilidades; em outras palavras que não sou o numero do twittero. Tenho cerca de 600 followers na minha conta e me custa muito encontrar coisas interessantes que expressar em 140 caracteres. Isso creio que exige mais que o que possa exigir escrever num blog, obriga a enfatizar o gênero. Não digo que escrever e manter uma conta de Twitter requeira engenho, que sim penso é que fazÊ-lo bem sim se requere. Mais que isso, fazendo um pouco de autocrítica, creio que mis twitts não são bons. Muitas vezes o utilizo para anunciar um post, enviar mensagens privados, e poucos twitts são bons e aportam globalmente. Propus-me a publicar 2-3 coisinhas ao dia, mas tentar que aportem e/ou sejam engenhosas. Veremos se consigo.
Umas das utilidades que mais gosto no Twitter é a opção de busca. É perfeito para um voyeur, mas também o sonho dourado de qualquer marca ou produto; poder saber o que se diz dela, desde La janelinha escondida no tempo real. Apaixona-me xeretar já que no há riscos; ninguém é politicamente correto, ninguém pensa em quem poderia ler, se algo te parece uma merda, você simplesmente diz, para que a pessoa ou responsável desse produto e serviço possa ler na integra, não adulterado nem suavizado; twitter é o melhor e mais cruel Focus Group de usuários avançados de Internet.
Pensando em voz alta, gosto de pessoas que como Luis Alonso Lasheras ou Sebas Muriel publicam os melhores twitts em semanas o do ultimo mês. Me diverte ver com o engenho nesses 140 caracteres é possível e sempre há alguém que descobrir e fazer follow.
Como pode ver esse tom autocritivo, não sou precisamente o melhor twitteador do mundo. Inda assim, se você curte a onda e quer me seguir em twitter, poderá fazê-lo desde aqui.
Tags: Heavy users, Luis Alonso-Lasheras, Sebas Muriel, twitter
O Blog do Alejandro Suarez














