Alejandro Suarez Sánchez-Ocaña, empresário do Setor de Tecnologia desde 1998, CEO do Grupo Publispain e da Rede de Blogs Lazer y Ocio Networks SL, presidente da Inversora Foley, conselheiro e fundador da Yes.fm, assessor e inversor de várias companhias de inovação, novas tecnologias e Internet.
Parking de Domínios, uma razão para evitá-lo
Não vou descobrir nada novo mas talvez possa exemplificar graficamente com uma experiência num domínio que utilizamos depois de estar um tempo no parking de domínios.
Pensei bem antes de ter os domínios que não uso estacionados. Principalmente porque como contei em alguma ocasião a idéia da nossa carteira de domínio não é a venda, mas sim o desenvolvimento. Obviamente se chega uma boa oferta poderíamos valorizar a venda, mas não é essa a idéia.
Atualmente temos uns 600-800 domínios estacionados em SEDO. Isso nos gera que enquanto estão “dormindo” posamos acessar a uns ingressos publicitários em base a seus typeins. Esses ingressos são muito baixos, para os que tenham curiosidade lhes direi que do tipo de 400-500 Euros ao mês, não muito mais que isso. É verdade também que aparentemente outros provedores reinvistam mais no parking dos domínios que por seu uso, ou ao menos muitas pessoas que conheço trabalhando com outras companhias estão mais contentes.
Sé que existem pessoas que são especialistas em parking, que compram domínios parecidos a nomes de portais e/ou marcas de trafico e que economicamente se exploram de maneira incrível, por exemplo, twiter.com com só um “t” ou yutube.com, coisas assim… Vi casos de 300 e 500 Euros diários em publicidade nestes casos nos EUA, mas esse é outro negocio, nos nunca registramos esse tipo de domínios, só registramos genéricos interessantes de tornarem-se úteis gerando conteúdo.
Faz uns meses que Google liberou Adsense for Domains sem pedir um volume mínimo. Isso faz pensar que não tem muita lógica trabalhar com intermediários que são revendedores e distribuidores de Adsense. Mais que nada a lógica é a preguiça de não mover o DNS e ocupar de golpe centenas de domínios, ainda que mover DNS e gerar seu próprio sistema de parking pode te fazer fugir de penalizações massivas que têm os parkings de domínios.
Mas o tema dos ingressos do parking de domínios não é o que eu gostaria de tratar, já estou indo pelas estribeiras! O que eu gostaria de mencionar é o tema de posicionamento de um domínio que esteve anos ou meses “estacionado” e seu problema na é em listar-se, mas sim responder a buscas segundo seu potencial.
É claro que os buscadores penalizam a esse tipo de domínio estacionado, e há ocasiões nas que Google mantém durante muito tempo apesar de deixar de esta em parking. Demorar 4-5 meses mais em arrancar um projeto que produziu 100 Euros em 2 ou 3 anos de parking é ridículo. Não vale a pena e geralmente quando estamos nessa situação pensando “porque não deixei offline ao invés de estacionado!”
Insisto que há vezes que a despenalização é rápida, e em 3-4 meses você já começa a sair em buscas. Este gráfico é de um domínio que durante 3 anos esteve estacionado. Em janeiro de 2007 começamos a gerar conteúdo e se mantinha em 1xxx visitas diárias. 6 meses mais tarde, em Junho de nos alarmava já que apesar dos nossos esforços a web se mantinha nessa posição e não crescia, observando o caudal de trafico de buscadores era mínimo e fazendo provas de buscas vimos que nosso posicionamento existis mas era suspeitosamente mau para o potencial que tínhamos. O domínio tinha PageRank, estava indexado mas não respondia bem às buscas.
Através de Webmaster Tools (ferramenta cada vez mais útil) contatamos com Google a principio de Julho de 2008. Eu não via razão para nenhuma penalização é como se “estivesse ficado preso” no seu status anterior e o parking nos pesaria ainda 6-7 meses mais tarde encima.
Google não responde quase nunca, imagino que é mais fácil e cômodo não fazê-lo, mas como podem ver no gráfico 1-2 semanas mais tarde o domínio seguiu com a mesma indexação, o mesmo PageRank e conteúdo, mas começou a responder à buscas multiplicando até 5x seu trafico e 10x o caudal de trafico desde Google. É como se tivessem atado com uma cordinha, e a penduraram deixando voar.

Esses 6 meses perdidos de um comportamento normal, o tempo e recursos de analise, provas, etc., que nos levaram, faz que para mim valha a pena deixar as coisas num parking de domínios. Essas penalizações podem levar 2-3 meses normalmente em pular, mas há vezes que s estendem e desesperam como é este caso.
Tags: Buscadores, Domínios, Geral, google, Internet, Meus Domínios, Opinião, Parking de Domínios, SEO
Fatores que determinam o valor de um enlace
Os links são na Internet “a gasolina” e são imprescindíveis para um bom posicionamento de um projeto web.
Mas, todos os links têm o mesmo valor?
A resposta é um rotundo NÃO, o valor de um link depende de milhares de fatores. Sendo o principal fator de posicionamento e êxito web faz anos não podemos pensar só em quantidade (força bruta), mas sim também em qualidade (seleção).
Em interno levamos alguns meses maravilhosos estudando mais detalhadamente a “potência” que aporta um link à web de destino. Dediquei muito tempo – possivelmente demais – a analisá-lo e medir resultados e estudei dezenas de informes de experts em posicionamento, basicamente americanos, para chegar a algumas conclusões que comparto aqui.
Disclaimer: Minha intenção não é criar nenhum tipo de debate, nem muito menos falar com toda autoridade do mundo, isso é simplesmente opinativo e só penso que talvez, já que me levaram meses de leitura, analise e provas com mais de 30 dominios, esta informação pode resultar útil a outras pessoas. Sou consciente de que algumas pessoas podem não estar de acordo com essas conclusões.
Não me cabe nenhuma dúvida de que algumas das coisas que enumero podem chegar a ser percepções erradas minhas, e que muito especialmente quando passe tempo vão envelhecendo. O SEO deve interpretar como uma progressão, um “grande equalizador” em um tempo de musica onde o disc-jockey, que vive em Califórnia, mês a mês ajusta um pouco seus botões para que a música vai tocando diferente. Ou seja, o relativo valor que se possa dar a esses dados, deverá ser relativizado com o tempo. O que hoje nos vale amanha pode influir em menor medida.
Cada enlace entrante passa um valor diferente a nosso site web. Esse valor geralmente é positivo, mas também pode ser neutro ou inclusive negativo. Esse valor positivo varia tremendamente, o valor que passa de um enlace é tão diferente de uns a outros links que chega a ser chave interpretar onde encontrar s que aportem o maior valor possível.

Estes são alguns fatores chave; alguns são bastante conhecidos e outros talvez, menos habituais:
Anchor text:
O que é anchor text? O Anchor Text é o texto sublinhado que compreende o link. É uma chave para que os buscadores relacionem a web enlaçada num canal semântico determinado. Esse é um dos fatores mais influentes no valor de um enlace, o que aporta para posicionamento por palavra chave do índice. Isso é algo conhecido e obvio, mas não por isso menos importante. De fato utilizar bem o anchor e variá-lo corretamente é muito importante.
Além de ser uma boa ferramenta se bem empregada, seu mal uso pode prejudicar o posicionamento por uma palavra concreta. Se aparecem uma quantidade importante de enlaces de qualidade a uma web com várias palavras diferentes, isso não prejudica e aporta “valor” ao site, mas poderia fazer perder relevância e peso em alguma busca concreta e, portanto posições na palavra principal. É dizer, se sua web é de cinema, e a maioria de enlances entrantes diz “cinema” e começa a haver muitos outros que dizem “filmes” sendo ambos em bom numero e de qualidade, o efeito negativo pode ser perder Rank na busca “cinema” ao gerar um ruído que não deixa claro a Google onde te posicionar se em uma outra busca. Pessoalmente prefiro ser top3 em uma busca antes que top 7=10 com 2 buscas diferentes.
Idade do link:
Os links envelhecem de forma desigual Me chegou a preocupar que haja um fator desgaste nos links, que um link fixo acabará “vencendo” ou diluindo valor. Não comprovamos que assim seja e fizemos testes com links dentro de nossa rede desde o ano 1999. Parecem seguir tão ativos como o primeiro dia. O que sim comprovamos é que paginas antigas que ainda crescem (seguem recebendo enlaces de forma periódica) tem um peso muito superior aos de páginas que vão ficando órfãs e tiveram uma relevância que vai diluindo com o tempo. É algo assim como os vinhos de reserva, se a pagina segue recebendo enlaces terá mais valor e esse “passo do tempo” melhora o resultado.
Isso é especialmente interessante analisando blogs VS portais convencionais, já que pela organização do WordPress e outros CMS no formato blog os conteúdos se reordenam de forma cronológica isso, de não seguir recebendo enlaces entrantes esse post de forma periódica, nos leva a que os links possam envelhecer pior que em outros portais num horizonte médio de mais de 2-3 anos vista. Em portais horizontais segundo sua arquitetura, muitas vezes temática e estrutural (e não cronológica), é possível seguir recebendo enlaces entrantes de forma atemporal inclusive sem atualização de conteúdo. Para os que como nós desenvolvemos blogs e portais, é um interessante fator a ter em conta para tomar decisões. De fato, para abrir um novo projeto é um tema que nos convém analisar desde agora.
Tipo de enlaces:
Há variantes que marcam diferenças. Muitas vezes acreditei que a resposta era óbvia e finalmente decidi comprovar se é assim sem confiar no meu instinto nem do que leio e se supõe socialmente (nisso levei muitas surpresas).
Por exemplo: É melhor um link contextual, que uma imagem enlaçando com um atributo ALT? Depois de varias provas cheguei a conclusão que um link funciona e passa muito mais valor sendo textual que uma imagem inclusive se esta enlaçada utilizando o atributo ALT.
O mais curioso de nossas provas não é que já isso, que poderia supor, senão que podemos comprovar as diferenças de percepção de Google de imagens com o atributo ALT. Se a imagem é pequena, tipo ícone, ou media, aparentemente funciona pior e é menos valioso o link, que uma imagem de dimensões maiores. É como se tivesse 2 tabelas diferentes segundo tamanho e que esses aportarão diferente valor. Isso determina que ao menos pelo que vimos enlaçando com imagens o rango de tamanho sim importa.
Li – e me parece lógico – mas não comprovei ainda que o esteja fazendo (esperaremos um pouco ainda, se alguém esta interessado em conhecer o resultado que me escreva comentários e te farei saber), que alguns tamanhos de imagens na passam valor de link, se trataria dos tamanhos mais habituais de banners, especialmente os 125×125, 300×250, 728×90 e 468×60.
Bulk linking:
Eu o chamo de enlaçar em série. Não digo que esses enlaces, (que todos usamos majoritariamente) não tenham valor (tudo o que não e mal, soma; em maior o menor medida pero soma), pero se acreditamos que há uma enorme diferença do que pode ser detectado e tratado como enlace “em série” e que não.
Se seu site tem 1.000 páginas indexadas e no menu há um enlace fixo, o valor individual desses links é muito menor ao potencial que poderia ter de forma individual capacidade de passar cada um das paginas. É dizer, em minha opinião pelas provas que realizei, é possível que em alguns casos pontuais, que inclusive passe mais valor com um único enlace desde sua pagina de mais capacidade se não tem muitos enlaces salientes (seletivo VS força bruta), que se incluísse um enlace nessa página e em outras muitas mais do mesmo site web do mesmo modo e forma.
Um link “em série” em todos htmls de um portal indica que “não há valor único”, o que poderia interpretar-se pelo buscador como que pode ser uma rede, troca de links, compra de links, etc. com que se valora em menor medida.
Relevância textual
A relevância do texto que acompanha o link ( texto próximo no code fonte, não confundir com o Anchor Text) tem uma importância media, mas eu levaria muito em conta. Este é um fator de um futuro no valor dos links e irá mais com que podemos chegar a pensar que em 1 ano pode ter muito mais peso no valor dos links que agra mesmo. Uma das ultimas patentes de Google chamada “Extensive testing” centra-se em interpretar a relevância do texto próximo, a semântica e sinônimos VS conteúdo real da sua web e anchor text. Obviamente Google investigou e patenteou… Para utilizá-lo e melhorar a classificação e valor dos enlaces seguindo o contexto semântico dos mesmos.
Localização:
Para mim um fator de importância media que muita gente não valoriza e que cada vez mais tem peso é a localização dos enlaces dentro do HTML.
Penso que um enlace-tipo no footer e/ou no blogroll se falamos de um blog perdeu muito peso relativo do mesmo valor que poderia transportar esse link. O valor Maximo está no corpo do conteúdo, entre frases e com um mínimo de distância do seguinte ou anterior link.
O footer, os menus de uma web, o blogroll rendem muito pior que um bom enlace de texto com um archor text aceleradi, num artigo com uma relevância temática para nosso conteúdo.
MSN documenta num estudo como valida de forma diferente os link de footer a respeito ao resto dos links da web. É uma evolução lógica, na localização é chave tentar fugir do footer, do blogroll, dos menus fixos e dos links seguidos sem texto no meio.
Existe o truque de por o footer encima de todo código fonte, para isso, se é uma lista de link, não solucionará em minha opinião o problema.
Reciprocidade:
Durante anos vi um intenso debate se uma troca de link era valida ou não para posicionamento, ouvi todo tipo de opiniões. Os que me conhecem sabem que não gosto de trocar links, inclusive ainda que sejam dentro da mesma temática e que geralmente se reconheça que nesses casos é valido ainda tendo menor valor que um link num sentido único. O que sim comprovamos, é que se o site onde de localizam os enlaces recíprocos é um footer, blogroll ou num menu inclusive, ainda sendo relevantes do mesmo tema, valem pouco para o Google.
A base de uma estratégia de linking não deve ser troca de sites de temática similar. Necessitam-se links entrantes sem recíproco se buscamos resultados ótimos.
Que a troca de link de enlaces seja da mesma temática é importante, mas minha percepção é que funciona pior que a 2-3 anos. Alguns estudos cifram essa queda em até um 50% menos de potencia.

Determinar o target:
Cada vez é mais importante distribuir os enlaces entrantes na medida em que seja possível. Um enlace a sua pagina principal não é muito valido e distribui esse valor no site web, mas muito mais valido é ter balanceado o numero de enlaces entrantes ao interior (seções principais enlaçadas diretamente) que a sua pagina principal.
Se uma web A e outra B em igualdade de condições, enlaçam um a minha pagina principal (www.dominio.com) e outro a uma seção (www.dominio.com/secao) comprovamos que o valor se distribui e o aporta em maior medida o enlace interno. Ou seja, a tecla pode ser dar com um alto numero de enlaces entrantes diretos a pontos chaves de distribuição interior. Se o conteúdo é bom talvez os enlaces ao seu root virão sozinhos, poderia centrar nos internos.
Autoridade:
Possivelmente trata-se diferente a autoridade das páginas principais que das internas e os enlaces não se podem valorizar do mesmo modo. Em qualquer caso que a pagina interna diretamente (e não só o domínio) tenha muitos enlaces entrantes parece dinamizar o efeito link.
Total de links de uma página:
Google diz que só lê 100 links por HTML. É verdade? Não serei eu o que discuta a Google, mas me prece uma “norma” relativa. Temos webs com autoridade alta que conseguem assumir e distribuir mais de 100 enlaces por pagina e vemos como Google os lê e envia Page Rank sem nenhum problema. Esta quer dizer que é geralmente assim, um limite de 100, mas com exceções segundo a importância da pagina.
Quantidade de links salientes.
É óbvio que o numero de enlaces salientes divide a qualidade de um link recebido. De nada serve conseguir um bom link de PR6 ou PR7 se este aponta a 20 ou 30 sites externos aparte do seu. É muito freqüente a compra de links em paginas PR7, que vendem links a dezenas de webs simultâneas. Não é uma boa idéia realizar essas compras, é um risco e em ocasiões por temática, idioma e localização são muito óbvios de detectar e se não são detectados, o alto número de enlaces salientes e a rotação mensal dos mesmos faz que aportem pouco.
Links entrantes de um mesmo domínio:
São valiosos e necessários principalmente em uma correta arquitetura de níveis da web, mas muito menos valiosos que os externos. O que sim parece uma tendência para evitar penalizações, é que seja “natural” o ratio de link externos VS internos, deve existir uma proporcionalidade.
Idade do domínio:
Sempre vejo que na idade do domínio se fala da data de registro. Inclusive os domainers vendem “domínios valiosos” já que seu primeiro registro é dos anos 90. Não estou de acordo, a antiguidade é MUITO importante. Mas essa “antiguidade” não marca a data de registro. O que determina a idade de um domínio é a data de primeira leitura do buscador, por isso domínios antigos que levam anos estacionados, não têm valor. Mas se seu domínio leva conteúdo de mesma temática indexado desde 1005-1999, esses enlaces são autentico ouro. Para mim é claro que um desses enlaces em igualdade de condições, tem muito mais valor que um desde uma web teoricamente similar muito mais jovem.
Relevância dos links salientes:
Os links devem ter uma certa concordância temática. Se uma web de carros enlaça uma web de música, um de jogos, uma de artesanato, etc. e assim uma dezena de temáticas possível que o valor relativo dos enlaces diminua. Do mesmo modo acompanhar num mesmo HTML seu enlace de outros de conteúdos duvidosos, como os relativos a cassinos, Viagra, adultos, ou que estejam num idioma diferente do seu ou que por algum motivo estejam penalizados de forma direta, afeta ao resto dos links do HTML e, portanto afetará ao valor desse enlace para com tu web. Este é um dos motivos fundamentais pelo qual gosto de comprar links, não pode controlar esses fatores, que, ainda ao sendo negativos, poderiam ser neutros e você estar pagando pó eles e não ter em conta.
Tipo de páginas:
Nos últimos tempos se especula que os enlaces .pdf esta começando a ter um maior peso e valor que os enlaces em .html o php. É um rumor que de ser verdade (estamos provando, em uns meses poderemos saber algo, digo o mesmo, se alguém quer saber o resultado das provas, que deixe um comentário e ao ter conclusões lhe enviarei um email) fará que haja um enorme SPAM nesse tipo de arquivos o ano que vem e como conseqüência, que se reduza ou elimine essa vantagem, e incluso que a médio-largo prazo posso chegar a ser senão penalizável AL menos de valor neutro.
TLDs:
SE supõe que os .gov ou .edu tem possibilidade de transmitir muito mais valor. Isso parece ser um padrão e que majoritamente se esteja de acordo. Sendo assim limita o mundo ao umbigo de USA e não é nada justo. O que sim parece estar claro é que o truque de forçar enlaces entrantes na sua web desde páginas de alguns servidores de universidade americanas com urls .edu que ao final são paginas pessoais de estudantes, já que não funciona. Se acabou a festa para os que exploraram faz meses e anos. Ainda que poucos espanhóis ou brasileiros o provaram.
O que sim comprovamos é um muito interessante efeito que tem utilizar links entrantes desde Country TLDs. Faz uns meses solucionamos o posicionamento em Google.es de um domínio a base de enlaces desde domínio.es.
O que Webmaster Tools tardava meses em solucionar (porque o domínio era um Country TLD no .es)apesar de que selecionaram Espanha como pais objetivo o solucionaram a base de força bruta os link desde servidores espanhóis baixo domínios .es. Esta pode ser uma boa alternativa para melhorar presença de domínios .tv .fm, etc. em Google.es que geralmente é lento em responder a La geolocalização usando Webmasters Tools.
Tags: anchor text, Country TLDs, enlaces, experimento SEO; links, google, importancia de links, links geolocalizados, page rank, posicionamento, promoçao, SEO, webmasters tools
Falando de domínios em expansão
Faz alguns dias que o diário Expansión publicou uma ampla reportagem sobre o mercado dos nomes de domínio na Internet. Sob o titulo “Quem tem um domínio tem um tesouro”, Miriam Prieto repassa as possibilidades do mercado de domínios.
Para fazer essa reportagem amplo de mais de uma página, a autora nos contatou a Yago Arbelo, Carlos Blanco, Iván Diaz Calle (SEDO) e eu mesmo.
Creio que se reúne varias divisões de como estão e funcionam as coisas. Yago comenta que se desvalorizou o preço dos domínios de 3 letras que chegaram a valer 6000 Euros e se cotizam pela metade, Carlos estima que o mercado caiu 30-40%, e eu comentava que rara vez se vê na Espanha vendas de mais de 15 mil Euros (lógico que não quer dizer que não haja, mas sim que são mais infreqüentes que há um ano atrás),
Para mim o tema dos domínios é um assunto quase de colecionismo, mas começa a não ser um prioridade vital. Sempre nessas entrevistas insisto em que nosso objetivo final é o desenvolvimento, mas sempre se chega a uma boa oferta e não temos um desenvolvimento iminente podemos vender. Nesse 2009, fechamos a torneira de inversões e esta foi uma das primeiras, mas sim a primeira a fechar-se. Nos últimos 6 meses investimos um 88% menos que no mesmo período do ano passado e acredito que posso dizer que tivemos melhores possibilidades de compra e domínios que no ofereceram um valor 50-75% inferior ao que nos pediam a um ano atrás. A situação tem toda lógica; num cenário de necessidade de liquidez, os preços caem já que incluso domínios pelos que faz 1 ano pediam 100.000 Euros, hoje, pela metade desse preço não estão encontrando comprador; não é que não o valham, é que trata-se do dinheiro do colchão da tranqüilidade. Um domínio não chega a ser um bem necessário, ao contrario, um investimento de futuro, e em momentos de necessidade de liquidez é normal que se não os tem desenvolvidos comece por tentar “colocá-los” e desfazer o investimento. Nesses momentos, e mais de um estará de acordo com o que digo, é bastante difícil.
Tags: Domínios, dominios premium, expansao, Imprensa, mercado de dominios
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