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	<title>Alejandro Suárez blog profissional &#187; Redes Sociais</title>
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		<title>Os aplicativos para celulares e suas plataformas de vendas</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jul 2011 11:44:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<description><![CDATA[Essa matéria foi publicada na coluna da revista Pequenas Empresas &#38; Grandes Negócios. Há alguns dias, soubemos que o sistema operacional Android é líder do mercado dos smartphones, com uma fatia de 42% do segmento. Grande parte desse resultado é devida a um maior número de terminais móveis com esse sistema, superando o iPhone. Isso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa matéria foi publicada na coluna da revista <a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI249378-17141,00-OS+APLICATIVOS+PARA+CELULARES+E+SUAS+PLATAFORMAS+DE+VENDAS.html" target="_blank">Pequenas Empresas &amp; Grandes Negócios</a>.</p>
<p>Há alguns dias, soubemos que<strong> o sistema operacional Android é líder do mercado dos smartphones</strong>, com uma fatia de 42% do segmento. Grande parte desse resultado é devida a um maior número de terminais móveis com esse sistema, superando o iPhone. Isso porque, hoje em dia, é difícil estar em um restaurante ou em uma reunião de negócios e não ver ao menos três ou quatro telefones da Apple em cima da mesa.</p>
<p>Os aplicativos para smartphone, tanto para iPhone como para Android, permitem não ter que sempre levar notebooks às reuniões. E o mais importante: <strong>estar conectado ao nosso entorno permanentemente, graças às redes sociais, conexões de intranet e serviços a empresas</strong>. São soluções que facilitam cada vez mais a vida dos usuários e que exigiram muitas horas de desenvolvimento, além de muito investimento.</p>
<p>Há pouco tempo, perguntaram-me sobre a<strong> viabilidade de fazer negócio com os smartphones</strong>, desenvolvendo aplicativos próprios ou para terceiros. Levei alguns dias pensando no assunto.</p>
<p>Tanto a nova loja de aplicativos da Nokia e da Microsoft – que irá se chamar Nokia e eliminará as atuais Ovi e Windows MarketPlace – quanto a AppStore, da Apple, e o Android Market têm um funcionamento muito similar e <strong>compartilham a ideia de dividir benefícios. São 70% para o desenvolvedor e 30% para a loja</strong>. O desenvolvedor, para poder estar presente na loja on-line, deverá pagar uma pequena inscrição anual, que lhe dará a oportunidade de dispor de um pequeno número de aplicativos.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-983" title="Os aplicativos para celulares e suas plataformas de vendas" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Os-aplicativos-para-celulares-e-suas-plataformas-de-vendas.jpg" alt="" width="348" height="200" /></p>
<p>Em 2011, a previsão é de faturamento de vários milhões, com incrementos anuais próximos aos 80%, que <strong>crescerão notavelmente em 2014.</strong> Diante desse panorama, não era de se estranhar que aparecesse uma única plataforma de e-commerce no cenário.</p>
<p>A Amazon.com apresentou no fim de março seu novo serviço de download de aplicativos para plataformas Android, chamado Amazon Appstore. Ele chega para competir diretamente com o Android Market. Não tem igualdade de condições, mas conta com uma grande vantagem: o<strong>s usuários têm a possibilidade de provar os aplicativos antes de pagá-los, </strong>sem a necessidade de baixá-los nos terminais, mediante um simples simulador via web.</p>
<p>A gigante do varejo on-line chega com novas formas de entender o marketing para o usuário, com aplicativos exclusivos, softwares pagos, softwares grátis por um dia e outros movimentos agressivos,<strong> cujo objetivo é roubar mercado do Android Market</strong>, o que me permite imaginar um novo cenário em pouco tempo.</p>
<p><strong>O desenvolvimento de um jogo ou um aplicativo para iPhone pode levar em media 3 ou 6 meses para sua finalização</strong> e ter custos medianos. Dependendo do valor final que atribuiremos ao nosso app, ele deve gerar um número elevado de downloads para poder cobrir seus gastos. Sendo assim, o negócio é interessante para as grandes lojas, mas não é igualmente vantajoso para as demais. Não duvido que determinados killer apps tenham altos benefícios, mas podemos contá-los, e não passam de 25.</p>
<p>Entretanto, <strong>no ano de 2015, deveremos apostar nos aplicativos móveis</strong>, tanto os pagos como os que geram ingressos de publicidade. Enquanto isso, rezemos para que apareça uma plataforma única para venda de aplicativos que permita que seja rentável o desenvolvimento a curto prazo.</p>
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		<title>Google paquera Twitter</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Dec 2010 10:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[Esse texto é uma tribuna publicada pelo Dossier Empresarial Durante esse ano, a rede social Twitter aumentou especularmente seu numero de usuários. Na atualidade 175 milhões de pessoas utilizam essa rede para se comunicar, ainda que o Facebook continue sendo a preferida dos internautas. Twitter, apesar de alguns falhos técnicos sofridos durante o ano, continua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse texto é uma tribuna publicada pelo Dossier Empresarial</p>
<p>Durante esse ano, <strong>a rede social Twitter aumentou especularmente seu numero de usuários.</strong> Na atualidade 175 milhões de pessoas utilizam essa rede para se comunicar, ainda que o Facebook continue sendo a preferida dos internautas. Twitter, apesar de alguns falhos técnicos sofridos durante o ano, continua com seu crescimento na rede de maneira lenta ainda que segura.</p>
<p>Em vista desse crescimento, Google poderia estar planejando a compra da rede social. Depois de seu fracasso que vem experimentando Orkut, o gigante da Internet poderia chegar a<strong> pagar a quantia de 5 milhões de dólares por esta compra. </strong>Ë que a companhia da Mountain View não tolera muito bem a concorrência na rede, e como já aconteceu com a Microsoft, tenta de todas as maneiras que estejam a seu alcance por frear o crescimento do Facebook e da sua popularidade.</p>
<p>Sem ir muito longe, faz alguns dias que Google modificou os temos de uso dos contatos de Gmail, <strong>impedindo que estes pudessem ser exportados â Facebook,</strong> por não contar com uma política de reciprocidade. Por sua parte, a rede social ofereceu aos usuários do Gmail uma solução alternativa que consiste em um link que permite enviar os contatos a um PC para depois subi-las à rede social.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-929" title="Google paquera Twitter" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2010/12/Google-paquera-Twitter-300x211.jpg" alt="" width="300" height="211" /></p>
<p>Mas essa guerra dos contatos não fica por ai, porque a resposta do Gmail foi pendurar um &#8220;cartazinho&#8221; dirigido ao usuário pelo qual pergunta <em>“tem certeza que você quer importar sua informação de contatos com teus amigos a um serviço que não vai te deixar fazê-lo?</em>” para o usuário o que importa é o serviço bem prestado e diante de tal piada poderia ter a opção de responder “<strong>tenho certeza que isso é um absurdo, me deixa em paz</strong>”</p>
<p>Facebook dispõe de 500 milhões de usuários e chegou a se situar como  a pagina mais vista, passando por cima do gigante da internet.</p>
<p>Google, fazendo uso da sua pratica habitual com os concorrentes quando vê em perigo sua situação predominante na rede, <strong>abandona seu rosto amigável,</strong> essa que estamos acostumados, deixa de lado seu “Don´t be evil” e Poe todos os meios que dispões para continuar sendo o único e melhor.</p>
<p>Se realmente ocorrer a compra do Twitter, o fracasso que teve Google com o lançamento da sua rede social ao mercado se eliminaria automaticamente e de quebra, deixa bem claro a Facebook quem manda na rede. Por outro lado, para Twitter suporia abandonar o segundo plano que ocupa atualmente n mercado das redes sociais. <strong>Se ao final a compra se concretiza seria sem duvidas proveitoso para ambas as companhias</strong> e já sabemos que onde o Google dá uma piscadinha&#8230;</p>
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		<title>A outra cara da moeda</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Nov 2010 14:51:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[campanha de marketing gap]]></category>
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		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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		<description><![CDATA[Esse texto é uma tribuna publicada no jornal espanhol Diario de Levante. Faz alguns dias que a popular marca de roupa norte-americana GAP decidiu mudar seu logotipo com o objetivo de dar um toque de sofisticação à empresa, variando a forma das letras e o cor do fundo. Essa mudança foi anunciada no site da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse texto é uma tribuna publicada no jornal espanhol Diario de Levante.</p>
<p>Faz alguns dias que <strong>a popular marca de roupa norte-americana GAP decidiu mudar seu logotipo </strong>com o objetivo de dar um toque de sofisticação à empresa, variando a forma das letras e o cor do fundo. Essa mudança foi anunciada no site da marca e na pagina que possui no Facebook, onde tem mais de 7254 mil faz e  recebeu 1.080 comentários contrários a essa medida. No Twitter ocorreu praticamente o mesmo e foi objeto de debate durante muito tempo.</p>
<p>Diante dessa<strong> campanha de protestos</strong> sem precedentes, a marca convidou seus faz a enviar novas propostas de desenhos de logo para, entre todos conseguir uma melhor imagem. Mas, estes tinham bastante claro que queriam o logo antigo, o que leva nas lojas mais de 20 anos. <strong>Finalmente e depois de uma semana de frenético debate na rede, a marca voltou a versão clássica do seu logo, não sem antes prometer aos seus seguidores que para as próximas atuações aprenderão dos seus erros.</strong></p>
<p>Todas essas reações fazem suspeitar que se trate de uma <strong>campanha de marketing </strong>orquestrada pela própria empresa. Sendo assim, deveríamos dar os parabéns ao inventor da estratégia, pois a marca esteve na oca de milhares de pessoas em questão de uma semana.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-921" title="logo gap" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2010/11/logo-gap.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>Tal é o poder que exercem as redes sociais de forma instantânea na emissão de opiniões que são capazes de conseguir que uma empresa de roupa retifique uma decisão que implica uma renovação de imagem, assim como uma inversão na inovação da própria marca. Se todas as opiniões emitidas através da rede sobre o produto ou marca fossem levadas em conta pelos diretores e empresários estaríamos diante de uma nova forma de controle de mercado das mãos do próprio usuário.</p>
<p>Se continuarmos assim, <strong>a demanda de um produto que receba através de internet não se conhecerá pelo volume de vendas, mas sim pelo numero de comentários que receba através de internet, </strong>inclusive antes de levá-lo ao mercado. E isso sim é um problema.</p>
<p>Os usuários das redes projetam seu desejo de converter suas marcas preferidas num bem de propriedade, elevando diante delas quando adotam decisões inovadoras e aproveitando que existe carta branca no uso dos comentários. <strong>A marca deve ser aceita pelo usuário como o que é: um serviço ou produto que oferece uma companhia que é propriedade de outros, não do usuário.</strong></p>
<p>As redes sociais devem ser uma ferramenta, um ponto de apoio para as marcas, uma ajuda orientada a melhorar o produto, mas nunca uma obrigação, pois isso indicaria uma perda total da identidade da marca.</p>
<p>Até agora as companhias utilizaram as redes sociais como sistema publicitário, um intercambio de informação imediata entre usuário e companhia, muito útil para ambos, <strong>mas não tinham contemplado a possibilidade de que existia outra cara na moeda.</strong></p>
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		<title>A união faz a força, Facebook e Skype juntos</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Nov 2010 10:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Essa é uma tribuna publicada no jornal espanhol Dossier Empresarial Facebook e Skype anunciaram sua união. Como essa aliança os usuários de Facebook poderão enviar mensagens de texto a celulares, realizar ligações e inclusive vídeo-conferência aos contatos que desejem através do Skype. Mediante este acordo se pretende unir de uma forma ainda mais estreita aos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa é uma tribuna publicada no jornal espanhol Dossier Empresarial</p>
<p><strong>Facebook e Skype anunciaram sua união.</strong> Como essa aliança os usuários de Facebook poderão <strong>enviar mensagens de texto a celulares, realizar ligações e inclusive vídeo-conferência </strong>aos contatos que desejem através do Skype. Mediante este acordo se pretende unir de uma forma ainda mais estreita aos 560 milhões de usuários registrados de Skype com os 500 milhões de usuários do Facebook.</p>
<p>Com esta combinação de serviços, <strong>Facebook continua sua particular batalha na rede contra Google</strong>, que atualmente ultima serviço de voz IP (voIP, por suas siglas em inglês), pelo qual se podem realizar ligações desde a interface do correio eletrônico Gmail.</p>
<p>Este sistema funcionaria sem abrir nenhum programa e se marcaria diretamente na caixa de entrada da conta de email. <strong>Desde algum tempo, Google tenta entrar no mercado das redes sociais sem muito sucesso.</strong> No começo do ano a companhia lançou o Google Buzz incorporado dentro do Gmail, que ofereça aos internautas a possibilidade de conversar e compartir toda classe de recursos online, publicamente ou de forma privada e cuja intenção era competir com Facebook.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-916" title="a uniao faz a força, facebook, skype" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2010/11/a-uniao-faz-a-força-facebook-skype.jpg" alt="" width="332" height="199" /></p>
<p>O serviço teve pouca aceitação devida em grande parte aos<strong> problemas de privacidade</strong> que se geraram, que ainda que fossem corrigidos pela companhia, o numero de interações do Buzz não alcançou nem de longe o numero de usuários do resto de redes socais. Segundo estudo publicado por comScore, os internautas americanos passaram 41,1 milhões de minutos no Facebook durante o mês de agosto desse ano, enquanto Google permaneceu em 39,8</p>
<p><strong>O fato de medir quanto tempo passam os usuários em um determinado site é um valor interessante</strong>, ainda que poucas vezes medido; não existem tantos estudos a respeito como os que se pode ter a respeito ao numero de visitas. Este valor reflete a satisfação do usuário na web, e nesse sentido, Google perde a batalha. Os hábitos dos internautas mudam e o avance à novos serviços é a ordem do dia.</p>
<p>De essa forma, a controvertida e inesperada união é o fruto de uma <strong>evolução lógica dentro dos serviços que oferecem Facebook</strong>, e que, segundo afirma a própria empresa, reforçará ainda mais o numero de internautas que utilizam essa rede sócia. Google se afasta de sua situação de predomínio na internet, pelo menos no que se refere a redes sociais. E ainda que os internautas continuem preferindo Google como buscador na rede, este tem difícil sua introdução no cada vez mais usado mundo das redes sociais: podemos estar ante o principio do fim. <strong>E ainda que Google tenha sido o primeiro que aprendeu a lição, nessa ocasião deveria aplicar de novo o mesmo conto, porque a união faz a força</strong></p>
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		<title>Será o fim do Orkut?</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Oct 2010 10:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
				<category><![CDATA[- Orkut]]></category>
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		<description><![CDATA[Essa é uma matéria publicada no Jornal Correio Braziliense no dia 21 de setembro, na qual eu contribui com algumas opiniões sobre privacidade nas redes sociais. O artigo completo pode ser lido aqui. Os boatos são muitos. Em blogs espalhados pela internet até datas são sugeridas para o último dia de vida da rede social [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa é uma matéria publicada no <strong>Jornal Correio Braziliense</strong> no dia 21 de setembro, na qual eu contribui com algumas opiniões sobre privacidade nas redes sociais. O artigo completo pode ser lido <a href="www.alejandrosuarez.es/prensa/Redes sociais.pdf" target="_blank">aqui.</a></p>
<p>Os boatos são muitos. Em blogs espalhados pela internet até datas são sugeridas para o último dia de vida da<strong> rede social mais popular no Brasil, o Orkut.</strong> O site, que tem <strong>85 milhões de usuários no mundo, sendo Brasil e Índia os grandes participantes</strong>, poderia estar ameaçado pela Justiça brasileira. Mesmo enfrentando diversos processos, por meio de sua assessoria de imprensa, o Google, dono do site, afirmou que nada disso é verdade e que a empresa continua investindo e apostando no crescimento da rede social.</p>
<p>As batalhas judiciais enfrentadas pelo Google por causa do Orkut têm sido o alvo das especulações. De um lado, a Justiça Federal, pedindo a <strong>quebra de sigilo de comunidades e perfis criminosos no Orkut</strong>; do outro, a filial do Google, afirmando que não tem acesso aos dados,que ficam guardados na matriz, na Califórnia.Os boatos, porém, não surgiram do nada. Em agosto, o Ministério Público Federal colocou o Google contra a parede.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-882" title="Orkut, redes sociais" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2010/10/Orkut-redes-sociais.jpg" alt="" width="538" height="61" /></p>
<blockquote><p><em>No ar desde 24 de janeiro de 2004, o Orkut leva o nome de seu criador, o engenheiro turco Orkut Büyükkokten. A rede foi pensada para os Estados Unidos, mas foi fora da América do Norte que ganhou seus maiores fãs: os brasileiros e os indianos. No Brasil, é a rede mais popular e na Índia, está em segundo lugar. Seus maiores concorrentes são Facebook, Twitter e MySpace. </em></p></blockquote>
<p>A Procuradoria da República no Estado de São Paulo ajuizou uma <strong>ação civil para que a Justiça Federal do estado obrigue o Google a cumprir as ordens de quebra de sigilo</strong>, cobrando multa diária de R$ 200mil para cada dia em que a ordem não for cumprida e R$ 130 milhões de indenização pelos danos morais coletivos causados em razão da desobediência às determinações judiciais. O alvo da justiça são as comunidades e os perfis criminosos.</p>
<p>Basta passear pelo site para encontrar comunidades com descrições como: “<em>Esta comunidade é destinada a todos aqueles que querem vender armas de fogo, principalmente em Belo Horizonte e região</em>”. O teor das frases assusta, embora sejam alguns dos piores exemplos capturados no pela P<strong>romotoria de Combate aos Crimes Cibernéticos </strong>do Ministério Público de Minas Gerais, que luta pelo fechamento do site de relacionamentos. O inquérito investiga por que o Google tem se recusado a excluir perfis considerados ofensivos ou criminosos pela promotoria.</p>
<p>Um dos pontos que justifica a ação contra o provedor é o processo pelo qual a denúncia passa: primeiro, a promotoria reporta casos de abusos realizados no site, em seguida, essas denúncias são submetidas à administração do site que verifica se a página fere a política de utilização do Orkut. Por fim, decide se deleta ou não o perfil ou comunidade. <strong>Do ponto de vista da promotoria, o Google age como se estivesse acima da legislação brasileira</strong>. E os processos vêm de todos os lados.A Procuradoria-Geral do Estado do Rio de Janeiro também se cansou do argumento de que o Google não se responsabiliza pelo conteúdo publicado por seus usuários e abriu ação contra a empresa, exigindo cooperação nas investigações de denúncia.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-883" title="orkut, privacidade" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2010/10/orkut-privacidade.jpg" alt="" width="202" height="220" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Privacidade em discussão</strong></p>
<p>As redes sociais servem para muita coisa. Por meio delas, as pessoas mantêm o contato umas comas outras, conversam, compartilham fotos e eventos,paqueram… O problema é que nem tudo são flores. Ao mesmo tempo que as redes aproxima mas pessoas, deixam escancarada a vida delas na internet. A questão da privacidade tem sido muito discutida. <strong>As redes sociais se empenham cada vez mais em garantir que as informações pessoais de cada usuário sejam realmente mantidas em sigilo.</strong></p>
<p>Nem sempre, porém, isso acontece. Em maio, por exemplo, um problema técnico no Facebook permitiu que as pessoas conseguissem ver mensagens pessoais de seus amigos e pedidos de amizade ainda sem resposta por um curto período de tempo. O drama da privacidade não para por aí: no primeiro semestre, uma polêmica rendeu, inclusive, discussão no Senado americano, quando permitiu que anunciantes externos do Facebook armazenassem dados sobre usuários.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Nebulosidade na web</strong></p>
<p>Você deleta uma foto, um recado, desfaz uma atualização. Essas informações somem da internet? Na verdade,não.As informações se perdem e ficam fora do seu controle. “Nuvem” tem sido o termo usado para falar da internet. Isso porque nela os dados são “evaporados” da privacidade de todos os internautas, por meio do envio intencional de informações, pela desinformação ou por erros técnicos.</p>
<blockquote><p><strong><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-886" title="Alejandro Suarez, CEO Ocio" src="../wp-content/uploads/2010/10/Alejandro-Suarez-CEO-Ocio.jpg" alt="" width="83" height="80" /></strong> O espanhol Alejandro Suárez é presidente da Inversora Foley, conselheiro e fundador da Yes.fm e assessor de várias companhias de inovação, novas tecnologias e internet. Segundo ele, existe privacidade na internet, mas o usuário deve ficar atento. “Desconfie dos desconhecidos, tente averiguar sempre quem são as pessoas que te adicionam, se alguém suspeitosamente atrativo te adiciona, desconfie. Está provado que uma foto atrativa ganhará muitos mais contatos, não caia nessa. Desconfie, também de perfis com poucas informações”, adverte. Ele ressalta, ainda, a necessidade de esclarecer os usuários a respeito das ferramentas de privacidade e das redes sociais em se adequar à legislação de cada país. Alejandro aconselha, também, a ficar atento à importância da privacidade na internet, já que ela pode afetar as relações sociais e profissionais: “Cada vez mais, os departamentos de recursos humanos, antes de contratar pessoas, navegam em redes sociais em busca de informações de perfil que possam ser interessantes na hora de valorizar esse currículo.” </strong></p></blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>Rede do bem</strong></p>
<p>Se por um lado alguns usuários usam o Orkut para disseminar mensagens violentas e preconceituosas,<strong> a maioria usa a rede para a finalidade que ela foi criada: se relacionar com outras pessoas. </strong>É o caso do estudante José Humberto Matias, 23. “Uso o Orkut para manter contato e achar amigos. É a rede social mais antiga e todo mundo está nela, por isso, se acabar, vou achar ruim”, explica. Éverton Luís Giordano, 26, cientista da computação, não é daqueles que atualiza muito o Orkut, mas mantém a conversa com alguns amigos. “Entro na minha página para responder um recado que alguém eventualmente me deixa”, diz.admite que se a rede social acabasse não seria tão ruim: “Já rolou muita confusão com várias pessoas que eu conheço devido a fofocas de Orkut.Uma mensagem mal- interpretada pode dar uma dor de cabeça violenta”. <strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-884" title="rede social orkut" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2010/10/rede-social-orkut.gif" alt="" width="386" height="267" /><br />
</strong></p>
<p>Para Ana Frazão, professora de direito comercial da Universidade de Brasília, <strong>retirar o Orkut do ar seria uma solução extremada. </strong>“A rede é utilizada por muita gente para conversar, trocar idéias. Esses espaços devem ser preservados e fomentados”, defende.</p>
<p>A solução, sem uma opinião, seria algo mais pontual, como a <strong>retirada imediata do conteúdo ilícito</strong>: “Particularmente, entendo que se qualquer pessoa notifica ao site alguma ilicitude e ele não retira o, ele passa a ser responsável também pelo conteúdo publicado, já que era de seu conhecimento”. Ana garante que tirar o site do ar é muito complicado em razão da liberdade de expressão assegurada pela Constituição brasileira. Cabe, porém, ao provedor-no caso, o Google —revelar a identidade ou o endereço de IP (Internet Protocol) do usuário que realizar atividades ilícitas. Isso porque a constituição veda o anonimato. “Assim, a pessoa pode exercer sua liberdade de expressão, mas de forma responsável”, afirma a professora.</p>
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		<title>A bolha Facebook.com</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Sep 2010 10:00:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Facebook acaba de superar a bonita cifra dos 500 milhões de usuários, não me atrevo a dizer 500 milhões de pessoas já que se assim fosse seria o 3º pais mais povoado do mundo, ficando atrás de China e Índia. Com esses dados parece ser que esta pensando numa próxima saída a bolsa com um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Facebook a</strong>caba de superar a bonita cifra dos <strong>500 milhões de usuários,</strong> não me atrevo a dizer 500 milhões de pessoas já que se assim fosse seria o 3º pais mais povoado do mundo, ficando atrás de China e Índia. Com esses dados parece ser que esta pensando numa próxima saída a bolsa com um valor próximo aos 33.700 milhões de dólares em função das transações desenvolvidas nos mercados secundários. Isso situaria a popular rede social com um valor de mercado superior ao de empresas consolidadas do setor cotizadas em Wall Street.</p>
<p>Vendo essas cifras, minha mente se traslada aos anos 1997-2001, onde se deu uma corrente especulativa muito forte, na qual as bolsas das nações ocidentais viram um rápido aumento do seu valor devido ao <strong>avanço das empresas vinculadas ao novo setor de internet</strong> e a chamada Nova Economia. Um período marcado pela fundação (e em muitos casos, espetacular quebra) de um novo grupo de companhias baseadas em Internet designadas comumente como <strong>empresas pontocom.</strong> A combinação de um veloz aumento do preço das ações, a especulação individual e a grande disponibilidade de capital de risco criaram um ambiente exuberante. Estaremos no auge da segunda bolha?</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-875" title="bolha Facebook" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2010/09/bolha-Facebook.png" alt="" width="405" height="178" /></p>
<p>Em 199 e começo de 200 – em plena bolha -  a valorização através de múltiplos (baseada que a empresa a valorizar deveria comportar-se de forma similar à media das empresas do seu setor): foi amplamente utilizada. Se você tinha uma idéia sobre o negocio de Internet, seu valor era a media do setor, ainda que somente tivesse uma empresa similar a sua no mundo.<strong> Seu projeto não tinha nascido e já dispunha de uma boa valorização.</strong></p>
<p>No top100 das marcas mais valiosas, seis das primeiras dez marcas pertencem ao<strong> setor TIME</strong> (Internet e novas tecnologias). A número um – <strong>Google –</strong> se mantém por quarto ano consecutivo- 144.260 milhões de dólares. Três tecnológicos o seguem: IBM, APPle e Microsoft <strong>deixando para trás grandes ícones do consumo</strong> como Coca-Cola (5º) ou Mc Donald´s (6º).</p>
<p>Faz pouco tempo que se confirmava a venda do<strong> Burger King</strong> à empresa de capital de risco 3G Capital por 3.1000 milhões de euros. Burger King, a <strong>segunda empresa mundial em comida rápida</strong>, foi fundada mais de 50 anos, dispõe de mais de 11.000 restaurantes em 67 paises e 300.000 trabalhadores em todo o mundo.</p>
<p>Facebook ainda é muito jovem e deve demosntrar que sabe como converter visitas em dinheiro. Do contrario ano poderá evitar que<strong> em qualquer momento volte a espetar a bolha da web.2.0<br />
</strong></p>
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		<title>Comprar talento</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 11:54:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A notícia dos últimos dias foi o anuncio da compra de 85% do Tuenti (rede social líder na Espanha, similar ao Orkut aqui no Brasil) por parte da Telefônica, os 70 milhões de euros desembolsados e as condições firmadas na venda, assim como a saída da companhia do atual presidente de Tuenti, Bernardo Hernandez. É [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A notícia dos últimos dias foi o anuncio da <strong>compra de 85% do Tuenti </strong>(rede social líder na Espanha, similar ao Orkut aqui no Brasil) <strong>por parte da Telefônica</strong>, os 70 milhões de euros desembolsados e as condições firmadas na venda, assim como a saída da companhia do atual presidente de Tuenti, Bernardo Hernandez. É um movimento interessante que <strong>reforçará a posição de Telefônica no mercado de internet móvel entre os jovens, </strong>com crescimentos anuais de 35%.</p>
<p>Resulta interessante analisar o papel na Espanha do resto das operadoras como Orange e Vodafone, que tentam ainda rentabilizar nas suas contas de resultados suas licenças de operador, sem planos claros e investimentos que os posicionem e permitam fazer jus a Telefônica nesse pais. Enquanto Telefônica perdia anos de tempo (e uma ingente quantidade de dinheiro) em lançar um produto sem sentido, que nascia tarde, mal concebido e morto, como sua rede social Keteke para tentar se posicionar no mercado das redes sociais, estas operadoras puderam – por uma pequena quantidade de dinheiro –<strong> investir e comprar uma participação no Tuenti </strong>quando a companhia realizou um road show em busca de investidores. Tiveram vários anos para frear que telefônica acabasse desembarcando no Tuenti e portanto tendo a maior base de dados dos jovens espanhóis.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-846" title="telefonica" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2010/09/telefonica.jpg" alt="" width="275" height="206" /></p>
<p>Pessoalmente acredito que Tuenti é uma <strong>startup de muito mérito,</strong> seus promotores demonstraram um enorme talento e visão, mas tecnicamente esta a anos luz do Facebook e seu mercado a médio prazo não passa por poder competir com o gigante americano, senão por<strong> buscar sua própria personalidade e se expandir-se em todo o mundo. </strong>Essa operação e muito barata para uma companhia como Telefônica. Chegar a 8 milhões de pessoas de forma permanente e frear o crescimento dos concorrentes (Tuenti tinha já acordos com Vodafone para o envio de SMS que provavelmente agora vão se diluir), por somente 70 milhões de euros é barato demais.</p>
<p>Para mim, é especialmente significativo que no acordo se tenha <strong>respeitado 15% das ações nas mãos dos fundadores do Tuent</strong>i, uma mudança de enfoque na política de uma companhia acostumada a desembarcar como um elefante em uma loja de cristais nas suas investiduras.</p>
<p>É a equipe de Tuenti a que demonstrou talento e o know how necessário devem ser eles os que dirijam o rumo da companhia. Aprenderam algo nesses anos. <strong>Telefônica não só compra uma empresa, não só compra uma rede social, o que realmente compraram e integraram é talento.</strong></p>
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		<title>A operadora finalmente na rede</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Aug 2010 13:21:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois do fracasso da rede social Keteke em 2008, telefônica decidiu comprar 85% do Tuenti (rede social numero 1 na Espanha) por um importe que ronda os 70 milhões de euros. A operação levanta muitos interrogantes, mas não precisamente o motivo do fracasso de Keteke, que não é novidade. O que resulta dificilmente compreensível é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois do <strong>fracasso da rede social Keteke </strong>em 2008, telefônica decidiu comprar <strong>85% do Tuenti</strong> (rede social numero 1 na Espanha) por um importe que ronda os<strong> 70 milhões de euros.</strong> A operação levanta muitos interrogantes, mas não precisamente o motivo do fracasso de Keteke, que não é novidade. O que resulta <strong>dificilmente compreensível é como uma companhia como Telefônica não estava no projeto de Tuenti desde sua origem</strong>, apoiando, participando e colaborando com essa startup espanhola.</p>
<p>É mais que certeza que eles a receberiam com braços abertos, mas isso tinha que ter ocorrido a quatro anos atrás, o tempo em que <strong>Telefonica demorou pra entender que hoje em dia na Internet é mais que vender linhas ADSL</strong> e que para muitos analistas independentes representa precisamente o futuro das companhias de telecomunicações. É fácil se imaginar nesses momentos os diretivos de Orange e Vodafone (empresas de telefonia espanhola) aos que o movimento de Telefônica não agradou muito. Atualmente, eles não se encontram posicionados num setor no qual, se queriam crescer a médio prazo na Espanha, era chave investir para evitar que Telefônica se adiantasse.</p>
<p><a href="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2010/08/mulher-tuenti.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-816" title="mulher, tuenti" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2010/08/mulher-tuenti.jpg" alt="" width="239" height="346" /></a></p>
<p><strong>O mercado</strong></p>
<p>Outra questão interessante reside em saber como vai enfocar a Telefônica sua<strong> estratégia de internacionalização </strong>em redes socais.<strong> Brasil – seu principal mercado – está dominado por Orkut</strong>, a rede social de Google, com aproximadamente 73% da quanto, enquanto que Facebook contra com aproximadamente 11%. Me custa acreditar que tentem combater e muito menos vencer, a esses gigantes das redes sociais, ainda que, por desgraça para Telefônica, a rede social de Google só triunfe de maneira clara em Turquia e Brasil. Já é azar, mas o internauta brasileiro, o orkuteiro, valorizou novamente que foi a primeira em chegar e entender o que buscava.</p>
<p>É hora de considerar o que o futuro de outras tantas startups espanholas  que começaram como Tuenti e agora enfrentam o problema de maturação, ao que Tuenti se aproximava. <strong>O amadurecimento é um ponto que elimina qualquer possibilidade de venda de empresas promissoras </strong>que, uma vez que incorporam novos fundos de capital de risco para os acionistas, a fim de ampliar vêem  como perdem ao mesmo tempo todas futuras opções de venda. O mais importante dessa operação é que a Telefónica finalmente percebe que a compra online não é apenas comprar talento e absorver empresas.</p>
<p>A falta de talento em seus projetos tem sido o maior erro que tão duramente aprendeu ao longo dos últimos 10 anos, com lançamentos tão pobres como Terra, a Lycos e milhares de outras iniciativas menores. Mas o talento por trás de Tuenti definitivamente vale 70 milhões de euros. Por isso Telefónica respeita um 10%, para o qual os fundadores e os apoiantes da jovem empresa espanhola, que conseguiram chegar até aqui, descubram como lidar com muitas dúvidas que se apresentam para seu futuro.</p>
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		<title>Privacidade em redes sociais</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 10:40:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esse é um artigo que foi publicado semana passada no jornal espanhol “5 Dias”. Existe privacidade nas redes sociais? Acredito que esse é um assunto que criará um intenso debate e ganhará muita repercussão em 2010. Do mesmo modo é possível que alguns devam se adaptar às legislações locais. Espanha, por exemplo, é o segundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse é um artigo que foi publicado semana passada no <strong>jornal espanhol “5 Dias”.</strong></p>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><img class="aligncenter size-full wp-image-684" title="privacidad" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2009/10/privacidad.jpg" alt="privacidad" width="340" height="234" /></p>
<p><strong>Existe privacidade nas redes sociais</strong>?</p>
<p>Acredito que esse é um assunto que criará um intenso debate e ganhará muita repercussão em 2010. Do mesmo modo é possível que alguns devam se adaptar às legislações locais.</p>
<p>Espanha, por exemplo, é o segundo pais da Europa que usa redes sociais, com uma penetração de 73% dos internautas segundo o informe e Espanha, isso quer dizer que 13,2 milhões de internautas espanhóis visitam, como mínimo, uma rede social todos os meses e na Europa, somente somos superados pelo Reino Unido, com uma penetração de cerca de 80%.</p>
<p>As redes sociais têm muitas vantagens, muitas delas muito evidentes, como a de não perder nunca contato com seus conhecidos apesar de mudar de residência, trabalho, telefone, etc&#8230;e a possibilidade de compartir espaços da vida do individuo apesar da distancia, como eventos ou fotografias e com a facilidade de poder organizá-las para fazê-las mais acessível ao nosso entorno. Mas de forma paralela ao seu crescimento, as redes sociais alimentam três fantasmas, que geram sombras sobre sua utilização; a privacidade, o uso de dados pessoais e os perfis falsos de usuários.</p>
<p><strong>O crescente problema da privacidade</strong></p>
<p>Cabe destacar que cada vez mais as redes sociais generalistas como Facebook, ou na Espanha o Tuenti, ou no Brasil, o Orkut, se preocupam por melhorar todo o referente à privacidade do usuário e permitem poder administrar e definir o grau da exposição publica do individuo, mas não é menos certo que há muito caminho para percorrer e que falta uma legislação ad-hoc que toda rede social tenha que se inscrever em nível de privacidade, para poder estar on-line.</p>
<p><strong>O Real Madrid e o Presidente Obama, não escapam aos erros</strong></p>
<p>O usuário das redes sociais muitas vezes desconhece como utilizar as ferramentas de proteção ou simplesmente é descuidado e pouco cuidadoso com sua intimidade, são nesses casos onde por uma manobra indevida e seguramente não autorizada, a informação de perfis passa a ser de conhecimento publico em milhares de web, blogs, fóruns e escapa da segurança de nossa pequena rede de contatos, deixando o próprio usuário em maus lençóis.</p>
<p>Um dos casos mais celebres de fuga de informação golpeou de cheio no real Madrid faz alguns meses. Na assembléia do club detectaram em documentos gráficos, que dezenas de pessoas que estavam votando como sócios compromissados do clube sem ser. Obviamente havia uma fraude, mas como relacionar o entorno do então presidente Ramón Calderón? A labor de investigação através do Tuenti e Facebook de vários jornalistas de um meio esportivo espanhol os levou a encontrar no perfil de cada um dos seus colaboradores, Nanin Rodriguez de Barutell, as fotos pessoais de muitas pessoas que, não sendo sócios compromissários, apareciam nas provas gráficas exercendo o mesmo.</p>
<p>Outro caso, muito evidente nos chegou depois das ultimas eleições americanas, nas quais, o Facebook deu muitas alegras à candidatura do presidente Obama, mas também chegou a por em sérios apertos, tanto o futuro do próprio presidente como do seus colaboradores mais próximos, ao fazer publicas atitudes privadas pouco responsáveis.</p>
<p>Um dos seus mais prometedores e próximos assessores, o jovem Jon Favreau, de 27 anos, que depois de uma carreira brilhantes e havia posicionado como coordenador dos discursos do então candidato, e que foi fotografado num suspeitoso estado de felicidade temporal, a um cartaz de tamanha real de Hilary Clinton e ao que, com uma cerveja na mão, tocava divertidamente seus peitos. A fotografia, foi publicada só por umas horas na rede social, mas deu a volta ao mundo e hoje pode ser vista em dezenas e dezenas de paginas de Internet tão somente com introduzir em qualquer buscador “Jon Favreau Hillary”. Imediatamente Favreau teve que se desculpar publicamente por sua inaceitável atitude.</p>
<p><strong>Uma pequena festa que acabou em desastre</strong></p>
<p>Os perigos da privacidade não só podem levar à la fuga da informação sensível ou privada do seu contexto e âmbito adequado, mas também se pode ver amplificada ao mundo de forma viral, e também a viralidade, conceito intrínseco á web 2.0 e as social media, pode derivar num problema de privacidade.</p>
<p>É de supor que algo mais sério que um simples problema de privacidade pareceu à família de uma jovem britânica o sucesso que lhes ocorreu há um ano em sua vila de Mallorca. A jovem, aproveitando a ausência dos seus pais decidiu convocar uma pequena festa em uma magnífica mansão valorizada em quase 6 milhões de euros. Que melhor e mais rápido meio que utilizar as redes sociais Bebo e Facebook – deve ter pensado &#8211; , assim como um bom argumento viral: “será a festa do verão, terá álcool e um DJ incrível”. Os resultados dessa enorme e descontrolada ação viral foram terríveis e parecidos a uma zona de guerra; televisores arrojados à piscina, porta quebradas, roupas pelo chão, a intervenção final da policia e jóias roubadas pelos “convidados” no valor de 10.000 euros.</p>
<p>Sem ir mais longe, faz poucos dias que a identidade do chefe de espionagem britânico foi exposta no Facebook, detalhes chave relativos á sua segurança pessoal e das pessoas qe o rodeiam ficaram a mercê de qualquer usuário dessa rede. Sr. Jonh Sawers, que deve assumir seu posto como chefe do serviço secreto de inteligência britânico em novembro, viu como sua própria esposa Lady Shelley Sawers, publicava tranquilamente fotografias da família e alimentou detalhes muito sensíveis para sua segurança e a de sua família como onde vive e passa as férias e quem são seus amigos e parentes. Os detalhes puderam ser vistos por qualquer usuário da rede social.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-685" title="privacidad1" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2009/10/privacidad1.jpg" alt="privacidad1" width="400" height="345" /></p>
<p><strong>O que fazer para estarmos mais tranqüilos</strong></p>
<p>A massificação do uso dessas ferramentas e sua maior complexidade fará que cada vez mais vejamos mais casos de privacidade, e incluso segurança comprometida pelo uso das mesmas. Se bem que é verdade que o usuário deve encontrar um marco no qual sentir-se protegido, lembrando-se algumas medidas básicas a segurança e privacidade que todos podemos tomar dentro desses entorno:</p>
<p><strong>- Desconfie dos desconhecidos:</strong></p>
<p>Quando um usuário é novo numa rede sócia, compartir acessos e ter “amigos” quanto antes. Isso nos leva a adicionar em ocasiões de forma compulsiva, outros usuários que não conhecemos que não acrescenta dados suficientes ou que se identificam baixo nome de uma empresa ou produto, desconhecemos que esta detrás.</p>
<p><strong>- Não pressuponha</strong></p>
<p>Esse conhecido que te adicionou talvez não seja realmente ele. Procure lhe escrever para comprovar realmente que é quem diz ser, tente averiguar sempre; poderia ser um caso de suplantação de personalidade. Se for esse o caso, reporte-lo imediatamente aos moderadores que atuaram em conseqüência.</p>
<p><strong>- Má sorte; acredite em mim, Angelina Jolie não quer te adicionar ao seu perfil</strong></p>
<p>Geralmente está provado que uma foto atrativa ganhará muitos mais contatos. Se ágüem desconhece e ES suspeitosamente atrativo te adiciona; desconfie. Há milhares de perfis falsos tentando captar acessos de incautos com qualquer fim, os mais incautos caem como patos, sem cessar. Pense que um acesso a sua informação pessoal pode derivar inclusive em um problema de segurança pessoal.</p>
<p>-<strong> Os amigos dos meus amigos, não são meus amigos:</strong></p>
<p>É um erro freqüente nos usuários o adicionar a pessoas totalmente desconhecidas por afinidade com outros “amigos”, ou seja por conhecer alguma pessoa em comum. Do mesmo modo é freqüente que muito menos sejam amigos dos mesmos e possa gerar fugas de informação.</p>
<p>- <strong>Criar grupos de confiança</strong></p>
<p>Pouca gente o faz e a maioria das redes sociais permitem por catalogar níveis de acesso de usuários. Por exemplo, não queremos que um companheiro de trabalho tenha acesso a fotos nossas de caráter pessoal e familiar.</p>
<p><strong>Configuremos diferentes graus y níveis de acesso</strong></p>
<p>As redes sociais são ferramentas úteis e básicas e estão aqui para ficar. Usemo-las com cabeça e quanto antes aprendamos a fazê-lo corretamente, mais poderemos curtir dela e com certeza com essas 5 regaras economizaremos algum desgosto.</p>
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		<title>Eventos em Social Mídia</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 08:37:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não só o mundo dos eventos virtuais, assim como também o mundo dos eventos físicos começa a ter um lugar destacado dentro das redes sociais e a web 2.0 em geral. Salas de shows, discotecas ou simplesmente agencias de comunicação e relações públicas começaram a descobrir que redes sociais como, por exemplo,  Facebook e Tuenti [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não só o mundo dos eventos virtuais, assim como também o mundo dos eventos físicos começa a ter um lugar destacado dentro das redes sociais e a web 2.0 em geral.</p>
<p>Salas de shows, discotecas ou simplesmente agencias de comunicação e relações públicas começaram a descobrir que redes sociais como, por exemplo,  <a href="http://www.facebook.com" target="_blank">Facebook</a> e <a href="http://www.tuenti.com/" target="_blank">Tuenti</a> passam já de ser meros canais de comunicação a eixos de captação de usuários não somente para eventos virtuais mas <strong>também presenciais.</strong></p>
<p>A agrupação de usuários com os mesmos gostos em grandes plataformas 2.0 faz que uma boa parte do trabalho de comunicação e captação fique em mãos do virótico entre os mesmos. Não há melhor canal de comunicação que o que não se percebe como publicidade e para isso, recorrer a um usuário como promotor da mensagem é simplesmente efetivo, e a melhor porta de entrada possível.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-391" title="eventos20mapa" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2009/04/eventos20mapa-300x212.jpg" alt="eventos20mapa" width="300" height="212" /></p>
<p>Nos EUA o grande gigante Facebook é desde anos uma arma imprescindível dentro das grandes giras de shows de artistas americanos. Se existe uma comunidade de fans dos Rolling Stones, com centenas de membros que interagem entre si, não seriam esses os melhores promotores da mensagem e captadores de novos adeptos? E se não existe essa comunidade, não seria hábil criá-la, fomentá-la e participar dela.</p>
<p>Inclusive essa presença chega na política, onde o atual presidente dos Estados Unidos nas passadas eleições, Barack Obama utilizou as redes sociais como um dos motores básicos da sua proposta presidencial, chave na convocatória e organização de eventos e atos de campanha com um seguimento através dessa rede de mais de 3.000.000 de pessoas, que não somente eram receptores da mensagem mas também que além disso se <strong>prestavam a colaborar nos atos locais da mesma.</strong></p>
<p>A outra escala se podem observar casos similares na Espanha. Dezenas de discotecas e salas de eventos realizam e captam usuários com um modelo no qual o tradicional relações publicas mudou de papel e agora através da Internet convida usuários a participar dos seus eventos. Faz pouco tempo que houve com grande êxito lugar a uma convocatória em <a href="http://www.shokomadrid.com/" target="_blank">Shoko</a> em Madrid para um show privado da banda “Oreja de Van Gogh” com assistência limitada a jantar e show privado. O único canal de comunicação internet e as redes sociais. O resultado um notável êxito de assistência.<br />
Não somente os eventos físicos têm seu espaço. Para grandes marcas a utilização do viral da web 2.0 é critica, e não somente dentro das redes sócias, mas também em outros suportes como blogs e utilizando meios de promoção interativos como os widgets.</p>
<p>Uma interessante ação exemplo disso foi durante 2008 <strong>a emissão ao vivo de uma parte de um show de “Amaral”, que emitiu em centenas de blogs por meio de widgets interativos numa promoção realizada pela agencia Addoor para um sponsor de telefonia celular.</strong> O resultado de audiência não similar, senão muito superior a que teria obtido sendo emitido pela TV. O custo, uma décima parte do preço a compra desse espaço promocional em uma cadeia nacional.</p>
<p>É importante compreender o uso da web 2.0 no marco dos eventos, como um canal bidirecional. A rede social juvenil por excelência na Espanha, Tuenti (no Brasil, Orkut), investiga esses novos tipos de comunicação e publicidade com objetivo de melhorar e adaptar-se a novos modelos publicitários não convencionais. Uma das experiências físicas mais interessantes desenvolvida nos últimos dias com motivo d estréia do filme Valkiria em Madrid. Um campanha viral bastante efetiva ofereci selecionar dentro da rede de 4 milhões de usuários de Tuenti a vários deles e convidá-los a ver a estréia do filme de Tom Cruise. Sucesso de participação, sucesso do evento, penetração e promoção online de um ato que transcenderia de outro modo na rede e o ponto mais interessante dessa ação, a retroalimentação entre o ato online e offline; os usuários selecionados subiam em tempo real desde seus celulares no tapete vermelho as fotos e comentários do evento, que a sua vez eram seguidos ao vivo pó centenas de pessoas via web.</p>
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