Alejandro Suarez Sánchez-Ocaña, empresário do Setor de Tecnologia desde 1998, CEO do Grupo Publispain e da Rede de Blogs Lazer y Ocio Networks SL, presidente da Inversora Foley, conselheiro e fundador da Yes.fm, assessor e inversor de várias companhias de inovação, novas tecnologias e Internet.
Acredito em Deus (e em Steve Jobs)
Não sou suspeito de ser um fanboy de Apple, de fato reconheço guardar meu Imac numa caixa sem usar faz anos (se minha mulher ler isso me mata), só o Ipod e o Iphone conseguiram chamar minha atenção e me fazer cliente fiel. Mas, apesar de não ser um férvido seguidor e geralmente me opor a estas experiências de marketing muito medida, reconheço que minhas primeiras sensações vendo a demo do novo gadget são as de estar ante algo grande e revolucionário.
Todos vimos como o Iphone provocou que seus principais competidores como Nokia ou Samsung taparam sua derrota copiando o conceito e a estética sem piedade, com objetivo de incrementar suas vendas ao se parecer um pouco ao apreciado smartphone da maça. Penso que no até agora inexistente mercado dos TabletPCs vai passar ago muito mais drástico.
Os existentes TabletPc não tiveram ate agora vendas significativas, é o preço de chegar rápido demais e sem um produto ambicioso e desejado…sso mudará.
O Ipad servirá para muitas coisas, desde navegar na Internet, consumir um vídeo ou levar a administração da nossa empresa, graças a mais de 140 mil aplicações que estão disponíveis antes de sair o produto à venda, mas a minha sensação é que revolucionará o mundo editorial e da imprensa.
O mercado editorial e os médios online têm adiante um novo desafio com novas possibilidades de integração. Steve Wozniak, um dos co-fundadores da Apple prognosticou um futuro muito próximo no qual haverá assinaturas de jornais e revistas no Ipad por meio do Itunes. Ler no metrô nossa seleção de noticias ou como suporte de aprendizagem na universidade ou colégio será vias de entrada os geradores de conteúdo esperavam essa mudança e da mão de Apple, os micropagos por conteúdos são como costurar em cantar, com um modelo já valido com milhões de vendas e downloads.
Dizia Steve Jobs, orgulhoso, que 75 milhões de consumidores, usuários do Ipod e Iphone já sabem usar seu novo invento. A tecnologia e a filosofia é a mesma, fácil e intuitiva. Uma parte importante desses usuários que adquirirão seu Ipad nos próximos anos, mas muito mais transcendente será o numero de pessoas que adquirirão seu primeiro dispositivo Apple com o Ipad.
Apple no inventa a roda com esse novo aparelho, se limita a usá-la de maneira inteligente e respondendo às novas necessidades do consumidor. O útil se pode reinventar e não está oposto ao estético; a idéia não é a chave (esta idéia existia faz anos no mercado), a chave é a execução, e Jobs sabe demonstrar.
O triunfo do marketing e do glamour que só Jobs sabe vender. É o ganhar e se posicionar, o criar desejo para provocar “oohhh” do publico ao descobrir os seus. Nunca antes uma apresentação comercial de um objeto de consumo havia ocupado em tal medida manchetes e informações dos meios de comunicação do mundo inteiro. Poucos podem revolucionar o mundo com suas idéias. Jobs voltou a fazê-lo e incrivelmente isso se esta transformando num costume saudável.
Tags: Apple, ipad, meios, steve jobs
Não me faça isso
Teve certa repercussão meu post “Não compre mina publicidade, mas me respeite, caramba!”, no qual eu falava e denunciava a atitude de desapreço que em ocasiões recebemos nesse meio, assim como pedia dignificação da publicidade online.
Tanta que inclusive uma das pessoas que mais sigo dentro do mundo das Relações Publicas como Octávio Rojas respondeu com outra nota no seu blog “Te respeito, publica?”
Creio que esse completara uma trilogia sobre o tema
A relação entre as agencias de Publicidade/Meios e relações Publicas e o mundo online são confusas, e muitas vezes há desapreço como eu trata de denunciar o outro dia, mas também muitas outras vezes desconhecimento.
Por isso escrevo essas linhas, com objetivo de que possam servir às agencias para saber o que nos desagrada e como “não entrar”.
É claro que não sou ninguém para estabelecer um decálogo de boa práxis e esta é só minha opinião, que sem nenhum tipo de duvidas será pontuada, corrigida e melhorada nos comentários.
Muitas vezes desde as agencias nos vêem como uns “paranóicos do spam, ególatras e uns moleques aos que lhes incomoda tudo”. Bom, pois chegando a esse ponto, isso é provavelmente o que molesta a alguns moleques ególatras:
- Não minta:
Cada vez que recebo um email de uma agencia de relações Publicas por algo que publicamos na que me dizem que querem saber o trafego do blog que o publicou “com o objetivo de valorizar futuras campanhas”: sei que não é assim. É para seu clipping e dar dados de trafego e marcar um ponto com o cliente. O diretor de uma conhecida agencia de relações publicas me dizia outro dia “Ah…, é que dizer isso já não funciona?” A resposta é clara: não, não funciona e te faz ficar mal. Não minta.
- Dirija-se a mim pessoalmente: demonstre que sabe quem sou e o que faço:
Você se dirige a mim, me pede colaboração, mas não distingue do que é um blog comercial, por exemplo de nossa rede de blogs Ócio Networks, onde SIM vendemos publicidade, de um blog pessoal como este, no qual NÃO se aceita publicidade e falo das minhas coisas, projetos e idéias. Se não entende isso, que é básico, o dialogo será impossível; você vai acabar me ofendendo quanto seja cansativo insistindo em que escreva algo a nivel pessoal. Eu NÃO ESTOU à venda. O que sim esta a venda é a publicidade nos meus suportes comerciais. E você deverá distinguir que é um suporte comercial e o que é um blog profissional. Distingue a pessoa do produto.
Creio que passou suficientes meses como para poder contá-lo…Espero que não me puxem as orelhas por fazê-lo…Faz alguns meses que uma agencia de publicidade me ligou para perguntar se “estaria disposto a escrever em primeira pessoa” a nova campanha de branding de uma conhecida marca de refrigerantes de extratos de coca-cola) nesse blog. Deixou-me um pouco perplexo porque esse não é um espaço comercial e nesse caso sabiam perfeitamente e não lhes importava, mas queriam saber se eu aceitaria a possibilidade já que comento campanhas e ponho vídeos as vezes.
Ou seja, a pergunta era se minha opinião estava à venda. Muito educadamente respondi o único que posso dizer. Que se gosto da campanha a comentarei como comento outras, e as dessa marca costumam me agradar… Mas ainda que o fizesse não aceitaria dinheiro por isso. A campanha saiu a 2-3 semanas depois e lembro que a vi em casa e segui os comentários de Twitter de pessoas como Enrique Burgos que acredito lembrar que comentou que à sua mulher havia emocionado. Eu gostei, mas esperava mais e fiquei algo decepcionado. Não publiquei nada.
- Não me peça permissão para me mandar “merda”:
Não me peça por email para me mandar notas de imprensa r quando te dou não me mande merda. Manda-me notas de imprensa relevantes para meu trabalho e que sejam defendíveis. Se uma vez que te digamos sim e acredite estar autorizado a nos enviar são para coisas intranscedentes e de outras temáticas nos fará perder tempo.
Você não necessita permissão para me enviar coisas, mas ao blog de motor, por exemplo, envie informação e RELEVANTE, se cada vez que seu cliente, uma marca de pneu, muda um preço o lança uma nova roda nos envie e gere lixo (dezenas de emails por dia), obviamente nem abriremos seus emails.
- Se te interessamos, cuide de nós:
Imaginemos que te interessa nosso blog de telefonia e nos pede uma demo do teu produto, este é um caso real e dedico aos meninos responsáveis pela comunicação de Samsung. Te pedimos não uma, nem dois, nem três vezes prová-lo, mas sim alguma mais. Recebemos uma resposta tipo “vai publicando, que nos próximos dias vocês poderão ver o terminal de provas”. Jamais nos ligaram para experimentá-lo e isso se repete dezenas de vezes. Não cuida da gente e nos engana, você pensará que somos tontos porque a primeira ou segunda vez publicamos algo para você. Acredite, deixaremos de fazê-lo, não é serio com a gente, não nos deixe falando sozinhos, diga a verdade sempre.
Nesse aspecto há temas que estão claros. Não pode pedir uma review de um videogame que não nos manda por exemplo. Ou o distribui ou nos ligue para que mandemos alguém aos seus escritórios para prová-lo. Se quiser comunicar necessitará material de trabalho e não somente sua nota de imprensa.
- Respeita nossa opinião:
Opinamos de algum produto e não é exatamente o que sai na sua nota de prensa. O motivo é que “vende motos” com ela e não nos parece tal qual você o define. Que nos ligue e encha nosso saco para discutir é feio e estéril- Pode ser que estejamos errados, o usuário decidirá, mas respeite nossa opinião e não tente forçá-la. Nossa publicação é isso, nossa opinião.
- Vendedores de influência
São engraçadas as agencias que vendem “influência”. Dizem AL cliente, que vão conseguir que os “bloggers mais influentes” ou que “centenas de blogs” falem da sua marca. Te cobram por isso e logo pretendem dar um “presentinho” a troca de uma publicação de algo, ou no pior dos casos organizam como vi no outro dia “ficadas de bloggers convidando a tomar umas cervejas”. É surrealista, é ofensiva e demonstra que não distingue as coisas. Em pouco tempo todo mundo terá seu blog o twitter. A quantidade não é o que busca, que 50 garotos publiquem algo e escrevam no seu blog porque beberam umas cervejas com você não é o mesmo que pode te vender gente séria.
Tags: bloggers, ocio networks, Relaçoes Publicas
Ok, não compre minha publicidade, mas me respeite, caramba!
Antes um pequeno disclaimer: não sou um paranóico do SPAM. Recebo eu no email de Ocio Networks dezenas de correios eletrônicos com Notas de Imprensa diárias. Umas uteis e outras surrealistas. Os vejo como parte do jogo, todos temos que fazer nosso trabalho, encontrar coisas uteis e descartar as demais e não lhes dou mais importância. Nunca reclamei disso, nem mesmo ao seu emissor excetuando os casos de uma companhia que me conata por 5º vez com o mesmo rolo, quando já lhes disse que não me interessa.
Feita esta introdução quero comentar algo sobre um email que recebi hoje, enviado através do formulário de contato de publicidade de Ócio Networks SL, e acredito que é bastante gráfico para poder conhecer minha opinião sobre as empresas de relações Publicas, e as centrais e Agencias de Publicidade.
Gosto das RR.PP e da publicidade, trabalho com varias e em ocasiões facilitam nosso trabalho. O que não gosto é do abuso e da falta de respeito.

Não vou identificar a agencia nem o produto, mas sim direi que é uma das principais agências espanholas e um produto líder conhecido pro todos. Minha intenção não é fazer nenhum dano nem criar um clima chato, mas copiarei o email recebido para que possam entender minha reflexão.
CONTATO PUBLICIDADE OCIO.net
Nome. David XXXX
Empresa: XXXX
Assunto: Novo Spot de XXXX
Mensagem:
Olá,
Sou XXXX, criativo da agência XXXX. Hoje estréia na TV o novo spot de XXXX e já esta disponível no Youtube. Esta vez, XXXX, mostrando sua faceta mais cool. Wonderful!
Por saber se você curte e quer publicar algo.
XXXX
http://www.youtube.com/XXXXXXX
Olá, XXXX
Obrigado por seu email.
Nós, que temos 5 milhões de usuários e somos o top 13 de meios em Espanha segundo a OJD, vivemos de vender publicidade. Esse é nosso negocio. Colocá-la porque “a gente curte”, conceitualmente é algo ofensivo; somos profissionais.
Não quero te ofender o mais mínimo, mas sim fazer ver que seu tratamento pode ofender a nós da forma que o coloca.
Vivemos de ingressos publicitários, não somos uns garotos que são presenteados com boa onda.
Tenho certeza que entenderá.
Um abraço,
Alejandro Suarez
Onde quero chegar é que essas coisas sim ofendem. RESPEITA nosso trabalho, você não pode pretender contatar com um departamento de publicidade na Internet ou onde seja, no melhor estilo “colega de discoteca “Se você curte e quer publicar”. Isso é falta de respeito para com um trabalho que esta profissionalizado e para com uma empresa que vive de “vender” essa publicidade.
Não me ofende que não tenha destinado nem 0,5% de orçamento ao meu médio nem à Internet como suporte. Faltaria mais! O que me ofende é que gaste por ai e pense em internet como os molequinhos aos que meteremos by the face.
Não tenho coragem de chamar um meio televiso com uma proposta assim, lhes ofenderiam (e me mandariam a merda, com razão), mas não em uma grande cadeia nacional, muito menos num jornal de bairro ou uma TV local. Não sei se me atreveria por respeito. Entendo seu trabalho e que vivem de cobrar por sua publicidade.
Então porque sim em Internet?
Primeiro lugar porque há que dignificar a publicidade online. Ainda há pessoas em seus escritórios que pensam “são moleques que fazem o que digamos”, e que no vêem um setor profissionalizado. Faz pouco tempo que uma marca de automóveis, cujo nome não quero revelar, nos oferecia “dar uma volta num carro num circuito” em troca de uma campanha. Cara, sejamos sérios, não temos 15 anos. Se ao menos fossem duas ou três voltas, até pensaria.
Entendo que existem pessoas que não tem orçamento para determinadas coisas, e tento apoiá-los, mas para mim é muito importante que seja um apoio bidirecional. Ou seja, se me liga e me diz “não tem orçamento” e me pede apoio, depois quando tenha não meta tudo em TV e imprensa e venha com o mesmo rolo. Uma coisa é colaborar e semear, outra coisa é ser tonto.
Em outra ordem de coisas, há que saber entrar e tratar as pessoas. Se tem dinheiro para anunciar, pode tentar ser direto e sincero, propor uma ação bacana que posso reverter n bem dos usuários e poderemos aceitá-la ou não, não nos escrever como se estivesse falando com um menino de 15 anos para o qual presentearemos nosso produto, porque “que custa?”. Não tem sentido e demonstra não respeitar nem a nós nem ao nosso trabalho.
Muita culpa disso tem o conceito de viral. As agencias vendem realidade e põem as pessoas detrás de um PC tentando colocar vídeos a torto e a direito. Isso não funciona. Se você quer difusão: pague. O rolo que te contaram de que “apareceu a Internet e se fez viral”, rara vez é correto. As coisas têm seu orçamento e promotores, e si alem disso são boas se fazem virales.
Por ultimo, uma campanha de vários milhões de euros de uma marca de primeiro nível, é possivel que nem o mesmo cliente final esteja de acordo com que mendigue esse espaço já que paga um orçamento e não quer sua marca “exposta” ante essa perda de imagem, e que pode gerar comentários negativos. Muito possivelmente estará fazendo dano ao seu próprio cliente que não tem porque se ver nessa tessitura e não gostará de saber.
Tags: Agencias, Blogs, centrais de meios, Internet, publicidade, Relaçoes Publicas
Google Chrome OS: O assalto da Google
(Tribuna publicada no dia 10 de Julho no diário espanhol 5 Dias)
Com noturnidade e aleivosia, como o que sabe que ultrapassam certos limites até agora vetados, Google anunciava seu sistema operativo baseado em Linux, que com o nome de Google Chrome OS, cujo código será liberado a final do ano, estará disponível para o grande publico a mediados de 2010. Não podemos passar por alto a transcendência dessa noticia, não só porque supõe o fato de uma declaração de guerra entra ambas companhias, mas sim pelas repercussões que terá para o usuário final.
No cenário conhecido até a data, o mercado dos computadores portáteis esta dominado pelos distintos sistemas operativos da Microsoft, representando um monopólio com um 96% de quota de mercado. Agora Google pretende reverter em poucos anos esta situação, apresentando Chrome OS como um sistema operativo especialmente rápido, baseado em código livre e desenhado para equipamentos portáteis, o único segmento do mercado de PC em continuo crescimento, atacando assim um dos ingressos chave e recorrentes que ainda restavam à companhia de Bill Gates e nos que se baseia para financiar suas aventuras, geralmente falidas nos últimos anos dentro da Internet.
A transcendência desse movimento estratégico se assemelha a potencia de um enorme tsunami, que não por anunciado deixará de arrasar com tudo e fará cambalear os cimentos da Microsoft. É possível que esse movimento seja o principio do fim do monopólio que exerceu o sistema operativo Windows durante mais de 15 anos.
Em primeiro lugar, os fabricantes de hardware esperavam a noticia esperando ter uma alternativa ao trato monopolístico de Microsoft nos últimos anos, no qual se viram forçados diante da falta de alternativas a cumprir uma a uma todas as exigências do gigante de Redmond. Ate a data, as alternativas de código livre não tinham interesse comercial para eles, nem apenas uma demanda por parte dos usuários. Agora isso muda, Google e soma uma imagem de marca e garantias incontestáveis, um sistema operativo novo, baseado em conceitos de cloud computing e tudo isso…a custo zero.
E se não é suficiente, Google já prepara um plano estratégico com ações de revenue share, para estimular e incentivar aos fabricantes a dar o primeiro passo e basear seus produtos no novo Chrome OS.
O usuário final terá um beneficio imediato, ao prescindir o fabricante do equipamento o custo do sistema operativo do Windows, que se pode repercutir numa redução de preço rondando um 10%-15% de um equipamento portátil.
Microsoft fica a espera de jogar as ultimas cartas. No primeiro lugar, uma política de redução de preços sobre seu sistema operativo como via de minimizar o problema, e em segundo lugar confiar na até agora alta dependência do usuário de executar os programas desenhados para PC, coisa que não poderá ser feita baixo Google Chrome. Seja como seja, a guerra total começou, e cada usuário deve escolher seu lado.
Tags: 5 Dias, chrome, google, microsoft, tribuna, windows 7
Obama, Hanna Montana e…eu
Sim, é possível que pouco tenhamos pouco que ver um com o outro para minha desgraça.
Foi estranha e muito divertida a sensação de ver minha foto no Diário 5 Dias junto á esses dois personagens ente outros, num artigo de página completa de Lola Fernandez, baixo o titulo “As mentes que decidem o que será amanha”
Deixo o enlace da página de 5 Dias escaneada para se alguém quiser xeretar, aqui
Tags: 5 Dias, clipping, Hanna Montana, Lola fernandez, obama
Gente de Internet
Estou organizando meu tempo. Isso é para mim cada vez mais importante, por que levo meses que sinto “que nao não chego” às coisas. Há pessoas que isso não lhes importa, em mim produz um certo stress e em certo modo ansiedade.
Uma das coisas que quero organizar, e para mim a chave junto ao meu correio eletrônico, é organizar este blog.
Estou fazendo um planning que quero obrigar-me a respeitar, nessa folha de rota deixo como dias mais suaves as segundas-feiras e sexta-feiras e temas de clipping e de imprensa, um pouco de autocombo porque além disso como em breve explicarei começarei a colaborar com um meio de comunicação; e as sextas-feiras como vinha fazendo à videos e anuncios que me parecen divertidos e/ou criativos. Dessa forma a terça, a quarta e a quinta tentarei publicar temas mais densos relativos a formaçao, negócios, dominios, empreender, SEO, inversões, webmasters, etc.
Tags: alejandro, cliping, gente de internet, Prensa
Falando de domínios em expansão
Faz alguns dias que o diário Expansión publicou uma ampla reportagem sobre o mercado dos nomes de domínio na Internet. Sob o titulo “Quem tem um domínio tem um tesouro”, Miriam Prieto repassa as possibilidades do mercado de domínios.
Para fazer essa reportagem amplo de mais de uma página, a autora nos contatou a Yago Arbelo, Carlos Blanco, Iván Diaz Calle (SEDO) e eu mesmo.
Creio que se reúne varias divisões de como estão e funcionam as coisas. Yago comenta que se desvalorizou o preço dos domínios de 3 letras que chegaram a valer 6000 Euros e se cotizam pela metade, Carlos estima que o mercado caiu 30-40%, e eu comentava que rara vez se vê na Espanha vendas de mais de 15 mil Euros (lógico que não quer dizer que não haja, mas sim que são mais infreqüentes que há um ano atrás),
Para mim o tema dos domínios é um assunto quase de colecionismo, mas começa a não ser um prioridade vital. Sempre nessas entrevistas insisto em que nosso objetivo final é o desenvolvimento, mas sempre se chega a uma boa oferta e não temos um desenvolvimento iminente podemos vender. Nesse 2009, fechamos a torneira de inversões e esta foi uma das primeiras, mas sim a primeira a fechar-se. Nos últimos 6 meses investimos um 88% menos que no mesmo período do ano passado e acredito que posso dizer que tivemos melhores possibilidades de compra e domínios que no ofereceram um valor 50-75% inferior ao que nos pediam a um ano atrás. A situação tem toda lógica; num cenário de necessidade de liquidez, os preços caem já que incluso domínios pelos que faz 1 ano pediam 100.000 Euros, hoje, pela metade desse preço não estão encontrando comprador; não é que não o valham, é que trata-se do dinheiro do colchão da tranqüilidade. Um domínio não chega a ser um bem necessário, ao contrario, um investimento de futuro, e em momentos de necessidade de liquidez é normal que se não os tem desenvolvidos comece por tentar “colocá-los” e desfazer o investimento. Nesses momentos, e mais de um estará de acordo com o que digo, é bastante difícil.
Tags: Domínios, dominios premium, expansao, Imprensa, mercado de dominios
Entrevista no programa Planet Prat do El Prat Radio
Lhes deixo uma entrevista de uns 10-15 minutos no programa “Planet Prat” na El Prat Radio da semana passada falando de web 2.0
A semana passada foi bastante prolífica no que se diz respeito a entrevistas de radio, com algumas na Onda Madrid, Cadena Cope, e esta da El Prat Radio.
Entrevista no El Prat radio
Tags: El prat Radio, Imprensa, Planeta Prat
“La Web 2.0 (…y la madre que la parió!)
Faz alguns dias que lancei o livro “La web 2.0…(y la madre que la parió!)” que pode ser conseguido em papel y pdf nas livrarias como Bubok, Amazon, o Lulu.
A muitas pessoas lhes resulta curioso o titulo, a explicação é simples, muitos de nós dos que trabalhamos nesse setor antes de 2005, possivelmente estávamos mais cômodos como emissores de mensagem e geradores de conteúdo com uma web menos social, menos contestatória e com um usuário mais passivo. Sem dúvida a web evolucionou para melhor, mas sem nenhum tipo de duvida, ainda que pegue mal dizer, antes, muitos de nós vivíamos melhor
O livro de cerca de 170 paginas, pretende ser um repasso ao conceito de web 2.0, especialmente indicado para pessoas com um perfil total ou parcialmente offline e não muito vinculadas com a web social. O prólogo do livro é de Carlos Branco (obrigada de novo, Carlos!).
Esta é minha primeira incursão no mundo editorial e digo primeira porque estou começando a trabalhar um livro muito diferente dirigido a empreendedores, que penso titular (veremos se é o titulo de finitivo), “Empreender em tempo de crise”.

Quero agradecer a Loogic, ABC, Noticias Dot, Rádio Cope, Onda Madrid, El Prat Radio, WinRed, César Nuñez, Ojo Internet, Hard h20, Isabel Vázquez, Silicon News, Libertad Digital (espero não esquecer-me de ninguém!) o haver comentado sobre o livro.
A propósito, que preparamos uma festa de apresentação para Abril. É uma desculpa para organizar uma festa em Madrid (a idéia é fazê-lo uma quinta-feira ainda por definir a uma hora razoável…) e convidar a uns drinks e uns canapés a todos os amigos que queiram passar por ali. (talvez até nos ocorra algo mais divertido que drinks e canapés)
Se você quiser vir à apresentação do livro, nos deixe um comentário nesse post que e a boa Constanza te contatará por email para te fazer chegar um convite válido para duas pessoas. A data e o lugar ainda estão por definir, a idéia é que seja justo antes ou justo a semana depois da semana santa, estamos valorizando várias opções (avisaríamos com tempo…)
Tags: alejandro, amazon, apresentaçao, bubok, festa, Imprensa, la web 2.0 y la madre que la parió, livros
Reações a uma baderna
De vez em quando me pego de mau humor e faço uma baderna como a carta ao Presidente do ICO faz uns dias. Reconheço, é do meu caráter, é meu sentido de humor, e sim, é possível de que seja um sentido de humor “um pouco tanto especial”.
Ainda não sei se fiz bem ou mal publicado essa carta e menos anexando esse bonito presente para os membros de tão insigne instituição, mas foi divertido ver os ecos daquilo.
A noticia chega à pagina principal de Meneame (página espanhola para adicionar notícias), e é lida em 1 semana por 82.000 pessoas.
Vivo um curioso fenômeno, com o blog saltando a meios convencionais: El Economista, e Actualidade Economica publicam a carta, me entrevistam no Punto Radio, e diversos meios online como El Confidencial e alguns blogs também a reproduzem. Ainda sem publicá-la também me ligam para falar sobre o assunto na revista Tiempo…
Foi um efeito curioso que vivi com atenção e que fez que se multiplique a cobertura da carta o número de leitores.
Não sei se fiz bem o mal colocando-a, devo deixá-lo repousar um pouco…do que não me cabe nenhuma duvida é que as poucas horas segundo vejo estatísticas do servidor desse blog, desde o ICO havia já 16 acessos via web.
Tags: Actualidad Economica, carta, El Confidencial, El Economista, enlaces, ICO, Meneame, Opinião, Punto radio
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