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	<title>Alejandro Suárez blog profissional &#187; Geral</title>
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		<title>Desmistificando o fracasso do empreendedor</title>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 12:23:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedores]]></category>
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		<description><![CDATA[Nos tempos que correm a chave é ter uma atitude positivo frente ao erro. Nos países mediterrâneos não se fala de fracasso, se acostuma a utilizar a expressão “mal fario”, que em bom português seria algo parecido a um mal pressagio. Os anglo-saxões afrontam de uma maneira mais natural e com certeza mais pratica. Se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos tempos que correm a chave é ter uma atitude positivo frente ao erro. Nos países mediterrâneos não se fala de fracasso, se acostuma a utilizar a expressão “mal fario”, que em bom português seria algo parecido a um mal pressagio. Os anglo-saxões afrontam de uma maneira mais natural e com certeza mais pratica.</p>
<p>Se nos aventurássemos a escrever uma reportagem de empresários de êxito, com certeza sairiam candidatos até debaixo das pedras dispostos a contar sua historia. É uma foto atraente. Si quiséssemos fazê-lo de fracassos, é possível que apenas conseguíssemos respostas e personagens para participar de nossa historia. O fracasso não só não vende, é impopular e ninguém quer sair nessa foto. Poucos currículos refletem suas experiências falidas, e isso, em minha opinião, é um erro.</p>
<p><strong>Na Espanha o fracasso é um estigma. Se um empreendedor se lança a uma aventura e esta não chega a ser um bom porto, geralmente não volta a tentá-lo,</strong> inclusive me atreveria a dizer que fica socialmente marcado. É uma pena e um enorme fator diferencial que caracteriza nossa classe empreendedora se a comparamos com as de outros países.</p>
<p>São muitos os exemplos que nos demonstram que segundas partes muitas vezes foram boas T<strong>homas Edison fracassou milhões de vezes antes de dar com o filamento ideal para sua lâmpada incandescente. Richard Brandson (fundados de Virgin) teve duas empresas falidas antes de saborear o sucesso. </strong>Inclusive Google, a gigante da Internet, desenvolveu ou comprado projetos que fecharam por seu escasso interesse, ou mais próxima a Telefônica e sua fracassada rede social Keteke.</p>
<p>Todos os empreendedores de sucesso têm uma – maior ou menos &#8211; lista de fracassos a suas costas. Que se fale mais dos êxitos que dos fracassos não quer dizer que estes não existam, de fato, não se pode entender uma trajetória brilhante se não é construída desde o ponto de inflexão de um ou vários fracassos. Do erro se aprende, o sucesso se desfruta.</p>
<p>As estatísticas indicam que em média um <strong>80% dos novos projetos fracassam antes dos 5 anos e o 90% não chega aos 10 anos</strong>. Para os empreendedores, as razoes do fracasso não se encontram geralmente fora das suas empresas, é dentro e desde dentro onde se faz necessário analisar e identificar as causas do fracasso e num grande número, o principal fator é a capacidade de gestão de suas responsáveis.</p>
<p>Recordo uma larga reunião com uma fundo de capital de risco de Silicom Valley a vários anos. Me surpreendeu muito quando analisando um investimento de vários milhões de dólares num projeto de Internet argentina, a descartaram por uma razão menos curiosa: o empreendedor não havia fracassado antes. Chamou-me muita a atenção e me lembro quase indagar o tema. Ante minha surpresa me responderam com naturalidade. <em>“É o melhor máster que pode fazer um empreendedor, buscamos perfis que tenham vivido, entre outras essa experiência e tenha aprendido dela. Navegar no mar calmo é relativamente simples, queremos gente que naufragaram já ao menos uma vez seu próprio barco numa tormenta. Esse momento sempre chega e se não chegou ainda, poderia ser essa ocasião.. Que voltem a ver-nos depois de viver essa experiência, nos dará mais confiança”.</em></p>
<p>Esse episódio me deixou muito pensativo. <strong>Na Espanha ninguém haveria discutido em nenhum caso o perfil de um empreendedor que constituía uma trajetória de sucesso.</strong> <strong>O mercado americano a via incompleta </strong>e partia da base de que “o fracasso sempre chega”. O empreendedor que vive uma e outra vez iniciativas de sucesso não é mais nem menos brilhante; é que simplesmente teve muita sorte. Ninguém garante que se os problemas afloram sua intuição e fortuna possam solver os momentos de crise.</p>
<p>Todos recebemos com certa freqüência convites a participar de um negocio aparentemente seguro, dentro de um setor em forte crescimento e com um target disposto  a compra, <strong>mas isso não é suficiente,</strong> não serve nem como ponto de partida, a margem de definir completamente e em profundidade o Bussiness Plan, sempre há variáveis que se podem estudar em profundidade, os companheiros de viagem, o momento de se lançar, a capacidade de resposta e por onde nos pode chegar o fracasso. Ser conscientes de nossas limitações é a melhor forma de avançar.</p>
<p>Quando um erro se cobre, este <strong>volta a aflorar irremediavelmente. A chave é não só não ocultá-lo como compartir os erros, analisá-los e poder construir a partir deles</strong>; vivê-los como uma experiência mais dentro de um projeto e, em nenhum caso, como algo traumático do qual avergonhar-se.<br />
Errar pode ser u bom ponto de partida para começar a construir na direção correta.</p>
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		<title>Seu gurú, blábláblá</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 22:47:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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		<description><![CDATA[Mais um ano começa e com ele chega a hora de fazer planos e repassar propósitos para o próximo ano. É verão, chove, os pássaros cantam e os gurus se levantam. Gurús? Com todas e cada uma das letras, por todos os lados até debaixo das pedras; conclusão, não sofrem com a crise, ser um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um ano começa e com ele chega a hora de fazer planos e repassar propósitos para o próximo ano. <strong>É verão, chove, os pássaros cantam e os gurus se levantam</strong>. Gurús? Com todas e cada uma das letras, por todos os lados até debaixo das pedras; conclusão, não sofrem com a crise, ser um guru de nada é cômodo e grátis.</p>
<p>Cortesia de @albertoartero recebi há alguns dias um elance que fala sobre a reprodução de todo o tipo de gurus de internet como coelhos. Num estúdio sobre Twitter passaram de uns 4.500 em maio de 2009 para cerca de 16.000. Curiosa a historia- Gurus de internet, gurus de social media, de viralidade, de marketing digital, até os que se consideram a si mesmo como “ninjas” como os “<strong>social media ninjas</strong>” (meus preferidos!!!).</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-720" title="guru-265x300" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2010/01/guru-265x300.jpg" alt="guru-265x300" width="265" height="300" /></p>
<p>Deve ser o desemprego que deu muito tempo livre à mente coletiva, mas não há nada mais frustrante que ver que alguém se auto-considera guru sem ter menor idéia do que esta falando, já que <strong>de fato é obvio que o autentico guru é simplesmente você e não esse insignificante sujeito <img src='http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':-D' class='wp-smiley' />  </strong></p>
<p>Falando mais ou menos sério, coincidiu com a moda de ser guru de algo, não importa de que, com a publicação da lista dos mais poderosos da internet, Ainda não a li e sei que saem alguns amigos e entendo que é bonito sair em listas, eu não critico o mais mínimo. Evidentemente não saio na lista, entre outras coisas porque não empatei com ninguém, mas creio que me colocando na pele de os que saem deve ser uma experiência bonita, porque alguém lhes valorizou. Onde acredito que não lhes fizeram nenhum favor foi empregando etiquetas radicais, ofensivas para o resto da humanidade: “<strong>os poderosos</strong>” ou como faz alguns meses “<strong>os amos”</strong>, isso deixa aos seus seguidores e o resto da humanidade em mal lugar. São títulos espetaculares, jornalísticos, que creio de verdade que não fazem nenhum favor as pessoas as quais menciona, que sem comê-lo, nem bebê-lo se colocaram uma etiqueta que muito possivelmente não desejam por prudência.</p>
<p>Assim começa o ano, divertido observando estas coisas e pensando se pedir ¼ de um guru de os 16.000 listados pelo Twitter.</p>
<p>Não gosto do término, <strong>o que sim gosto e acredito de verdade e defendo que existe é “influente”. </strong>A pessoa que se auto-considera um guru de algo, parece que além de querer confete, é muito pouco inteligente. Isso por si só, denota não entender nada, e ser intelectualmente soberbo, possivelmente um prepotente.</p>
<p>Não acredito que haja gurus na Espanha, que é o mercado que melhor conheço. Acredito que existam pessoas, sejam empresários, blogueiros, professores ou meio pensionistas, que são capazes de te fazer pensar e ainda que não estejam de acordo com o que pensa, essa é a chave. Para mim são influentes, estimulam certas idéias e reflexões, ainda que opostas às suas. São pessoas que te fazem pensar e isso tem muito valor, são um estimulo, mas isso não quer dizer que comprarei o mesmo televisor da marca que eles gostem.</p>
<p>São pessoas que <strong>tem a habilidade de por coisas na minha agenda mental,</strong> de me estimular e me fazer pensar sobre temas que não tinha na cabeça. Influem-me, recheiam minha agenda de idéias e pensamentos.</p>
<p>Faz pouco tempo que Joshua Novick falava de humildade e <strong>fazia uma bonita e adequada reflexão sobre o que falta nesse setor e sem duvida é a modéstia</strong>. O olhar em ocasiões a outros lados da calçada pensando que estão antiquados e que somos nós os que sempre estamos no lugar certo; o demais desaparecerá, ficaremos nós, os que sabem, os que acertaram, os campeões, os gurus&#8230;? Acredito que é uma reflexão muito complementaria nessas linhas, bonitas de ler.</p>
<p>Não mencionarei quem, mas na primeira semana de dezembro me lembro uma comida com um banco em Madrid. Num momento dado, um dos meus interlocutores a quem já conhecia, me apresentou ao seu acompanhante como seu “<strong>guru de internet</strong>”. Não pestanejei, só olhei com perplexidade ao ver que aceitava de bom grado e assentia ante tal qualificativo; “<em>merda </em>– pensei- <em>hoje como com um imbecil.</em> Casualidade ou não, não me equivoquei.</p>
<p>O que eu quero dizer com isso é que <strong>se alguém te considera um guru, diz pouco de si mesmo e que não esta fazendo nenhum favor </strong>– ao contrario, esta pondo uma migalha mais para que você se ache o que não é e mais alta será a queda. Se você se auto-considera um guru, então, muchacho, deverias pensar que tem um problema e necessita uma boa surra de humildade.</p>
<p><strong>As pessoas mais inteligentes e de mais êxito que conheci na vida</strong> escutaram sempre aos demais ainda sabendo muito mais que eles, jamais se acharam e por norma geral, <strong>sempre se consideram meros aprendizes, </strong>ainda quando objetivamente não havia ninguém com conhecimentos sobre seu campo que ao menos pudesse lhe fazer sombra. Talvez hoje em dia venda mais ser um guru ou um ninja de algo. Mas muito possivelmente seja mais de verdade se você só é o que é, uma pessoa mais.</p>
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		<title>Música e lentilhas</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 14:57:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esta é a tribuna que foi publicada no dia 20 de novembro pelo diário espanhol 5 Dias, sobre a industria musical baixo o titulo “”Musica e lentilhas”. A verdade é que o titulo original era “Música, vaselina e lentilhas”, mas em paginas de um diário econômico nacional a vaselina era&#8230;digamos que agressiva demais. Minha receita [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta é a tribuna que foi publicada no dia 20 de novembro pelo diário espanhol <strong>5 Dias</strong>, sobre a industria musical baixo o titulo “”Musica e lentilhas”. A verdade é que o titulo original era “Música, vaselina e lentilhas”, mas em paginas de um diário econômico nacional a vaselina era&#8230;digamos que agressiva demais.</p>
<p>Minha receita para a Indústria da música:</p>
<p>Se o papel de internet foi decisivo numa industria, essa é a industria musical.</p>
<p>As companhias discográficas durante a época dos 80 e dos 90 viveram uma época dourada. As quatro mais importantes gravadoras Sony, Warner, Emi  e Universal, acostumadas a enormes rentabilidades e a poder ir acumulando pequenos e não tão pequenos selos discográficos dentro dos seus catálogos, a <strong>atuar com soberbia com o usuário e artista,</strong> foram vendo pouco a pouco acurralados por vários fatores, que ameaçam seriamente a viabilidade e esses gigantes com pés de barro.</p>
<p>Em primeiro lugar o suporte obsoleto; o CD. Envelheceu mal, muito mal. Longe do glamour e ventas sustentadas que ainda hoje tem para nostálgicos o vinil, a fabricação, estocagem, distribuição, gestão de vendidos e distribuição do CD o converte num suporte obsoleto em vias extinção. Morrerá, e essa vez não haverá nem sequer uns poucos nostálgicos que sentiram sua falta.</p>
<p>Também a <strong>pirataria.</strong> Este é um tema extremamente complexo que cria a paradoxa de enfrentar à industria com quem são, o ao menos deveriam ser, seus próprio clientes.<strong> Não há postura mais absurda que a de navegar passo a passo de mãos dadas com à sociedade, atendendo suas demandas, adaptando-se aos tempos e assim explorar novos modelos de negócios aproveitando a tecnologia. </strong>Isso, lãs grandes gravadoras, parecem não entender e insistem em demandas contra criadores de software, usuários que descarregam música, e paginas web que enlaçam mp3.</p>
<p>Para compreender o fenômeno da pirataria devemos olhar no espelho e entender que <strong>o papel dos direitos autorais,</strong> que atua amedrontando e demandando o consumidor final com situações pitorescas próprias de um comic satírico, não faz mais que alimentar uma defesa dos downloads ilegais por parte de certas elites intelectuais. O Canon digital é uma das vergonhas de nossos dias, uma situação transitória que eve finalizar pelo bem da indústria e dos usuários, e esse será um ponto imprescindível para que chegue a paz social, nesse enfretamento aberto dentro do setor dos conteúdos musicais.</p>
<p>Talvez por isso recomendo lentilhas,<strong> há que adaptar-se à sociedade e deixar de se lamentar de que qualquer tempo passado foi melhor</strong>, hoje nenhum artista venderá um milhão de copias a 30 reais, essa época se foi. E se as discográficas pretendem seguir com seu enfrentamento com artistas e sociedade, minha recomendação e receita sim, eu sei, algo escatológica, se centraria na vaselina porque vão precisar.</p>
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		<title>Poucos indígenas</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 20:29:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Resulta extremadamente curioso e até cansativo ter que me reunir às vezes com empresas que vêm me ver (por qualquer idiotice que geralmente poderia ter sido solucionado com uma chamada, ou melhor ainda, via email) e a que aparece o CEO, o CTO; e quase até o CSI e quando alguém muda minimamente algo na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Resulta extremadamente curioso e até cansativo ter que me reunir às vezes com empresas que vêm me ver (por qualquer idiotice que geralmente poderia ter sido solucionado com uma chamada, ou melhor ainda, via email) e a que aparece o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Chief_executive_officer" target="_blank">CEO</a>, o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Chief_Technical_Officer" target="_blank">CTO</a>; e quase até o CSI e quando alguém muda minimamente algo na empresa, são eles e ninguém mais.</p>
<p>Não só parece que são surrealistas essas estruturas tipo: todos os chefes, nenhum indígena, e sempre penso <em>“caramba, se são três pessoas que trabalham na empresa e estão aqui os três perdendo o tempo com uma pessoa tão pouco importante como eu; quem então está trabalhando?</em></p>
<p>No relacionado com a tecnologia, ao meu entender, é inclusive desejável que as estruturas podem e devem ser principalmente três coisas:<strong> horizontais, dinâmicas e escaláveis.</strong></p>
<p>Muitos exemplos de pouca sustentabilidade nos últimos tempos que foram feitos quando, por exemplo, no caso de meios online, a publicidade baixa, haja drama. O ruim é que em muitas ocasiões, apesar de saber bem a teoria, alguém cai nesses mesmos erros, e sim, aconteceu comigo e co-participei varias vezes disso. <strong>Grave erro.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-691" title="indios" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2009/11/indios.jpg" alt="indios" width="450" height="312" /><br />
</strong></p>
<p>Os indígenas não são só necessários, como <strong>são imprescindíveis e os mais importantes </strong>em qualquer estrutura, e em Internet tendemos a fazer todo mundo “chefe” de algo; quase nenhum índio. Diretores de Comunicação nos que eles são as únicas pessoas do departamento, o mesmo CTOs, CEOs de si mesmos, etc. É uma impostura que fique bem nos cartões de visitas, mas já roce ocasionalmente o surrealismo.</p>
<p><strong>Aposto conceitualmente pelas estruturas que dão liberdade lateral ao indivíduo e se tem talento certa liberdade vertical</strong>, que reporte a uma única pessoa e que sejam quase totalmente horizontais, tendo somente dois níveis e que estejam longe do sistema piramidal clássico, no qual em ocasiões, no caso das grandes empresas, a informação chega ao topo, onde se tomam as decisões com maiúsculas, sempre quando é tarde e quando o problema já esta sobre a mesa.</p>
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		<title>Privacidade em redes sociais</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 10:40:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Esse é um artigo que foi publicado semana passada no jornal espanhol “5 Dias”. Existe privacidade nas redes sociais? Acredito que esse é um assunto que criará um intenso debate e ganhará muita repercussão em 2010. Do mesmo modo é possível que alguns devam se adaptar às legislações locais. Espanha, por exemplo, é o segundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse é um artigo que foi publicado semana passada no <strong>jornal espanhol “5 Dias”.</strong></p>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><img class="aligncenter size-full wp-image-684" title="privacidad" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2009/10/privacidad.jpg" alt="privacidad" width="340" height="234" /></p>
<p><strong>Existe privacidade nas redes sociais</strong>?</p>
<p>Acredito que esse é um assunto que criará um intenso debate e ganhará muita repercussão em 2010. Do mesmo modo é possível que alguns devam se adaptar às legislações locais.</p>
<p>Espanha, por exemplo, é o segundo pais da Europa que usa redes sociais, com uma penetração de 73% dos internautas segundo o informe e Espanha, isso quer dizer que 13,2 milhões de internautas espanhóis visitam, como mínimo, uma rede social todos os meses e na Europa, somente somos superados pelo Reino Unido, com uma penetração de cerca de 80%.</p>
<p>As redes sociais têm muitas vantagens, muitas delas muito evidentes, como a de não perder nunca contato com seus conhecidos apesar de mudar de residência, trabalho, telefone, etc&#8230;e a possibilidade de compartir espaços da vida do individuo apesar da distancia, como eventos ou fotografias e com a facilidade de poder organizá-las para fazê-las mais acessível ao nosso entorno. Mas de forma paralela ao seu crescimento, as redes sociais alimentam três fantasmas, que geram sombras sobre sua utilização; a privacidade, o uso de dados pessoais e os perfis falsos de usuários.</p>
<p><strong>O crescente problema da privacidade</strong></p>
<p>Cabe destacar que cada vez mais as redes sociais generalistas como Facebook, ou na Espanha o Tuenti, ou no Brasil, o Orkut, se preocupam por melhorar todo o referente à privacidade do usuário e permitem poder administrar e definir o grau da exposição publica do individuo, mas não é menos certo que há muito caminho para percorrer e que falta uma legislação ad-hoc que toda rede social tenha que se inscrever em nível de privacidade, para poder estar on-line.</p>
<p><strong>O Real Madrid e o Presidente Obama, não escapam aos erros</strong></p>
<p>O usuário das redes sociais muitas vezes desconhece como utilizar as ferramentas de proteção ou simplesmente é descuidado e pouco cuidadoso com sua intimidade, são nesses casos onde por uma manobra indevida e seguramente não autorizada, a informação de perfis passa a ser de conhecimento publico em milhares de web, blogs, fóruns e escapa da segurança de nossa pequena rede de contatos, deixando o próprio usuário em maus lençóis.</p>
<p>Um dos casos mais celebres de fuga de informação golpeou de cheio no real Madrid faz alguns meses. Na assembléia do club detectaram em documentos gráficos, que dezenas de pessoas que estavam votando como sócios compromissados do clube sem ser. Obviamente havia uma fraude, mas como relacionar o entorno do então presidente Ramón Calderón? A labor de investigação através do Tuenti e Facebook de vários jornalistas de um meio esportivo espanhol os levou a encontrar no perfil de cada um dos seus colaboradores, Nanin Rodriguez de Barutell, as fotos pessoais de muitas pessoas que, não sendo sócios compromissários, apareciam nas provas gráficas exercendo o mesmo.</p>
<p>Outro caso, muito evidente nos chegou depois das ultimas eleições americanas, nas quais, o Facebook deu muitas alegras à candidatura do presidente Obama, mas também chegou a por em sérios apertos, tanto o futuro do próprio presidente como do seus colaboradores mais próximos, ao fazer publicas atitudes privadas pouco responsáveis.</p>
<p>Um dos seus mais prometedores e próximos assessores, o jovem Jon Favreau, de 27 anos, que depois de uma carreira brilhantes e havia posicionado como coordenador dos discursos do então candidato, e que foi fotografado num suspeitoso estado de felicidade temporal, a um cartaz de tamanha real de Hilary Clinton e ao que, com uma cerveja na mão, tocava divertidamente seus peitos. A fotografia, foi publicada só por umas horas na rede social, mas deu a volta ao mundo e hoje pode ser vista em dezenas e dezenas de paginas de Internet tão somente com introduzir em qualquer buscador “Jon Favreau Hillary”. Imediatamente Favreau teve que se desculpar publicamente por sua inaceitável atitude.</p>
<p><strong>Uma pequena festa que acabou em desastre</strong></p>
<p>Os perigos da privacidade não só podem levar à la fuga da informação sensível ou privada do seu contexto e âmbito adequado, mas também se pode ver amplificada ao mundo de forma viral, e também a viralidade, conceito intrínseco á web 2.0 e as social media, pode derivar num problema de privacidade.</p>
<p>É de supor que algo mais sério que um simples problema de privacidade pareceu à família de uma jovem britânica o sucesso que lhes ocorreu há um ano em sua vila de Mallorca. A jovem, aproveitando a ausência dos seus pais decidiu convocar uma pequena festa em uma magnífica mansão valorizada em quase 6 milhões de euros. Que melhor e mais rápido meio que utilizar as redes sociais Bebo e Facebook – deve ter pensado &#8211; , assim como um bom argumento viral: “será a festa do verão, terá álcool e um DJ incrível”. Os resultados dessa enorme e descontrolada ação viral foram terríveis e parecidos a uma zona de guerra; televisores arrojados à piscina, porta quebradas, roupas pelo chão, a intervenção final da policia e jóias roubadas pelos “convidados” no valor de 10.000 euros.</p>
<p>Sem ir mais longe, faz poucos dias que a identidade do chefe de espionagem britânico foi exposta no Facebook, detalhes chave relativos á sua segurança pessoal e das pessoas qe o rodeiam ficaram a mercê de qualquer usuário dessa rede. Sr. Jonh Sawers, que deve assumir seu posto como chefe do serviço secreto de inteligência britânico em novembro, viu como sua própria esposa Lady Shelley Sawers, publicava tranquilamente fotografias da família e alimentou detalhes muito sensíveis para sua segurança e a de sua família como onde vive e passa as férias e quem são seus amigos e parentes. Os detalhes puderam ser vistos por qualquer usuário da rede social.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-685" title="privacidad1" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2009/10/privacidad1.jpg" alt="privacidad1" width="400" height="345" /></p>
<p><strong>O que fazer para estarmos mais tranqüilos</strong></p>
<p>A massificação do uso dessas ferramentas e sua maior complexidade fará que cada vez mais vejamos mais casos de privacidade, e incluso segurança comprometida pelo uso das mesmas. Se bem que é verdade que o usuário deve encontrar um marco no qual sentir-se protegido, lembrando-se algumas medidas básicas a segurança e privacidade que todos podemos tomar dentro desses entorno:</p>
<p><strong>- Desconfie dos desconhecidos:</strong></p>
<p>Quando um usuário é novo numa rede sócia, compartir acessos e ter “amigos” quanto antes. Isso nos leva a adicionar em ocasiões de forma compulsiva, outros usuários que não conhecemos que não acrescenta dados suficientes ou que se identificam baixo nome de uma empresa ou produto, desconhecemos que esta detrás.</p>
<p><strong>- Não pressuponha</strong></p>
<p>Esse conhecido que te adicionou talvez não seja realmente ele. Procure lhe escrever para comprovar realmente que é quem diz ser, tente averiguar sempre; poderia ser um caso de suplantação de personalidade. Se for esse o caso, reporte-lo imediatamente aos moderadores que atuaram em conseqüência.</p>
<p><strong>- Má sorte; acredite em mim, Angelina Jolie não quer te adicionar ao seu perfil</strong></p>
<p>Geralmente está provado que uma foto atrativa ganhará muitos mais contatos. Se ágüem desconhece e ES suspeitosamente atrativo te adiciona; desconfie. Há milhares de perfis falsos tentando captar acessos de incautos com qualquer fim, os mais incautos caem como patos, sem cessar. Pense que um acesso a sua informação pessoal pode derivar inclusive em um problema de segurança pessoal.</p>
<p>-<strong> Os amigos dos meus amigos, não são meus amigos:</strong></p>
<p>É um erro freqüente nos usuários o adicionar a pessoas totalmente desconhecidas por afinidade com outros “amigos”, ou seja por conhecer alguma pessoa em comum. Do mesmo modo é freqüente que muito menos sejam amigos dos mesmos e possa gerar fugas de informação.</p>
<p>- <strong>Criar grupos de confiança</strong></p>
<p>Pouca gente o faz e a maioria das redes sociais permitem por catalogar níveis de acesso de usuários. Por exemplo, não queremos que um companheiro de trabalho tenha acesso a fotos nossas de caráter pessoal e familiar.</p>
<p><strong>Configuremos diferentes graus y níveis de acesso</strong></p>
<p>As redes sociais são ferramentas úteis e básicas e estão aqui para ficar. Usemo-las com cabeça e quanto antes aprendamos a fazê-lo corretamente, mais poderemos curtir dela e com certeza com essas 5 regaras economizaremos algum desgosto.</p>
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		<title>Superar-se</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 08:35:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>É outra de minhas 20 palavras, das 20 com as quais quis refletir esta temporada que começa. Francamente não sei se muita gente lerá estas breves notas algo abstratas e conceituais, não importa.</p>
<p>Em ocasiões escrevi posts para os demais e creio ter tentado ser, dentro dos meus limites, divulgador. Esses posts, outra dessas 20 palavras, não o escrevo para os demais, essa vez o escrevo para mim mesmo, é um dialogo unipessoal e é possível que muitos o creiam que é estéril, no que tento ordenar idéias e reflexionar sobre conceitos. Descobri que me afasta do ruído e me relaxa.</p>
<p>Creio que me agrega, e se alguém mais esta disposto a comparti-lo, ótimo: bem vindo ao clube.</p>
<p>A superação é o poder de romper os limites vitais que estão objetivamente predefinidos para você. Creio que há poucas coisas mais bonitas que conseguir isso. Talvez por isso conceitualmente a superação esteja mas empregada, é muito difícil ver uma ação de superação pessoal. Se olhar para trás, não encontro um só feito na minha vida em que tenha quebrado essa barreira. Creio que há momentos que dei o máximo, que me aproximei, que objetivamente pude fazer algo mais ou menos bem, mas francamente não lembro uma só frame de minha vida que possa marcar, no qual eu acredite que não foi possível “esse pouquinho mais” que marca a diferença.</p>
<p> Superar-se é ser Derek Redmon. É trabalhar e focalizar algo, o que seja, durante toda uma vida, trabalhar duro durante anos, y quando chegado o momento ainda que todo caia pelo chão, ainda que algo suceda adaptar-se. Esse algo é a motivação chave que te faz superar e te faz passar à historia.</p>
<p>Derek Redmon era um atleta britânico, um atleta mais. Trabalho duramente por 4 anos para conseguir a marca de 45 segundos, os que correria nos Jogos Olímpicos de Barcelona de 1992. Focalizar tua vida, sua carreira nesse caso como atleta, em 45 segundos já é por si só um esforço generoso e enorme risco. O inesperado, a desgraça, possivelmente provocada pela tensão do momento, fez com que Derek fosse muito mais que um atleta.</p>
<p>A metade da corrida, Derek se lesionou um tendão, caindo e sentindo uma enorme dor. O mundo caia encima dele, anos trabalhando para esse momento e em meio, a maior das desgraças, mas sofrendo e com dor soube levantar-se com a ajuda do seu pai que pulou do publico, e com dor e já correndo uma corrida diferente, cruzou a linha de chegada em meio a enorme ovação do publico em pé. Não sei se ganharia ou perderia,  a quem lhe importa? O obstáculo o fez se superar, superar a frustração, vencer a dor, encontrar a motivação e se recrear nela. Ainda que possivelmente não foi consciente naquele momento. Derek Redmon ganhou essa corrida, e ainda hoje, 17 anos depois, continua sendo lembrado.</p>
<p>Quando um necessita essa motivação extra e necessita se encontrar para assim poder se superar, ver este vídeo uns minutos como Derek pode ajudar.</p>
<p style="text-align: center;"> <object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Nifq3Ke2Q30&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=es&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/Nifq3Ke2Q30&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=es&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
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		<title>A educação morreu; chega a evolução do e-learning</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 09:15:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>“O problema de nossos tempos é que o futuro já não é o que era “</strong> (Paul Valery, ensaísta e poeta Frances).</p>
<p>2.015 não é um horizonte longínquo e, sem dúvida, a evolução tecnológica fará que tão somente dentro de uns cinco anos a forma que educamos e aprendemos mudará radicalmente. Nesse cenário, os alunos de Educação Infantil como em qualquer centro se especializarão em trabalhos que ainda não existem e utilizarão diariamente a tecnologia, que em muitos casos, ainda hoje não foi inventada.</p>
<p>É um cenário complexo e requereram de uma total adaptação a esse novo meio por parte dos centros, dos docentes, dos pais e de muitos dos modelos educativos que, a dia de hoje são discutíveis.</p>
<p>Diariamente, um profissional espanhol de perfil médio recebe uns 150 mensagens e impactos originados por outras pessoas mediante as diferentes plataformas tecnologias atuais. Em 2015 serão mais de 350 impactos diários recebidos pelo nosso querido professor e uma alta porcentagem deles serão estímulos gerados pela própria tecnologia em primeira pessoa, sem intervenção de um ser humano, de uma forma totalmente autônoma. Todos coincidimos em compartir que muito possivelmente hoje não poderíamos assumir tal quantidade de estímulos e informação, nossos filhos o farão.</p>
<p>Dizia o prestigioso guru e palestrante, expert em e-learning, Marc Prensky que “<em>os alunos mudaram de forma radical; já não são as pessoas para as quais foi desenhado nosso sistema educativo</em>”. Acredito que não podemos estar mais de acordo com ele. Esse cenário já é real, mas se fará mais evidente em muitos poucos anos e essa brecha criada entre um sistema educativo paralisado e seus alunos 2.0 crescerá exponencialmente nos próximos anos, até o ponto de que o sistema educativo atual, tal e como concebemos, carecerá completamente de sentido.</p>
<p><strong>Nativos Digitais</strong><br />
Em breve, os nativos digitais nascidos a partir de 1985 serão as vértebras de uma nova sociedade que criará a ruptura de gerações como jamais antes na historia da humanidade havia ocorrido, e nunca num espaço de tempo tão curto. Assim, veremos como durante muitos anos conviveremos com duas gerações: os filhos do Baby Boom e os nativos digitais, só nos separaram trinta anos, seremos tão próximos e ao mesmo tempo tão distantes&#8230;</p>
<p>Os nativos digitais respondem e aprendem de estímulos que seus predecessores nem sequer conseguiram compreender; evoluem rápido, não compreendem o conceito da tecnologia, já que para eles a tecnologia não existe, a tecnologia “é”, nasceram com ela, são mais rápidos, mais criativos, mais abertos e interagindo de outra maneira muito diferente às gerações anteriores. Falamos de uma geração que não observa e aprende; simplesmente participa, comparte, interatua.</p>
<p>Vamos conhecer uma geração que viverá a maior parte da sua vida baixo o conceito de “conexão total”, conectividade entre os indivíduos, conectividade na Internet, e também num cenário muito próximo, desenvolverão a conectividade da pessoa com as máquinas inteligentes ao seu entorno. É uma geração que nunca compreenderá o que é um telefono; o primeiro terminal de comunicação que terão em suas mãos e possivelmente muito cedo, será um avançado dispositivo tipo Smarth-phone, onde a comunicação que realizarão não se parecerá muito ao nosso querido “Alô, sou o Edu. Feliz Natal” &#8211; que apesar de nos tocar o coração &#8211; para essa nova geração de nativos digitais, terá muito que ver com as limitações atuais do mundo em que vivemos.</p>
<p>A revolução do e-learnign 2.0 chegará aos colégios de nossos filhos, que viverão uma reestruturação similar ao que a Internet viveu com as novas tecnologias e a aparição da web 2.0. O aluno não será um receptor passivo da mensagem, mas sim interatuará com ela, mudando o rol do educador, fazendo com que participe da comunicação, que deixará de ser um canal unidirecional para se converter num novo meio, que incentiva e estimula o alto rendimento intelectual e revoluciona a mensagem de aprendizagem.</p>
<p><strong>Internet, um novo professor</strong><br />
O lugar natural de um professor passa a ser o de um imigrante diante dos seus alunos, pois desde cedo serão experts em tecnologias e poderão manifestar um rol de relativa superioridade no uso das ferramentas técnicas mais comuns no entorno escolar, que para eles serão tão simples e acessíveis como complicadas para nossos mestres.</p>
<p>O conceito de exposição e aprendizagem escolar, realizando duas ou três perguntas diárias a um mentor, mudará radicalmente com a aprendizagem digital. Os alunos farão centenas de perguntas ao dia através de um motor de busca na Internet, que saciarão e retroalimentarão a inteligência e ânsia de informação do aluno, forçando a um crescimento intelectual nunca antes experimentado.</p>
<p>Atualmente se realizam três bilhões de buscas diárias no Google. Em 2015 se estima que serão cerca de nove bilhões de buscas diárias de informação.<br />
A principal reflexão que podemos extrair é que o modelo tradicional educativo, o modelo “broadcasting”, desaparece e o mais importante e a conversação, aprender interatuando e não observando. Essas mudanças exigirão uma mudança formativa sem precedentes do corpo docente e diante do qual todos devemos estar preparados.</p>
<p>O guia da informação e aprendizagem de um aluno não será seu professor, será Internet. O professor exercerá um rol de moderador nessa aprendizagem entre aluno e seu meio natural: a rede. Conceitos como os livros de texto e os cadernos de trabalho não só existirão, como que carecerão de toda lógica e será muito difícil defender sua necessidade nos próximos 10 ou 15 anos.</p>
<p><strong>Em que situação fica a geração anterior diante desse novo cenário?</strong><br />
Somos os primeiros a ter filhos nativos digitais, careceremos de referencias e experiências pessoais validas que nos podem orientar nessa situação. O modelo anterior não serve, necessitamos encontrar e criar nossas próprias referências pessoais, que previsivelmente darão forma a um novo modelo, que pode ser de orientação, e depois será avaliado e adaptado pelas gerações que virão.</p>
<p>O modelo familiar deveria passar de ser “protetor e repressor” diante dos estímulos tecnológicos para se converter num modelo aberto e participativo que favoreça o estimulo para as novas tecnologias. A família deve ajudar nesse labor de intermediação na informação que se recebe, moderando e relativizando os conteúdos, ajudando a consumir informação com um ponto de vista critico, forçando a equilibrar o tempo físico e digital, buscando um equilíbrio emocional e moral no uso das novas tecnologias, e adaptando a nós mesmos, seus progenitores, a um meio que já hoje em dia está mudando o mundo.</p>
<p><strong>O novo rol dos centros de ensino</strong><br />
A escola passará a se ruma comunidade colaborativa que potenciará e moderará o aprendizado, dentro de um ecossistema de informação que aprende e comparte elementos, interatua e mantém num mesmo rol o aluno e o professor.</p>
<p>A escola do século que vem cruza os limites fixos e leva o aprendizado a um conceito 24&#215;7, no qual o aluno recebe estímulos, interatua comparte e aprende, dentro e fora das aulas por igual, os sete dias da semana e a todas as horas. A educação não se escreve a um espaço físico fechado, a escola é uma rede social de pessoas que inter-relacionam umas com as outras em qualquer momento, a escola não e um lugar, é um sistema acessível desde qualquer lugar e desde múltiplos suportes tecnológicos ao mesmo tempo em que já se conhece como “aula aberta digital”</p>
<p>Aproxima-se um tempo fascinante, onde as graves deficiências educativas atuais desaparecerão, tentemos não desaparecer com elas por não querer entender essa nova espécie: os nativos digitais.</p>
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		<title>Os 10 + 1 mandamentos</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 10:14:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Na realidade não são 10, são 11. Gostei muito de ler. Gosto da figura de Bill Gates, acredito que com o tempo essa imagem de tirano dos 90 foi desaparecendo e se ajustando à realidade, ficou o da pessoa; brilhante, empreendedora e terrivelmente generosa.</p>
<p><strong>Nos anos 90 “Mocosoft e Enganofonica”, como as conhecíamos, eram os nexos da união de muitos jovens</strong> rebeldes que começava, a ter atividade na Internet, e muitas vezes, naqueles anos se podia fazer pouco mais que se rebelar contra algo. Penso que Microsoft atuou durante anos com uma prepotência sem limites. Agora, com números fracassos, baixou um pouco o topete e como alguém me falou outro dia e é um sentir cada vez mais geral no setor: “<strong>Os da Microsoft dentro de uns anos parecerão irmãzinhas de caridade perto da Google. </strong></p>
<p>Concordo.</p>
<p>Passou muito tempo e olhando para trás penso que uma empresa como telefônica preferia envelhecer com uma figura como a de Bill Gates dando sombra. É a sorte que tem Microsoft. Reio que a figura do homem superou a imagem da companhia. Não esqueçamos que Bill Gates demonstrou ser o maior filantropo do mundo.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-656" title="10-mandamientos" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2009/09/10-mandamientos.jpg" alt="10-mandamientos" width="400" height="354" /></p>
<p>Essas frases me fazem pensar e são as chaves que Bill Gates dedica a sés filhos, e muitas delas me parecem tremendamente aplicadas por seu valor e sua experiência a muitos de nos e ao mundo da empresa e da tecnologia.</p>
<p>1. A vida não e justa, acostume-se com isso.</p>
<p>2. O mundo não se importa com sua auto-estima. O mundo esperará que consiga algo, independentemente de que não se sinta bem com você mesmo. 3. Não ganhará 5.000 dólares mensais logo quando saia da universidade e não será um vice-presidente até que seu esforço haja ganhado ambas vitorias.</p>
<p>4. Se você pensa que seu professor é duro espera ter um chefe. Esse sim não terá vocação para ensinar nem paciência requerida.</p>
<p>5. Dedicar-se a cozinhar hambúrgueres não tira sua dignidade. Seus avôs tinham uma palavra diferente para descrevê-lo: chamavam de oportunidade.</p>
<p>6. Se você dá um fora, não é culpa dos seus pais, assim que não chore por seus erros: aprenda com eles.</p>
<p>7. Antes de nascer, seus pais não eram tão “entediantes” como são agora. Eles começaram a ser por pagar suas contas, limpar sua roupa e te escutar falar da nova onda em que você esta. Assim que, antes de empreender sua luta pelas selvas virgens contaminadas pela geração dos seus pais, inicia o caminho limpando as coisas da sua própria vida, começando pelo seu quarto.</p>
<p>8.  Na escola podem ter eliminado a diferença entre ganhadores e perdedores, mas na vida real não. Algumas escolas já não perdem alôs letivos e te dão a oportunidade que necessite para encontrar a resposta correta dos seus exames e para que suas tarefas sejam cada vez mais fáceis. Isso não tem nenhuma semelhança com a vida real.</p>
<p>9. A vida não se divide em semestres. Não terá férias de verão largas em luigares longes e muito menos chefes que se interessam em te ajudar que encontre seu eu. Tudo isso terá que fazê-lo, se quiser, em seu tempo livre.</p>
<p>10. A televisão não é a vida diária. Na vida cotidiana, as pessoas de verdade têm que sair da cafeteria, do filme, para ir trabalhar.</p>
<p>11. Seja amável com os “nerds” (eu fui um deles). Há muitas probabilidades de que termine trabalhando para um deles.</p>
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		<title>Um vídeo que você tem que ver SIM ou SIM</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 08:39:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Não o conhecia, mas se você é empreendedor, se você é um sonhador, ou simplesmente tem ilusões de futuro na sua vida, esses dois vídeos que totalizam aproximadamente 14 minutos são imprescindíveis.</p>
<p>É possível que no passado esses largos 14 minutos me dariam preguiça, que não passe o mesmo com você, serão os 14 minutos mais bem aproveitados da sua vida.</p>
<p>Steve Jobs, fundador da Apple e Pixar, abertura do curso Stanford 2005 (legendas em português):</p>
<p style="text-align: center;"> <object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/yplX3pYWlPo&amp;hl=es&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/yplX3pYWlPo&amp;hl=es&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p style="text-align: center;"> <object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ksoo-G_YB2o&amp;hl=es&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/ksoo-G_YB2o&amp;hl=es&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
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		<title>Não me faça isso</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 08:55:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Teve certa repercussão meu post “Não compre mina publicidade, mas me respeite, caramba!”, no qual eu falava e denunciava a atitude de desapreço que em ocasiões recebemos nesse meio, assim como pedia dignificação da publicidade online. Tanta que inclusive uma das pessoas que mais sigo dentro do mundo das Relações Publicas como Octávio Rojas respondeu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Teve certa repercussão meu post “<a href="http://www.alejandrosuarez.com.br/2009/07/ok-nao-compre-minha-publicidade-mas-me-respeite-caramba/" target="_blank">Não compre mina publicidade, mas me respeite, caramba!</a>”, no qual eu falava e denunciava a atitude de desapreço que em ocasiões recebemos nesse meio, assim como pedia dignificação da publicidade online.</p>
<p>Tanta que inclusive uma das pessoas que mais sigo dentro do mundo das Relações Publicas como Octávio Rojas respondeu com outra nota no seu blog “Te respeito, publica?”</p>
<p>Creio que esse completara uma trilogia sobre o tema <img src='http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>A relação entre as agencias de Publicidade/Meios e relações Publicas e o mundo online são confusas, e muitas vezes há desapreço como eu trata de denunciar o outro dia, mas também muitas outras vezes desconhecimento.<br />
Por isso escrevo essas linhas, com objetivo de que possam servir às agencias para saber o que nos desagrada e como “não entrar”.</p>
<p>É claro que não sou ninguém para estabelecer um decálogo de boa práxis e esta é só minha opinião, que sem nenhum tipo de duvidas será pontuada, corrigida e melhorada nos comentários.</p>
<p>Muitas vezes desde as agencias nos vêem como uns “paranóicos do spam, ególatras e uns moleques aos que lhes incomoda tudo”. Bom, pois chegando a esse ponto, isso é provavelmente o que molesta a alguns moleques ególatras:</p>
<p><strong>- Não minta:<br />
</strong>Cada vez que recebo um email de uma agencia de relações Publicas por algo que publicamos na que me dizem que querem saber o trafego do blog que o publicou “com o objetivo de valorizar futuras campanhas”: sei que não é assim. É para seu clipping e dar dados de trafego e marcar um ponto com o cliente. O diretor de uma conhecida agencia de relações publicas me dizia outro dia “Ah&#8230;, é que dizer isso já não funciona?” A resposta é clara: não, não funciona e te faz ficar mal. Não minta.</p>
<p><strong>- Dirija-se a mim pessoalmente: demonstre que sabe quem sou e o que faço:<br />
</strong>Você se dirige a mim, me pede colaboração, mas não distingue do que é um blog comercial, por exemplo de nossa rede de blogs <a href="http://www.ocio.net" target="_blank">Ócio Networks</a>, onde SIM vendemos publicidade, de um blog pessoal como este, no qual NÃO se aceita publicidade e falo das minhas coisas, projetos e idéias. Se não entende isso, que é básico, o dialogo será impossível; você vai acabar me ofendendo quanto seja cansativo insistindo em que escreva algo a nivel pessoal. Eu NÃO ESTOU à venda. O que sim esta a venda é a publicidade nos meus suportes comerciais. E você deverá distinguir que é um suporte comercial e o que é um blog profissional. Distingue a pessoa do produto.</p>
<p>Creio que passou suficientes meses como para poder contá-lo&#8230;Espero que não me puxem as orelhas por fazê-lo&#8230;Faz alguns meses que uma agencia de publicidade me ligou para perguntar se “estaria disposto a escrever em primeira pessoa” a nova campanha de branding de uma conhecida marca de refrigerantes de extratos de coca-cola) nesse blog. Deixou-me um pouco perplexo porque esse não é um espaço comercial e nesse caso sabiam perfeitamente e não lhes importava, mas queriam saber se eu aceitaria a possibilidade já que comento campanhas e ponho vídeos as vezes.</p>
<p>Ou seja, a pergunta era se minha opinião estava à venda. Muito educadamente respondi o único que posso dizer. Que se gosto da campanha a comentarei como comento outras, e as dessa marca costumam me agradar&#8230; Mas ainda que o fizesse não aceitaria dinheiro por isso. A campanha saiu a 2-3 semanas depois e lembro que a vi em casa e segui os comentários de Twitter de pessoas como Enrique Burgos que acredito lembrar que comentou que à sua mulher havia emocionado. Eu gostei, mas esperava mais e fiquei algo decepcionado. Não publiquei nada.</p>
<p><strong>- Não me peça permissão para me mandar “merda”:</strong><br />
Não me peça por email para me mandar notas de imprensa r quando te dou não me mande merda. Manda-me notas de imprensa relevantes para meu trabalho e que sejam defendíveis. Se uma vez que te digamos sim e acredite estar autorizado a nos enviar são para coisas intranscedentes e de outras temáticas nos fará perder tempo.</p>
<p>Você não necessita permissão para me enviar coisas, mas ao blog de motor, por exemplo, envie informação e RELEVANTE, se cada vez que seu cliente, uma marca de pneu, muda um preço o lança uma nova roda nos envie e gere lixo (dezenas de emails por dia), obviamente nem abriremos seus emails.</p>
<p><strong>- Se te interessamos, cuide de nós:<br />
</strong>Imaginemos que te interessa nosso blog de telefonia e nos pede uma demo do teu produto, este é um caso real e dedico aos meninos responsáveis pela comunicação de Samsung. Te pedimos não uma, nem dois, nem três vezes prová-lo, mas sim alguma mais. Recebemos uma resposta tipo “vai publicando, que nos próximos dias vocês poderão ver o terminal de provas”. Jamais nos ligaram para experimentá-lo e isso se repete dezenas de vezes. Não cuida da gente e nos engana, você pensará que somos tontos porque a primeira ou segunda vez publicamos algo para você. Acredite, deixaremos de fazê-lo, não é serio com a gente, não nos deixe falando sozinhos, diga a verdade sempre.</p>
<p>Nesse aspecto há temas que estão claros. Não pode pedir uma review de um videogame que não nos manda por exemplo. Ou o distribui ou nos ligue para que mandemos alguém aos seus escritórios para prová-lo. Se quiser comunicar necessitará material de trabalho e não somente sua nota de imprensa.</p>
<p><strong>- Respeita nossa opinião:</strong><br />
Opinamos de algum produto e não é exatamente o que sai na sua nota de prensa. O motivo é que “vende motos” com ela e não nos parece tal qual você o define. Que nos ligue e encha nosso saco para discutir é feio e estéril- Pode ser que estejamos errados, o usuário decidirá, mas respeite nossa opinião e não tente forçá-la. Nossa publicação é isso, nossa opinião.</p>
<p><strong>- Vendedores de influência</strong><br />
São engraçadas as agencias que vendem “influência”. Dizem AL cliente, que vão conseguir que os “bloggers mais influentes” ou que “centenas de blogs” falem da sua marca. Te cobram por isso e logo pretendem dar um “presentinho” a troca de uma publicação de algo, ou no pior dos casos organizam como vi no outro dia “ficadas de bloggers convidando a tomar umas cervejas”. É surrealista, é ofensiva e demonstra que não distingue as coisas. Em pouco tempo todo mundo terá seu blog o twitter. A quantidade não é o que busca, que 50 garotos publiquem algo e escrevam no seu blog porque beberam umas cervejas com você não é o mesmo que pode te vender gente séria.</p>
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