Alejandro Suarez Sánchez-Ocaña, empresário do Setor de Tecnologia desde 1998, CEO do Grupo Publispain e da Rede de Blogs Lazer y Ocio Networks SL, presidente da Inversora Foley, conselheiro e fundador da Yes.fm, assessor e inversor de várias companhias de inovação, novas tecnologias e Internet.
Liberdade ou Almoço?
Enquanto se decide se a companhia Mountain View é herói ou vila para o povo chinês, aparecem dezenas de razoes políticas e comerciais pela quais o Google teria muito que perder se finalmente abandona um pais com mais de quatrocentos milhões de internautas e crescimento de 40% anual. Um cenário onde o hipotético regresso seria muito lento e extremadamente custoso.
Mas Google não sempre foi um todo liberdades, inscreveu voluntariamente um contrato com o governo chinês pelo qual se prestavam a censurar determinados conteúdos, pornografia, Tibet movimentos dissidentes, violência…para poder se estabelecer com China.
Internet por definição é um espaço livre e anárquico, no qual o usuário valida a informação que deseja consumir e quer informação deseja emitir. Isso nos poe num cenário no qual por muito que as autoridades de um pais desejem limitar um conteúdo, se o usuários final deseja consumi-lo, poderá fazê-lo igualmente, tecnicamente é factível pular com os servidores proxys todo tipo de limitações. Não se trata de bloquear determinados emissores da mensagem, todos podemos sê-lo, e não se pode técnica nem humanamente limitar milhões de indivíduos como potenciais fontes de informação; se há interesse na população em chegar a determinados conteúdos, isso sucederá.
Mas Google teme as represálias do governo chinês e tardaram muitio pouco em emitir um comunicado eximindo de responsabilidade alguma seus empregados, não podem evitar que se cancelem acordos comerciais com grandes corporações chinesas, que não podem trabalhar com empresas condenadas por Beijing, veremos dezenas de denuncias por acordos de publicidade sem cumprire cada dia corre o risco de um possível castigo nos mercados. Mas a vendetta das autoridades chinesas ode ser ainda maior e supor uma barreira de entrada sem salvação para o futuro.
Os chineses poderiam aplicar ao pé da letra aquela famosa frase de Kennedy, “perdoe aos seus inimigos, mas jamais esqueça seus nomes”.
Tags: china, google, Iniciativas
Assalto ao Império de Google
(Essa é uma tribuna publicada no jornal Mercantil Valenciano)
As editorais, os grupos de comunicação, as organizações em defesa dos direitos do autor, governos de países europeus, o inquietante conflito entre o governo chinês e até os operadores de telefonia levantados… Por terra, mar e ar se abrem diariamente mais frentes em torno de Google.
Detecto certa mudança de ciclo no plácido namoro que parecia ter a sociedade com a companhia com sede em Califórnia. Cada vez mais empresas e governos que começam a temer o império que se forjou ao redor de Google, poder demais, muita capacidade econômica e ambiciosos interesses se vêem no nosso até agora querido buscador; e é que e é que já não só falamos de internet, onde a presença de alguns mercados é praticamente um monopólio de fato, mas sim de interessas na televisão, aeroespacial, industria editorial, telefonia fixa e móvel e um sem fim de setores.
Falamos de uma companhia que conta com uma capitalização atual superior aos 180 milhões de dólares, valor muito aproximado ao produto interno bruto (PIB) de países como Egito. Um enorme pulmão financeiro que unido aos ambiciosos planos de expansão multi-setorial, começa a resultar um coquetel inquietante, para um crescente numero de pessoas.

Ninguém nunca havia chegado tão longe nem tão rápido. Empresas IBM ou Microsoft, empresas que chegaram a ocupar um posto de liderança no setor das Tics, sempre que tentaram sair do seu terreno e impor seu reinado a outros setores, encontraram-se com a firme oposição de governos e usuários, mas parecia que com Google não havia essa mesma oposição institucional ou não havia até agora, já que antanho era uma “ponte de prata” para as atividades e projetos de este gigante começam já a ser discutido e conseqüência disso é que se multiplicam as frentes abertas.
Mas as desgraças nunca chegam sozinhas, paralelamente a essa mudança de ventos favoráveis chegam outras más noticias, como a caída de suas ações desde que começaram em janeiro as tensões entre Pekin e o buscador, os títulos da firma baixaram um 6.3%, enquanto Nasdaq melhorou um 3.4%.
E não foi somente isso que se teve que preocupar Google, também chegaram fracassos em alguns dos seus produtos, o exemplo mais recente seria o Google BUzz, uma tentativa de emular o êxito do Twitter, mas que gerou uma enorme contestação social, não só porque chega atrasado, mas também pelos problemas de privacidade e inutilidade do serviço. Como conseqüência desses movimentos a boa estrela de Google se apaga pouco a pouco e perde passos agigantados a batalha das redes sociais, que em definitiva a batalha pelo usuário final.
Mas se existe algo que realmente deveria preocupar Google, são as reclamações sobre privacidade e as acusações de monopólio.
O que respeita a privacidade ataca diretamente a liberdade do usuário.
Google recopila nossos dados pessoais com uma voracidade desconhecida até a data e possivelmente tem informação demais de nós, mas esta fazendo bom uso dessa informação? Isso nos deveria preocupar? O problema fundamenta que vejo nele, não é se Google esta fazendo atualmente o correto com nossos dados pessoais, mas sim como podemos garantir que o fará no futuro.
As acusações de monopólio geram intensos debates a favor e em contra, são muitas já as vozes que pedem intervenção das autoridades antitrust nos EUA e Europa.
Google utiliza seu monopólio nas buscas com quotas as quais alguns países como Espanha superam o 90%, para poder posicionar seus próprios produtos com especial carinho e minimizar a cauda de trafico que recebem seus adversários. Mas não é só isso, a sombra do dumping pousa sobre suas atividades, que aglutinam tanto poder que, por exemplo, o mero anúncio de que oferecerá um sistema de navegação gratuito para celulares, faz com que se desplumem os líderes mundiais do setor, Tom Tom y Garmin na bolsa.
No futuro Google poderia chegar a oferecer qualquer tipo de serviço através de internet da do seu músculo financeiro, pode posicioná-lo pelo seu monopólio de fato através do seu buscador, pode explorá-lo publicitariamente ao ser o maior ator de publicidade online e com ele ofertar gratuitamente baseado num modelo publicitário. As conseqüências gerariam usuários mais felizes, mas também setores que poderiam ficar arrasados ao seu passo, menor concorrência e cerres massivos de companhias onde o gigante ponha seu foco. Difícil calibrar quem, como e quando a cobra dá o bote.
Tags: fim do monopolio google, google, imperio google, monopolio google
A educação morreu; chega a evolução do e-learning
“O problema de nossos tempos é que o futuro já não é o que era “ (Paul Valery, ensaísta e poeta Frances).
2.015 não é um horizonte longínquo e, sem dúvida, a evolução tecnológica fará que tão somente dentro de uns cinco anos a forma que educamos e aprendemos mudará radicalmente. Nesse cenário, os alunos de Educação Infantil como em qualquer centro se especializarão em trabalhos que ainda não existem e utilizarão diariamente a tecnologia, que em muitos casos, ainda hoje não foi inventada.
É um cenário complexo e requereram de uma total adaptação a esse novo meio por parte dos centros, dos docentes, dos pais e de muitos dos modelos educativos que, a dia de hoje são discutíveis.
Diariamente, um profissional espanhol de perfil médio recebe uns 150 mensagens e impactos originados por outras pessoas mediante as diferentes plataformas tecnologias atuais. Em 2015 serão mais de 350 impactos diários recebidos pelo nosso querido professor e uma alta porcentagem deles serão estímulos gerados pela própria tecnologia em primeira pessoa, sem intervenção de um ser humano, de uma forma totalmente autônoma. Todos coincidimos em compartir que muito possivelmente hoje não poderíamos assumir tal quantidade de estímulos e informação, nossos filhos o farão.
Dizia o prestigioso guru e palestrante, expert em e-learning, Marc Prensky que “os alunos mudaram de forma radical; já não são as pessoas para as quais foi desenhado nosso sistema educativo”. Acredito que não podemos estar mais de acordo com ele. Esse cenário já é real, mas se fará mais evidente em muitos poucos anos e essa brecha criada entre um sistema educativo paralisado e seus alunos 2.0 crescerá exponencialmente nos próximos anos, até o ponto de que o sistema educativo atual, tal e como concebemos, carecerá completamente de sentido.
Nativos Digitais
Em breve, os nativos digitais nascidos a partir de 1985 serão as vértebras de uma nova sociedade que criará a ruptura de gerações como jamais antes na historia da humanidade havia ocorrido, e nunca num espaço de tempo tão curto. Assim, veremos como durante muitos anos conviveremos com duas gerações: os filhos do Baby Boom e os nativos digitais, só nos separaram trinta anos, seremos tão próximos e ao mesmo tempo tão distantes…
Os nativos digitais respondem e aprendem de estímulos que seus predecessores nem sequer conseguiram compreender; evoluem rápido, não compreendem o conceito da tecnologia, já que para eles a tecnologia não existe, a tecnologia “é”, nasceram com ela, são mais rápidos, mais criativos, mais abertos e interagindo de outra maneira muito diferente às gerações anteriores. Falamos de uma geração que não observa e aprende; simplesmente participa, comparte, interatua.
Vamos conhecer uma geração que viverá a maior parte da sua vida baixo o conceito de “conexão total”, conectividade entre os indivíduos, conectividade na Internet, e também num cenário muito próximo, desenvolverão a conectividade da pessoa com as máquinas inteligentes ao seu entorno. É uma geração que nunca compreenderá o que é um telefono; o primeiro terminal de comunicação que terão em suas mãos e possivelmente muito cedo, será um avançado dispositivo tipo Smarth-phone, onde a comunicação que realizarão não se parecerá muito ao nosso querido “Alô, sou o Edu. Feliz Natal” – que apesar de nos tocar o coração – para essa nova geração de nativos digitais, terá muito que ver com as limitações atuais do mundo em que vivemos.
A revolução do e-learnign 2.0 chegará aos colégios de nossos filhos, que viverão uma reestruturação similar ao que a Internet viveu com as novas tecnologias e a aparição da web 2.0. O aluno não será um receptor passivo da mensagem, mas sim interatuará com ela, mudando o rol do educador, fazendo com que participe da comunicação, que deixará de ser um canal unidirecional para se converter num novo meio, que incentiva e estimula o alto rendimento intelectual e revoluciona a mensagem de aprendizagem.
Internet, um novo professor
O lugar natural de um professor passa a ser o de um imigrante diante dos seus alunos, pois desde cedo serão experts em tecnologias e poderão manifestar um rol de relativa superioridade no uso das ferramentas técnicas mais comuns no entorno escolar, que para eles serão tão simples e acessíveis como complicadas para nossos mestres.
O conceito de exposição e aprendizagem escolar, realizando duas ou três perguntas diárias a um mentor, mudará radicalmente com a aprendizagem digital. Os alunos farão centenas de perguntas ao dia através de um motor de busca na Internet, que saciarão e retroalimentarão a inteligência e ânsia de informação do aluno, forçando a um crescimento intelectual nunca antes experimentado.
Atualmente se realizam três bilhões de buscas diárias no Google. Em 2015 se estima que serão cerca de nove bilhões de buscas diárias de informação.
A principal reflexão que podemos extrair é que o modelo tradicional educativo, o modelo “broadcasting”, desaparece e o mais importante e a conversação, aprender interatuando e não observando. Essas mudanças exigirão uma mudança formativa sem precedentes do corpo docente e diante do qual todos devemos estar preparados.
O guia da informação e aprendizagem de um aluno não será seu professor, será Internet. O professor exercerá um rol de moderador nessa aprendizagem entre aluno e seu meio natural: a rede. Conceitos como os livros de texto e os cadernos de trabalho não só existirão, como que carecerão de toda lógica e será muito difícil defender sua necessidade nos próximos 10 ou 15 anos.
Em que situação fica a geração anterior diante desse novo cenário?
Somos os primeiros a ter filhos nativos digitais, careceremos de referencias e experiências pessoais validas que nos podem orientar nessa situação. O modelo anterior não serve, necessitamos encontrar e criar nossas próprias referências pessoais, que previsivelmente darão forma a um novo modelo, que pode ser de orientação, e depois será avaliado e adaptado pelas gerações que virão.
O modelo familiar deveria passar de ser “protetor e repressor” diante dos estímulos tecnológicos para se converter num modelo aberto e participativo que favoreça o estimulo para as novas tecnologias. A família deve ajudar nesse labor de intermediação na informação que se recebe, moderando e relativizando os conteúdos, ajudando a consumir informação com um ponto de vista critico, forçando a equilibrar o tempo físico e digital, buscando um equilíbrio emocional e moral no uso das novas tecnologias, e adaptando a nós mesmos, seus progenitores, a um meio que já hoje em dia está mudando o mundo.
O novo rol dos centros de ensino
A escola passará a se ruma comunidade colaborativa que potenciará e moderará o aprendizado, dentro de um ecossistema de informação que aprende e comparte elementos, interatua e mantém num mesmo rol o aluno e o professor.
A escola do século que vem cruza os limites fixos e leva o aprendizado a um conceito 24×7, no qual o aluno recebe estímulos, interatua comparte e aprende, dentro e fora das aulas por igual, os sete dias da semana e a todas as horas. A educação não se escreve a um espaço físico fechado, a escola é uma rede social de pessoas que inter-relacionam umas com as outras em qualquer momento, a escola não e um lugar, é um sistema acessível desde qualquer lugar e desde múltiplos suportes tecnológicos ao mesmo tempo em que já se conhece como “aula aberta digital”
Aproxima-se um tempo fascinante, onde as graves deficiências educativas atuais desaparecerão, tentemos não desaparecer com elas por não querer entender essa nova espécie: os nativos digitais.
Tags: e-learning, nativos digitais, Tecnologia, Web 2.0
Google Chrome OS: O assalto da Google
(Tribuna publicada no dia 10 de Julho no diário espanhol 5 Dias)
Com noturnidade e aleivosia, como o que sabe que ultrapassam certos limites até agora vetados, Google anunciava seu sistema operativo baseado em Linux, que com o nome de Google Chrome OS, cujo código será liberado a final do ano, estará disponível para o grande publico a mediados de 2010. Não podemos passar por alto a transcendência dessa noticia, não só porque supõe o fato de uma declaração de guerra entra ambas companhias, mas sim pelas repercussões que terá para o usuário final.
No cenário conhecido até a data, o mercado dos computadores portáteis esta dominado pelos distintos sistemas operativos da Microsoft, representando um monopólio com um 96% de quota de mercado. Agora Google pretende reverter em poucos anos esta situação, apresentando Chrome OS como um sistema operativo especialmente rápido, baseado em código livre e desenhado para equipamentos portáteis, o único segmento do mercado de PC em continuo crescimento, atacando assim um dos ingressos chave e recorrentes que ainda restavam à companhia de Bill Gates e nos que se baseia para financiar suas aventuras, geralmente falidas nos últimos anos dentro da Internet.
A transcendência desse movimento estratégico se assemelha a potencia de um enorme tsunami, que não por anunciado deixará de arrasar com tudo e fará cambalear os cimentos da Microsoft. É possível que esse movimento seja o principio do fim do monopólio que exerceu o sistema operativo Windows durante mais de 15 anos.
Em primeiro lugar, os fabricantes de hardware esperavam a noticia esperando ter uma alternativa ao trato monopolístico de Microsoft nos últimos anos, no qual se viram forçados diante da falta de alternativas a cumprir uma a uma todas as exigências do gigante de Redmond. Ate a data, as alternativas de código livre não tinham interesse comercial para eles, nem apenas uma demanda por parte dos usuários. Agora isso muda, Google e soma uma imagem de marca e garantias incontestáveis, um sistema operativo novo, baseado em conceitos de cloud computing e tudo isso…a custo zero.
E se não é suficiente, Google já prepara um plano estratégico com ações de revenue share, para estimular e incentivar aos fabricantes a dar o primeiro passo e basear seus produtos no novo Chrome OS.
O usuário final terá um beneficio imediato, ao prescindir o fabricante do equipamento o custo do sistema operativo do Windows, que se pode repercutir numa redução de preço rondando um 10%-15% de um equipamento portátil.
Microsoft fica a espera de jogar as ultimas cartas. No primeiro lugar, uma política de redução de preços sobre seu sistema operativo como via de minimizar o problema, e em segundo lugar confiar na até agora alta dependência do usuário de executar os programas desenhados para PC, coisa que não poderá ser feita baixo Google Chrome. Seja como seja, a guerra total começou, e cada usuário deve escolher seu lado.
Tags: 5 Dias, chrome, google, microsoft, tribuna, windows 7
Onde esta a universidade? (no apoio ao empreendedor)
Vendo exemplos americanos especialmente, mas também franceses, ingleses, japoneses e dos países nórdicos, esta manha me perguntava a mim mesmo onde esta na Espanha e obviamente no Brasil, a universidade n campo de alentar empreendedores e ser a fabrica de negócios de novas tecnologias. De lhes empurrar, lhes formar, encontrar sócias industriais que apóiem e validem o projeto.
Numa agradável conversa outro dia com Raul Mata de Factoria de Ideais, ele me comentava algumas iniciativas da Universidade Politécnica para alentar empreendedores e ser uma verdadeira incubadora que valida projetos de investigação e tecnologia. A idéia me parece apaixonante. Mas claro que estarmos nesse ponto em 2009 me resulta chamativo.
Não acredito que exista melhor universidade que aquela que possa levar projetos adiante, melhor formação que a de construir realidade nenhuma. Podemos gerar alunos em melhor ou pior medida, mas também poderíamos tirar das universidades (que para essas coisas sim tem meios suficientes) fornadas de empreendedores e projetos que nasçam na universidade, ali se rodem e se validem e os que vão saindo diante e sejam inteligentes contem com o apoio interno de contato com sócios industriais, Bussiness Angels, empresas do setor, com acesso a financiamento, e a investidores, mas também com envolvimento de pessoas relacionadas com o mundo universitário que serve como filtro e validação das idéias.

A mim, se me chega um projeto de tecnologia interessante, visado por uma universidade espanhola de prestigio, com recorrido dentro dela, e havendo passado filtros sérios e saindo adiante com vistos de viabilidade, isso me animaria mais a apóie-lo e investir.
Sim, sei que agora alguém me enviará por email exemplos de universidade que” investem”, “apóiam” “atuam como viveiros” , etc. Mas falemos em sério, não de orçamentos que costumam acabar onde sempre, falemos de criar empresas de verdade. É viável que dentro da Universidade exista projetos que cresçam apoiados desde a faculdade como viveiro e saiam dela? Conhecem algum caso?
Algum Bussiness Angel participa com alguma universidade publica ou privada nessa segunda fase apoiando e avaliando os projetos dela? Algum exemplo de projeto de Internet e tecnologia que triunfou saindo de uma universidade? Cuidado, eu não me refiro criado por universitários, mas sim nascendo desde a mesma universidade como guarda-chuva de apoio.
Empreendedores na universidade vêm possível e buscam apoio para iniciativas empresarias embrionárias dentro dela? O acabam mandando embora alternativas à margem desta?
Há poucos casos ou estou perdendo algo? Se o novo Google não tivesse administrado nas aulas de Stanford, mas sim nas de USP alguém apoiaria? Ou haveria sido um estâse mais de uns estudantes que termina em nada.
Ultimamente estou de saco cheio de ver Bussiness Plans. Nenhum foi remetido a mim direta ou indiretamente por uma universidade. Nenhum dos que me chegaram por outras vias nunca contaram com o apoio ou esteve visado por uma universidade publica nem particular. Podemos nos limitar a ir a Universidade quando nos convidam a dar uma palestra, o que o tema de verdade seja proativo e bidirecional como deveria.
Ao meu entender, aqui, há algo que falha.
Tags: Empreendedores, Empresas, Iniciativas, Investimentos, Off Topic
Parking de Domínios, uma razão para evitá-lo
Não vou descobrir nada novo mas talvez possa exemplificar graficamente com uma experiência num domínio que utilizamos depois de estar um tempo no parking de domínios.
Pensei bem antes de ter os domínios que não uso estacionados. Principalmente porque como contei em alguma ocasião a idéia da nossa carteira de domínio não é a venda, mas sim o desenvolvimento. Obviamente se chega uma boa oferta poderíamos valorizar a venda, mas não é essa a idéia.
Atualmente temos uns 600-800 domínios estacionados em SEDO. Isso nos gera que enquanto estão “dormindo” posamos acessar a uns ingressos publicitários em base a seus typeins. Esses ingressos são muito baixos, para os que tenham curiosidade lhes direi que do tipo de 400-500 Euros ao mês, não muito mais que isso. É verdade também que aparentemente outros provedores reinvistam mais no parking dos domínios que por seu uso, ou ao menos muitas pessoas que conheço trabalhando com outras companhias estão mais contentes.
Sé que existem pessoas que são especialistas em parking, que compram domínios parecidos a nomes de portais e/ou marcas de trafico e que economicamente se exploram de maneira incrível, por exemplo, twiter.com com só um “t” ou yutube.com, coisas assim… Vi casos de 300 e 500 Euros diários em publicidade nestes casos nos EUA, mas esse é outro negocio, nos nunca registramos esse tipo de domínios, só registramos genéricos interessantes de tornarem-se úteis gerando conteúdo.
Faz uns meses que Google liberou Adsense for Domains sem pedir um volume mínimo. Isso faz pensar que não tem muita lógica trabalhar com intermediários que são revendedores e distribuidores de Adsense. Mais que nada a lógica é a preguiça de não mover o DNS e ocupar de golpe centenas de domínios, ainda que mover DNS e gerar seu próprio sistema de parking pode te fazer fugir de penalizações massivas que têm os parkings de domínios.
Mas o tema dos ingressos do parking de domínios não é o que eu gostaria de tratar, já estou indo pelas estribeiras! O que eu gostaria de mencionar é o tema de posicionamento de um domínio que esteve anos ou meses “estacionado” e seu problema na é em listar-se, mas sim responder a buscas segundo seu potencial.
É claro que os buscadores penalizam a esse tipo de domínio estacionado, e há ocasiões nas que Google mantém durante muito tempo apesar de deixar de esta em parking. Demorar 4-5 meses mais em arrancar um projeto que produziu 100 Euros em 2 ou 3 anos de parking é ridículo. Não vale a pena e geralmente quando estamos nessa situação pensando “porque não deixei offline ao invés de estacionado!”
Insisto que há vezes que a despenalização é rápida, e em 3-4 meses você já começa a sair em buscas. Este gráfico é de um domínio que durante 3 anos esteve estacionado. Em janeiro de 2007 começamos a gerar conteúdo e se mantinha em 1xxx visitas diárias. 6 meses mais tarde, em Junho de nos alarmava já que apesar dos nossos esforços a web se mantinha nessa posição e não crescia, observando o caudal de trafico de buscadores era mínimo e fazendo provas de buscas vimos que nosso posicionamento existis mas era suspeitosamente mau para o potencial que tínhamos. O domínio tinha PageRank, estava indexado mas não respondia bem às buscas.
Através de Webmaster Tools (ferramenta cada vez mais útil) contatamos com Google a principio de Julho de 2008. Eu não via razão para nenhuma penalização é como se “estivesse ficado preso” no seu status anterior e o parking nos pesaria ainda 6-7 meses mais tarde encima.
Google não responde quase nunca, imagino que é mais fácil e cômodo não fazê-lo, mas como podem ver no gráfico 1-2 semanas mais tarde o domínio seguiu com a mesma indexação, o mesmo PageRank e conteúdo, mas começou a responder à buscas multiplicando até 5x seu trafico e 10x o caudal de trafico desde Google. É como se tivessem atado com uma cordinha, e a penduraram deixando voar.

Esses 6 meses perdidos de um comportamento normal, o tempo e recursos de analise, provas, etc., que nos levaram, faz que para mim valha a pena deixar as coisas num parking de domínios. Essas penalizações podem levar 2-3 meses normalmente em pular, mas há vezes que s estendem e desesperam como é este caso.
Tags: Buscadores, Domínios, Geral, google, Internet, Meus Domínios, Opinião, Parking de Domínios, SEO
Fatores que determinam o valor de um enlace
Os links são na Internet “a gasolina” e são imprescindíveis para um bom posicionamento de um projeto web.
Mas, todos os links têm o mesmo valor?
A resposta é um rotundo NÃO, o valor de um link depende de milhares de fatores. Sendo o principal fator de posicionamento e êxito web faz anos não podemos pensar só em quantidade (força bruta), mas sim também em qualidade (seleção).
Em interno levamos alguns meses maravilhosos estudando mais detalhadamente a “potência” que aporta um link à web de destino. Dediquei muito tempo – possivelmente demais – a analisá-lo e medir resultados e estudei dezenas de informes de experts em posicionamento, basicamente americanos, para chegar a algumas conclusões que comparto aqui.
Disclaimer: Minha intenção não é criar nenhum tipo de debate, nem muito menos falar com toda autoridade do mundo, isso é simplesmente opinativo e só penso que talvez, já que me levaram meses de leitura, analise e provas com mais de 30 dominios, esta informação pode resultar útil a outras pessoas. Sou consciente de que algumas pessoas podem não estar de acordo com essas conclusões.
Não me cabe nenhuma dúvida de que algumas das coisas que enumero podem chegar a ser percepções erradas minhas, e que muito especialmente quando passe tempo vão envelhecendo. O SEO deve interpretar como uma progressão, um “grande equalizador” em um tempo de musica onde o disc-jockey, que vive em Califórnia, mês a mês ajusta um pouco seus botões para que a música vai tocando diferente. Ou seja, o relativo valor que se possa dar a esses dados, deverá ser relativizado com o tempo. O que hoje nos vale amanha pode influir em menor medida.
Cada enlace entrante passa um valor diferente a nosso site web. Esse valor geralmente é positivo, mas também pode ser neutro ou inclusive negativo. Esse valor positivo varia tremendamente, o valor que passa de um enlace é tão diferente de uns a outros links que chega a ser chave interpretar onde encontrar s que aportem o maior valor possível.

Estes são alguns fatores chave; alguns são bastante conhecidos e outros talvez, menos habituais:
Anchor text:
O que é anchor text? O Anchor Text é o texto sublinhado que compreende o link. É uma chave para que os buscadores relacionem a web enlaçada num canal semântico determinado. Esse é um dos fatores mais influentes no valor de um enlace, o que aporta para posicionamento por palavra chave do índice. Isso é algo conhecido e obvio, mas não por isso menos importante. De fato utilizar bem o anchor e variá-lo corretamente é muito importante.
Além de ser uma boa ferramenta se bem empregada, seu mal uso pode prejudicar o posicionamento por uma palavra concreta. Se aparecem uma quantidade importante de enlaces de qualidade a uma web com várias palavras diferentes, isso não prejudica e aporta “valor” ao site, mas poderia fazer perder relevância e peso em alguma busca concreta e, portanto posições na palavra principal. É dizer, se sua web é de cinema, e a maioria de enlances entrantes diz “cinema” e começa a haver muitos outros que dizem “filmes” sendo ambos em bom numero e de qualidade, o efeito negativo pode ser perder Rank na busca “cinema” ao gerar um ruído que não deixa claro a Google onde te posicionar se em uma outra busca. Pessoalmente prefiro ser top3 em uma busca antes que top 7=10 com 2 buscas diferentes.
Idade do link:
Os links envelhecem de forma desigual Me chegou a preocupar que haja um fator desgaste nos links, que um link fixo acabará “vencendo” ou diluindo valor. Não comprovamos que assim seja e fizemos testes com links dentro de nossa rede desde o ano 1999. Parecem seguir tão ativos como o primeiro dia. O que sim comprovamos é que paginas antigas que ainda crescem (seguem recebendo enlaces de forma periódica) tem um peso muito superior aos de páginas que vão ficando órfãs e tiveram uma relevância que vai diluindo com o tempo. É algo assim como os vinhos de reserva, se a pagina segue recebendo enlaces terá mais valor e esse “passo do tempo” melhora o resultado.
Isso é especialmente interessante analisando blogs VS portais convencionais, já que pela organização do WordPress e outros CMS no formato blog os conteúdos se reordenam de forma cronológica isso, de não seguir recebendo enlaces entrantes esse post de forma periódica, nos leva a que os links possam envelhecer pior que em outros portais num horizonte médio de mais de 2-3 anos vista. Em portais horizontais segundo sua arquitetura, muitas vezes temática e estrutural (e não cronológica), é possível seguir recebendo enlaces entrantes de forma atemporal inclusive sem atualização de conteúdo. Para os que como nós desenvolvemos blogs e portais, é um interessante fator a ter em conta para tomar decisões. De fato, para abrir um novo projeto é um tema que nos convém analisar desde agora.
Tipo de enlaces:
Há variantes que marcam diferenças. Muitas vezes acreditei que a resposta era óbvia e finalmente decidi comprovar se é assim sem confiar no meu instinto nem do que leio e se supõe socialmente (nisso levei muitas surpresas).
Por exemplo: É melhor um link contextual, que uma imagem enlaçando com um atributo ALT? Depois de varias provas cheguei a conclusão que um link funciona e passa muito mais valor sendo textual que uma imagem inclusive se esta enlaçada utilizando o atributo ALT.
O mais curioso de nossas provas não é que já isso, que poderia supor, senão que podemos comprovar as diferenças de percepção de Google de imagens com o atributo ALT. Se a imagem é pequena, tipo ícone, ou media, aparentemente funciona pior e é menos valioso o link, que uma imagem de dimensões maiores. É como se tivesse 2 tabelas diferentes segundo tamanho e que esses aportarão diferente valor. Isso determina que ao menos pelo que vimos enlaçando com imagens o rango de tamanho sim importa.
Li – e me parece lógico – mas não comprovei ainda que o esteja fazendo (esperaremos um pouco ainda, se alguém esta interessado em conhecer o resultado que me escreva comentários e te farei saber), que alguns tamanhos de imagens na passam valor de link, se trataria dos tamanhos mais habituais de banners, especialmente os 125×125, 300×250, 728×90 e 468×60.
Bulk linking:
Eu o chamo de enlaçar em série. Não digo que esses enlaces, (que todos usamos majoritariamente) não tenham valor (tudo o que não e mal, soma; em maior o menor medida pero soma), pero se acreditamos que há uma enorme diferença do que pode ser detectado e tratado como enlace “em série” e que não.
Se seu site tem 1.000 páginas indexadas e no menu há um enlace fixo, o valor individual desses links é muito menor ao potencial que poderia ter de forma individual capacidade de passar cada um das paginas. É dizer, em minha opinião pelas provas que realizei, é possível que em alguns casos pontuais, que inclusive passe mais valor com um único enlace desde sua pagina de mais capacidade se não tem muitos enlaces salientes (seletivo VS força bruta), que se incluísse um enlace nessa página e em outras muitas mais do mesmo site web do mesmo modo e forma.
Um link “em série” em todos htmls de um portal indica que “não há valor único”, o que poderia interpretar-se pelo buscador como que pode ser uma rede, troca de links, compra de links, etc. com que se valora em menor medida.
Relevância textual
A relevância do texto que acompanha o link ( texto próximo no code fonte, não confundir com o Anchor Text) tem uma importância media, mas eu levaria muito em conta. Este é um fator de um futuro no valor dos links e irá mais com que podemos chegar a pensar que em 1 ano pode ter muito mais peso no valor dos links que agra mesmo. Uma das ultimas patentes de Google chamada “Extensive testing” centra-se em interpretar a relevância do texto próximo, a semântica e sinônimos VS conteúdo real da sua web e anchor text. Obviamente Google investigou e patenteou… Para utilizá-lo e melhorar a classificação e valor dos enlaces seguindo o contexto semântico dos mesmos.
Localização:
Para mim um fator de importância media que muita gente não valoriza e que cada vez mais tem peso é a localização dos enlaces dentro do HTML.
Penso que um enlace-tipo no footer e/ou no blogroll se falamos de um blog perdeu muito peso relativo do mesmo valor que poderia transportar esse link. O valor Maximo está no corpo do conteúdo, entre frases e com um mínimo de distância do seguinte ou anterior link.
O footer, os menus de uma web, o blogroll rendem muito pior que um bom enlace de texto com um archor text aceleradi, num artigo com uma relevância temática para nosso conteúdo.
MSN documenta num estudo como valida de forma diferente os link de footer a respeito ao resto dos links da web. É uma evolução lógica, na localização é chave tentar fugir do footer, do blogroll, dos menus fixos e dos links seguidos sem texto no meio.
Existe o truque de por o footer encima de todo código fonte, para isso, se é uma lista de link, não solucionará em minha opinião o problema.
Reciprocidade:
Durante anos vi um intenso debate se uma troca de link era valida ou não para posicionamento, ouvi todo tipo de opiniões. Os que me conhecem sabem que não gosto de trocar links, inclusive ainda que sejam dentro da mesma temática e que geralmente se reconheça que nesses casos é valido ainda tendo menor valor que um link num sentido único. O que sim comprovamos, é que se o site onde de localizam os enlaces recíprocos é um footer, blogroll ou num menu inclusive, ainda sendo relevantes do mesmo tema, valem pouco para o Google.
A base de uma estratégia de linking não deve ser troca de sites de temática similar. Necessitam-se links entrantes sem recíproco se buscamos resultados ótimos.
Que a troca de link de enlaces seja da mesma temática é importante, mas minha percepção é que funciona pior que a 2-3 anos. Alguns estudos cifram essa queda em até um 50% menos de potencia.

Determinar o target:
Cada vez é mais importante distribuir os enlaces entrantes na medida em que seja possível. Um enlace a sua pagina principal não é muito valido e distribui esse valor no site web, mas muito mais valido é ter balanceado o numero de enlaces entrantes ao interior (seções principais enlaçadas diretamente) que a sua pagina principal.
Se uma web A e outra B em igualdade de condições, enlaçam um a minha pagina principal (www.dominio.com) e outro a uma seção (www.dominio.com/secao) comprovamos que o valor se distribui e o aporta em maior medida o enlace interno. Ou seja, a tecla pode ser dar com um alto numero de enlaces entrantes diretos a pontos chaves de distribuição interior. Se o conteúdo é bom talvez os enlaces ao seu root virão sozinhos, poderia centrar nos internos.
Autoridade:
Possivelmente trata-se diferente a autoridade das páginas principais que das internas e os enlaces não se podem valorizar do mesmo modo. Em qualquer caso que a pagina interna diretamente (e não só o domínio) tenha muitos enlaces entrantes parece dinamizar o efeito link.
Total de links de uma página:
Google diz que só lê 100 links por HTML. É verdade? Não serei eu o que discuta a Google, mas me prece uma “norma” relativa. Temos webs com autoridade alta que conseguem assumir e distribuir mais de 100 enlaces por pagina e vemos como Google os lê e envia Page Rank sem nenhum problema. Esta quer dizer que é geralmente assim, um limite de 100, mas com exceções segundo a importância da pagina.
Quantidade de links salientes.
É óbvio que o numero de enlaces salientes divide a qualidade de um link recebido. De nada serve conseguir um bom link de PR6 ou PR7 se este aponta a 20 ou 30 sites externos aparte do seu. É muito freqüente a compra de links em paginas PR7, que vendem links a dezenas de webs simultâneas. Não é uma boa idéia realizar essas compras, é um risco e em ocasiões por temática, idioma e localização são muito óbvios de detectar e se não são detectados, o alto número de enlaces salientes e a rotação mensal dos mesmos faz que aportem pouco.
Links entrantes de um mesmo domínio:
São valiosos e necessários principalmente em uma correta arquitetura de níveis da web, mas muito menos valiosos que os externos. O que sim parece uma tendência para evitar penalizações, é que seja “natural” o ratio de link externos VS internos, deve existir uma proporcionalidade.
Idade do domínio:
Sempre vejo que na idade do domínio se fala da data de registro. Inclusive os domainers vendem “domínios valiosos” já que seu primeiro registro é dos anos 90. Não estou de acordo, a antiguidade é MUITO importante. Mas essa “antiguidade” não marca a data de registro. O que determina a idade de um domínio é a data de primeira leitura do buscador, por isso domínios antigos que levam anos estacionados, não têm valor. Mas se seu domínio leva conteúdo de mesma temática indexado desde 1005-1999, esses enlaces são autentico ouro. Para mim é claro que um desses enlaces em igualdade de condições, tem muito mais valor que um desde uma web teoricamente similar muito mais jovem.
Relevância dos links salientes:
Os links devem ter uma certa concordância temática. Se uma web de carros enlaça uma web de música, um de jogos, uma de artesanato, etc. e assim uma dezena de temáticas possível que o valor relativo dos enlaces diminua. Do mesmo modo acompanhar num mesmo HTML seu enlace de outros de conteúdos duvidosos, como os relativos a cassinos, Viagra, adultos, ou que estejam num idioma diferente do seu ou que por algum motivo estejam penalizados de forma direta, afeta ao resto dos links do HTML e, portanto afetará ao valor desse enlace para com tu web. Este é um dos motivos fundamentais pelo qual gosto de comprar links, não pode controlar esses fatores, que, ainda ao sendo negativos, poderiam ser neutros e você estar pagando pó eles e não ter em conta.
Tipo de páginas:
Nos últimos tempos se especula que os enlaces .pdf esta começando a ter um maior peso e valor que os enlaces em .html o php. É um rumor que de ser verdade (estamos provando, em uns meses poderemos saber algo, digo o mesmo, se alguém quer saber o resultado das provas, que deixe um comentário e ao ter conclusões lhe enviarei um email) fará que haja um enorme SPAM nesse tipo de arquivos o ano que vem e como conseqüência, que se reduza ou elimine essa vantagem, e incluso que a médio-largo prazo posso chegar a ser senão penalizável AL menos de valor neutro.
TLDs:
SE supõe que os .gov ou .edu tem possibilidade de transmitir muito mais valor. Isso parece ser um padrão e que majoritamente se esteja de acordo. Sendo assim limita o mundo ao umbigo de USA e não é nada justo. O que sim parece estar claro é que o truque de forçar enlaces entrantes na sua web desde páginas de alguns servidores de universidade americanas com urls .edu que ao final são paginas pessoais de estudantes, já que não funciona. Se acabou a festa para os que exploraram faz meses e anos. Ainda que poucos espanhóis ou brasileiros o provaram.
O que sim comprovamos é um muito interessante efeito que tem utilizar links entrantes desde Country TLDs. Faz uns meses solucionamos o posicionamento em Google.es de um domínio a base de enlaces desde domínio.es.
O que Webmaster Tools tardava meses em solucionar (porque o domínio era um Country TLD no .es)apesar de que selecionaram Espanha como pais objetivo o solucionaram a base de força bruta os link desde servidores espanhóis baixo domínios .es. Esta pode ser uma boa alternativa para melhorar presença de domínios .tv .fm, etc. em Google.es que geralmente é lento em responder a La geolocalização usando Webmasters Tools.
Tags: anchor text, Country TLDs, enlaces, experimento SEO; links, google, importancia de links, links geolocalizados, page rank, posicionamento, promoçao, SEO, webmasters tools
Sinto muito por Karlos Arguiñano
Faz uma semana que comentei no meu post “A importância do SEO no trafico estacional”, que havia visto por casualidade em Google, que ao termo “cocina” (cozinha) estava nosso blog de Ócio Networks cocina.org em sétimo lugar e que o primeiro era meu admirado (experimento muito as receitas de Karlos Arguiñaro).
Cozinha é uma busca que tem 59.000.000resultados em Google. A web de Karlos estava em primeiro a vários anos.
Às vezes, as tentativas SEO saem bem, e as vezes custam mais. Por exemplo, sigo tentando desbancar a Alejandro Magno no Wikipedia por Alejandro, e ainda me custa (estou em quinto). É justo recordar isso porque nem sempre as coisas saem como a gente quer.
Comentava no passado dia 15 de janeiro nesse post que tocaria certas coisinhas e tentaríamos tirar a primeira posição à Arguiñano, que já levava anos demais desfrutando. :-) Custaram 15 dias, mas hoje estamos em primeiros no Google: (Comentarei o tráfico que chega por essa keyword em 1 mês para os que tenham curiosidade).

Com isso ganhei uma aposta de 1000 Euros com um grande cozinheiro catalão, para o meu gosto o melhor da Espanha, fixado em Madrid e viciado em Internet, ao qual ainda não falei por telefone para encher seu saco
só mandei o link desse post, que deverá estar lendo nesse momento.
(Psssss, isso é para você; prefiro cobrar a aposta em comidas – ainda que ao preço que cobra darão para pouco no seu novo restaurante, antes que em metálico. A merluza com lula, que chama de uma maneira estranhíssima, me espera a semana que vem. Abraços)
A.
Tags: Blogs, cocina, cocina.org, cozinha, karlos arguiñano, posicionamento, SEO
O que representa (realmente) estar em primeiro lugar num buscador
Estou trabalhando no redesenho de um velho site de música, criado em 2006, se trata de uma web que contém vídeos musicais o qual pretendo melhorar muitíssimo para SEO já que tem muitas falhas estruturais e outros detalhes que ficaram atrás no tempo.
Gosto antes de realizar mudanças drásticas avaliar as stats de cada site e como indexam os buscadores. Cheguei à conclusão de que esse domínio tem alguns erros enormes de programação, usabilidade e desenho que nos limitam muito um caudal massivo de trafico a partir de Google. (Além do desenho que envelheceu ficando muito muito feio e antigo).
Atualmente este domínio tem entre 450.000 e 500.000 usuários únicos e chega a imprimir entre 2,5 e 3,5 milhões de páginas/mês. Por determinados fatores creio que são quantidades mínimas para o que é seu potencial e penso que em seis meses, aplicando uma lista de mudanças de desenho, usabilidade, número de urls indexadas, conteúdo, seções, estrutura e otimização, etc. poderemos triplicar o número de usuários (sobre 1,5 milhões mensais) e sobre 4-5 vezes esse numero de páginas vistas (penso que podemos estar sobre 10-12 milhões).
O caso é que desenvolver um documento que nos guia em todos as mudanças e que implica meu trabalho junto ao desenho, redação, e programação, realizei uma analise muito intensa das estatísticas e os resultados em buscadores.
Enquanto o fazia me surpreendi vendo que musica.pro estava em primeiro no Yahoo, buscando por música; nem eu tinha notado. Sem dúvida em Google o mesmo termo, estamos na segunda página, no posto 16; sejamos sinceros, ninguém entra com “musica” no Google.

O que isso significa? Pode-se ver claramente o tráfico. Apesar de mal posicionado por “Musica” uma palavra top10 de trafico e mal posicionado em buscas Long Tail no Google (estas últimas são a chave para multiplicar o tráfico), podemos ver como 86% do tráfico que provém de buscadores chega de Google. De Yahoo, inclusive, com essa primeira aposição numa palavra tão demandada, um pequeno % quase residual.
(Prefiro não precisar de quanto tempo é o gráfico, mas lhes digo que é de um período largo).

Acredito que é uma maneira gráfica e numérica de ver para que ficam as palavras Premium em Yahoo. Pessoalmente calculo que estar em primeiro em “musica” no Google poderia trazer umas 50.000 visitas ao dia.
Moral da história: Inclusive estando mal posicionado no Google e muito bem no Yahoo, o primeiro pode seguir te reportando 90% do seu tráfico de buscadores. E o terceiro em discórdia, MSN?…nas stats terá você mesmo a resposta.
Não, também não sai em Cuil
Tags: buscas, google, música, musica.pro, posicionamento, SEO, yahoo
A importância do SEO e a planificação no tráfico estacional
Há muitos sites de picos de tráfico estacional. Os sites de jogos, os de postais ou os de cozinha são um bom exemplo disso.
Pessoalmente, acredito que o trafico no quantitativo é importante, mas cada vez nos vamos centrando mais no qualitativo; em buscar um perfil de usuário que responda melhor aos estímulos do site (publicidade, taxa de retorno, consumo em TMC, etc.).
Dentro de nossas planificações cada vez dou uma importância maior a uma mistura de SEO, o tipo de conteúdo, a analítica e a planificação estacional de conteúdos. Temos experiência em praticamente todos os campos…talvez todos exceto viagens esportes (onde fizemos historicamente bastante mal exceto em motor), e economia e negócios, onde não entramos a gerar conteúdos, nunca me decidi e não creio ter estrutura necessária nem a equipe para fazer algo sério.
Queria por o exemplo do nosso site de cozinha em Ócio Networks que leva alguns anos online e tem 270.000 usuários únicos imprimindo umas 600.000 páginas vistas por mês (dados de Dezembro de 2008). A cozinha e a alimentação em geral são nichos nos quais não se pode alcançar tráficos extremos como em outros assuntos, mas que se trabalha constante e vamos conhecendo o setor e assim fazendo coisas interessantes. Além disso, há um valor adicionado, que não deixa de ser chave neste nicho, os picos do setor estão no mês de Dezembro, fim de ano, mês de maior penetração publicitária e de fim de contas anuais. Um mês mais interessante que outros para gerar picos de trafico já que se traduzem em ingressos publicitários com mais facilidade.
No ano passado analisamos o comportamento dos usuários nas datas natalinas. As ceias de Natal e Ano Novo nos deixaram ver que a demanda de informação para essas datas a nível gastronômico poderia fazer disparar o trafico de um site em mais de 100%. Observamos com atenção o fenômeno e vimos que em Dezembro de 2007 o trafico web efetivamente dispara (tráfico de RSS permanecia estável) enquanto que o volume de trafico de buscadores quase triplicava. Passamos de uma média de 5.000 visitas diárias a picos de quase 11.000 os dias 24 e 31 de Dezembro. O caudal que provem de buscadores subiu nessas datas um 300%.

Em Outubro-Novembro de 2008 com a experiência do ano passado quisemos provar a forçar um pouco a máquina conhecendo nosso grande potencial SEO neste domínio (muito mais consciente para aceitar tráfico de buscadores e mais maduro que 1 ano atrás). Para isso quis gerar certos conteúdos muito específicos semanas antes para poder captar esse tráfico natalino de forma mais forte e ver se podíamos aplicando essa analise gerar um ratio de maior crescimento. O resultado é o que segue, conseguimos passar uma média de 8.000 visitas únicas diárias a picos de 22.000. O ratio de crescimento de trafico de buscadores criou uma curva mais pronunciada, e chegou a crescer um 500% no mês de Dezembro de 2008 (quase o dobro do crescimento do ano passado ).

Creio que cada vez será especialmente em blogs, definir um target e momento de publicação para captar nichos de trafico muito específicos, mas ainda que isso seja interessante outra das chaves é que o conteúdo e a usabilidade, e inclusive o nome do domínio facilitem a possibilidade de que esse trafico bruto possa fidelizar-se e ser consumidor de conteúdos em outras ocasiões ao largo do ano.
A propósito vejo para a busca cozinha em Google Espanha, o primeiro e segundo é um crack, Karlos Arquiñano que é pioneiro em internet com uma web magnífica…, não havia prestado atenção. Nosso cocina.org (espantosamente listado em sua página principal;, coisa que devo arrumar urgente), esta apesar de tudo em sétimo. Me proponho em coisas pendentes otimizar essa página inicial e conseguir em alguns meses dar um cafungada no cangote nessas buscar a Karlos
Tags: analitica, Audiência, cocina.org, cozinha, estatisticas, google analitycs, trafico, trafico web
O Blog do Alejandro Suarez











