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	<title>Alejandro Suárez blog profissional &#187; Tecnologia</title>
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		<title>Poucos indígenas</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 20:29:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Resulta extremadamente curioso e até cansativo ter que me reunir às vezes com empresas que vêm me ver (por qualquer idiotice que geralmente poderia ter sido solucionado com uma chamada, ou melhor ainda, via email) e a que aparece o CEO, o CTO; e quase até o CSI e quando alguém muda minimamente algo na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Resulta extremadamente curioso e até cansativo ter que me reunir às vezes com empresas que vêm me ver (por qualquer idiotice que geralmente poderia ter sido solucionado com uma chamada, ou melhor ainda, via email) e a que aparece o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Chief_executive_officer" target="_blank">CEO</a>, o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Chief_Technical_Officer" target="_blank">CTO</a>; e quase até o CSI e quando alguém muda minimamente algo na empresa, são eles e ninguém mais.</p>
<p>Não só parece que são surrealistas essas estruturas tipo: todos os chefes, nenhum indígena, e sempre penso <em>“caramba, se são três pessoas que trabalham na empresa e estão aqui os três perdendo o tempo com uma pessoa tão pouco importante como eu; quem então está trabalhando?</em></p>
<p>No relacionado com a tecnologia, ao meu entender, é inclusive desejável que as estruturas podem e devem ser principalmente três coisas:<strong> horizontais, dinâmicas e escaláveis.</strong></p>
<p>Muitos exemplos de pouca sustentabilidade nos últimos tempos que foram feitos quando, por exemplo, no caso de meios online, a publicidade baixa, haja drama. O ruim é que em muitas ocasiões, apesar de saber bem a teoria, alguém cai nesses mesmos erros, e sim, aconteceu comigo e co-participei varias vezes disso. <strong>Grave erro.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-691" title="indios" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2009/11/indios.jpg" alt="indios" width="450" height="312" /><br />
</strong></p>
<p>Os indígenas não são só necessários, como <strong>são imprescindíveis e os mais importantes </strong>em qualquer estrutura, e em Internet tendemos a fazer todo mundo “chefe” de algo; quase nenhum índio. Diretores de Comunicação nos que eles são as únicas pessoas do departamento, o mesmo CTOs, CEOs de si mesmos, etc. É uma impostura que fique bem nos cartões de visitas, mas já roce ocasionalmente o surrealismo.</p>
<p><strong>Aposto conceitualmente pelas estruturas que dão liberdade lateral ao indivíduo e se tem talento certa liberdade vertical</strong>, que reporte a uma única pessoa e que sejam quase totalmente horizontais, tendo somente dois níveis e que estejam longe do sistema piramidal clássico, no qual em ocasiões, no caso das grandes empresas, a informação chega ao topo, onde se tomam as decisões com maiúsculas, sempre quando é tarde e quando o problema já esta sobre a mesa.</p>
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		<title>Privacidade em redes sociais</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 10:40:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esse é um artigo que foi publicado semana passada no jornal espanhol “5 Dias”. Existe privacidade nas redes sociais? Acredito que esse é um assunto que criará um intenso debate e ganhará muita repercussão em 2010. Do mesmo modo é possível que alguns devam se adaptar às legislações locais. Espanha, por exemplo, é o segundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse é um artigo que foi publicado semana passada no <strong>jornal espanhol “5 Dias”.</strong></p>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><img class="aligncenter size-full wp-image-684" title="privacidad" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2009/10/privacidad.jpg" alt="privacidad" width="340" height="234" /></p>
<p><strong>Existe privacidade nas redes sociais</strong>?</p>
<p>Acredito que esse é um assunto que criará um intenso debate e ganhará muita repercussão em 2010. Do mesmo modo é possível que alguns devam se adaptar às legislações locais.</p>
<p>Espanha, por exemplo, é o segundo pais da Europa que usa redes sociais, com uma penetração de 73% dos internautas segundo o informe e Espanha, isso quer dizer que 13,2 milhões de internautas espanhóis visitam, como mínimo, uma rede social todos os meses e na Europa, somente somos superados pelo Reino Unido, com uma penetração de cerca de 80%.</p>
<p>As redes sociais têm muitas vantagens, muitas delas muito evidentes, como a de não perder nunca contato com seus conhecidos apesar de mudar de residência, trabalho, telefone, etc&#8230;e a possibilidade de compartir espaços da vida do individuo apesar da distancia, como eventos ou fotografias e com a facilidade de poder organizá-las para fazê-las mais acessível ao nosso entorno. Mas de forma paralela ao seu crescimento, as redes sociais alimentam três fantasmas, que geram sombras sobre sua utilização; a privacidade, o uso de dados pessoais e os perfis falsos de usuários.</p>
<p><strong>O crescente problema da privacidade</strong></p>
<p>Cabe destacar que cada vez mais as redes sociais generalistas como Facebook, ou na Espanha o Tuenti, ou no Brasil, o Orkut, se preocupam por melhorar todo o referente à privacidade do usuário e permitem poder administrar e definir o grau da exposição publica do individuo, mas não é menos certo que há muito caminho para percorrer e que falta uma legislação ad-hoc que toda rede social tenha que se inscrever em nível de privacidade, para poder estar on-line.</p>
<p><strong>O Real Madrid e o Presidente Obama, não escapam aos erros</strong></p>
<p>O usuário das redes sociais muitas vezes desconhece como utilizar as ferramentas de proteção ou simplesmente é descuidado e pouco cuidadoso com sua intimidade, são nesses casos onde por uma manobra indevida e seguramente não autorizada, a informação de perfis passa a ser de conhecimento publico em milhares de web, blogs, fóruns e escapa da segurança de nossa pequena rede de contatos, deixando o próprio usuário em maus lençóis.</p>
<p>Um dos casos mais celebres de fuga de informação golpeou de cheio no real Madrid faz alguns meses. Na assembléia do club detectaram em documentos gráficos, que dezenas de pessoas que estavam votando como sócios compromissados do clube sem ser. Obviamente havia uma fraude, mas como relacionar o entorno do então presidente Ramón Calderón? A labor de investigação através do Tuenti e Facebook de vários jornalistas de um meio esportivo espanhol os levou a encontrar no perfil de cada um dos seus colaboradores, Nanin Rodriguez de Barutell, as fotos pessoais de muitas pessoas que, não sendo sócios compromissários, apareciam nas provas gráficas exercendo o mesmo.</p>
<p>Outro caso, muito evidente nos chegou depois das ultimas eleições americanas, nas quais, o Facebook deu muitas alegras à candidatura do presidente Obama, mas também chegou a por em sérios apertos, tanto o futuro do próprio presidente como do seus colaboradores mais próximos, ao fazer publicas atitudes privadas pouco responsáveis.</p>
<p>Um dos seus mais prometedores e próximos assessores, o jovem Jon Favreau, de 27 anos, que depois de uma carreira brilhantes e havia posicionado como coordenador dos discursos do então candidato, e que foi fotografado num suspeitoso estado de felicidade temporal, a um cartaz de tamanha real de Hilary Clinton e ao que, com uma cerveja na mão, tocava divertidamente seus peitos. A fotografia, foi publicada só por umas horas na rede social, mas deu a volta ao mundo e hoje pode ser vista em dezenas e dezenas de paginas de Internet tão somente com introduzir em qualquer buscador “Jon Favreau Hillary”. Imediatamente Favreau teve que se desculpar publicamente por sua inaceitável atitude.</p>
<p><strong>Uma pequena festa que acabou em desastre</strong></p>
<p>Os perigos da privacidade não só podem levar à la fuga da informação sensível ou privada do seu contexto e âmbito adequado, mas também se pode ver amplificada ao mundo de forma viral, e também a viralidade, conceito intrínseco á web 2.0 e as social media, pode derivar num problema de privacidade.</p>
<p>É de supor que algo mais sério que um simples problema de privacidade pareceu à família de uma jovem britânica o sucesso que lhes ocorreu há um ano em sua vila de Mallorca. A jovem, aproveitando a ausência dos seus pais decidiu convocar uma pequena festa em uma magnífica mansão valorizada em quase 6 milhões de euros. Que melhor e mais rápido meio que utilizar as redes sociais Bebo e Facebook – deve ter pensado &#8211; , assim como um bom argumento viral: “será a festa do verão, terá álcool e um DJ incrível”. Os resultados dessa enorme e descontrolada ação viral foram terríveis e parecidos a uma zona de guerra; televisores arrojados à piscina, porta quebradas, roupas pelo chão, a intervenção final da policia e jóias roubadas pelos “convidados” no valor de 10.000 euros.</p>
<p>Sem ir mais longe, faz poucos dias que a identidade do chefe de espionagem britânico foi exposta no Facebook, detalhes chave relativos á sua segurança pessoal e das pessoas qe o rodeiam ficaram a mercê de qualquer usuário dessa rede. Sr. Jonh Sawers, que deve assumir seu posto como chefe do serviço secreto de inteligência britânico em novembro, viu como sua própria esposa Lady Shelley Sawers, publicava tranquilamente fotografias da família e alimentou detalhes muito sensíveis para sua segurança e a de sua família como onde vive e passa as férias e quem são seus amigos e parentes. Os detalhes puderam ser vistos por qualquer usuário da rede social.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-685" title="privacidad1" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2009/10/privacidad1.jpg" alt="privacidad1" width="400" height="345" /></p>
<p><strong>O que fazer para estarmos mais tranqüilos</strong></p>
<p>A massificação do uso dessas ferramentas e sua maior complexidade fará que cada vez mais vejamos mais casos de privacidade, e incluso segurança comprometida pelo uso das mesmas. Se bem que é verdade que o usuário deve encontrar um marco no qual sentir-se protegido, lembrando-se algumas medidas básicas a segurança e privacidade que todos podemos tomar dentro desses entorno:</p>
<p><strong>- Desconfie dos desconhecidos:</strong></p>
<p>Quando um usuário é novo numa rede sócia, compartir acessos e ter “amigos” quanto antes. Isso nos leva a adicionar em ocasiões de forma compulsiva, outros usuários que não conhecemos que não acrescenta dados suficientes ou que se identificam baixo nome de uma empresa ou produto, desconhecemos que esta detrás.</p>
<p><strong>- Não pressuponha</strong></p>
<p>Esse conhecido que te adicionou talvez não seja realmente ele. Procure lhe escrever para comprovar realmente que é quem diz ser, tente averiguar sempre; poderia ser um caso de suplantação de personalidade. Se for esse o caso, reporte-lo imediatamente aos moderadores que atuaram em conseqüência.</p>
<p><strong>- Má sorte; acredite em mim, Angelina Jolie não quer te adicionar ao seu perfil</strong></p>
<p>Geralmente está provado que uma foto atrativa ganhará muitos mais contatos. Se ágüem desconhece e ES suspeitosamente atrativo te adiciona; desconfie. Há milhares de perfis falsos tentando captar acessos de incautos com qualquer fim, os mais incautos caem como patos, sem cessar. Pense que um acesso a sua informação pessoal pode derivar inclusive em um problema de segurança pessoal.</p>
<p>-<strong> Os amigos dos meus amigos, não são meus amigos:</strong></p>
<p>É um erro freqüente nos usuários o adicionar a pessoas totalmente desconhecidas por afinidade com outros “amigos”, ou seja por conhecer alguma pessoa em comum. Do mesmo modo é freqüente que muito menos sejam amigos dos mesmos e possa gerar fugas de informação.</p>
<p>- <strong>Criar grupos de confiança</strong></p>
<p>Pouca gente o faz e a maioria das redes sociais permitem por catalogar níveis de acesso de usuários. Por exemplo, não queremos que um companheiro de trabalho tenha acesso a fotos nossas de caráter pessoal e familiar.</p>
<p><strong>Configuremos diferentes graus y níveis de acesso</strong></p>
<p>As redes sociais são ferramentas úteis e básicas e estão aqui para ficar. Usemo-las com cabeça e quanto antes aprendamos a fazê-lo corretamente, mais poderemos curtir dela e com certeza com essas 5 regaras economizaremos algum desgosto.</p>
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		<title>A educação morreu; chega a evolução do e-learning</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 09:15:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>“O problema de nossos tempos é que o futuro já não é o que era “</strong> (Paul Valery, ensaísta e poeta Frances).</p>
<p>2.015 não é um horizonte longínquo e, sem dúvida, a evolução tecnológica fará que tão somente dentro de uns cinco anos a forma que educamos e aprendemos mudará radicalmente. Nesse cenário, os alunos de Educação Infantil como em qualquer centro se especializarão em trabalhos que ainda não existem e utilizarão diariamente a tecnologia, que em muitos casos, ainda hoje não foi inventada.</p>
<p>É um cenário complexo e requereram de uma total adaptação a esse novo meio por parte dos centros, dos docentes, dos pais e de muitos dos modelos educativos que, a dia de hoje são discutíveis.</p>
<p>Diariamente, um profissional espanhol de perfil médio recebe uns 150 mensagens e impactos originados por outras pessoas mediante as diferentes plataformas tecnologias atuais. Em 2015 serão mais de 350 impactos diários recebidos pelo nosso querido professor e uma alta porcentagem deles serão estímulos gerados pela própria tecnologia em primeira pessoa, sem intervenção de um ser humano, de uma forma totalmente autônoma. Todos coincidimos em compartir que muito possivelmente hoje não poderíamos assumir tal quantidade de estímulos e informação, nossos filhos o farão.</p>
<p>Dizia o prestigioso guru e palestrante, expert em e-learning, Marc Prensky que “<em>os alunos mudaram de forma radical; já não são as pessoas para as quais foi desenhado nosso sistema educativo</em>”. Acredito que não podemos estar mais de acordo com ele. Esse cenário já é real, mas se fará mais evidente em muitos poucos anos e essa brecha criada entre um sistema educativo paralisado e seus alunos 2.0 crescerá exponencialmente nos próximos anos, até o ponto de que o sistema educativo atual, tal e como concebemos, carecerá completamente de sentido.</p>
<p><strong>Nativos Digitais</strong><br />
Em breve, os nativos digitais nascidos a partir de 1985 serão as vértebras de uma nova sociedade que criará a ruptura de gerações como jamais antes na historia da humanidade havia ocorrido, e nunca num espaço de tempo tão curto. Assim, veremos como durante muitos anos conviveremos com duas gerações: os filhos do Baby Boom e os nativos digitais, só nos separaram trinta anos, seremos tão próximos e ao mesmo tempo tão distantes&#8230;</p>
<p>Os nativos digitais respondem e aprendem de estímulos que seus predecessores nem sequer conseguiram compreender; evoluem rápido, não compreendem o conceito da tecnologia, já que para eles a tecnologia não existe, a tecnologia “é”, nasceram com ela, são mais rápidos, mais criativos, mais abertos e interagindo de outra maneira muito diferente às gerações anteriores. Falamos de uma geração que não observa e aprende; simplesmente participa, comparte, interatua.</p>
<p>Vamos conhecer uma geração que viverá a maior parte da sua vida baixo o conceito de “conexão total”, conectividade entre os indivíduos, conectividade na Internet, e também num cenário muito próximo, desenvolverão a conectividade da pessoa com as máquinas inteligentes ao seu entorno. É uma geração que nunca compreenderá o que é um telefono; o primeiro terminal de comunicação que terão em suas mãos e possivelmente muito cedo, será um avançado dispositivo tipo Smarth-phone, onde a comunicação que realizarão não se parecerá muito ao nosso querido “Alô, sou o Edu. Feliz Natal” &#8211; que apesar de nos tocar o coração &#8211; para essa nova geração de nativos digitais, terá muito que ver com as limitações atuais do mundo em que vivemos.</p>
<p>A revolução do e-learnign 2.0 chegará aos colégios de nossos filhos, que viverão uma reestruturação similar ao que a Internet viveu com as novas tecnologias e a aparição da web 2.0. O aluno não será um receptor passivo da mensagem, mas sim interatuará com ela, mudando o rol do educador, fazendo com que participe da comunicação, que deixará de ser um canal unidirecional para se converter num novo meio, que incentiva e estimula o alto rendimento intelectual e revoluciona a mensagem de aprendizagem.</p>
<p><strong>Internet, um novo professor</strong><br />
O lugar natural de um professor passa a ser o de um imigrante diante dos seus alunos, pois desde cedo serão experts em tecnologias e poderão manifestar um rol de relativa superioridade no uso das ferramentas técnicas mais comuns no entorno escolar, que para eles serão tão simples e acessíveis como complicadas para nossos mestres.</p>
<p>O conceito de exposição e aprendizagem escolar, realizando duas ou três perguntas diárias a um mentor, mudará radicalmente com a aprendizagem digital. Os alunos farão centenas de perguntas ao dia através de um motor de busca na Internet, que saciarão e retroalimentarão a inteligência e ânsia de informação do aluno, forçando a um crescimento intelectual nunca antes experimentado.</p>
<p>Atualmente se realizam três bilhões de buscas diárias no Google. Em 2015 se estima que serão cerca de nove bilhões de buscas diárias de informação.<br />
A principal reflexão que podemos extrair é que o modelo tradicional educativo, o modelo “broadcasting”, desaparece e o mais importante e a conversação, aprender interatuando e não observando. Essas mudanças exigirão uma mudança formativa sem precedentes do corpo docente e diante do qual todos devemos estar preparados.</p>
<p>O guia da informação e aprendizagem de um aluno não será seu professor, será Internet. O professor exercerá um rol de moderador nessa aprendizagem entre aluno e seu meio natural: a rede. Conceitos como os livros de texto e os cadernos de trabalho não só existirão, como que carecerão de toda lógica e será muito difícil defender sua necessidade nos próximos 10 ou 15 anos.</p>
<p><strong>Em que situação fica a geração anterior diante desse novo cenário?</strong><br />
Somos os primeiros a ter filhos nativos digitais, careceremos de referencias e experiências pessoais validas que nos podem orientar nessa situação. O modelo anterior não serve, necessitamos encontrar e criar nossas próprias referências pessoais, que previsivelmente darão forma a um novo modelo, que pode ser de orientação, e depois será avaliado e adaptado pelas gerações que virão.</p>
<p>O modelo familiar deveria passar de ser “protetor e repressor” diante dos estímulos tecnológicos para se converter num modelo aberto e participativo que favoreça o estimulo para as novas tecnologias. A família deve ajudar nesse labor de intermediação na informação que se recebe, moderando e relativizando os conteúdos, ajudando a consumir informação com um ponto de vista critico, forçando a equilibrar o tempo físico e digital, buscando um equilíbrio emocional e moral no uso das novas tecnologias, e adaptando a nós mesmos, seus progenitores, a um meio que já hoje em dia está mudando o mundo.</p>
<p><strong>O novo rol dos centros de ensino</strong><br />
A escola passará a se ruma comunidade colaborativa que potenciará e moderará o aprendizado, dentro de um ecossistema de informação que aprende e comparte elementos, interatua e mantém num mesmo rol o aluno e o professor.</p>
<p>A escola do século que vem cruza os limites fixos e leva o aprendizado a um conceito 24&#215;7, no qual o aluno recebe estímulos, interatua comparte e aprende, dentro e fora das aulas por igual, os sete dias da semana e a todas as horas. A educação não se escreve a um espaço físico fechado, a escola é uma rede social de pessoas que inter-relacionam umas com as outras em qualquer momento, a escola não e um lugar, é um sistema acessível desde qualquer lugar e desde múltiplos suportes tecnológicos ao mesmo tempo em que já se conhece como “aula aberta digital”</p>
<p>Aproxima-se um tempo fascinante, onde as graves deficiências educativas atuais desaparecerão, tentemos não desaparecer com elas por não querer entender essa nova espécie: os nativos digitais.</p>
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		<title>Evolução de um logo</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 08:46:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O assunto de escolher um bom logo é bastante complexo. Não há uma formula magistral e sim é difícil poder encontrar um ponto justo. Na internet tenho duas sensações. A primeira é que é um meio que aceita o simples, o claro, um logo muito claro, muito definido e muito simples costuma ser o ideal. Estamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">O assunto de escolher um bom logo é bastante complexo. Não há uma formula magistral e sim é difícil poder encontrar um ponto justo. Na internet tenho duas sensações. A primeira é que é um meio que aceita o simples, o claro, um logo muito claro, muito definido e muito simples costuma ser o ideal. Estamos em um meio de consumo rápido.</p>
<p> A segunda sensação que tenho é que os logos envelhecem antes, já que em muitas ocasiões se fazem também populares com rapidez. “O que entra bem, perdura” e logos de companhias tecnológicas resistem a retoques mais freqüentes no meio offline.</p>
<p>Como exemplo inicial, essa pequena amostra de 2 sensibilidades. São <strong>Coca-Cola e Pepsi,</strong> 2 maneiras contrapostas de ver o mesmo produto e <strong>2 maneiras de ver o mundo.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-592" title="coca" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2009/07/coca-445x1023.jpg" alt="coca" width="445" height="1023" /></p>
<p>Me identifico com o de Coca-Cola, primeiro porque sou totalmente fiel e é “meu produto”, mas logo porque seu logo é já um clássico facilmente reconhecível. O logo da Pepsi, simplificado em 2008, juro que não o havia visto nunca na vida, e parte porque esta marca tem uma especial posição na Espanha, onde seu mercado é tão pequeno e tão cativo (restauração com exclusiva forçada) que apenas fazem publicidade na televisão, internet ou revistas.</p>
<p>Além disso, vemos como um logo não deveria – baixo meu ponto de vista – ter uma vida tão curta, a sensação que produz não é boa, Pepsi mudou de logo 3 vezes nos últimos 10 anos. Ai, e obviamente no seu inicio, tinha uma equipe de desenho pior que a da Coca-Cola.</p>
<p>Gostaria de mostrar a evolução de outros logos, como o do <strong>StarBucks, uma marca mais moderna</strong>, no qual podemos ver como a linha gráfica foi se definindo e não foi uma ruptura radical em nenhum caso, mas sim parece uma evolução natural, um limpar e fazer mais simples e definido o logo e adaptar-se aos tempos mantendo sua origem.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-593" title="starbucks-logo-evolution" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2009/07/starbucks-logo-evolution-256x1024.jpg" alt="starbucks-logo-evolution" width="256" height="1024" /></p>
<p>Outro exemplo que me parece curioso é Nokia, seus 2 primeiros logos não têm desperdício. Que seu logo desde o ponto de vista atual, sendo uma companhia tecnológica, seja um peixe não tem muito sentido. A evolução é totalmente brusca até chegaram nos dois últimos logos:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-594" title="logo-nokia1" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2009/07/logo-nokia1.gif" alt="logo-nokia1" width="500" height="370" /></p>
<p style="text-align: left;">
Outros casos curiosos como no Renault, que em 1919 evolucionou em mostrar <strong>um carro de época a um tanque militar</strong>:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-595" title="renault" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2009/07/renault.jpg" alt="renault" width="500" height="491" /></p>
<p style="text-align: left;">
Finalmente gostaria de acrescentar dois clássicos de internet e tecnologia, Microsoft e Google. <strong>A evolução da Microsoft parece ir paralela aos tempos</strong> e vão fazendo a medida que a marca necessita e avança a sociedade, não tiveram muitos retoques e parecem lógicos à época:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-596" title="logo-microsoft" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2009/07/logo-microsoft.gif" alt="logo-microsoft" width="349" height="199" /></p>
<p style="text-align: left;">O logo de Google praticamente o conhecemos igual, os primeiros logos eu nem tinha chegado a conhecer (em funcionamento ao menos), o que sim acredito que acrescentou quanto ao logo de <strong>Google é a possibilidade que lhe dá a Internet de “brincar” com ele em determinados momentos</strong> <strong>para fazer graça com personagens e eventos, criando uma expectação temporal que não confunde com seu logo original</strong>, chama atenção sobre a marca e que lhe permite talvez “envelhecer” melhor.</p>
<p><img class="size-full wp-image-597 alignleft" title="evolucionlogogoogle1" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2009/07/evolucionlogogoogle1.jpg" alt="evolucionlogogoogle1" width="300" height="100" /></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-598" title="evolucionlogogoogle21" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2009/07/evolucionlogogoogle21.jpg" alt="evolucionlogogoogle21" width="300" height="100" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-599" title="evolucionlogogoogle3" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2009/07/evolucionlogogoogle3.jpg" alt="evolucionlogogoogle3" width="300" height="143" /><img class="aligncenter size-full wp-image-600" title="evolucionlogogoogle41" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2009/07/evolucionlogogoogle41.jpg" alt="evolucionlogogoogle41" width="300" height="89" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-601" title="evolucionlogogoogle51" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2009/07/evolucionlogogoogle51.jpg" alt="evolucionlogogoogle51" width="300" height="113" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-602" title="evolucionlogogoogle6" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2009/07/evolucionlogogoogle6.jpg" alt="evolucionlogogoogle6" width="300" height="99" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-603" title="evolucionlogogoogle72" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2009/07/evolucionlogogoogle72.jpg" alt="evolucionlogogoogle72" width="300" height="119" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-604" title="evolucionlogogoogle81" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2009/07/evolucionlogogoogle81.jpg" alt="evolucionlogogoogle81" width="300" height="111" /></p>
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		<title>Eventos em Social Mídia</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 08:37:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não só o mundo dos eventos virtuais, assim como também o mundo dos eventos físicos começa a ter um lugar destacado dentro das redes sociais e a web 2.0 em geral. Salas de shows, discotecas ou simplesmente agencias de comunicação e relações públicas começaram a descobrir que redes sociais como, por exemplo,  Facebook e Tuenti [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não só o mundo dos eventos virtuais, assim como também o mundo dos eventos físicos começa a ter um lugar destacado dentro das redes sociais e a web 2.0 em geral.</p>
<p>Salas de shows, discotecas ou simplesmente agencias de comunicação e relações públicas começaram a descobrir que redes sociais como, por exemplo,  <a href="http://www.facebook.com" target="_blank">Facebook</a> e <a href="http://www.tuenti.com/" target="_blank">Tuenti</a> passam já de ser meros canais de comunicação a eixos de captação de usuários não somente para eventos virtuais mas <strong>também presenciais.</strong></p>
<p>A agrupação de usuários com os mesmos gostos em grandes plataformas 2.0 faz que uma boa parte do trabalho de comunicação e captação fique em mãos do virótico entre os mesmos. Não há melhor canal de comunicação que o que não se percebe como publicidade e para isso, recorrer a um usuário como promotor da mensagem é simplesmente efetivo, e a melhor porta de entrada possível.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-391" title="eventos20mapa" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2009/04/eventos20mapa-300x212.jpg" alt="eventos20mapa" width="300" height="212" /></p>
<p>Nos EUA o grande gigante Facebook é desde anos uma arma imprescindível dentro das grandes giras de shows de artistas americanos. Se existe uma comunidade de fans dos Rolling Stones, com centenas de membros que interagem entre si, não seriam esses os melhores promotores da mensagem e captadores de novos adeptos? E se não existe essa comunidade, não seria hábil criá-la, fomentá-la e participar dela.</p>
<p>Inclusive essa presença chega na política, onde o atual presidente dos Estados Unidos nas passadas eleições, Barack Obama utilizou as redes sociais como um dos motores básicos da sua proposta presidencial, chave na convocatória e organização de eventos e atos de campanha com um seguimento através dessa rede de mais de 3.000.000 de pessoas, que não somente eram receptores da mensagem mas também que além disso se <strong>prestavam a colaborar nos atos locais da mesma.</strong></p>
<p>A outra escala se podem observar casos similares na Espanha. Dezenas de discotecas e salas de eventos realizam e captam usuários com um modelo no qual o tradicional relações publicas mudou de papel e agora através da Internet convida usuários a participar dos seus eventos. Faz pouco tempo que houve com grande êxito lugar a uma convocatória em <a href="http://www.shokomadrid.com/" target="_blank">Shoko</a> em Madrid para um show privado da banda “Oreja de Van Gogh” com assistência limitada a jantar e show privado. O único canal de comunicação internet e as redes sociais. O resultado um notável êxito de assistência.<br />
Não somente os eventos físicos têm seu espaço. Para grandes marcas a utilização do viral da web 2.0 é critica, e não somente dentro das redes sócias, mas também em outros suportes como blogs e utilizando meios de promoção interativos como os widgets.</p>
<p>Uma interessante ação exemplo disso foi durante 2008 <strong>a emissão ao vivo de uma parte de um show de “Amaral”, que emitiu em centenas de blogs por meio de widgets interativos numa promoção realizada pela agencia Addoor para um sponsor de telefonia celular.</strong> O resultado de audiência não similar, senão muito superior a que teria obtido sendo emitido pela TV. O custo, uma décima parte do preço a compra desse espaço promocional em uma cadeia nacional.</p>
<p>É importante compreender o uso da web 2.0 no marco dos eventos, como um canal bidirecional. A rede social juvenil por excelência na Espanha, Tuenti (no Brasil, Orkut), investiga esses novos tipos de comunicação e publicidade com objetivo de melhorar e adaptar-se a novos modelos publicitários não convencionais. Uma das experiências físicas mais interessantes desenvolvida nos últimos dias com motivo d estréia do filme Valkiria em Madrid. Um campanha viral bastante efetiva ofereci selecionar dentro da rede de 4 milhões de usuários de Tuenti a vários deles e convidá-los a ver a estréia do filme de Tom Cruise. Sucesso de participação, sucesso do evento, penetração e promoção online de um ato que transcenderia de outro modo na rede e o ponto mais interessante dessa ação, a retroalimentação entre o ato online e offline; os usuários selecionados subiam em tempo real desde seus celulares no tapete vermelho as fotos e comentários do evento, que a sua vez eram seguidos ao vivo pó centenas de pessoas via web.</p>
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		<title>A segunda bolha da Internet</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 09:13:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um dos meus analistas favoritos é Steve McCoy, costumo ler no EL Confidencial e devo dizer que adoro, ainda que seja um autêntico ranzinza. Sim, ranzinza porque é tão catastrofista em suas analises setoriais e econômicos que umas vezes nos deixa pensando “que barbaridade” e outra te faz pensar de forma muito conservadora “por se acaso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos meus analistas favoritos é Steve McCoy, costumo ler no <a href="http://www.elconfidencial.com/portada/indice.html" target="_blank">EL Confidencial </a>e devo dizer que adoro, ainda que seja um autêntico ranzinza.</p>
<p><strong>Sim, ranzinza porque é tão catastrofista em suas analises setoriais e econômicos que umas vezes nos deixa pensando “que barbaridade” e outra te faz pensar de forma muito conservadora “por se acaso tem razão”&#8230;</strong>Nas circunstâncias atuais todas as pessoas que profetizaram a chegada de uma grande crise mundial a 12 ou 18 meses, foram exaltados à categoria de guru econômico. São quase os únicos ganhadores da crise pelo momento.</p>
<p>O caso é que estive lendo um artigo seu “A segunda bolha de Internet”, no qual fala do de sempre, do Apocalipse, <strong>do fim do mundo</strong>, do grande crash <img src='http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> &#8230;nesse caso na Internet.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-385" title="414" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2009/04/414-300x225.jpg" alt="414" width="300" height="225" /></p>
<p>Ainda que meu querido e admirado ranzinza McCoy se centra nos meios digitais para sua analise, o titulo de seu artigo me deixou pensativo. É possível uma segunda bolha? O que é pior: <strong>é possível que seja agora?</strong></p>
<p>Minha resposta categórica é <strong>NÃO</strong>. Estamos passando um mau momento em conseqüência de um mau momento econômico mundial, mas bolha? Aqui&#8230;desde onde?</p>
<p>Se deve fazer uma queda ser desde o alto, e no que a Espanha se refere im-pos-si-vel. Nada que ver com essa época, possivelmente de excesso de realismo e de mínimas quantidades de dinheiro no mercado das Tics com aquela época que agora ao recordá-la ao menos me provoca um sorriso; <strong>Teknoland, Diversia, Submarino, Guay, Ciudad Futura, Canal 21, Demasiado.com</strong>&#8230;só por recordar alguns dos que me vêem a cabeça.</p>
<p>Nada que ver com a época atual. Naquele momento o dinheiro aparecia em cada esquina pelo único mérito de “ter uma idéia”, sem experiência em administração, sem validar idéias intencionalmente, sem números reais, sem um mercado publicitário e de comercio eletrônico maduro e o mais incrível, sem que o senhor dos bilhetes tivesse nem idéia de onde e em que os punha&#8230; Hoje em dia esta situação não tem nada que ver com aquela.</p>
<p>No setor das Tics se move pouco dinheiro ainda em publicidade e e-commerce; muito menos do que esperávamos faz 10 anos, mas <strong>o mercado é maduro e essas loucuras de injeções de dinheiro ilimitadas em nenhum caso foram sucedendo na Espanha. </strong>De fato o efeito é o contrário, a antítese, deveria haver mais dinheiro para bons e maduros projetos que não encontram financiamento suficiente com a retirada – possivelmente escaldado – de grandes atores como Telefônica no investimento de startups.</p>
<p>Por isso digo ao meu ranzinza favorito <em>“No way José”</em> e é que meu admirado Steve confunde a imprensa digital com o setor de Internet, e nada que ver uma coisa com a outra. A imprensa digital, não é Internet: Internet é um meio global.</p>
<p><strong>E principalmente para que uma bolha exploda é necessário inchá-la, e aqui, ninguém teve pulmões para inchar nada faz muitos anos. Nada que espetar amigo, isso para o bem e para o mal segue sendo Espanha.<br />
</strong></p>
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		<title>“La Web 2.0 (…y la madre que la parió!)</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 09:16:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Faz alguns dias que lancei o livro “La web 2.0…(y la madre que la parió!)&#8221; que pode ser conseguido em papel y pdf nas livrarias como Bubok, Amazon, o Lulu. A muitas pessoas lhes resulta curioso o titulo, a explicação é simples, muitos de nós dos que trabalhamos nesse setor antes de 2005, possivelmente estávamos mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Faz alguns dias que lancei o livro <em>“La web 2.0…(y la madre que la parió!)&#8221;</em> que pode ser conseguido em papel y pdf nas livrarias como <a href="http://www.bubok.com/libros/7378/La-Web-20-%C3%A2y-la-madre-que-la-pario" target="_blank">Bubok</a>, <a href="http://www.amazon.com/" target="_blank">Amazon</a>, o <a href="http://www.lulu.com/content/paperback_book/la_web_20_y_la_madre_que_la_pari%c3%b3/6270557" target="_blank">Lulu</a>.</p>
<p>A muitas pessoas lhes resulta curioso o titulo, a explicação é simples, muitos de nós dos que trabalhamos nesse setor antes de 2005, possivelmente estávamos mais cômodos como emissores de mensagem e geradores de conteúdo com uma web menos social, menos contestatória e com um usuário mais passivo. Sem dúvida a web evolucionou para melhor, mas sem nenhum tipo de duvida, ainda que pegue mal dizer, antes, muitos de nós vivíamos melhor  <img src='http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>O livro de cerca de 170 paginas, pretende ser um repasso ao conceito de web 2.0, especialmente indicado para pessoas com um perfil total ou parcialmente offline e não muito vinculadas com a web social. O prólogo do livro é de  Carlos Branco (obrigada de novo, Carlos!).</p>
<p>Esta é minha primeira incursão no mundo editorial e digo primeira porque estou começando a trabalhar um livro muito diferente dirigido a empreendedores, que  penso titular (veremos se é o titulo de finitivo), “Empreender em tempo de crise”.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-340" title="portada_libro-213x300" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2009/03/portada_libro-213x300.jpg" alt="portada_libro-213x300" width="213" height="300" /></p>
<p> Quero agradecer a <a href="http://loogic.com/la-web-20-y-la-madre-que-la-pario/" target="_blank">Loogic</a>, <a href="http://www.abc.es/20090305/nacional-sociedad/alberto-suarez-afirma-espana-200903052057.html" target="_blank">ABC</a>, <a href="http://www.espana-liberal.com/20090306-la-web-2-0--y-la-madre-que-la-pario--un-libro-que-se-adentra-en-el-uso-social-de-internet.html" target="_blank">Noticias Dot</a>, <a href="http://www.cope.es/" target="_blank">Rádio Cope</a>, <a href="http://www.ondamadrid.com/" target="_blank">Onda Madrid</a>, <a href="http://www.elpratradio.com/" target="_blank">El Prat Radio</a>, <a href="http://winred.com/emprender/la-web-2-0-y-la-madre-que-la-pario/gmx-niv110-con12892.htm" target="_blank">WinRed</a>, <a href="http://www.influenciaddoor.com/index.php/2009/03/02/la-web-20-y-la-madre-que-la-pario-de-alejandro-suarez/" target="_blank">César Nuñez</a>, <a href="http://www.ojointernet.com/noticias/la-web-20%E2%80%A6-y-la-madre-que-la-pario-de-alejandro-suarez/" target="_blank">Ojo Internet</a>, <a href="http://www.hard-h2o.com/vernoticia/6618/la-web-20-y-la-madre-que-la-pario.html" target="_blank">Hard h20</a>, <a href="http://isabelvazquez.com/2009/03/04/la-web-20y-la-madre-que-la-pario-de-alejandro-suarez/" target="_blank">Isabel Vázquez</a>, <a href="http://www.siliconnews.es/es/news/2009/03/07/ya_no_caben_mas_redes_sociales_en_el_mercado_espanol" target="_blank">Silicon News</a>, <a href="http://www.libertaddigital.com/internet/hay-lugar-para-tantas-redes-sociales-1276352782/" target="_blank">Libertad Digital</a> (espero não esquecer-me de ninguém!) o haver comentado sobre o livro.</p>
<p><strong>A propósito, que preparamos uma festa de apresentação para Abril</strong>. É uma desculpa para organizar uma festa em Madrid (a idéia é fazê-lo uma quinta-feira ainda por definir a uma hora razoável&#8230;) e convidar a uns drinks e uns canapés a todos os amigos que queiram passar por ali. (talvez até nos ocorra algo mais divertido que drinks e canapés)</p>
<p> <img src='http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Se você quiser vir à apresentação do livro, <strong>nos deixe um comentário nesse post que e a boa Constanza te contatará por email para te fazer chegar um convite válido para duas pessoas.</strong> A data e o lugar ainda estão por definir, a idéia é que seja justo antes ou justo a semana depois da semana santa, estamos valorizando várias opções (avisaríamos com tempo&#8230;)</p>
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		<title>As Relações Públicas e o êxito em Social Media</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Feb 2009 10:36:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não sou a pessoa mais indicada em realizar um guia de atualização do velho código ético de internet; Netiquette à época das redes sociais. De fato estou seguro que há muitas pessoas vinculadas à web 2.0 que poderiam fazer muito melhor que eu, mas é verdade que levo muitos meses observando o fenômeno em silêncio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não sou a pessoa mais indicada em realizar um guia de atualização do velho código ético de internet; <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Netiquette" target="_blank">Netiquette</a> à época das redes sociais. De fato estou seguro que há muitas pessoas vinculadas à web 2.0 que poderiam fazer muito melhor que eu, mas é verdade que levo muitos meses observando o fenômeno em silêncio e tirando muitas conclusões.</p>
<p>Gostaria ao menos de poder enumerar as pautas que creio que são importantes para não agredir literalmente aos contatos e prejudicar a imagem da sua empresa, serviço ou a tua em particular. As relações publicas e marketing em social media agradarão mais ou menos, mas são uma clara tendência em 2009 e em muitas empresas, as pressas, entram com o pé esquerdo e <strong>o usuário não perdoa certas coisas.</strong></p>
<p>A grande revolução do social media consiste em colocar num mesmo plano o emissor e receptor da mensagem. <strong>Em igualar os róis.</strong> É por isso que as empresas que querem trabalhar o conceito de social media corretamente tem que fazer gala de um bom uso de relações públicas e atenção ao cliente, tão esquecidas durante esses 15 anos de internet. É uma posição mais incômoda para o emissor da mensagem, acostumado a não ter que escutar, mas também mais justa e que permitirá retratar a qualidade da atenção ao cliente de produtos e serviços.</p>
<p><strong><em>E porque são importantes as RR. PP?</em><br />
</strong>Em primeiro lugar pela necessidade de comunicação bidirecional real. Terminou-se o “isto é assim”, “é pegar ou largar”, o mudar uni-literalmente termos de serviço ou que este seja interessante; se sente participante dele e de fato é assim já que forma parte da geração de conteúdo do mesmo. O usuário não é um ser passivo, não só opina agora cria e, portanto se sente participante e exige.</p>
<p>Estas são algumas de minhas conclusões:</p>
<p><strong>- O meio não é o fim, é só parte INICIAL do caminho:</strong><br />
Você criou sua conta no Twitter, seu canal no Facebook ou Myspace. Por isso não se adaptou aos tempos nem entendeu nada. Esse é o dia zero, ainda não empatou com ninguém. Muitas são as empresas que consideram que o fim é estar aí, isso não é mais que o principio.</p>
<p>Não caia no erro de criar estas vias de comunicação com seus possíveis usuários para simplesmente comunicar offline que pelo mero feito de fazê-lo, sua companhia se adaptou aos novos tempos. Num ano esses canais se criaram por defeito, a diferença será quem os emprega corretamente e isso é complicado. Abrir grupos e contas para abandoná-los ou usá-los com pouco acento, tem uma percepção negativa por parte dos usuários.</p>
<p><strong>- Aporta algo:</strong><br />
Poderá fazê-lo no Twitter, no Facebook, onde seja&#8230; Mas aporte algo. Não venha somente a “vender seu peixe” se a comunidade vê que é um ator mais, participante da conversação, colaborativo e não um ente criado para promover um produto, possivelmente quando realize alguma ação de marketing, a capilaridade e percepção serão muito melhores.  A idéia ano é um robô de promoção, Mas sim um usuário que indague, participe, colabore e APORTE, que tenha cintura para ter opinião própria, e que sua função de imagem de empresa e marca não prostitua sua presença pessoal e real.</p>
<p>Por exemplo, esta original e muito interessante aplicação para Facebook pelo Burger King, onde<a href="http://www.huffingtonpost.com/2009/01/08/burger-kings-facebook-pro_n_156320.html" target="_blank"> te presenteavam um Whopper </a>em troca de um pequeno sacrifício no Facebook; uma iniciativa divertida. Em outra ordem de iniciativas, CAN (Caja Ahorros de Navarra) cria a comunidade da <a href="http://comunidad.cajanavarra.es/" target="_blank">Banca Cívica </a>com blogs sobre Investigação, Meio Ambiente, Cultura, Cooperação&#8230;</p>
<p><strong>- Não encha o saco:</strong><br />
O que não pode pretender é incomodar todo dia com seu produto, por melhor que seja. Essa imagem é um exemplo perfeito do que é encher o saco. Seu partido político parece diferente, me chama a atenção o que fazem e gostaria conhecê-lo um “pouco mais”. Uno-me ao seu grupo e não param de enviar spam, até 4 mensagens em 3 dias. Obviamente, me canso, juro em arameo e te elimino. Por que não ser esperto, dosificar a informação, y pensar que se, por exemplo, estou em São Paulo, não me mande uma mensagem das eleições da Bahia a cada dia ou PERGUNTAR, talvez não me interesse e me resulta literalmente um fardo&#8230;talvez o que foi uma ocasião para nos conhecer terminou em desencontro.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-292" title="upyd" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2009/02/upyd.jpg" alt="upyd" width="779" height="427" /></p>
<p><strong>- Tenha jogo de cintura</strong><br />
Ainda sendo extremamente delicado verá que há pessoas as quais não gostam que as empresas utilizem fins de promoção e marketing às redes sócias, respeite. Se você for de encontro e provocar enfrentamentos e especialmente se atua com soberba (ver caso <a href="http://etc.territoriocreativo.es/etc/2008/12/keteke-y-twitter-aprendiendo-como-no-hacer-de-elefante-en-una-cacharreria.html" target="_blank">Keteke em Twitter</a>), a comunidade te dará as costas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-293" title="twit-adelgado-keteke" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2009/02/twit-adelgado-keteke.jpg" alt="twit-adelgado-keteke" width="546" height="468" /></p>
<p><strong>- Organiza, crie e aporte:</strong><br />
Ofereça a possibilidade de seus usuários participarem. Aceita a  critica e seja esperto. Possivelmente seu produto não seja o melhor do mundo; se tem que falar e felicitar ao seu concorrente; faça, o usuário apreciara sua sinceridade e ânsia de melhora. Não importa que eles não façam o mesmo com você, se é assim o usuário também percebe. Demonstra que você é de verdade, próximo, disponível e acessível.</p>
<p><strong>- Se você der um fora: peça desculpas, ria e seja original:</strong><br />
Não acredite que sabe tudo sobre redes sociais e social media, isso é muito novo para quase todos; fora da base de que dará um fora: assuma e reconheça quando seja necessário. É um terreno novo e enfastiante. Interaja, aprenda e se tiver que fazê-lo, desculpe-se. Nada mais desagradável que uma empresa que vai para frente atropelando tudo sempre dá um fora evitando pedir desculpas. Muitas vezes é necessário e a comunidade a aceita e a valoriza.</p>
<p>Principalmente não pegue atalhos, não tente fazer estupidez como criar um fuleiro-blog que ninguém lê para parir aos que te criticam e não acredita que um post seu pode ser referente para ninguém e tem valor se não tem anos detrás como blogger e as pessoas te seguem, o exemplo mais claro, o responsável de marketing de Keteke, Ángel Riveira, que <a href="http://blogelsilencioso.tumblr.com/post/66035639/twitter-la-comunidad-del-mal-rollo" target="_blank">desde seu próprio blog</a> se poe a parir aos usuários do Twitter que lhe deram as costas (<a href="http://whois.domaintools.com/blogelsilencioso.com" target="_blank">whois</a>) e logo o <a href="http://">referenciei no Twitter de Keteke como se fosse um post de um terceiro.</a></p>
<p>Pior ainda se alguém internamente te vende a idéia de “colocamos nossos conhecidos a deixar comentários como loucos” a favor de nossa empresa/produto/serviço. Os Trolls não são do agrado de ninguém na blogosfera mas se <a href="http://www.alejandrosuarez.es/2008/11/keteke-keteden/#comment-2887" target="_blank">ainda por cima o faz utilizando as IPs d sua companhia</a>&#8230;obvio demais. Fará um ponto fraco a favor de tua empresa (e possivelmente ridículo), se você é juiz e em parte, opina como todo o mundo, mas não se camufle de um usuário normal e explica seu papel em nível pessoal.</p>
<p>Memorável se dúvida o caso de Eletronic Arts que depois de um erro no seu jogo Tiger Woods PGA 2008, no qual fazia que Tiger pudesse caminhar sobre a água que foi <a href="http://www.youtube.com/watch?v=h42UeR-f8ZA" target="_blank">caricaturizado num vídeo do Youtube</a>, não só arrumaram o agravo Mas sim <a href="http://www.youtube.com/watch?v=FZ1st1Vw2kY&amp;eurl=http://ecetia.com/2008/08/29/tiger-woods-puede-caminar-sobre-las-aguas/" target="_blank">responderam com um GLORIOSO vídeo com Tiger Woods de carne e osso na versão de 2009 ao usuário Levinator25 que comunicou e criou um vide sobre o falho</a>. Agora em 2009 Tiger não anda sobre as águas por um bug, se descalça e o faz porque é assim de bom. Mensagem: Te ouvimos, arrumamos a falha, nos pareceu gracioso, e te fazemos um agrado para que o que empregamos ao próprio Tiger Woods: <strong>viral 100%, efetivo 100%, trata-se de transformar um erro em acerto.</strong></p>
<p><strong>- Se algo falha, não o oculte:</strong><br />
Não minimize erros, não desapareça se há problemas e volte quando estejam resolvidos, ou te limite a dizer “que informou o responsável”, se algo falha, reconheça, explique e inclusive o tome com uma certa filosofia e simpatia para com o usuário. Igual que <a href="http://www.alejandrosuarez.es/2008/11/keteke-keteden/" target="_blank">Keteke recebeu muitas criticas </a>– algumas minhas-, mas aqui estiveram bem, detectam um bug e avisam, o tomam como filosofia.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-294" title="munones" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2009/02/munones.jpg" alt="munones" width="489" height="75" /></p>
<p><strong>- Aprende, melhora seu serviço:</strong><br />
Essa aprendizagem deverá fazer você sozinho. Deduza. Não acredite que pode perguntar abertamente “como melhoro isso” a não ser que haja confiança para isso. Se você é de Telefônica e pergunta como melhoro isso, te dirão – possivelmente com razão e muitos daremos risadas. <em>“eu não faço consultoria grátis a Telefônica; me pague”.</em></p>
<p>O fim deve se comunicar, atender, aprender do usuário. Cada vez vejo mais objetivos de presença em redes sociais quantificadas do tipo “5.000 amigos no Facebook”,<strong> isso não pode ser medido assim, o usuário é muito mais que um número</strong>, buscamos uma boa percepção dos usuários, que te agreguem é que te dêem a oportunidade de fazer seu trabalho; chegar NÃO AO OBJTIVO, o objetivo é ser bem recebido, participar, atender, entreter e comunicar. Sempre melhor 500 usuários felizes que 5.000 fartos de você.</p>
<p><strong>- Maximiza seus êxitos offline:</strong><br />
Um produto como gás natural não é precisamente viral nem 2.0, ao contrario um tijolo total&#8230;a não ser que seu caso de êxito offline de publicidade em televisão (o anuncio do homem morto de frio que sai cantando e solicita gás natural), seja utilizado em redes sociais como Facebook. O resultado, <strong>165.000!!!</strong> <a href="http://www.facebook.com/pages/El-hombre-del-anuncio-de-Gas-Natural/32048636663" target="_blank">fãs do homem do gás natural</a>, dispostos  receber comunicações e novos anúncios e promoções.</p>
<p>Outro caso de êxito é o de Pancho, o cachorro de <a href="http://www.onlae.es/" target="_blank">Loterias e Apostas do Estado </a>da Espanha, com o qual se promove já a algumas temporadas a Loteria Primitiva. Pancho dispõe do seu canal em Facebook, perfil de Tuenti, fotolog próprio e canal de Youtube.</p>
<p><strong>- Escute e uma vez que tenha feito: Utilize para dar suporte e ajudar:</strong></p>
<p>Para mim uma das diferenças com a promoção em social media em USA e Europa. Nos EUA o suporte “persegue” o usuário onde esteja. É a chave ESCUTAR. Muitas vezes um usuário não gosta ou não entende um serviço, e sempre agradecerá que haja interesse não em lhe rebater, mas sim lhe escutar, lhe indicar que sua queixa ou petição não cai num saco furado e/ou lhe ampliar informação se necessário. Esta foi uma das minhas preocupações na YES.fm, o escutar que é muito diferente de se limitar a ouvir, não somente o que t dizem, mas especialmente El buzz escutando comentários nos blogs e twitter. Muitas vezes, detectamos mal entendidos e pudemos explicar nossa posição em determinados temas com final feliz.</p>
<p>O diretor de uma companhia, por grande que seja, não só perde o tempo escutando a um usuário, mas sim que além disso <strong>recebe um feedback valiosíssimo e enriquecedor que não encontrara em nenhum focus group,</strong> de fato, lhe faz fiel, lhe deixa ver que é de carne e osso e lhe faz colaborador do serviço em muitas ocasiões.</p>
<p>Na Yes.fm tivemos alguns casos assim, um no qual participei eu foi com o usuário <a href="http://www.twitter.com/spacebom" target="_blank">SpaceBom</a>, ao que sigo faz um tempo pela rede porque creio que é um bom SEO. Curiosamente vi em Twitter um comentário seu dando uma “boa viagem” à Yes.fm:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-295" title="spacebom1" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2009/02/spacebom1.jpg" alt="spacebom1" width="584" height="71" /></p>
<p>Tomei nota do comentário e o movi em interno; contatei com <a href="http://blog.yes.fm/" target="_blank">Kiko Fuentes</a>, Diretor de Conteúdo da Yes. E aproveitando dias mais tarde que SpaceBom comentava casualmente no meu blog:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-296" title="spacebom2" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2009/02/spacebom2.jpg" alt="spacebom2" width="587" height="293" /></p>
<p>Aproveitei a conjuntura para que ele soubesse que havia lido seu twitt:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-297" title="spacebom3" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2009/02/spacebom3.jpg" alt="spacebom3" width="584" height="94" /><br />
<img class="aligncenter size-full wp-image-298" title="spacebom4" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2009/02/spacebom4.jpg" alt="spacebom4" width="593" height="291" />Assim chega a mim um feedback valioso que atender e analisar:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-299" title="spacebom6" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2009/02/spacebom6.jpg" alt="spacebom6" width="581" height="346" /></p>
<p>E posso pedir a Kiko Fuentes que participe e nos aclare:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-300" title="spacebom7" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2009/02/spacebom7.jpg" alt="spacebom7" width="581" height="549" /><br />
Seguimos a um usuário em twitter e em blogs, conversamos com ele, e acredito que pode ver que sua opinião nos interessa e queremos melhorar nosso produto, e que veja nosso ponto de vista; que há alguém do outro lado, que escuta, aceita  critica e tenta melhorar o serviço e que seu feedback (sim, inclusive ainda que nos de uma boa viagem; é útil e valorizado).</p>
<p>A atenção sempre se agradece, e é parte da imagem de nossa companhia e se conseguimos fazer fiel um usuário ou ao menos captar seu interesse, melhor que melhor:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-301" title="spacebom8" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2009/02/spacebom8.jpg" alt="spacebom8" width="574" height="241" /><br />
Para finalizar um ultimo comentário. Tenho grandes duvidas se esses canais (Twitter, Facebook) devem ser mantidos por uma agencia ou alguém do serviço. Para mi pode ser administrado por uma agência sempre que 1) conheça muito bem o serviço e 2) tenha acesso imediato à empresa e conte com um representante que possa no caso de ser necessário prestar atenção pessoal, com toma de decisões incluída.</p>
<p><em>(Obrigada a Christian Rojo por alguns dos casos de exemplo. Escrevi esse post pensando numa classe que dou esta tarde para alunos de Marketing Online no IED, se você é um deles te “destripei” tudo.)</em></p>
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