Alejandro Suarez Sánchez-Ocaña, empresário do Setor de Tecnologia desde 1998, CEO do Grupo Publispain e da Rede de Blogs Lazer y Ocio Networks SL, presidente da Inversora Foley, conselheiro e fundador da Yes.fm, assessor e inversor de várias companhias de inovação, novas tecnologias e Internet.
O melhor da semana em 10 links (28 de agosto)
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Tags: desemprego crise, desemprego empreendedores, desemprego mulheres, feira do empreendedor 2010, geraçao perdida, geraçao y
De desempregados à empreendedores
Talvez tenha chegado o momento de converter desempregados em empreendedores. Chegou o momento de ajudar a esses desempregados a empreender, transformar uma parte em empreendedores, em futuros empresários que nos próximos anos possam criar valor e oferecer a terceiros postos de trabalho. Reverter essa situação é critico não somente para mudar o drama atual de milhões de famílias, mas sim para nos situar num cenário de crescimento sustentável no futuro. O objetivo chave de qualquer governo deveria ser os nascidos nos anos 70 e especialmente as mulheres.
Pessoas entre 30 e 40 anos, com iniciativa, que sejam o germe da revolução do modelo produtivo e para isso são necessárias mensagens positivas, incentivos e estímulos nessa direção; chegou o momento de que dêem o salto, de assumir riscos e de ter incentivos para tal. Empreender não é tão simples e as gerações jovens têm um handcap a mais.
A falta de claros referentes em gerações anteriores, falta de espelhos onde se olhar, sucessos pessoais que querer emular. Falamos de dar a volta ao que conhecemos como “geração perdida”, uma geração onde a falta de empreendedores será um lastre para toda a sociedade num futuro próximo. Que essa geração perdida não seja a chave nessa conjuntura econômica e é um imperativo para a administração lhes estimular, lhes formar e lhes empurrar a dar um salto. Não há melhor receita contra a crise.
É o momento de ser decidido, não de duvidar. Olhar pela janela e ainda que não haja rede, ter claro que chegou o momento de pular. Com uma crise global que nos afeta a todos e que provoca o desemprego seja uma lacra cada dia maior e um drama real para as famílias, manter essas famílias por parte do Estado se converte num enorme handicap no balanço econômico de qualquer pais.
Isso que deveria ser obvio por desgraça não é. No caso de Espanha, por exemplo, segundo o informe Doing Business 2010 que elabora o banco Mundial e mede a facilidade para fazer negócios em 168 países, este pais se encontra no numero 62 do ranking mundial, sendo a nação desenvolvida de maior retrocesso no ultimo ano. O Banco Mundial analisa com este indicador quatro pontos chave (facilidade para abrir uma empresa, contratação laboral, proteção dos investidores e pagamento de impostos) e situa Espanha com capacidade de fazer negócios atrás de países como Botswana, Armênia, Samoa ou Mongólia. Como não poderia ser de outra maneira no Top10 dessa classificação estão países como EUA, Reino Unido, Dinamarca, Canadá, Austrália e Noruega.
É ai onde temos que nos posicionar e é obrigação da administração estimular a geração perdida e transformar o drama do alto numero de desempregados numa oportunidade para essa esperança de mudanças.
Tags: crise, desemprego, geraçao perdida, incentivo empreendedores
O melhor da semana em 10 links
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Tags: crise em l, empreender crise, fim da crise, oportunidade crise, saida crise
Merda! Era em L
Era o ano de 2007 e muitos já pensávamos que as coisas iam ser difíceis. Os mais “progressistas da classe” acreditavam que éramos uns agoureiros e que não chegaria o sangue ao rio. Lamentavelmente se equivocaram e o resto já é outra historia.
Passaram meses e chegamos ao 2008. As conversações de bar, nos blogs, na rua em definita já não duvidava sobre se haveria ou não crise, mas sim valorizavam como ela seria. Com um desenho em “V” diziam os otimistas, em “U” ou em “L”, o desenho mais temido, que acaba em uma larga recessão antes da saída. Não sou adivinho e nunca imaginei como poderia ser. Nesses anos tive sentimentos encontrados. Tive momentos em que pensei que tínhamos chegado ao fundo do poço e que tudo já melhorava, ainda que fosse pouco a pouco e semanas ou meses depois parecia que o poço não tinha fundo e seguíamos indo para baixo.

Nos últimos meses parecia que tudo ia melhor, e me recordei de um velho post que publiquei já faz um tempo “Fechando a torneira”. Pensei que tinha que passar pagina voltar a investir em projetos de terceiros e a correr alguns riscos. Isso me levou a investir em 3 projetos de internet, uma biotecnologia, além de um meio de comunicação tradicional (com futuro e sinergias na internet) nos últimos 3-4 meses. Ou seja, fechou 5 investimentos desde maio. Mais do que fechei nos últimos dois anos em poucos meses.
Só comentei e anunciei um desses investimentos (2B Blackbio) já que os fundadores o comunicaram em nota à imprensa. O resto, alguns contratos já assinados e outros ainda não, se acabarão de fechar estas semanas, mas já foram conversadas.
Durante esses dois anos vi muitos projetos que gostei e alguns me alimentaram alguma ilusão e em ocasiões tive a oportunidade de participar deles, mas me senti algo pressionado e não o fiz. Enquanto eu acreditava que tudo pouco a pouco melhorava, que a crise fazia um gráfico de U e sairíamos rápido. Da mesma forma que tomei precauções rapidamente quando temi vir, achei lógico que com os primeiros raios de sol me apressasse a apostar por projetos que além de fazerem muito sentidos, me agradam.
Achei que era hora de abrir a torneira. E digo por que nas ultimas semanas os números macro, os dados que vamos conhecendo, a situação das empresas, o feeling das pessoas próximas, a evolução das minhas próprias companhias e participantes, assim como a percepção pessoal é que foi uma breve miragem, uma pequena luz no fim do túnel, mas na verdade seguimos no buraco. Não acredito que as coisas piorem, mas quando parecia que a tendência se desenhava para cima, parece que voltamos a perder o impulso que ganhávamos.
Agora mesmo, de novo, me esfriei, é possível que seja somente temporal para pegar impulso, de novo sinto que devo diminuir o ritmo de investimentos e não expor o risco econômico nos próximos meses. Vivemos a base de sensações, sensações que estão a flor da pele já que tudo parece uma montanha russa. Minha sensação é de como se tivesse terminado uma festa de fim de semana e nos tivesses ficado com uma enorme ressaca, com a cabeça dando voltas, assumindo que voltamos à triste realidade pensando “merda, era em L”.
Tags: crise, crise em l, crise em u, crise em v, saida da crise
O melhor da semana em 10 links (14 de agosto)
Google está de olho na infraestrutura da internet por Tiago Doria
Twitter vai vender seguidores por Publicidade na Web
Revolução Empreendedora: Ensinar a empreender por Patrícia Bellotti Carvalho
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Redes Sociais e sua Importância em SEO por Brasil SEO
Empreendedorismo e manejo comportamental por Massa Cinzenta
Vale a pena empreender no Brasil? por Midia Mais
Tags: empreender no brasil, empreender sem dinheiro, google, manejo comportamental, redes sociais seo, revoluçao empreendedora, sindrome do empregado, twiiter vende seguidores
O mérito de criar negócios
Empreender hoje em dia tem certo mérito. O empreendedor atual é uma mistura de um Dom Quixote surrealista com um louco moderno, que sente que vai em contra da corrente geral da sociedade que lhe rodeia e que muitas vezes consegue o confundir para desistir de sua épica batalha. O mundo necessita mais empreendedores, mais iniciativa, mais inovação e possivelmente menos funcionários de espírito. Nesses duros momentos econômicos, a crise se esta levando por diante aos primeiros: os ousados e inovadores.
São tempos duros em todos os países, e é necessário ter gente capaz de assumir riscos e se lançar ao nada, uma opção complicada, que contrasta de forma selvagem com outras opções muito controladas e seguros a nível laboral. É algo como saltar ao vazio como estamos vendo no caso de muitos autônomos. Um empreendedor não é mais ou menos que um funcionário ou um assalariado.
Numa sociedade como a nossa, todas as sensibilidades são necessárias e é compreensível que haja um alto numero de pessoas que queiram estar segurar de um trabalho para toda a vida, mas a economia global também necessita pessoas que se arriscam. Dignifiquemos o termo empreendedor! São muito mais que necessários!
Em primeiro lugar, porque todos, com maior ou menos sucesso, aportam iniciativas dentro de um “momentum” em sua grande maioria medíocre e inerte. Em segundo lugar, porque o empreendedor é o embrião do empresário que cria riqueza e valor. Há poucos empreendedores? Muito poucos. Si é verdade, mas não é menos verdade que muitos deles são sensacionais. As instituições, o sistema financeiro e o capital de risco, em muitas contadas ocasiões apóiam as iniciativas de novos empreendedores e quando as apóiam, fazem de forma tão agressiva com o mentor do projeto, que acabam estrangulando-o.
Você tem que ir à luta por você mesmo, sem esperar nenhum tipo de ajuda e principalmente sem acreditar que terá a opção das ajudas anunciadas constantemente na televisão se você encontra finalmente no momento critico empresarial que todos tememos. Por outro lado, a todo os que gostam de empreender chega também o momento no qual nos vemos refletidos com uns anos menos, mas esta vez na pele do novo empreendedor, inquieto e cheio de idéias. Apostar e apoiar por uma nova geração de empreendedores e atuar como “Bussiness Angel” é para alguns de nós tão vocacional como criar um projeto em primeira pessoa.
É uma ilusão tão especial como a que todos vivemos ao gerar nosso primeiro projeto e criar aquela primeira empresa. Muitas vezes é tão difícil empreender como ajudar a um terceiro a que empreenda. Ë por isso que nos faz falta um apoio especifico no setor dos sonhadores, aos construtores de ilusões, e ainda mais, aos mentores destes, que são inclusive mais difíceis de encontrar que os primeiros. Os governos dos diferentes países devem tirar da cartola leis que se convertam num estimulo mais para os empreendedores e seus mentores.
Tags: criar negocios, Empreendedores, empreender, incentivo empreendedores, projetos
A web social, uma ferramenta a vigiar
O fenômeno do Social Media chegou como um vendaval e o fez para ficar e o mundo empresarial não é uma exceção. As empresas tendem a prestar uma maior atenção ao uso de blogs e redes sociais, um fenômeno que anteriormente depreciavam. A web social deu o poder ao usuário e muitas vezes isso pode gerar algum quebra cabeças em nossa própria companhia; empregados infiéis, filtração e intoxicação de informação, confusões que entorno a nossos produtos e/o serviços recorrem à rede e podem, se não são rápidos de resolver, resultar um enorme problema ao que teremos que enfrentar. Internet se converteu em poucos anos no meio dos meios.
A anarquia e a liberdade do sistema, o halo do anonimato que se desfruta e a rapidez com a qual fluí a informação, que circula de usuário pra usuário em segundos, faz que haja que estar especialmente atentos ao que sucede entorno a nossa marca. Comercialmente os danos podem ser graves se não se cuida do problema, se não o minimizamos a tempo.
A esse respeito podemos destacar o caso de uma empresa espanhola; Ikea. Por vários anos, um post em um blog de referencia em Espanha dentro do âmbito da web 2.0, Microsiervos, era o primeiro resultado no Google ao buscar Ikea, encima da web da empresa. Esse post fazia uma cruel critica à companhia com base a experiência de um único usuário baixo o titulo “Ikea, como mente aos clientes”
Ainda hoje se buscamos no Google sairá entre os primeiros resultados do buscador. Nos últimos anos esta situação foi um puzzle para uma empresa sueca os comentários negativos de outros usuários participando desse artigo foram sucedendo sem parar, se alimentando uns dos outros. Faz pouco tempo que a companhia conseguiu posicionar sua web encima do conteúdo prejudicial. Uma solução parcial, uma batalha ganha. Mas um único usuário, hábil no uso de ferramentas 2.0, colocou em xeque-mate a estratégia de comunicação do Ikea, durante mais de um ano.
Essa erosão ainda hoje continua. No mundo existem milhões de internautas; uma percepção negativa na rede nos afeta e é um golpe direto a nossa linha de flotação. A informação positiva é uma pequena gota, mas a negativa, incluso se errônea, é viral por natureza.
Por isso, nos últimos meses começam a nascer empresas dedicadas a escutar e administrar o buzz, os rumores, os ecos de Internet em fóruns, redes sociais, blogs e Twitter. Se busca captar tendências negativas e positivas (que melhor focus group que esse?) de encontrar problemas e fugas de informação e inclusive empregados desleais. Temos que cuidar da nossa imagem e para isso é imprescindível começar escutando e monitorando o que acontece, resolver muito rápido e escalar internamente os problemas, por pequenos que pareçam e nunca subestimar o meio.
Tags: buzz, focus group, Redes Sociais, social media, web social
O melhor da semana em 10 links (07 de agosto)
Prêmio Empreendedor de Sucesso 2010 está com as inscrições abertas por Papo de Empreendedor
A forma mais louca de monetizar um negócio por Startupi
Propaganda online é considerada invasiva por Publicidade na web
Ordem judicial obriga sites de torrents a remover conteúdo ilegal por Portal Quadrangular
O legal e o ilegal na Internet por Luis Blog
Download de conteúdo adulto é menos perigoso que download de musicas ilegais por Jornal Tecnologico
NEC revela tecnologia de detecção de vídeos ilegais online por o Globo Digital
Ser Empreendedor “Demais” Não é Bom por Super Empreendedores
Os Top Empreendedores da Blogosfera Brasileira por Boombust
Os males do quinto P adicionado aos 4 P do marketing por Clinica de Empreendedores
Tags: conteudo ilegal, empreendedoresd blogosfera, premio empreendedor, propaganda online
A operadora finalmente na rede
Depois do fracasso da rede social Keteke em 2008, telefônica decidiu comprar 85% do Tuenti (rede social numero 1 na Espanha) por um importe que ronda os 70 milhões de euros. A operação levanta muitos interrogantes, mas não precisamente o motivo do fracasso de Keteke, que não é novidade. O que resulta dificilmente compreensível é como uma companhia como Telefônica não estava no projeto de Tuenti desde sua origem, apoiando, participando e colaborando com essa startup espanhola.
É mais que certeza que eles a receberiam com braços abertos, mas isso tinha que ter ocorrido a quatro anos atrás, o tempo em que Telefonica demorou pra entender que hoje em dia na Internet é mais que vender linhas ADSL e que para muitos analistas independentes representa precisamente o futuro das companhias de telecomunicações. É fácil se imaginar nesses momentos os diretivos de Orange e Vodafone (empresas de telefonia espanhola) aos que o movimento de Telefônica não agradou muito. Atualmente, eles não se encontram posicionados num setor no qual, se queriam crescer a médio prazo na Espanha, era chave investir para evitar que Telefônica se adiantasse.
O mercado
Outra questão interessante reside em saber como vai enfocar a Telefônica sua estratégia de internacionalização em redes socais. Brasil – seu principal mercado – está dominado por Orkut, a rede social de Google, com aproximadamente 73% da quanto, enquanto que Facebook contra com aproximadamente 11%. Me custa acreditar que tentem combater e muito menos vencer, a esses gigantes das redes sociais, ainda que, por desgraça para Telefônica, a rede social de Google só triunfe de maneira clara em Turquia e Brasil. Já é azar, mas o internauta brasileiro, o orkuteiro, valorizou novamente que foi a primeira em chegar e entender o que buscava.
É hora de considerar o que o futuro de outras tantas startups espanholas que começaram como Tuenti e agora enfrentam o problema de maturação, ao que Tuenti se aproximava. O amadurecimento é um ponto que elimina qualquer possibilidade de venda de empresas promissoras que, uma vez que incorporam novos fundos de capital de risco para os acionistas, a fim de ampliar vêem como perdem ao mesmo tempo todas futuras opções de venda. O mais importante dessa operação é que a Telefónica finalmente percebe que a compra online não é apenas comprar talento e absorver empresas.
A falta de talento em seus projetos tem sido o maior erro que tão duramente aprendeu ao longo dos últimos 10 anos, com lançamentos tão pobres como Terra, a Lycos e milhares de outras iniciativas menores. Mas o talento por trás de Tuenti definitivamente vale 70 milhões de euros. Por isso Telefónica respeita um 10%, para o qual os fundadores e os apoiantes da jovem empresa espanhola, que conseguiram chegar até aqui, descubram como lidar com muitas dúvidas que se apresentam para seu futuro.
Tags: facebook, keteke, orkut, Redes Sociais, startup, Telefônica, tuenti
Negócios com anjos
Refiro-me a Business Angels. A tradução mais certeira de esse anglicismo poderia ser “anjos investidores” e geralmente o são anjos, e em algumas ocasiões inclusive também investidores. Um dos mais reconhecidos Business Angeles do setor de tecnologia e de inovação me confessava “Meu rango de investimentos é de, fazendo um esforço, 200 mil euros”. A prática totalidade das novas empresas no setor da tecnologia necessitam primeiro um financiamento próximo aos 400 mil euros e o primeiro passo consiste geralmente em recorrer às clássicas 3F (Friends, Family and Fools).
Mas de todos os projetos empresariais novos do setor tecnológico, só um pobre 30% consegue traspassar essa primeira barreira; o outro 70% dos projetos empresariais de emprego e riqueza são esquecidos, esperando financiamento. Conseguir fundos próximos aos 400 mil euros sempre foi difícil, mas é mais difícil entender por que a crise não afeta o sucesso do financiamento atualmente.
Faz poucos meses que havia dinheiro para poucos e você, empreendedor, não estava entre eles, agora alegria, nos encontramos em um dos poucos casos nos que a situação não foi piorando com a crise, seguimos igual, não há dinheiro para seu projeto.
O problema é de estrutura real. A figura do Business Angels não existe quase e as sociedades tradicionais de capital de risco são geralmente de “capital justinho” e de “risco”, pouco ou anda. Hoje só se apóiam projetos claramente ganhadores, e que quase nunca se atende a investimentos inferiores a um milhão de euros. O resultado: uma terra de ninguém que tinha que abonar para que tivesse regada de Business Angeles desesperados por apoiar as novas companhias. Além disso, teríamos que destacar que os anjos de verdade são poucos e entram e saem do setor com freqüência. Atreveria-me a dizer que os poucos que estão estudando, apoiando e dando a cara por esse setor são em sua maioria empresários de êxito, quem tem um pouco de atrevidos e muito de românticos.
Em muitos países, o labor desses investidores particulares ainda não esta regulamentada, não tem um marco fiscal definido e não conta com o mais mínimo apoio institucional, nem tão sequer com umas regras do jogo estabelecidas. Possivelmente por esse motivo, as pessoas não sabem o que é, o que representa, nem o que significa ser um Business Angel. Afortunadamente existem motivos para o otimismo. Foram iniciados os primeiros passos e só temos que olhar a alguns países da Europa, Japão e EUA para ver como se esta regularizando a figura do Business Angel desde anos. Começamos a caminhar e isso já é um motivo para seguir trabalhando e apoiando de nossas empresas de investimentos aos empreendedores que nos apresentam seus novos projetos.
Tags: Business Angels, investidores empreendedores, projetos empreender, projetos empresas
O Blog do Alejandro Suarez

















