Alejandro Suarez Sánchez-Ocaña, empresário do Setor de Tecnologia desde 1998, CEO do Grupo Publispain e da Rede de Blogs Lazer y Ocio Networks SL, presidente da Inversora Foley, conselheiro e fundador da Yes.fm, assessor e inversor de várias companhias de inovação, novas tecnologias e Internet.
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Tags: anuncio, bebes, publicidade, viral
Evolução de um logo
O assunto de escolher um bom logo é bastante complexo. Não há uma formula magistral e sim é difícil poder encontrar um ponto justo. Na internet tenho duas sensações. A primeira é que é um meio que aceita o simples, o claro, um logo muito claro, muito definido e muito simples costuma ser o ideal. Estamos em um meio de consumo rápido.
A segunda sensação que tenho é que os logos envelhecem antes, já que em muitas ocasiões se fazem também populares com rapidez. “O que entra bem, perdura” e logos de companhias tecnológicas resistem a retoques mais freqüentes no meio offline.
Como exemplo inicial, essa pequena amostra de 2 sensibilidades. São Coca-Cola e Pepsi, 2 maneiras contrapostas de ver o mesmo produto e 2 maneiras de ver o mundo.

Me identifico com o de Coca-Cola, primeiro porque sou totalmente fiel e é “meu produto”, mas logo porque seu logo é já um clássico facilmente reconhecível. O logo da Pepsi, simplificado em 2008, juro que não o havia visto nunca na vida, e parte porque esta marca tem uma especial posição na Espanha, onde seu mercado é tão pequeno e tão cativo (restauração com exclusiva forçada) que apenas fazem publicidade na televisão, internet ou revistas.
Além disso, vemos como um logo não deveria – baixo meu ponto de vista – ter uma vida tão curta, a sensação que produz não é boa, Pepsi mudou de logo 3 vezes nos últimos 10 anos. Ai, e obviamente no seu inicio, tinha uma equipe de desenho pior que a da Coca-Cola.
Gostaria de mostrar a evolução de outros logos, como o do StarBucks, uma marca mais moderna, no qual podemos ver como a linha gráfica foi se definindo e não foi uma ruptura radical em nenhum caso, mas sim parece uma evolução natural, um limpar e fazer mais simples e definido o logo e adaptar-se aos tempos mantendo sua origem.

Outro exemplo que me parece curioso é Nokia, seus 2 primeiros logos não têm desperdício. Que seu logo desde o ponto de vista atual, sendo uma companhia tecnológica, seja um peixe não tem muito sentido. A evolução é totalmente brusca até chegaram nos dois últimos logos:

Outros casos curiosos como no Renault, que em 1919 evolucionou em mostrar um carro de época a um tanque militar:

Finalmente gostaria de acrescentar dois clássicos de internet e tecnologia, Microsoft e Google. A evolução da Microsoft parece ir paralela aos tempos e vão fazendo a medida que a marca necessita e avança a sociedade, não tiveram muitos retoques e parecem lógicos à época:

O logo de Google praticamente o conhecemos igual, os primeiros logos eu nem tinha chegado a conhecer (em funcionamento ao menos), o que sim acredito que acrescentou quanto ao logo de Google é a possibilidade que lhe dá a Internet de “brincar” com ele em determinados momentos para fazer graça com personagens e eventos, criando uma expectação temporal que não confunde com seu logo original, chama atenção sobre a marca e que lhe permite talvez “envelhecer” melhor.








Tags: coca cola, google, logo, logos, logotipos, microsoft, nokia, pepsi, renault, starbucks
O melhor da semana em 10 links (25 de Julho)
A Alfabetização Digital tem que ver com ideias não com teclas… por JF Borges
Publicidade no Blog, pesadelo de blogueiro por Contraditorium
Como mostrar sua idéia de negócio para investidores por Startupi
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Web 2.0 é dinheiro no caixa, diz pesquisa por Publicidade na Web
Publicidade online brasileira cresce 23,6% em janeiro de 2009 por IDG Now
Mês da Inclusão Digital 2009 reforça a necessidade de uma política pública para o setor por Telecentros
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Tags: blog, comentarios, dinheiro, Empreendedores, inclusao digital, publicidade, Web 2.0
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Faturas de telefone baratas manterão seus pais felizes…passe o que passe.
Tags: anuncio, Marketing, telefonia
Ok, não compre minha publicidade, mas me respeite, caramba!
Antes um pequeno disclaimer: não sou um paranóico do SPAM. Recebo eu no email de Ocio Networks dezenas de correios eletrônicos com Notas de Imprensa diárias. Umas uteis e outras surrealistas. Os vejo como parte do jogo, todos temos que fazer nosso trabalho, encontrar coisas uteis e descartar as demais e não lhes dou mais importância. Nunca reclamei disso, nem mesmo ao seu emissor excetuando os casos de uma companhia que me conata por 5º vez com o mesmo rolo, quando já lhes disse que não me interessa.
Feita esta introdução quero comentar algo sobre um email que recebi hoje, enviado através do formulário de contato de publicidade de Ócio Networks SL, e acredito que é bastante gráfico para poder conhecer minha opinião sobre as empresas de relações Publicas, e as centrais e Agencias de Publicidade.
Gosto das RR.PP e da publicidade, trabalho com varias e em ocasiões facilitam nosso trabalho. O que não gosto é do abuso e da falta de respeito.

Não vou identificar a agencia nem o produto, mas sim direi que é uma das principais agências espanholas e um produto líder conhecido pro todos. Minha intenção não é fazer nenhum dano nem criar um clima chato, mas copiarei o email recebido para que possam entender minha reflexão.
CONTATO PUBLICIDADE OCIO.net
Nome. David XXXX
Empresa: XXXX
Assunto: Novo Spot de XXXX
Mensagem:
Olá,
Sou XXXX, criativo da agência XXXX. Hoje estréia na TV o novo spot de XXXX e já esta disponível no Youtube. Esta vez, XXXX, mostrando sua faceta mais cool. Wonderful!
Por saber se você curte e quer publicar algo.
XXXX
http://www.youtube.com/XXXXXXX
Olá, XXXX
Obrigado por seu email.
Nós, que temos 5 milhões de usuários e somos o top 13 de meios em Espanha segundo a OJD, vivemos de vender publicidade. Esse é nosso negocio. Colocá-la porque “a gente curte”, conceitualmente é algo ofensivo; somos profissionais.
Não quero te ofender o mais mínimo, mas sim fazer ver que seu tratamento pode ofender a nós da forma que o coloca.
Vivemos de ingressos publicitários, não somos uns garotos que são presenteados com boa onda.
Tenho certeza que entenderá.
Um abraço,
Alejandro Suarez
Onde quero chegar é que essas coisas sim ofendem. RESPEITA nosso trabalho, você não pode pretender contatar com um departamento de publicidade na Internet ou onde seja, no melhor estilo “colega de discoteca “Se você curte e quer publicar”. Isso é falta de respeito para com um trabalho que esta profissionalizado e para com uma empresa que vive de “vender” essa publicidade.
Não me ofende que não tenha destinado nem 0,5% de orçamento ao meu médio nem à Internet como suporte. Faltaria mais! O que me ofende é que gaste por ai e pense em internet como os molequinhos aos que meteremos by the face.
Não tenho coragem de chamar um meio televiso com uma proposta assim, lhes ofenderiam (e me mandariam a merda, com razão), mas não em uma grande cadeia nacional, muito menos num jornal de bairro ou uma TV local. Não sei se me atreveria por respeito. Entendo seu trabalho e que vivem de cobrar por sua publicidade.
Então porque sim em Internet?
Primeiro lugar porque há que dignificar a publicidade online. Ainda há pessoas em seus escritórios que pensam “são moleques que fazem o que digamos”, e que no vêem um setor profissionalizado. Faz pouco tempo que uma marca de automóveis, cujo nome não quero revelar, nos oferecia “dar uma volta num carro num circuito” em troca de uma campanha. Cara, sejamos sérios, não temos 15 anos. Se ao menos fossem duas ou três voltas, até pensaria.
Entendo que existem pessoas que não tem orçamento para determinadas coisas, e tento apoiá-los, mas para mim é muito importante que seja um apoio bidirecional. Ou seja, se me liga e me diz “não tem orçamento” e me pede apoio, depois quando tenha não meta tudo em TV e imprensa e venha com o mesmo rolo. Uma coisa é colaborar e semear, outra coisa é ser tonto.
Em outra ordem de coisas, há que saber entrar e tratar as pessoas. Se tem dinheiro para anunciar, pode tentar ser direto e sincero, propor uma ação bacana que posso reverter n bem dos usuários e poderemos aceitá-la ou não, não nos escrever como se estivesse falando com um menino de 15 anos para o qual presentearemos nosso produto, porque “que custa?”. Não tem sentido e demonstra não respeitar nem a nós nem ao nosso trabalho.
Muita culpa disso tem o conceito de viral. As agencias vendem realidade e põem as pessoas detrás de um PC tentando colocar vídeos a torto e a direito. Isso não funciona. Se você quer difusão: pague. O rolo que te contaram de que “apareceu a Internet e se fez viral”, rara vez é correto. As coisas têm seu orçamento e promotores, e si alem disso são boas se fazem virales.
Por ultimo, uma campanha de vários milhões de euros de uma marca de primeiro nível, é possivel que nem o mesmo cliente final esteja de acordo com que mendigue esse espaço já que paga um orçamento e não quer sua marca “exposta” ante essa perda de imagem, e que pode gerar comentários negativos. Muito possivelmente estará fazendo dano ao seu próprio cliente que não tem porque se ver nessa tessitura e não gostará de saber.
Tags: Agencias, Blogs, centrais de meios, Internet, publicidade, Relaçoes Publicas
Nasce uma idéia e uma ilusão
(Esse post se publica simultaneamente em espanhol no blog da fundação)
No final de Outubro do ano passado, publiquei no meu blog pessoal uma resenha intitulada “Uma verdade Incomoda e Real” na qual relatava como me sentia, creio que se pode definir como confuso, depois de escutar um duro testemunho que me surpreendeu uma manha desde um programa de radio.
Naquele momento mobilizei alguns amigos, aos que expliquei que acreditava que, dentro das minhas limitações, poderia por meu grãozinho de areia naquele momento e senti necessidade “fazer coisas”, não sei se grandes ou pequenas, em definitiva as que estejam ao meu alcance. Expliquei minha idéia e recebi todo tipo de feedbacks e com a ajuda de meu advogado José Antonio Salaverri, quis criar essa fundação.

Gostaria de dizer também que os requisitos, os tramites e as dificuldades para constituir uma fundação benéfica nos fazem pensar duas vezes… Mas depois de seis meses de briga, com notificações perdidas incluídas, estamos em andamento.
Essa fundação se nutrirá economicamente dos benefícios de algumas de minhas empresas, em concreto do Grupo Publispain, Ócio Networks e Inversora Foley, assim como colaborações pessoais que ire fazendo em diferentes momentos do ano. Uma porcentagem estabelecida inicialmente em 2% desses benefícios se destinará a ações e colaborações que desde essa fundação iremos levando a cabo. Estas ações se realizarão a distinto nível dentro de nossas possibilidades e do âmbito de ação das mesmas. Temos uma vinculação física a países como Espanha e Argentina, e as necessidades de um e de outro são totalmente diferentes. Ações como as que esperamos realizar em Espanha seria uma frivolidade para a América Latina.
Não teremos um orçamento milionário, mas sim muita vontade de poder fazer coisas por nós mesmos e também colaborar em ações de terceiros. Para isso contamos com uma ampla equipe humana formada pelas pessoas que trabalham em nossas companhias, comprometidos de maneira generosa com a idéia, e tentaremos estruturar ações úteis.
Esse post é de certo modo uma primeira pedra, um ponto de partida. Colocaremos-nos em andamento e começaremos a valorizar ações, a buscar e amadurecer idéias, a ver em que pontos podemos ajudar e ser úteis e para isso necessitamos e buscaremos o apoio pontual de muitas empresas que trabalham conosco no dia a dia, em nenhum caso buscamos nem queremos colaborações econômicas, (não creio que essa deva ser nossa função, nem que sejamos os receptores idéias das mesmas, o que buscamos são colaborações, nas quais cada um possa chegar a ajudar se assim o deseja, mas no âmbito da sua ação habitual e não de forma econômica.
Quero agradecer publicamente a alguns amigos como a Anel Maria ou Emilio Marquez que ao conhecer a idéia quiseram por fundos a disposição da fundação, como digo, não é o se pretende e isso seria muita responsabilidade para mim, mas infinito agradecimento pela confiança a ambos.
Obrigado também a alguns de nossos clientes e provedores que nascem apoiando esta idéia (aos que não nascem apoiando, um aviso: os perseguirei para que cada uno apóie nossas iniciativas), ao apoio de todos os que formamos Ócio Networks, Grupo Publispain e Inversora Foley, especialmente a Chalotte, Fernanda, Constanza, Monica, Diego e Daniela que escreverão nesse blog, a todos os que nos convidam uma nota, email ou twitt nesses dias oferecendo-se a colaborar e a todos os que esta lendo essa linhas.
Poderão seguir vendo as novidades dessa iniciativa no nosso blog, assim como em nosso twitter, agradeceremos todo tipo de idéias, comentários e sugestões que nos possam chegar.
Estamos em andamento, obrigada por ler.
Alejandro Suàrez Sánchez-Ocaña
Tags: - Fundação Alejandro Suárez, fundaçao, Iniciativas, solidarios
O melhor da semana em 10 Links (18 de Julho)
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As moscas estão ganhando por Espiaçando Marketing
Tags: b2b, crise, google, havaianas, Marketing, reejeiçao do blog, startup, ti, tidytweet, twitter
Anúncio proibido de Mercedez Bens
Parece que em USA os ativistas femininos não gostaram. Para mim é engraçado.
Tags: anuncio mercedes benz, creatividad, criativa, mercedes benz, publicidade, viral
Reflexões sobre a Identidade Digital
Gerar uma Identidade digital SIM ou NÃO?
Conheço pouca gente do setor das TICs que não responda com um rotundo “SIM”. Não sei se isso poderia ser inteligência coletiva.
Pessoalmente sou dos que respondem como um galego. Identidade digital SIM ou NÃO? “Depende…de quem e para quê”.
O correto ou não de ter uma identidade digital depende principalmente de um final: o objetivo da mesma. Ter visibilidade por ter simplesmente… Nunca fui partidário e me esquivei durante muitos anos. Se não necessita dela, meu conselho é que não a tenha uma, permaneça num perfil tranqüilo e baixo; você viverá melhor, muito melhor.
Há pessoas que conheço com uma identidade digital muito ativa, muito mais ampla que sua própria identidade profissional ou pessoal, é o que costumo pensar que são reflexos, largos perfis online reflexo de uma presença intranscendente offline. Realmente, para algumas dessas pessoas, seu “trabalho real!”, ao que – seja qual seja sua ocupação – dedica mais tempo a ter que cuidar e manter essa identidade digital tão ativa, mas muitas vezes sem objetivo que o obter visibilidade por obtê-la.
Se há um fim, tem uma necessidade real de participar e no fundo de comunicar se deve cultivar essa identidade, mas o primeiro de tudo encontra esse motivo, que pode ser desde um beneficio pessoal ou profissional para você ou uma soma dessa presença no seu trabalho e/ou empresa.

Não sou o mais apropriado para dar conselhos e menos nesse campo, mas baseado em minha pouca experiência “saindo do armário”, me atreveria a te recomendar o seguinte:
- Participa ativamente, teu blog, teu twitter, vá a eventos… sim sim, isso é obvio, some, comparte informação, não somente a consuma e espere dos demais. Arrisca e comparte temas interessantes, não os guarde para você.
- Molhe-se. Seja valente e real nas suas opiniões, não tente ser só politicamente correto, você pode criar alguns inimigos, é verdade, mas isso deve te motivar, nenhum grande homem não os tem.
- Seja generoso. Não só participe nos teus suportes. Você gosta que comentem no seu blog, faça o mesmo no dos demais, escuta e participa.
- Aporte ar fresco, originalidade. A internet está cheia de blog abordando o mesmo tema. Fala do que conhece, que a ultima nota de imprensa de Google não te fez falar de temas que possivelmente não conhece de primeira mão e nos que não você pode aportar nada. Deixa esse inútil trabalho aos meios gerais.
- Conheça pessoas, isso te enriquece. Não pré-julgue, poderá aprender coisas de muita gente que pode não ir com a cara por sua imagem virtual e logo pode descobrir que são pessoas brilhantes, longe da realidade que em ocasiões reflete a rede.
(foto do blog de red.es)
Tags: conselhos, identidade digital
10 Conselhos para quebrar sua StarUp
Vi esses últimos meses uma multidão de posts, sérios, reflexivos e em ocasiões úteis e brilhantes do tipo “10 Conselhos para ter uma startup de êxito” ou “10 Conselhos para ser um empreendedor de êxito”. É talvez por esse motivo pelo qual decidi publicar minha particular visão, uma perspectiva talvez menos instrutiva: poderá ver dezenas de formas de como chegar ao sucesso, nesse poderá ver como quebrar rápida e rotundamente sua companhia.

10 conselhos para quebrar – rapidamente – sua startup:
- Se você não necessita, não importa; tem que fazer! Assim que procure e consiga financiamento. Nem pergunte se é necessário ou não seu modelo de negócio, e muito menos pergunte se pode por sua parte dos fundos. Você tem que procurar e aproveitar.
- Se você encontra pelo caminho alguém de perfil técnico muito valido que quer se integrar no seu projeto, ignore-o. Já lhe contratará quando tiver dinheiro. Não se envolva, com certeza estará por ai disponível para você quando já tenha grana.
- Super dimensione tudo. Caíram na sua conversa poucos friends, pouca family, mas a lot of fools e há dinheiro. Pois, vamos gastar! Começar sempre por um mega salário, secretaria explosiva e carro da empresa. Quanto antes gastemos, antes nos dará mais lucros.
- Se inspire na bolha. Os negócios rentáveis e sustentáveis são os dos demais. Argumenta constantemente… ”e que modelo de negocio tem Twitter? Quanto fatura e quanto vale Facebook? E o Youtube?”. Essa gente não entende que seu caso é como o dessas companhias; nem ligue, continue.
- Escolha investidores baixo o modelo “quem tem o mais grande”. Não valorize modelos industriais nem sinergias para o futuro. Isso é leilão. Se alguém der 1.000 euros mais que o outro, não há discussão, que me importa quem seja cada um, conclusão, nunca vou necessitar nada já que sou auto-suficiente.
- Rodeie-se de medíocres. Procura não se rodear de talento. E se vêem conhecer seu projeto e roubam sua idéia para montá-la por sua própria conta? Nada, selecionamos medíocres que os bons já serão contratados por Google. Que importa o talento interno? O importante do projeto é você.
- Escolha um nome estridente, muito web 2.0 e um modelo inovador. Se não há casos de exemplo com seu modelo de negocio a nível internacional já que as pessoas não têm idéia de nada. Você não copia de ninguém, você é inovação pura.
- Pense pouco. Não é necessário nem imprescindível comer a cabeça. Para isso você pode se permitir com a grana que conseguiu levantar um orçamento de consultoria. Há companhias de nome que fazem esse trabalho, para que você vai complicar sua própria vida. Poe em suas mãos.
- Não se audite, pra quê? Você sabe onde esta e onde vai o dinheiro. Seus investimentos confiam cegamente em você, essas quantidades para eles não são nada e não te pedirão contas demais no futuro, não teria sentido, você é o guru.
- Não fature nem para cobrir custos, mas não importa, não dedique seu tempo a resolver esses pequenos detalhes operativos, insignificantes dentro de um projeto maior como o seu. Difunde, evangeliza, o faturamento já virá, você ao seu ritmo, dê conferências e explica seu modelo de negocio como o caso de êxito que já é. O dia a dia não é imprescindível.
E o bônus via Twitter de @danielpeiro:
- Google soluciona tudo para você. Leia, não duvide e siga a pé da letra os posts que encontre tipo “10 conselhos para ser um empreendedor de sucesso”, e tenha escrito quem tenha escrito. (especialmente se são de “empreendedores conceituais”)
Tags: conselhos, Empreendedores, exito startup, quebrar sua empresa
O Blog do Alejandro Suarez














