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	<title>Alejandro Suárez blog profissional &#187; Empreendedores</title>
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		<title>Modus Operandi do falso empreendedor</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Apr 2011 10:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedores]]></category>
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		<description><![CDATA[Existem milhares de artigos sérios, reflexivos e em ocasiões úteis e brilhantes, que falam sobre os dez conselhos que todo empreendedor deve seguir para ter uma StartUp de sucesso. É talvez por essa razão, e pelo dano que estão sofrendo os empreendedores que arriscam seu capital por elevar um projeto inovador à empresa, que quero [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existem milhares de artigos sérios, reflexivos e em ocasiões úteis e brilhantes, que falam sobre os <strong>dez conselhos que todo empreendedor deve seguir para ter uma StartUp de sucesso</strong>. É talvez por essa razão, e pelo dano que estão sofrendo os empreendedores que arriscam seu capital por elevar um projeto inovador à empresa, que quero mostrar como trabalha um “<strong>falso empreendedor</strong>”, amparando-se em financiamentos públicos, investimentos confiados e seguindo esse particular decálogo de quebra rápida e rotunda da companhia.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-977" title="Modus Operandi do falso empreendedor" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2011/04/Modus-Operandi-do-falso-empreendedor.jpg" alt="" width="240" height="320" /></p>
<p><strong>10 conselhos para quebrar rapidamente uma StartUp:</strong></p>
<p><strong>1.    Buscar e conseguir</strong>. O primeiro que deve conseguir é o financiamento. Se não o necessita, não importa. Você deve conseguir dinheiro e nunca reflexionar se você mesmo pode por parte dos fundos. Para isso estão os investidores e as instituições públicas.</p>
<p><strong>2.    Só sócios investidores.</strong> Se você encontra pelo caminho alguém como um perfil técnico válido que deseja integrar-se no seu projeto, não dê a mínima bola. Nada de sócios. Só contratos de salário mínimo e só quando você tenha o financiamento.</p>
<p><strong>3.    Pensar grande</strong>. Na busca do financiamento você convenceu poucos friends, pouca family e muitos fools e já tem grana. Hoje lançamos a empresa: mega-salário, escritório representativo, secretária e carro da empresa.</p>
<p><strong>4.    Se eles podem, você pode.</strong> Inspire-se na bolha e argumente recorrentemente: que modelo de negócio tem Twitter? E quanto fatura Facebook e quanto vale Youtube? Seus investidores não vêem que seu caso é idêntico ao dessas empresas; o que sabem eles do mundo empresarial?</p>
<p><strong>5.    O valor do investidor, sua carteira.</strong> Nunca dê valor a trajetórias profissionais, possíveis modelos industriais, nem sinergias para o futuro entre seus possíveis investidores. Isso é um leilão! Não há discussão: escolha quem mais dinheiro te dá.</p>
<p><strong>6.    Investimento zero em Recursos Humanos. </strong>Nada de se rodear de talentos, todos viriam de grandes projetos e intentariam te copiar. Só selecionamos medíocres, que os bons já serão contratados por Google. O que importa o talento interno? Se a essência do projeto é você.</p>
<p><strong>7.    Pura inovação.</strong> Escolha um nome estridente do tipo web 2.0 e um modelo de negócio “inovador”. Com certeza você jamais encontrará exemplos com seu modelo de negócio a nível internacional. Há poucos empreendedores com sua visão de futuro. Você não copia ninguém, marca o caminho do futuro.</p>
<p><strong>8.    Pensa pouco.</strong> Não é necessário, nem imprescindível, estudar futuras vias de crescimento e desenvolvimento; por isso você conseguiu o financiamento. Escolha a melhor consultora do seu setor e deixe tudo em suas mãos!</p>
<p><strong>9.    O importante não são os benefícios. </strong>Você não ganha nem para preencher postos de trabalho, mas não importa. Não dedique seu tempo a resolver esses pequenos detalhes operativos, insignificantes dentro de um projeto grande como o seu. Você dará conferências e explicará seu modelo de negócio como um caso de sucesso que já é. Divulga, evangeliza e o faturamento virá.</p>
<p><strong>10.    Fora auditorias. </strong>Você sabe onde está e para onde vai o dinheiro. Seus investidores “ainda” confiam cegamente em você, e esses valores para eles não são nada. Se as coisas vão mal, você é um guru: novos projetos se abrirão diante de ti.</p>
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		<title>Capital de Risco para favorecer os investimentos</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Mar 2011 15:52:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capital de Risco]]></category>
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		<category><![CDATA[financiamento empresas]]></category>
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		<description><![CDATA[No meu país, Espanha, as possibilidades de conseguir financiamento se apresentam mais que negras para empreendedores e empresas. O ano passado terminou com o cerre do financiamento bancário, exceto para perfis de risco muito consolidados. Fomos conscientes da prática inexistência dos investimentos particulares e tenho a percepção de que o capital de risco, que nesse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No meu país, Espanha, as possibilidades de <strong>conseguir financiamento </strong>se apresentam<strong> mais que negras</strong> para empreendedores e empresas. O ano passado terminou com o cerre do financiamento bancário, exceto para <strong>perfis de risco muito consolidados.</strong> Fomos conscientes da prática inexistência dos investimentos particulares e tenho a percepção de que o capital de risco, que nesse cenário cinza poderia colaborar, não está presente e <strong>nem aparecerá.</strong></p>
<p>Todos nós sabemos que o capital de risco, quando bem utilizado, é um<strong> instrumento eficaz </strong>para que as empresas possam reforçar-se no seu lançamento ou em momento de certa penúria. A criação de emprego nas companhias participantes por entidades de capital de risco, a margem da importância do seu valor social, se leva a cabo a um ritmo de 15%. Esta porcentagem é muito superior ao ritmo de crescimento das empresas não financiadas, que normalmente não superam os 5% e é algo que deve ser levado em conta, legislando e apoiando em pró do progresso.</p>
<p>Mas não só ajudam a <strong>gera vagas de trabalho</strong>, também favorecem o emprego de qualidade. A <strong>viabilidade futura da empresa </strong>também se vê refletida segundo seja sua origem: aquelas onde o capital de risco aporta fundo mostram uma mortandade próxima aos 4%, enquanto que o 60% das empresas não participantes <strong>não sobrevivem aos três anos </strong>de seu nascimento. Este é outro ponto a levar em conta para favorecer o trabalho a essas entidades e ajudá-las nas suas necessidades.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-968" title="Capital de Risco para favorecer os investimentos" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2011/03/Capital-de-Risco-para-favorecer-os-investimentos.jpg" alt="" width="341" height="256" /></p>
<p>Entretanto, o capital de risco <strong>está cada vez mais longe das empresas</strong>. Só é dado se nossos projetos de investimento encontram-se dentro do setor de produtos de consumo o da medicina e saúde. Assim, as empresas de produtos e serviços ou as empresas da biotecnologia e engenharia genética seriam as únicas áreas onde as entidades financeiras de capital de risco, em teoria, poderiam ajudar a começar, expandir ou consolidar nossa empresa.</p>
<p>Mas essa queda da atividade dos fundos da venture capital não acontece somente no mercado espanhol. Em países como Estados Unidos a queda foi maior,<strong> próxima aos 60%</strong>. Obviamente, partindo de cifras de negocio a anos luz das do meu país.</p>
<p>Durante anos, muito sustentamos a idéia de que os fundos de capital de risco apenas estavam presentes e atuavam como bancos; simplesmente financiando, geralmente sem arriscar e atuando sobre terreno seguro. Entretanto, num entorno como o atual é importante contar com um instrumento como o capital de risco, que demonstrou claramente sua utilidade para apoiar e desenvolver as empresas nas fases recessivas como expansivas do ciclo econômico.</p>
<p>Agora, podemos dizer que o setor desapareceu e é de<strong> suma importância recuperar essa atividade econômica,</strong> deve surgir os autênticos brotos verdes que permitirão a novos projetos, empreendedores e empresas começar a trabalhar e proporcionar à sociedade o que agora mais precisa: novas oportunidades de emprego.</p>
<p>O credito bancário, a plena atividade do capital de risco e a legislação que regula e fomenta a atividade de Bussinsss Anges serão os fatores primordiais que determinarão nosso desenvolvimento futuro, laboral e empresarial.<strong> A recuperação está em nossa mão</strong>, mas é imprescindível que todos os atores do mundo financeiro dêem um passo apara frente e comecem a atuar.</p>
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		<title>Retorno à garagem</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Oct 2010 10:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este texto é uma matéria publicada no jornal espanhol “El Mundo Economia &#38; Negócios” da Venezuela. Durante a noite meditava sobre os queridos projetos de garagem&#8230; que tempo aquele! E gostaria de compartir umas reflexões sobre isso. Os que como eu levam mais de 10 anos na Internet devem lembrar bem, eu com muita saudade, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este texto é uma matéria publicada no jornal espanhol “<strong>El Mundo Economia &amp; Negócios</strong>” da Venezuela.</p>
<p>Durante a noite meditava sobre os queridos <strong>projetos de garagem</strong>&#8230; que tempo aquele! E gostaria de compartir umas reflexões sobre isso. Os que como eu levam mais de 10 anos na Internet devem lembrar bem, eu com muita saudade, dos projetos de garagem. O conceito, como sempre importado dos EUA, nos transmitia alento, a idéia – cada dia mais em desuso – e sua execução poderiam fazer que, desde uma cidadezinha de Arkansas, dois amiginhos no seu tempo livre, depois da escola,<strong> fizessem algo importante</strong> na Internet e construíram um projeto que traspassaria as fronteiras e pudesse chegar ao mundo inteiro. Era tão real como utópico.</p>
<p>Na Espanha, meu pais, não houve realmente muitos projetos assim, mas existiram nos EUA. <strong>Muitas das companhias de referencia no cyber espaço do final dos anos 90 nascera literalmente numa garagem.</strong></p>
<p>Personagens como <strong>Bill Gates ou Steve Jobs</strong> começaram assim, numa garagem. Mas faz anos que o conceito romântico de esses espaços caíram na desgraça. Imagino que era previsível e que com certeza seja até saudável, mas esses projetos de garagem não desapareceram, se transformaram. O que no ano de 1998 era uma idéia, uma equipe, um reduzido espaço físico e umas horas mortas de programação, criatividade, provas e um trabalho com ilusão, hoje em dia se converteu em um Power Point ou um pdf, além de infinitas visitas a B<strong>ussiness Angels, Family Offices, Capital de Risco e eventos vários.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-902" title="retorno a garagem" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2010/10/retorno-a-garagem.jpg" alt="" width="372" height="212" /></p>
<p>Não quero pré-julgar nem me posicionar claramente, mas sim fazer uma pequena reflexão em voz alta que gere opinião: <strong>Não gastamos hoje em dia o tempo “procurando dinheiro”, literalmente, ao contrario de 10 anos atrás quando a geração anterior nem sonhava em realizar um Bussiness Plan</strong>? Eles so queriam começar demonstrando seu conceito, sua execução – com seus meios rudimentares em algumas vezes – e sua capacidade.</p>
<p>No final dos anos 90, garotos bem jovens, muitas vezes pré-universitários, eram os que colocavam em andamento seu projeto. Hoje em dia <strong>rara é a vez que se encontram empreendedores entre 24-25 anos</strong>. Quase sempre já terminaram ou estão a ponto de acabar a universidade, ou seja, quando realmente tem que dar a cara a tapa e buscar sua vida, mas não como antes Com a mudança das gerações não atrasamos o timming? Se trata de uma mudança total; de inquietude de antanho a necessidade?</p>
<p>Aqueles garotos de colégio, menos de 20 anos, que tinhas e criavam seu projeto com ilusão já não existem? E finalmente, se a crise fecha a torneira, que sentido terá esses pdfs e Power Points que circulam loucos de mesa em mesa? <strong>Atiçará o engenho essa falta de liquidez?</strong> Voltaremos à garagem?</p>
<p><strong>Não sei se somos capazes de voltar a esse ponto, mas acredito que se fosse assim, de certo modo, tudo teria muito mais encanto.</strong></p>
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		<title>De desempregados à empreendedores</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 15:19:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Talvez tenha chegado o momento de converter desempregados em empreendedores. Chegou o momento de ajudar a esses desempregados a empreender, transformar uma parte em empreendedores, em futuros empresários que nos próximos anos possam criar valor e oferecer a terceiros postos de trabalho. Reverter essa situação é critico não somente para mudar o drama atual de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez tenha chegado o momento de <strong>converter desempregados em empreendedores</strong>. Chegou o momento de ajudar a esses desempregados a empreender, transformar uma parte em empreendedores, em futuros empresários que nos próximos anos possam criar valor e oferecer a terceiros postos de trabalho. Reverter essa situação é critico não somente para mudar o drama atual de milhões de famílias, mas sim para nos situar num cenário de <strong>crescimento sustentável no futuro</strong>. O objetivo chave de qualquer governo deveria ser os nascidos nos anos 70 e especialmente as mulheres.</p>
<p>Pessoas entre 30 e 40 anos, com iniciativa, que sejam o germe da revolução do modelo produtivo e para isso são necessárias mensagens positivas, incentivos e estímulos nessa direção; <strong>chegou o momento de que dêem o salto</strong>, de assumir riscos e de ter incentivos para tal. Empreender não é tão simples e as gerações jovens têm um handcap a mais.</p>
<p><strong>A falta de claros referentes em gerações anteriores,</strong> falta de espelhos onde se olhar, sucessos pessoais que querer emular. Falamos de dar a volta ao que conhecemos como “<strong>geração perdida</strong>”, uma geração onde a falta de empreendedores será um lastre para toda a sociedade num futuro próximo. Que essa geração perdida não seja a chave nessa conjuntura econômica e é um imperativo para a administração lhes estimular, lhes formar e lhes empurrar a dar um salto. Não há melhor receita contra a crise.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-836" title="empreendedores" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2010/08/empreendedores.png" alt="" width="300" height="120" /><em><br />
</em></p>
<p><em>É o momento de ser decidido, não de duvidar. Olhar pela janela e ainda que não haja rede, ter claro que chegou o momento de pular. Com uma crise global que nos afeta a todos e que provoca o desemprego seja uma lacra cada dia maior e um drama real para as famílias, manter essas famílias por parte do Estado se converte num enorme handicap no balanço econômico de qualquer pais.</em></p></blockquote>
<p>Isso que deveria ser obvio por desgraça não é. No caso de Espanha, por exemplo, segundo o informe Doing Business 2010 que elabora o banco Mundial e mede a facilidade para fazer negócios em 168 países, este pais se encontra no numero 62 do ranking mundial, sendo a nação desenvolvida de maior retrocesso no ultimo ano. O Banco Mundial analisa com este indicador <strong>quatro pontos chave (facilidade para abrir uma empresa, contratação laboral, proteção dos investidores e pagamento de impostos)</strong> e situa Espanha com capacidade de fazer negócios atrás de países como Botswana, Armênia, Samoa ou Mongólia. Como não poderia ser de outra maneira no Top10 dessa classificação estão países como EUA, Reino Unido, Dinamarca, Canadá, Austrália e Noruega.</p>
<p>É ai onde temos que nos posicionar e <strong>é obrigação da administração estimular a geração perdida e transformar o drama do alto numero de desempregados numa oportunidade para essa esperança de mudanças.<br />
</strong></p>
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		<title>O mérito de criar negócios</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 10:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Empreender hoje em dia tem certo mérito. O empreendedor atual é uma mistura de um Dom Quixote surrealista com um louco moderno, que sente que vai em contra da corrente geral da sociedade que lhe rodeia e que muitas vezes consegue o confundir para desistir de sua épica batalha. O mundo necessita mais empreendedores, mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Empreender hoje em dia tem certo mérito.</strong> O empreendedor atual é uma mistura de um <strong>Dom Quixote surrealista com um louco moderno</strong>, que sente que vai em contra da corrente geral da sociedade que lhe rodeia e que muitas vezes consegue o confundir para desistir de sua épica batalha. O mundo necessita mais empreendedores, mais iniciativa, mais inovação e possivelmente menos funcionários de espírito. Nesses duros momentos econômicos, a crise se esta levando por diante aos primeiros: os ousados e inovadores.</p>
<p>São tempos duros em todos os países, e é necessário ter gente capaz de assumir riscos e se lançar ao nada, uma opção complicada, que contrasta de forma selvagem com outras opções muito controladas e seguros a nível laboral. É algo como saltar ao vazio como estamos vendo no caso de muitos autônomos. Um empreendedor não é mais ou menos que um funcionário ou um assalariado.</p>
<p>Numa sociedade como a nossa, todas as sensibilidades são necessárias e é compreensível que haja um alto numero de pessoas que queiram estar segurar de um trabalho para toda a vida, <strong>mas a economia global também necessita pessoas que se arriscam.</strong> <strong>Dignifiquemos o termo empreendedor! São muito mais que necessários</strong>!</p>
<p>Em primeiro lugar, porque todos, com maior ou menos sucesso, aportam iniciativas dentro de um “momentum” em sua grande maioria medíocre e inerte. Em segundo lugar, porque <strong>o empreendedor é o embrião do empresário que cria riqueza e valor</strong>. Há poucos empreendedores? Muito poucos. Si é verdade, mas não é menos verdade que muitos deles são sensacionais. As instituições, o sistema financeiro e o capital de risco, em muitas contadas ocasiões apóiam as iniciativas de novos empreendedores e quando as apóiam, fazem de forma tão agressiva com o mentor do projeto, que acabam estrangulando-o.</p>
<p><strong>Você tem que ir à luta por você mesmo, sem esperar nenhum tipo de ajuda</strong> e principalmente sem acreditar que terá a opção das ajudas anunciadas constantemente na televisão se você encontra finalmente no momento critico empresarial que todos tememos. Por outro lado, a todo os que gostam de empreender chega também o momento no qual nos vemos refletidos com uns anos menos, mas esta vez na pele do novo empreendedor, inquieto e cheio de idéias. Apostar e apoiar por uma nova geração  de empreendedores e atuar como “Bussiness Angel” é para alguns de nós tão vocacional como criar um projeto em primeira pessoa.</p>
<p>É uma ilusão tão especial como a que todos vivemos ao gerar nosso primeiro projeto e criar aquela primeira empresa. Muitas vezes é tão difícil empreender como ajudar a um terceiro a que empreenda. Ë por isso que <strong>nos faz falta um apoio especifico no setor dos sonhadores, </strong>aos construtores de ilusões, e ainda mais, aos mentores destes, que são inclusive mais difíceis de encontrar que os primeiros. Os governos dos diferentes países devem tirar da cartola leis que se convertam num estimulo mais para os empreendedores e seus mentores.</p>
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		<title>Negócios com anjos</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Aug 2010 10:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Refiro-me a Business Angels. A tradução mais certeira de esse anglicismo poderia ser “anjos investidores” e geralmente o são anjos, e em algumas ocasiões inclusive também investidores. Um dos mais reconhecidos Business Angeles do setor de tecnologia e de inovação me confessava “Meu rango de investimentos é de, fazendo um esforço, 200 mil euros”. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Refiro-me a Business Angels. A tradução mais certeira de esse anglicismo poderia ser “anjos investidores” e geralmente o são anjos, e em algumas ocasiões inclusive também investidores. Um dos mais reconhecidos Business Angeles do setor de tecnologia e de inovação me confessava <em>“Meu rango de investimentos é de, fazendo um esforço, 200 mil euros”</em>. A prática totalidade das novas empresas no setor da tecnologia necessitam primeiro um financiamento próximo aos 400 mil euros e o primeiro passo consiste geralmente em recorrer às clássicas <strong>3F (Friends, Family and Fools).</strong></p>
<p>Mas de todos os projetos empresariais novos do setor tecnológico, <strong>só um pobre 30% consegue traspassar essa primeira barreira</strong>; o outro 70% dos projetos empresariais de emprego e riqueza são esquecidos, esperando financiamento. Conseguir fundos próximos aos 400 mil euros sempre foi difícil, mas é mais difícil entender por que a crise não afeta o sucesso do financiamento atualmente.</p>
<p>Faz poucos meses que havia dinheiro para poucos e você, empreendedor, não estava entre eles, agora alegria, nos encontramos em um dos poucos casos nos que a situação não foi piorando com a crise, seguimos igual, <strong>não há dinheiro para seu projeto.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2010/08/business-angeles.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-811" title="business angeles" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2010/08/business-angeles-251x300.jpg" alt="" width="251" height="300" /></a></p>
<p>O problema é de estrutura real. A figura do Business Angels não existe quase e as sociedades tradicionais de capital de risco são geralmente de <strong>“capital justinho” e de “risco”, pouco ou anda.</strong> Hoje só se apóiam projetos claramente ganhadores, e que quase nunca se atende a investimentos inferiores a um milhão de euros. O resultado: uma terra de ninguém que tinha que abonar para que tivesse regada de Business Angeles desesperados por apoiar as novas companhias. Além disso, teríamos que destacar que<strong> os anjos de verdade são poucos e entram e saem do setor com freqüência</strong>. Atreveria-me a dizer que os poucos que estão estudando, apoiando e dando a cara por esse setor são em sua maioria empresários de êxito, quem tem um pouco de atrevidos e muito de românticos.</p>
<p>Em muitos países, o labor desses investidores particulares ainda não esta regulamentada, não tem um marco fiscal definido e não conta com o mais mínimo apoio institucional, nem tão sequer com umas regras do jogo estabelecidas. Possivelmente por esse motivo, as pessoas não sabem o que é, o que representa, nem o que significa ser um Business Angel. Afortunadamente existem motivos para o otimismo. Foram iniciados os primeiros passos e só temos que olhar a alguns países da Europa, Japão e EUA para ver como se esta regularizando a figura do Business Angel desde anos.<strong> Começamos a caminhar e isso já é um motivo para seguir trabalhando e apoiando de nossas empresas de investimentos aos empreendedores que nos apresentam seus novos projetos.</strong></p>
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		<title>Desmistificando o fracasso do empreendedor</title>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 12:23:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos tempos que correm a chave é ter uma atitude positivo frente ao erro. Nos países mediterrâneos não se fala de fracasso, se acostuma a utilizar a expressão “mal fario”, que em bom português seria algo parecido a um mal pressagio. Os anglo-saxões afrontam de uma maneira mais natural e com certeza mais pratica.</p>
<p>Se nos aventurássemos a escrever uma reportagem de empresários de êxito, com certeza sairiam candidatos até debaixo das pedras dispostos a contar sua historia. É uma foto atraente. Si quiséssemos fazê-lo de fracassos, é possível que apenas conseguíssemos respostas e personagens para participar de nossa historia. O fracasso não só não vende, é impopular e ninguém quer sair nessa foto. Poucos currículos refletem suas experiências falidas, e isso, em minha opinião, é um erro.</p>
<p><strong>Na Espanha o fracasso é um estigma. Se um empreendedor se lança a uma aventura e esta não chega a ser um bom porto, geralmente não volta a tentá-lo,</strong> inclusive me atreveria a dizer que fica socialmente marcado. É uma pena e um enorme fator diferencial que caracteriza nossa classe empreendedora se a comparamos com as de outros países.</p>
<p>São muitos os exemplos que nos demonstram que segundas partes muitas vezes foram boas T<strong>homas Edison fracassou milhões de vezes antes de dar com o filamento ideal para sua lâmpada incandescente. Richard Brandson (fundados de Virgin) teve duas empresas falidas antes de saborear o sucesso. </strong>Inclusive Google, a gigante da Internet, desenvolveu ou comprado projetos que fecharam por seu escasso interesse, ou mais próxima a Telefônica e sua fracassada rede social Keteke.</p>
<p>Todos os empreendedores de sucesso têm uma – maior ou menos &#8211; lista de fracassos a suas costas. Que se fale mais dos êxitos que dos fracassos não quer dizer que estes não existam, de fato, não se pode entender uma trajetória brilhante se não é construída desde o ponto de inflexão de um ou vários fracassos. Do erro se aprende, o sucesso se desfruta.</p>
<p>As estatísticas indicam que em média um <strong>80% dos novos projetos fracassam antes dos 5 anos e o 90% não chega aos 10 anos</strong>. Para os empreendedores, as razoes do fracasso não se encontram geralmente fora das suas empresas, é dentro e desde dentro onde se faz necessário analisar e identificar as causas do fracasso e num grande número, o principal fator é a capacidade de gestão de suas responsáveis.</p>
<p>Recordo uma larga reunião com uma fundo de capital de risco de Silicom Valley a vários anos. Me surpreendeu muito quando analisando um investimento de vários milhões de dólares num projeto de Internet argentina, a descartaram por uma razão menos curiosa: o empreendedor não havia fracassado antes. Chamou-me muita a atenção e me lembro quase indagar o tema. Ante minha surpresa me responderam com naturalidade. <em>“É o melhor máster que pode fazer um empreendedor, buscamos perfis que tenham vivido, entre outras essa experiência e tenha aprendido dela. Navegar no mar calmo é relativamente simples, queremos gente que naufragaram já ao menos uma vez seu próprio barco numa tormenta. Esse momento sempre chega e se não chegou ainda, poderia ser essa ocasião.. Que voltem a ver-nos depois de viver essa experiência, nos dará mais confiança”.</em></p>
<p>Esse episódio me deixou muito pensativo. <strong>Na Espanha ninguém haveria discutido em nenhum caso o perfil de um empreendedor que constituía uma trajetória de sucesso.</strong> <strong>O mercado americano a via incompleta </strong>e partia da base de que “o fracasso sempre chega”. O empreendedor que vive uma e outra vez iniciativas de sucesso não é mais nem menos brilhante; é que simplesmente teve muita sorte. Ninguém garante que se os problemas afloram sua intuição e fortuna possam solver os momentos de crise.</p>
<p>Todos recebemos com certa freqüência convites a participar de um negocio aparentemente seguro, dentro de um setor em forte crescimento e com um target disposto  a compra, <strong>mas isso não é suficiente,</strong> não serve nem como ponto de partida, a margem de definir completamente e em profundidade o Bussiness Plan, sempre há variáveis que se podem estudar em profundidade, os companheiros de viagem, o momento de se lançar, a capacidade de resposta e por onde nos pode chegar o fracasso. Ser conscientes de nossas limitações é a melhor forma de avançar.</p>
<p>Quando um erro se cobre, este <strong>volta a aflorar irremediavelmente. A chave é não só não ocultá-lo como compartir os erros, analisá-los e poder construir a partir deles</strong>; vivê-los como uma experiência mais dentro de um projeto e, em nenhum caso, como algo traumático do qual avergonhar-se.<br />
Errar pode ser u bom ponto de partida para começar a construir na direção correta.</p>
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		<title>Participarei no Projeto 2B BlackBio</title>
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		<pubDate>Thu, 13 May 2010 13:15:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Creio que é o momento de passar a ser mais ativo em investimentos, depois de uns meses nos que não tinha &#8211; baixo meu ponto de vista – muito sentido mover-se, principalmente pelos riscos econômicos, acredito que temos que começar a fazer coisas, mais que pela situação global, mas porque já estamos vivendo com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Creio que é o momento de passar a ser mais ativo em investimentos, depois de uns meses nos que não tinha &#8211; baixo meu ponto de vista – muito sentido mover-se, principalmente pelos riscos econômicos, acredito que<strong> temos que começar a fazer coisas</strong>, mais que pela situação global, mas porque já <strong>estamos vivendo com o susto, nos acostumando a ele.</strong></p>
<p>Não é nenhum segredo, ainda que seja verdade que fui muito ciumento no que publiquei sobre ele, que trabalho quase 1 ano e meio, junto com muitas outras pessoas, no projeto <a href="http://www.genolab.com/" target="_blank">Genolab</a>, sobre o qual poderei a dar muitas informações em breve. Hoje queria aproveitar para anunciar, já que ontem se fez publico, minha participação em outra empresa inovadora no âmbito da tecnologia.</p>
<p>Investi num projeto que eu gosto especialmente, <a href="http://www.blackbio.eu/" target="_blank">2B BlackBio</a>, uma empresa espanhola de biotecnologia que nasce com o objetivo de nos levar a uma cenário de medicina personalizada baseada na geometria e proteomica, e que terá como principal mercado Europa, Ásia e América. Trata-se de uma companhia nascida na Espanha com capital nacional e internacional e dimensão global.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-777" title="2B - fondo negro sombra(1)" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2010/05/2B-fondo-negro-sombra1.jpg" alt="2B - fondo negro sombra(1)" width="340" height="264" /></p>
<p>Por esse motivo e essa vocação global, BlackBio se apresentou faz um mês no fórum de <a href="http://www.eigenkapitalforum.com/index.php?lang=en" target="_blank">Deutsches Eigenkapitalforum </a>na Alemanha, algo pouco comum para uma empresa espanhola. Do mesmo modo, em alguns dias participaremos em <a href="http://www.biomedica2010.com/" target="_blank">Biomedica 2010</a>, Aachen, também na Alemanha.</p>
<p>Esta primeira ronda fechou uma <strong>aplicação de 400.000 euros de capital privado, que incubem vários investidores privados nacionais e internacionais e empresas do setor</strong>. Além da minha participação acionária na companhia, será um prazer ser um dos conselheiros da mesma.</p>
<p>Creio que estamos num cenário chave para empresas BioTec, é necessário apenas visitar EUA para ver como a linha internet/tecnologia e biologia e Cleantec é cada vez mais fina, eu diria quase inexistente. É um setor no qual devemos estar, e, além disso, para mim o poder participar tem enormes somas, a primeira: as sinergias e colaborações estabelecidas com Genolab, segundo a presença como fundador e conselheiro delegado<a href="http://twitter.com/pfrancodsarabia" target="_blank"> Pedro Franco Sarabia</a> – fundador de uma das mais antigas empresas do setor na Espanha,  Biotools e pessoa de referencia no mundo da biotecnologia.</p>
<p>2b BlackBio realizara desenvolvimentos próprios e para terceiros, com foco na <strong>investigação em Oncologia, Wellness, Cardiovascular, alergias, farmacogenomica e microbiologia</strong>, utilizando para isso diversas ferramentas como microarrays de proteínas, PCR em tempo real.</p>
<p>Atualmente a BlackBio comta já com sua primeira patente internacional registrada, um revolucionário Biokit desenvolvido <a href="http://www.blackbio.eu/esp_productos_blacklight_sepsis_kit.htm" target="_blank">BlackLight Sepsis Kit</a> (patente PCT ES2009 00507) que permite identificar em 4 horas qualquer infecção bacteriana, inclusive sem ter sintoma algum por onde poderia surgir tal infecção.</p>
<p>Além disso, em pouco temo se apresentarão outras 4 patentes nas quais trabalha a equipe de BlackBio a alguns meses.</p>
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		<title>Reinventar-se ou morrer</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 10:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Existem pessoas às quais lhes custa um trabalhão reinventar-se e duvidar de si mesmo e das coisas que vêm fazendo. Eu o necessito ciclicamente, é uma exigência pessoal que me marco. Para mim, reinventar-se é remoer as coisas, mas remoer as coisas de verdade, de golpe, desde abaixo, duvidando de si mesmo. Começar a pensar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existem pessoas às quais lhes custa um trabalhão reinventar-se e duvidar de si mesmo e das coisas que vêm fazendo. Eu o necessito ciclicamente, é uma exigência pessoal que me marco.</p>
<p>Para mim, <strong>reinventar-se é remoer as coisas, mas remoer as coisas de verdade, de golpe, desde abaixo, duvidando de si mesmo</strong>. Começar a pensar duas vezes em tudo aquilo que até o momento considerava indiscutível. Discutir com você mesmo, exigir de você mesmo.</p>
<p>Cada “x” tempo sinto que necessito um descanso, e <strong>não de um descanso físico ou umas férias</strong>, geralmente a cada não sei quantos anos fazendo o mesmo noto que mentalmente estou esgotado e necessito repensar para onde vou, reinventar o que faço e repensar em um montão de circunstancias pessoais e profissionais.</p>
<p>Imagino que cada pessoa nesses momentos atua de uma maneira muito diferente, eu só posso falar do que sinto e do que faço. Em algumas ocasiões me levanto como se estivesse hibernando e descubro que o que considerava mais importante agora me parece trivial, que minhas prioridades já não são tão prioridades, e que talvez não tenha usado bem o que tenho de mais precioso; o tempo e o que fiz não somando nada de transcendente, nem as pessoas que estão a minha volta nem a mim mesmo.</p>
<p>Nesses momentos penso que necessito uns dias longe e sozinho. <strong>São poucos os dias que me sobram um computador, uma conexão de internet ou um celular, mas quando necessito repensar minhas próprias coisas, me sobra de tudo; gera ruído</strong>. Nessas horas acredito que devo repensar coisas, pensar se não estou partindo e construindo iniciativas desde um ponto de vista errôneo, desde um erro de base e valorizar se estou tão metido numa frenética dinâmica que não consigo parar e refletir se a inércia me leva para frente sem sentido.</p>
<p>Há vezes que o mais inteligente é parar o tempo, descansar mentalmente e para mim nesses momentos o corpo pede estar sozinho um ou dois dias, perdido e refletindo. Esses dias, por trabalho, por stress e por família, a vezes é um luxo difícil de explicar aos que te rodeiam, mas em definitiva é necessário. Comer um kitkat, como dizia o anuncio, mas de 2-3 dias tranqüilo longe di ruído do dia a dia e de uma dinâmica de inércia que faz em algumas ocasiões que nos levantemos e cheguemos ao escritório como zombies, sem nem sequer saber se faremos algo interessante ali nesse dia, sem um plano, sem uma idéia e acabando perdendo tempo.</p>
<p><strong>As pessoas mais brilhantes que conheci na minha vida se reinventam constantemente</strong>. Inclusive desde o ponto no que os demais pensam que pode estar no topo profissional e em pleno êxito, eles não param de contemplar-se, são inconformistas e então tomam uma decisão para alguns surpreendente; renunciam a muitas coisas e mentalmente partem do zero&#8230;e voltam a começar. Lamentavelmente para mim as coisas não saem assim sozinhas, talvez por isso procuro parar e refletir me forçando a imitá-los.</p>
<p>Creio que nesse ritmo frenético da sociedade da informação, às vezes <strong>corremos como frangos sem cabeça e nos esquecemos no meio da corrida de sentar, oxigenar e pensar. </strong>Entender um pouco mais a nós mesmos e finalmente reinventar-nos.</p>
<p>Ninguém melhor que a águia para fazê-lo. <strong>Se retira, descansa, se reinventa e ressurge das cinzas</strong> depois de um processo de catarses total no qual garante sua sobrevivência, mais forte, mais dura, mais realizada e com a força suficiente para poder afrontar uma nova etapa na sua visa depois de renunciar a tudo.</p>
<p>Nesse vídeo inspirador e real como a vida é, a fabula da águia. Você pode ver e sentir que <strong>a resposta esta muito mais próxima, muito mais do que pensamos, geralmente se pode encontrar dentro de nós mesmos se olhamos detalhadamente</strong>, e se pode amplificar contemplando a nossa volta, sim, por exemplo, observando a lição da águia.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="392" height="239" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Yr8SNHCz9Ng&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="392" height="239" src="http://www.youtube.com/v/Yr8SNHCz9Ng&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Superar-se</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 08:35:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É outra de minhas 20 palavras, das 20 com as quais quis refletir esta temporada que começa. Francamente não sei se muita gente lerá estas breves notas algo abstratas e conceituais, não importa. Em ocasiões escrevi posts para os demais e creio ter tentado ser, dentro dos meus limites, divulgador. Esses posts, outra dessas 20 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É outra de minhas 20 palavras, das 20 com as quais quis refletir esta temporada que começa. Francamente não sei se muita gente lerá estas breves notas algo abstratas e conceituais, não importa.</p>
<p>Em ocasiões escrevi posts para os demais e creio ter tentado ser, dentro dos meus limites, divulgador. Esses posts, outra dessas 20 palavras, não o escrevo para os demais, essa vez o escrevo para mim mesmo, é um dialogo unipessoal e é possível que muitos o creiam que é estéril, no que tento ordenar idéias e reflexionar sobre conceitos. Descobri que me afasta do ruído e me relaxa.</p>
<p>Creio que me agrega, e se alguém mais esta disposto a comparti-lo, ótimo: bem vindo ao clube.</p>
<p>A superação é o poder de romper os limites vitais que estão objetivamente predefinidos para você. Creio que há poucas coisas mais bonitas que conseguir isso. Talvez por isso conceitualmente a superação esteja mas empregada, é muito difícil ver uma ação de superação pessoal. Se olhar para trás, não encontro um só feito na minha vida em que tenha quebrado essa barreira. Creio que há momentos que dei o máximo, que me aproximei, que objetivamente pude fazer algo mais ou menos bem, mas francamente não lembro uma só frame de minha vida que possa marcar, no qual eu acredite que não foi possível “esse pouquinho mais” que marca a diferença.</p>
<p> Superar-se é ser Derek Redmon. É trabalhar e focalizar algo, o que seja, durante toda uma vida, trabalhar duro durante anos, y quando chegado o momento ainda que todo caia pelo chão, ainda que algo suceda adaptar-se. Esse algo é a motivação chave que te faz superar e te faz passar à historia.</p>
<p>Derek Redmon era um atleta britânico, um atleta mais. Trabalho duramente por 4 anos para conseguir a marca de 45 segundos, os que correria nos Jogos Olímpicos de Barcelona de 1992. Focalizar tua vida, sua carreira nesse caso como atleta, em 45 segundos já é por si só um esforço generoso e enorme risco. O inesperado, a desgraça, possivelmente provocada pela tensão do momento, fez com que Derek fosse muito mais que um atleta.</p>
<p>A metade da corrida, Derek se lesionou um tendão, caindo e sentindo uma enorme dor. O mundo caia encima dele, anos trabalhando para esse momento e em meio, a maior das desgraças, mas sofrendo e com dor soube levantar-se com a ajuda do seu pai que pulou do publico, e com dor e já correndo uma corrida diferente, cruzou a linha de chegada em meio a enorme ovação do publico em pé. Não sei se ganharia ou perderia,  a quem lhe importa? O obstáculo o fez se superar, superar a frustração, vencer a dor, encontrar a motivação e se recrear nela. Ainda que possivelmente não foi consciente naquele momento. Derek Redmon ganhou essa corrida, e ainda hoje, 17 anos depois, continua sendo lembrado.</p>
<p>Quando um necessita essa motivação extra e necessita se encontrar para assim poder se superar, ver este vídeo uns minutos como Derek pode ajudar.</p>
<p style="text-align: center;"> <object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Nifq3Ke2Q30&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=es&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/Nifq3Ke2Q30&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=es&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
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