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	<title>Alejandro Suárez blog profissional &#187; Internet</title>
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		<title>O lado escuro da rede</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Oct 2011 10:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Essa matéria foi publicada na coluna da revista Pequenas Empresas &#38; Grandes Negócios Ninguém duvida da crescente importância da Internet em nossas vidas. Porém, junto ao calor das luzes que nos trazem os avanços tecnológicos aparecem muitos problemas associados. Os vírus, os troyanos, o spam, problemas de segurança e o cyber-crime são algumas das principais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-993" title="O lado escuro da rede" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2011/10/O-lado-escuro-da-rede-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></p>
<p>Essa matéria foi publicada na coluna da revista <strong>Pequenas Empresas &amp; Grandes Negócios</strong></p>
<p>Ninguém duvida da crescente <strong>importância da Internet</strong> em nossas vidas. Porém, junto ao calor das luzes que nos trazem os avanços tecnológicos aparecem muitos problemas associados.</p>
<p>Os vírus, os troyanos, o spam, problemas de segurança e o <strong>cyber-crime</strong> são algumas das principais agressões que podemos sofrer quando estamos conectados à Internet.</p>
<p>Dentro do Seminário de ASIMELEC “A Convergência nas TIC”, o diretor de Segurança da Arsys, <strong>Olof Sandstrom</strong>, assegurava que o cyber-crime transformou-se numa das <strong>principais fontes de ingressos na Internet</strong>. Por outro lado, a extorsão, os ataques programados, os roubos de informações sigilosas e as estafas, ainda que não seja o habitual na rede, existem e devemos tomar as devidas precauções.</p>
<p><strong>SPAM e PISHING, o grande negócio do Leste</strong><br />
Uma ameaça igualmente incômoda e aparentemente venial é o correio eletrônico não desejado ou spam. Ainda que, à primeira vista, possa parecer-nos inocentes, devemos saber que um alto percentual desses emails está altamente relacionado com atividades ilícitas e delitivas, especialmente no leste da Europa, já que nesses países o controle sobre estas práticas é quase inexistente.</p>
<p>Qualquer heavy-user da Internet, ainda que seja extremamente cuidadoso com seus dados pessoais e/ou direção de email, recebe<strong> dezenas de emails publicitários não desejados a cada dia.</strong> Muitos destes usuários não compreendem o motivo do envio dessas mensagens, já que nunca lhes dá muita atenção, mas há uma razão estatística muito poderosa: 1 em cada 10.000 mensagens provoca uma venda, um incauto que se interessa e essa é uma estatística que retroalimenta o negócio ilimitadamente.</p>
<p>Nos princípios do novo milênio, o spam tinha como objetivo basicamente promover conteúdos sexuais. A evolução nos trouxe cassinos, contatos pessoais e a última onda &#8211; que leva dois ou três anos de apogeu &#8211; é a <strong>venda de medicamentos</strong>, muitas vezes falsos, baseados no Viagra, Cialis e outras substâncias.</p>
<p>Outro dos maiores perigos para usuários experientes encontra-se no <strong>pishing</strong>. Esta é uma modalidade de ataque que se baseia na engenharia social para ganhar acesso a nomes e passwords de usuários, contas bancárias ou cartões de credito. Nos últimos anos, foram reduzindo os ataques e estes se aperfeiçoaram de uma maneira realmente assombrosa, chegando ao ponto de que inclusive os autênticos experts duvidassem numa primeira instância ao receber um email ou visitar uma página comprometedora. É possivelmente, o maior perigo que enfrentamos ao navegar pela Internet nesses momentos.</p>
<p><strong>Precauções Simples:</strong><br />
Sempre devemos tomar algumas precauções no nosso dia a dia, para evitar ter problemas, ainda que a chave de tudo seja ter sentido comum e prudência diante dos estímulos que recebemos da rede. Algumas vezes, ter ferramentas de proteção atualizadas não nos garante segurança.</p>
<blockquote><p>Não abra emails num idioma estranho, nem de desconhecidos. Se o faz, tenha cuidado extremo ao clicar em cada link;<br />
Se receber mensagens de uma página pedindo dados pessoais, desconfie ainda que seja usuário da mesma;<br />
Jamais introduza um nome de usuários e/ou password numa página não segura ou cifrada (conexão HTTPS e ícone do cadeado ativo no navegador);<br />
Tenha especial cuidado com os acessos que autoriza nas redes sociais;<br />
Procure não navegar em páginas potencialmente perigosas, como paginas de cracks, de adultos; pode haver surpresas escondidas no código fonte. Seja prudente;<br />
Comprove na barra de navegação que a url corresponde ao look and feel da pagina que está visitando. Uma simples letra errada pode ser indicio de pishing;<br />
Conte com um antivírus atualizado e que monitore toda sua atividade;<br />
Atualize seu sistema operacional regularmente. Uma vez por semana é o ideal. Se seu navegador web tem opção de detecção de pishing, deixe-a ativa;<br />
Sempre que vir algo estranho: avise. Isso pode ajudar na segurança dos demais.<br />
Gere senhas seguras. Procure misturar cifras e letras, sempre escolha ao menos oito caracteres e varie maiúsculas e minúsculas.</p></blockquote>
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		<title>Os aplicativos para celulares e suas plataformas de vendas</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jul 2011 11:44:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[android]]></category>
		<category><![CDATA[android market]]></category>
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		<description><![CDATA[Essa matéria foi publicada na coluna da revista Pequenas Empresas &#38; Grandes Negócios. Há alguns dias, soubemos que o sistema operacional Android é líder do mercado dos smartphones, com uma fatia de 42% do segmento. Grande parte desse resultado é devida a um maior número de terminais móveis com esse sistema, superando o iPhone. Isso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa matéria foi publicada na coluna da revista <a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI249378-17141,00-OS+APLICATIVOS+PARA+CELULARES+E+SUAS+PLATAFORMAS+DE+VENDAS.html" target="_blank">Pequenas Empresas &amp; Grandes Negócios</a>.</p>
<p>Há alguns dias, soubemos que<strong> o sistema operacional Android é líder do mercado dos smartphones</strong>, com uma fatia de 42% do segmento. Grande parte desse resultado é devida a um maior número de terminais móveis com esse sistema, superando o iPhone. Isso porque, hoje em dia, é difícil estar em um restaurante ou em uma reunião de negócios e não ver ao menos três ou quatro telefones da Apple em cima da mesa.</p>
<p>Os aplicativos para smartphone, tanto para iPhone como para Android, permitem não ter que sempre levar notebooks às reuniões. E o mais importante: <strong>estar conectado ao nosso entorno permanentemente, graças às redes sociais, conexões de intranet e serviços a empresas</strong>. São soluções que facilitam cada vez mais a vida dos usuários e que exigiram muitas horas de desenvolvimento, além de muito investimento.</p>
<p>Há pouco tempo, perguntaram-me sobre a<strong> viabilidade de fazer negócio com os smartphones</strong>, desenvolvendo aplicativos próprios ou para terceiros. Levei alguns dias pensando no assunto.</p>
<p>Tanto a nova loja de aplicativos da Nokia e da Microsoft – que irá se chamar Nokia e eliminará as atuais Ovi e Windows MarketPlace – quanto a AppStore, da Apple, e o Android Market têm um funcionamento muito similar e <strong>compartilham a ideia de dividir benefícios. São 70% para o desenvolvedor e 30% para a loja</strong>. O desenvolvedor, para poder estar presente na loja on-line, deverá pagar uma pequena inscrição anual, que lhe dará a oportunidade de dispor de um pequeno número de aplicativos.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-983" title="Os aplicativos para celulares e suas plataformas de vendas" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Os-aplicativos-para-celulares-e-suas-plataformas-de-vendas.jpg" alt="" width="348" height="200" /></p>
<p>Em 2011, a previsão é de faturamento de vários milhões, com incrementos anuais próximos aos 80%, que <strong>crescerão notavelmente em 2014.</strong> Diante desse panorama, não era de se estranhar que aparecesse uma única plataforma de e-commerce no cenário.</p>
<p>A Amazon.com apresentou no fim de março seu novo serviço de download de aplicativos para plataformas Android, chamado Amazon Appstore. Ele chega para competir diretamente com o Android Market. Não tem igualdade de condições, mas conta com uma grande vantagem: o<strong>s usuários têm a possibilidade de provar os aplicativos antes de pagá-los, </strong>sem a necessidade de baixá-los nos terminais, mediante um simples simulador via web.</p>
<p>A gigante do varejo on-line chega com novas formas de entender o marketing para o usuário, com aplicativos exclusivos, softwares pagos, softwares grátis por um dia e outros movimentos agressivos,<strong> cujo objetivo é roubar mercado do Android Market</strong>, o que me permite imaginar um novo cenário em pouco tempo.</p>
<p><strong>O desenvolvimento de um jogo ou um aplicativo para iPhone pode levar em media 3 ou 6 meses para sua finalização</strong> e ter custos medianos. Dependendo do valor final que atribuiremos ao nosso app, ele deve gerar um número elevado de downloads para poder cobrir seus gastos. Sendo assim, o negócio é interessante para as grandes lojas, mas não é igualmente vantajoso para as demais. Não duvido que determinados killer apps tenham altos benefícios, mas podemos contá-los, e não passam de 25.</p>
<p>Entretanto, <strong>no ano de 2015, deveremos apostar nos aplicativos móveis</strong>, tanto os pagos como os que geram ingressos de publicidade. Enquanto isso, rezemos para que apareça uma plataforma única para venda de aplicativos que permita que seja rentável o desenvolvimento a curto prazo.</p>
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		<title>O valor de um domínio</title>
		<link>http://www.alejandrosuarez.com.br/2011/04/o-valor-de-um-dominio/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Apr 2011 10:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Domínios.COM]]></category>
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		<description><![CDATA[O mais importante na hora de conseguir um espaço no grande universo da Internet é encontrar um bom nome de domínio. Parece uma tarefa fácil, entretanto, vem causando dor de cabeça em inúmeras pessoas que desejam aventurar-se na rede. Para começar, faz-se necessário conhecer algumas pautas para escolher o tão desejado, e ao mesmo tempo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mais importante na hora de conseguir um espaço no grande universo da Internet é<strong> encontrar um bom nome de domínio</strong>. Parece uma tarefa fácil, entretanto, vem causando dor de cabeça em inúmeras pessoas que desejam aventurar-se na rede.</p>
<p>Para começar, faz-se necessário conhecer algumas pautas para escolher o tão desejado, e ao mesmo tempo, temido nome. Por exemplo, deveríamos <strong>escolher um nome simples de recordar e que, além disso, possa ser facilmente encontrado nos primeiros resultados dos principais buscadores da rede.</strong> Descobrir a palavra chave que defina o seu negócio é algo primordial, desse modo, a apelação tem que estar relacionada com o produto que você deseja promover.</p>
<p>Os domínios que melhor se comportam nesse sentido são os<strong> genéricos</strong>, que definem uma atividade econômica ou produto. Além disso, o que para os diretores da empresa ou empresário é uma denominação adequada, também deve ser para o visitante da web. O nome do nosso site deve contar com um diferencial para que o internauta se interesse pela página. Lembrando que a escolha de um domínio genérico não é sempre sinônimo de sucesso empresarial.</p>
<p><strong>Conhecer nosso publico objetivo é uma qualidade que todo empresário deve saber.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-972" title="O valor de um domínio" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2011/04/O-valor-de-um-domínio.jpg" alt="" width="348" height="261" /></p>
<p>O genérico <strong>permite uma rápida associação</strong> do site a um determinado produto e/ou serviço, com o qual criamos nossa marca e que funciona como elemento chave para que o usuário lembre-se do site. Os nomes genéricos como futebol, jogos ou cozinha conseguem que, quanto maior a quantidade e qualidade dos dados contidos neles, maior será sua credibilidade e posicionamento.</p>
<p>Para chegar a ser conscientes da titularidade de um nome ou domínio associado à marca ou denominação social de uma empresa é necessário entender que o domino não só ajuda a criar uma via com nossos clientes fixos (Internautas assíduos do setor no qual estamos especializados), mas também abrimos um novo acesso a todos e cada um dos usuários que se conectam a rede para acessar a novos produtos ou serviços.</p>
<p>Assim, um grande leque de opções se abre ante a criação desse nome. Nesses últimos anos apareceram domínios cujo preço superou os 10 milhões de dólares como sex.com – 14 milhões de dólares (janeiro de 2006), games.com &#8211; 10.7 milhões de dólares (março 2006). Juegos.com – 10 milhões de dólares (Junho 2007) e os <strong>sete seguintes desse TOP dos 10 domínios mais caros do mundo</strong>:  Fund.com – 9.99 milhões de dólares (março 2008), Porn.com 9-9.5 milhões de dólares (março 2007), Business.com –7.5 milhões de dólares (novembro 1999), Diamond.com 7.5 milhões de dólares (maio 2006), Beer.com – 7 milhões de dólares  (2004) e Casino.com – 5.5 milhões de dólares (outubro 2003).</p>
<p>Ter um bom<strong> domínio.com</strong> é fundamental na hora de lançar um produto, marca ou serviço. Há muitos experts que opinam que todos os bons domínios já estão registrados. Mas sempre aparece um que nos surpreende e que aparece nesse ranking dos mais desejados. Aceitam-se propostas para saber qual será o seguinte.</p>
<p>O primeiro que o registre e depois venda, <strong>mudará de vida.</strong></p>
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		<title>A pirataria também chegou à tinta eletrônica</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Jan 2011 15:16:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
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		<category><![CDATA[pirataria]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse texto faz parte de uma tribuna publicada pelo jornal espanhol Dossier Empresarial O mundo editorial esta alarmado. Como já aconteceu antes com a música e a indústria cinematográfica, pirataria também chegou aos livros e em tempo recorde. Durante os seis primeiros meses de esse ano os downloads de livros  não autorizadas duplicaram a respeito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-950" title="A pirataria também chegou à tinta eletrônica" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2011/01/A-pirataria-também-chegou-à-tinta-eletrônica.jpg" alt="" width="366" height="242" /></p>
<p>Esse texto faz parte de uma tribuna publicada pelo jornal espanhol <strong>Dossier Empresarial </strong></p>
<p><strong>O mundo editorial esta alarmado</strong>. Como já aconteceu antes com a música e a indústria cinematográfica, pirataria também chegou aos livros e em tempo recorde. Durante os seis primeiros meses de esse ano os downloads de livros  não autorizadas duplicaram a respeito ao ultimo trimestre do ano passado, passando do 19% do total do mercado a mais de 35%. A aparição de novos suportes para o livro eletrônico, como o e-reader ou os tablets como o Ipad da Apple, foram determinantes para este crescimento dos downloads ilegais, segundo afirma o próprio setor editorial.</p>
<p>Mas não é unicamente este fator o que influiu no <strong>aumento da pirataria</strong>, estamos na era da comunicação instantânea e global, onde a internet é usada comum e habitualmente por quase todos os setores da população e onde a proliferação das redes sociais, como por exemplo, o Twitter ou Facebook, fizeram que a informação seja recebida de maneira imediata. O livro de papel tradicional ficou obsoleto, principalmente para as novas gerações acostumadas a esse <strong>ritmo frenético de informação.</strong></p>
<p>Se bem que é certo qu as grandes editoriais foram incorporando uma maior infra-estrutura para realizar downloads de alguns dos seus livros, nesses momentos é <strong>ainda insuficiente,</strong> já que não se incorporou a grande quantidade dos títulos dos quais dispõe a editorial e a demanda dos textos é maior que a própria oferta, com o qual o usuário opta por realizar downloads ilegais. Outro fator determinante é que, no momento, o preço do livro baixado de internet é muito caro, fazendo com que o usuário acuda a sistema gratuitos graças aos quais, ainda que de fomra ilegal e qualidade duvidosa, possibilitam a <strong>aquisição dos textos de maneira imediata.</strong></p>
<p>O alarme gerado no setor editorial <strong>tem bastante fundamento</strong>, pois o que inicialmente esperávamos que fosse uma nova fonte de dinheiro esta se transformando em uma fonte de problemas e se estima<strong> perdas que poderão rondar os 400 milhões de euros d</strong>urantes esses seis meses. A tecnologia chegou para ficar, ainda que mais tarde, no mercado do livro, e desde o momento no qual baixaram os preços dos dispositivos para livros eletrônicos, os downloads ilegais dispararam.</p>
<p>As editoriais, <strong>longe de reagir ao respeito de uma forma realista</strong>, ajustando os preços e buscando outras fontes de ingressos aprendendo dos erros passados no setor de musica e cinema, só sabe chorar e reclamar com o Ministério da Cultura. O avance da tecnologia alcançou a todos os setores culturais e ainda que o valor do livro de papel seja indiscutível, não podemos ficar unicamente com a visão romântica do mesmo. A resposta deve ter como objetivo criar novas formas de negocio a partir dos downloads, potenciando o lado comercial, sem que percam as editoriais, nem usuários, nem autores.</p>
<p>O que não podemos negar é que o livro eletrônico é cada vez mais habitual e é fruto da evolução lógica de qualquer mercado. Mas isso leva a um lado menos amável, o dos downloads ilegais, onde se devem adotar <strong>medidas realistas e criativas que possam acabar com o problema. E é que pirataria também chegou à tinta eletrônica.</strong></p>
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		<title>Google paquera Twitter</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Dec 2010 10:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esse texto é uma tribuna publicada pelo Dossier Empresarial Durante esse ano, a rede social Twitter aumentou especularmente seu numero de usuários. Na atualidade 175 milhões de pessoas utilizam essa rede para se comunicar, ainda que o Facebook continue sendo a preferida dos internautas. Twitter, apesar de alguns falhos técnicos sofridos durante o ano, continua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse texto é uma tribuna publicada pelo Dossier Empresarial</p>
<p>Durante esse ano, <strong>a rede social Twitter aumentou especularmente seu numero de usuários.</strong> Na atualidade 175 milhões de pessoas utilizam essa rede para se comunicar, ainda que o Facebook continue sendo a preferida dos internautas. Twitter, apesar de alguns falhos técnicos sofridos durante o ano, continua com seu crescimento na rede de maneira lenta ainda que segura.</p>
<p>Em vista desse crescimento, Google poderia estar planejando a compra da rede social. Depois de seu fracasso que vem experimentando Orkut, o gigante da Internet poderia chegar a<strong> pagar a quantia de 5 milhões de dólares por esta compra. </strong>Ë que a companhia da Mountain View não tolera muito bem a concorrência na rede, e como já aconteceu com a Microsoft, tenta de todas as maneiras que estejam a seu alcance por frear o crescimento do Facebook e da sua popularidade.</p>
<p>Sem ir muito longe, faz alguns dias que Google modificou os temos de uso dos contatos de Gmail, <strong>impedindo que estes pudessem ser exportados â Facebook,</strong> por não contar com uma política de reciprocidade. Por sua parte, a rede social ofereceu aos usuários do Gmail uma solução alternativa que consiste em um link que permite enviar os contatos a um PC para depois subi-las à rede social.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-929" title="Google paquera Twitter" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2010/12/Google-paquera-Twitter-300x211.jpg" alt="" width="300" height="211" /></p>
<p>Mas essa guerra dos contatos não fica por ai, porque a resposta do Gmail foi pendurar um &#8220;cartazinho&#8221; dirigido ao usuário pelo qual pergunta <em>“tem certeza que você quer importar sua informação de contatos com teus amigos a um serviço que não vai te deixar fazê-lo?</em>” para o usuário o que importa é o serviço bem prestado e diante de tal piada poderia ter a opção de responder “<strong>tenho certeza que isso é um absurdo, me deixa em paz</strong>”</p>
<p>Facebook dispõe de 500 milhões de usuários e chegou a se situar como  a pagina mais vista, passando por cima do gigante da internet.</p>
<p>Google, fazendo uso da sua pratica habitual com os concorrentes quando vê em perigo sua situação predominante na rede, <strong>abandona seu rosto amigável,</strong> essa que estamos acostumados, deixa de lado seu “Don´t be evil” e Poe todos os meios que dispões para continuar sendo o único e melhor.</p>
<p>Se realmente ocorrer a compra do Twitter, o fracasso que teve Google com o lançamento da sua rede social ao mercado se eliminaria automaticamente e de quebra, deixa bem claro a Facebook quem manda na rede. Por outro lado, para Twitter suporia abandonar o segundo plano que ocupa atualmente n mercado das redes sociais. <strong>Se ao final a compra se concretiza seria sem duvidas proveitoso para ambas as companhias</strong> e já sabemos que onde o Google dá uma piscadinha&#8230;</p>
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		<title>A outra cara da moeda</title>
		<link>http://www.alejandrosuarez.com.br/2010/11/a-outra-cara-da-moeda/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Nov 2010 14:51:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esse texto é uma tribuna publicada no jornal espanhol Diario de Levante. Faz alguns dias que a popular marca de roupa norte-americana GAP decidiu mudar seu logotipo com o objetivo de dar um toque de sofisticação à empresa, variando a forma das letras e o cor do fundo. Essa mudança foi anunciada no site da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse texto é uma tribuna publicada no jornal espanhol Diario de Levante.</p>
<p>Faz alguns dias que <strong>a popular marca de roupa norte-americana GAP decidiu mudar seu logotipo </strong>com o objetivo de dar um toque de sofisticação à empresa, variando a forma das letras e o cor do fundo. Essa mudança foi anunciada no site da marca e na pagina que possui no Facebook, onde tem mais de 7254 mil faz e  recebeu 1.080 comentários contrários a essa medida. No Twitter ocorreu praticamente o mesmo e foi objeto de debate durante muito tempo.</p>
<p>Diante dessa<strong> campanha de protestos</strong> sem precedentes, a marca convidou seus faz a enviar novas propostas de desenhos de logo para, entre todos conseguir uma melhor imagem. Mas, estes tinham bastante claro que queriam o logo antigo, o que leva nas lojas mais de 20 anos. <strong>Finalmente e depois de uma semana de frenético debate na rede, a marca voltou a versão clássica do seu logo, não sem antes prometer aos seus seguidores que para as próximas atuações aprenderão dos seus erros.</strong></p>
<p>Todas essas reações fazem suspeitar que se trate de uma <strong>campanha de marketing </strong>orquestrada pela própria empresa. Sendo assim, deveríamos dar os parabéns ao inventor da estratégia, pois a marca esteve na oca de milhares de pessoas em questão de uma semana.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-921" title="logo gap" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2010/11/logo-gap.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>Tal é o poder que exercem as redes sociais de forma instantânea na emissão de opiniões que são capazes de conseguir que uma empresa de roupa retifique uma decisão que implica uma renovação de imagem, assim como uma inversão na inovação da própria marca. Se todas as opiniões emitidas através da rede sobre o produto ou marca fossem levadas em conta pelos diretores e empresários estaríamos diante de uma nova forma de controle de mercado das mãos do próprio usuário.</p>
<p>Se continuarmos assim, <strong>a demanda de um produto que receba através de internet não se conhecerá pelo volume de vendas, mas sim pelo numero de comentários que receba através de internet, </strong>inclusive antes de levá-lo ao mercado. E isso sim é um problema.</p>
<p>Os usuários das redes projetam seu desejo de converter suas marcas preferidas num bem de propriedade, elevando diante delas quando adotam decisões inovadoras e aproveitando que existe carta branca no uso dos comentários. <strong>A marca deve ser aceita pelo usuário como o que é: um serviço ou produto que oferece uma companhia que é propriedade de outros, não do usuário.</strong></p>
<p>As redes sociais devem ser uma ferramenta, um ponto de apoio para as marcas, uma ajuda orientada a melhorar o produto, mas nunca uma obrigação, pois isso indicaria uma perda total da identidade da marca.</p>
<p>Até agora as companhias utilizaram as redes sociais como sistema publicitário, um intercambio de informação imediata entre usuário e companhia, muito útil para ambos, <strong>mas não tinham contemplado a possibilidade de que existia outra cara na moeda.</strong></p>
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		<title>A união faz a força, Facebook e Skype juntos</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Nov 2010 10:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Essa é uma tribuna publicada no jornal espanhol Dossier Empresarial Facebook e Skype anunciaram sua união. Como essa aliança os usuários de Facebook poderão enviar mensagens de texto a celulares, realizar ligações e inclusive vídeo-conferência aos contatos que desejem através do Skype. Mediante este acordo se pretende unir de uma forma ainda mais estreita aos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa é uma tribuna publicada no jornal espanhol Dossier Empresarial</p>
<p><strong>Facebook e Skype anunciaram sua união.</strong> Como essa aliança os usuários de Facebook poderão <strong>enviar mensagens de texto a celulares, realizar ligações e inclusive vídeo-conferência </strong>aos contatos que desejem através do Skype. Mediante este acordo se pretende unir de uma forma ainda mais estreita aos 560 milhões de usuários registrados de Skype com os 500 milhões de usuários do Facebook.</p>
<p>Com esta combinação de serviços, <strong>Facebook continua sua particular batalha na rede contra Google</strong>, que atualmente ultima serviço de voz IP (voIP, por suas siglas em inglês), pelo qual se podem realizar ligações desde a interface do correio eletrônico Gmail.</p>
<p>Este sistema funcionaria sem abrir nenhum programa e se marcaria diretamente na caixa de entrada da conta de email. <strong>Desde algum tempo, Google tenta entrar no mercado das redes sociais sem muito sucesso.</strong> No começo do ano a companhia lançou o Google Buzz incorporado dentro do Gmail, que ofereça aos internautas a possibilidade de conversar e compartir toda classe de recursos online, publicamente ou de forma privada e cuja intenção era competir com Facebook.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-916" title="a uniao faz a força, facebook, skype" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2010/11/a-uniao-faz-a-força-facebook-skype.jpg" alt="" width="332" height="199" /></p>
<p>O serviço teve pouca aceitação devida em grande parte aos<strong> problemas de privacidade</strong> que se geraram, que ainda que fossem corrigidos pela companhia, o numero de interações do Buzz não alcançou nem de longe o numero de usuários do resto de redes socais. Segundo estudo publicado por comScore, os internautas americanos passaram 41,1 milhões de minutos no Facebook durante o mês de agosto desse ano, enquanto Google permaneceu em 39,8</p>
<p><strong>O fato de medir quanto tempo passam os usuários em um determinado site é um valor interessante</strong>, ainda que poucas vezes medido; não existem tantos estudos a respeito como os que se pode ter a respeito ao numero de visitas. Este valor reflete a satisfação do usuário na web, e nesse sentido, Google perde a batalha. Os hábitos dos internautas mudam e o avance à novos serviços é a ordem do dia.</p>
<p>De essa forma, a controvertida e inesperada união é o fruto de uma <strong>evolução lógica dentro dos serviços que oferecem Facebook</strong>, e que, segundo afirma a própria empresa, reforçará ainda mais o numero de internautas que utilizam essa rede sócia. Google se afasta de sua situação de predomínio na internet, pelo menos no que se refere a redes sociais. E ainda que os internautas continuem preferindo Google como buscador na rede, este tem difícil sua introdução no cada vez mais usado mundo das redes sociais: podemos estar ante o principio do fim. <strong>E ainda que Google tenha sido o primeiro que aprendeu a lição, nessa ocasião deveria aplicar de novo o mesmo conto, porque a união faz a força</strong></p>
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		<title>Será o fim do Orkut?</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Oct 2010 10:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
				<category><![CDATA[- Orkut]]></category>
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		<description><![CDATA[Essa é uma matéria publicada no Jornal Correio Braziliense no dia 21 de setembro, na qual eu contribui com algumas opiniões sobre privacidade nas redes sociais. O artigo completo pode ser lido aqui. Os boatos são muitos. Em blogs espalhados pela internet até datas são sugeridas para o último dia de vida da rede social [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa é uma matéria publicada no <strong>Jornal Correio Braziliense</strong> no dia 21 de setembro, na qual eu contribui com algumas opiniões sobre privacidade nas redes sociais. O artigo completo pode ser lido <a href="www.alejandrosuarez.es/prensa/Redes sociais.pdf" target="_blank">aqui.</a></p>
<p>Os boatos são muitos. Em blogs espalhados pela internet até datas são sugeridas para o último dia de vida da<strong> rede social mais popular no Brasil, o Orkut.</strong> O site, que tem <strong>85 milhões de usuários no mundo, sendo Brasil e Índia os grandes participantes</strong>, poderia estar ameaçado pela Justiça brasileira. Mesmo enfrentando diversos processos, por meio de sua assessoria de imprensa, o Google, dono do site, afirmou que nada disso é verdade e que a empresa continua investindo e apostando no crescimento da rede social.</p>
<p>As batalhas judiciais enfrentadas pelo Google por causa do Orkut têm sido o alvo das especulações. De um lado, a Justiça Federal, pedindo a <strong>quebra de sigilo de comunidades e perfis criminosos no Orkut</strong>; do outro, a filial do Google, afirmando que não tem acesso aos dados,que ficam guardados na matriz, na Califórnia.Os boatos, porém, não surgiram do nada. Em agosto, o Ministério Público Federal colocou o Google contra a parede.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-882" title="Orkut, redes sociais" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2010/10/Orkut-redes-sociais.jpg" alt="" width="538" height="61" /></p>
<blockquote><p><em>No ar desde 24 de janeiro de 2004, o Orkut leva o nome de seu criador, o engenheiro turco Orkut Büyükkokten. A rede foi pensada para os Estados Unidos, mas foi fora da América do Norte que ganhou seus maiores fãs: os brasileiros e os indianos. No Brasil, é a rede mais popular e na Índia, está em segundo lugar. Seus maiores concorrentes são Facebook, Twitter e MySpace. </em></p></blockquote>
<p>A Procuradoria da República no Estado de São Paulo ajuizou uma <strong>ação civil para que a Justiça Federal do estado obrigue o Google a cumprir as ordens de quebra de sigilo</strong>, cobrando multa diária de R$ 200mil para cada dia em que a ordem não for cumprida e R$ 130 milhões de indenização pelos danos morais coletivos causados em razão da desobediência às determinações judiciais. O alvo da justiça são as comunidades e os perfis criminosos.</p>
<p>Basta passear pelo site para encontrar comunidades com descrições como: “<em>Esta comunidade é destinada a todos aqueles que querem vender armas de fogo, principalmente em Belo Horizonte e região</em>”. O teor das frases assusta, embora sejam alguns dos piores exemplos capturados no pela P<strong>romotoria de Combate aos Crimes Cibernéticos </strong>do Ministério Público de Minas Gerais, que luta pelo fechamento do site de relacionamentos. O inquérito investiga por que o Google tem se recusado a excluir perfis considerados ofensivos ou criminosos pela promotoria.</p>
<p>Um dos pontos que justifica a ação contra o provedor é o processo pelo qual a denúncia passa: primeiro, a promotoria reporta casos de abusos realizados no site, em seguida, essas denúncias são submetidas à administração do site que verifica se a página fere a política de utilização do Orkut. Por fim, decide se deleta ou não o perfil ou comunidade. <strong>Do ponto de vista da promotoria, o Google age como se estivesse acima da legislação brasileira</strong>. E os processos vêm de todos os lados.A Procuradoria-Geral do Estado do Rio de Janeiro também se cansou do argumento de que o Google não se responsabiliza pelo conteúdo publicado por seus usuários e abriu ação contra a empresa, exigindo cooperação nas investigações de denúncia.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-883" title="orkut, privacidade" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2010/10/orkut-privacidade.jpg" alt="" width="202" height="220" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Privacidade em discussão</strong></p>
<p>As redes sociais servem para muita coisa. Por meio delas, as pessoas mantêm o contato umas comas outras, conversam, compartilham fotos e eventos,paqueram… O problema é que nem tudo são flores. Ao mesmo tempo que as redes aproxima mas pessoas, deixam escancarada a vida delas na internet. A questão da privacidade tem sido muito discutida. <strong>As redes sociais se empenham cada vez mais em garantir que as informações pessoais de cada usuário sejam realmente mantidas em sigilo.</strong></p>
<p>Nem sempre, porém, isso acontece. Em maio, por exemplo, um problema técnico no Facebook permitiu que as pessoas conseguissem ver mensagens pessoais de seus amigos e pedidos de amizade ainda sem resposta por um curto período de tempo. O drama da privacidade não para por aí: no primeiro semestre, uma polêmica rendeu, inclusive, discussão no Senado americano, quando permitiu que anunciantes externos do Facebook armazenassem dados sobre usuários.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Nebulosidade na web</strong></p>
<p>Você deleta uma foto, um recado, desfaz uma atualização. Essas informações somem da internet? Na verdade,não.As informações se perdem e ficam fora do seu controle. “Nuvem” tem sido o termo usado para falar da internet. Isso porque nela os dados são “evaporados” da privacidade de todos os internautas, por meio do envio intencional de informações, pela desinformação ou por erros técnicos.</p>
<blockquote><p><strong><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-886" title="Alejandro Suarez, CEO Ocio" src="../wp-content/uploads/2010/10/Alejandro-Suarez-CEO-Ocio.jpg" alt="" width="83" height="80" /></strong> O espanhol Alejandro Suárez é presidente da Inversora Foley, conselheiro e fundador da Yes.fm e assessor de várias companhias de inovação, novas tecnologias e internet. Segundo ele, existe privacidade na internet, mas o usuário deve ficar atento. “Desconfie dos desconhecidos, tente averiguar sempre quem são as pessoas que te adicionam, se alguém suspeitosamente atrativo te adiciona, desconfie. Está provado que uma foto atrativa ganhará muitos mais contatos, não caia nessa. Desconfie, também de perfis com poucas informações”, adverte. Ele ressalta, ainda, a necessidade de esclarecer os usuários a respeito das ferramentas de privacidade e das redes sociais em se adequar à legislação de cada país. Alejandro aconselha, também, a ficar atento à importância da privacidade na internet, já que ela pode afetar as relações sociais e profissionais: “Cada vez mais, os departamentos de recursos humanos, antes de contratar pessoas, navegam em redes sociais em busca de informações de perfil que possam ser interessantes na hora de valorizar esse currículo.” </strong></p></blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>Rede do bem</strong></p>
<p>Se por um lado alguns usuários usam o Orkut para disseminar mensagens violentas e preconceituosas,<strong> a maioria usa a rede para a finalidade que ela foi criada: se relacionar com outras pessoas. </strong>É o caso do estudante José Humberto Matias, 23. “Uso o Orkut para manter contato e achar amigos. É a rede social mais antiga e todo mundo está nela, por isso, se acabar, vou achar ruim”, explica. Éverton Luís Giordano, 26, cientista da computação, não é daqueles que atualiza muito o Orkut, mas mantém a conversa com alguns amigos. “Entro na minha página para responder um recado que alguém eventualmente me deixa”, diz.admite que se a rede social acabasse não seria tão ruim: “Já rolou muita confusão com várias pessoas que eu conheço devido a fofocas de Orkut.Uma mensagem mal- interpretada pode dar uma dor de cabeça violenta”. <strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-884" title="rede social orkut" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2010/10/rede-social-orkut.gif" alt="" width="386" height="267" /><br />
</strong></p>
<p>Para Ana Frazão, professora de direito comercial da Universidade de Brasília, <strong>retirar o Orkut do ar seria uma solução extremada. </strong>“A rede é utilizada por muita gente para conversar, trocar idéias. Esses espaços devem ser preservados e fomentados”, defende.</p>
<p>A solução, sem uma opinião, seria algo mais pontual, como a <strong>retirada imediata do conteúdo ilícito</strong>: “Particularmente, entendo que se qualquer pessoa notifica ao site alguma ilicitude e ele não retira o, ele passa a ser responsável também pelo conteúdo publicado, já que era de seu conhecimento”. Ana garante que tirar o site do ar é muito complicado em razão da liberdade de expressão assegurada pela Constituição brasileira. Cabe, porém, ao provedor-no caso, o Google —revelar a identidade ou o endereço de IP (Internet Protocol) do usuário que realizar atividades ilícitas. Isso porque a constituição veda o anonimato. “Assim, a pessoa pode exercer sua liberdade de expressão, mas de forma responsável”, afirma a professora.</p>
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		<title>A bolha Facebook.com</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Sep 2010 10:00:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
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		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[bolha internet]]></category>
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		<category><![CDATA[novas tecnologias]]></category>
		<category><![CDATA[setor TIME]]></category>

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		<description><![CDATA[Facebook acaba de superar a bonita cifra dos 500 milhões de usuários, não me atrevo a dizer 500 milhões de pessoas já que se assim fosse seria o 3º pais mais povoado do mundo, ficando atrás de China e Índia. Com esses dados parece ser que esta pensando numa próxima saída a bolsa com um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Facebook a</strong>caba de superar a bonita cifra dos <strong>500 milhões de usuários,</strong> não me atrevo a dizer 500 milhões de pessoas já que se assim fosse seria o 3º pais mais povoado do mundo, ficando atrás de China e Índia. Com esses dados parece ser que esta pensando numa próxima saída a bolsa com um valor próximo aos 33.700 milhões de dólares em função das transações desenvolvidas nos mercados secundários. Isso situaria a popular rede social com um valor de mercado superior ao de empresas consolidadas do setor cotizadas em Wall Street.</p>
<p>Vendo essas cifras, minha mente se traslada aos anos 1997-2001, onde se deu uma corrente especulativa muito forte, na qual as bolsas das nações ocidentais viram um rápido aumento do seu valor devido ao <strong>avanço das empresas vinculadas ao novo setor de internet</strong> e a chamada Nova Economia. Um período marcado pela fundação (e em muitos casos, espetacular quebra) de um novo grupo de companhias baseadas em Internet designadas comumente como <strong>empresas pontocom.</strong> A combinação de um veloz aumento do preço das ações, a especulação individual e a grande disponibilidade de capital de risco criaram um ambiente exuberante. Estaremos no auge da segunda bolha?</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-875" title="bolha Facebook" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2010/09/bolha-Facebook.png" alt="" width="405" height="178" /></p>
<p>Em 199 e começo de 200 – em plena bolha -  a valorização através de múltiplos (baseada que a empresa a valorizar deveria comportar-se de forma similar à media das empresas do seu setor): foi amplamente utilizada. Se você tinha uma idéia sobre o negocio de Internet, seu valor era a media do setor, ainda que somente tivesse uma empresa similar a sua no mundo.<strong> Seu projeto não tinha nascido e já dispunha de uma boa valorização.</strong></p>
<p>No top100 das marcas mais valiosas, seis das primeiras dez marcas pertencem ao<strong> setor TIME</strong> (Internet e novas tecnologias). A número um – <strong>Google –</strong> se mantém por quarto ano consecutivo- 144.260 milhões de dólares. Três tecnológicos o seguem: IBM, APPle e Microsoft <strong>deixando para trás grandes ícones do consumo</strong> como Coca-Cola (5º) ou Mc Donald´s (6º).</p>
<p>Faz pouco tempo que se confirmava a venda do<strong> Burger King</strong> à empresa de capital de risco 3G Capital por 3.1000 milhões de euros. Burger King, a <strong>segunda empresa mundial em comida rápida</strong>, foi fundada mais de 50 anos, dispõe de mais de 11.000 restaurantes em 67 paises e 300.000 trabalhadores em todo o mundo.</p>
<p>Facebook ainda é muito jovem e deve demosntrar que sabe como converter visitas em dinheiro. Do contrario ano poderá evitar que<strong> em qualquer momento volte a espetar a bolha da web.2.0<br />
</strong></p>
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		<title>Por dentro do cloud computing</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Sep 2010 17:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[cloud computing]]></category>
		<category><![CDATA[desvantagens cloud computing]]></category>
		<category><![CDATA[nuvem internet]]></category>
		<category><![CDATA[o que é cloud computing]]></category>

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		<description><![CDATA[A idéia de cloud computing nos chega da mão da personalização que representa a web 2.0 e a universalização dos dispositivos de acesso como os smartphones, que nos permitem uma conectividade quase total e ininterrupta. O negocio baseado na nuvem representou nos últimos anos mais de 45 milhões de dólares e os analistas cifram seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A idéia de <strong>cloud computing</strong> nos chega da mão da <strong>personalização que representa a web 2.0</strong> e a universalização dos dispositivos de acesso como os smartphones, que nos permitem uma conectividade quase total e ininterrupta. O negocio baseado na nuvem representou nos últimos anos mais de 45 milhões de dólares e os analistas cifram seu impacto em mais de <strong>150 mil milhões no ano de 2013.</strong></p>
<p>Esse cenário de crescimento exponencial faz com que as grandes companhias <strong>se adaptem a oferecer serviços baseados na nuvem</strong>. Os pioneiros na Internet em compreender a importância de oferecer serviços remotos foram Google com Google Docs e Amazon Webservices por meio da Amazon EC outros como IBM e Microsoft chegaram tarde ao fenômeno e tentam reagir. De fato, o gigante de Richmond anunciou que seu popular produto Microsoft Office estará em breve baseado no conceito de cloud computing, executando-se desde a nuvem.</p>
<blockquote><p><em>É um dos termos de moda. O cloud computing é um conceito técnico que se  baseia em ofertar aos usuários que não se armazenem localmente no seu  dispositivo, mas sim que executem e se sirvam da “nuvem” que representa  Internet.</em></p></blockquote>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2010/09/por-dentro-do-cloud-computing.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-860" title="por dentro do cloud computing" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2010/09/por-dentro-do-cloud-computing.jpg" alt="" width="374" height="249" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
<p>Por outro lado, duas companhias mais dinâmicas como <strong>Google e Apple</strong> apostou faz tempo por este conceito que facilita o uso da tecnologia por parte do usuário. A simplicidade e segurança vendem e o usuário as aprecia. As vantagens de utilizar sistemas que se executam em nuvem são entre outras:</p>
<p><strong>Seguro:</strong> as falhas de segurança e intromissões podem ser corrigidas e atualizadas em tempo real aos usuários do sistema de forma transparente e imediata</p>
<p><strong>Auto-reparável:</strong> no caso de catástrofe: o tempo de atualização de uma copia de segurança é mínimo, os usuários do serviço não deveriam ver-se afetados por uma falha no software nem depender de atualizar localmente seus sistemas.</p>
<p><strong>Virtualiza as máquinas: </strong>o rendimento do sistema estará sempre otimizado, independentemente da capacidade do dispositivo do usuário. O hardware dos nossos usuários não executa senão que se limita a ser um canal que permite acesso. Múltiplos clientes e usuários podem compartir aplicativos sem compartir dados nem por em risco a privacidade das suas comunicações.</p>
<p><strong>Imediato:</strong> permite a uma organização dispor de todo tipo de dados de atividade em tempo real e centralizado dentro de um único sistema.</p>
<p>Quanto as <strong>desvantagens do cloud computing</strong>, a principal é a dependência de um serviço de um terceiro, pelo qual a confiança e fiabilidade do serviço desse companhia que armazena nossos dados é um ponto critico que não podemos controlar. <strong>A nuvem nos permite otimizar;</strong> deixar nas mãos de técnicos e experts, as aplicações, processamento e armazenamento seguro de dados, ao mesmo tempo que facilitamos o uso e acesso à informação dos usuários.</p>
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