Alejandro Suarez Sánchez-Ocaña, empresário do Setor de Tecnologia desde 1998, CEO do Grupo Publispain e da Rede de Blogs Lazer y Ocio Networks SL, presidente da Inversora Foley, conselheiro e fundador da Yes.fm, assessor e inversor de várias companhias de inovação, novas tecnologias e Internet.
Incrível anúncio
Muito divertido, realmente vale a pena. Uma forma genial de fazer publicidade (você tem que vê-lo até o final)
Obrigada a Rosa Poo por me mandar:
Tags: Campanhas, divertido, publicidade, viralidade
Anúncios
Tags: anuncios, campanha, Televisão, viral
Publicidade 3.0: do popup ao popsaco
O mercado de publicidade evolui em internet, no econômico mais lento do que esperávamos/desejávamos em 1997 ou 1998, mas deixando isso de lado e olhando os diferentes formatos de publicidade web, podemos dizer que o setor se reinventa, com maior ou menos acerto cada poucos anos com novas soluções e formatos.
O banner (468×60) que foi o standard do setor durante anos, foi caindo no desuso e foi rápido substituídos por outros formatos, como o megabanner, (728×90), os roubapáginas, skyskapers, popups, popunders, botões, enlaces, widgets, Interstitials, vídeo, áudio, layers e a mãe que os pariu.
Não cabe a menor duvida que os formatos emergentes funcionam, mas também que tem uma incidência direta com a satisfação de um usuário num website, é agressivo, te obrigam a vê-lo, claro, recordo sua marca depois, mas terei uma lembrança com conotação positiva. Ou é uma lembrança de que me obrigaram a engolir algo?
Se seu conteúdo é muito Premium, poderá oferecer uma publicidade mais intrusiva, publicidade agressiva e as pessoas seguirão utilizando massivamente, mas se não é assim, estou convencido que um % dos usuários recusarão os emergentes e os formatos a tela completa e buscarão para a próxima vez outra fonte.

Me surpreendeu esses dias o anuncio de Apple que (caramba, Jobs, poderia esperar isso da Microsoft, não de você) patenteou um sistema de publicidade com a idéia de que possam deter as aplicações no seu hardware, por exemplo, em Iphone ou Ipod, para executar o anuncio durante x segundos, nos que seu dispositivo não funciona e só se mostra a publicidade a tela completa em formato vídeo, para logo retomar a aplicação. Eu o batizei carinhosamente de “popsaco”.
Eu acho realmente o cumulo, o mais intrusivo do mundo, e além disso, pouco ético. Para que patenteou a Apple? Se atreverão a usá-lo? Creio que seria uma das poucas coisas que me faria repensar em dizer adeus ao meu Iphone.
Eu gostaria de pensar que os meninos de Steve Jobs nos fazem um favor. Tiveram essa idéia e a patentearam com o objetivo de que ninguém a possa usar e fique para sempre guardada em uma gaveta, como as fotos de alguma famosinha que retira de uma revista, e que lhes devamos o favor e dessa forma sigam sendo tão cool.
Sim à publicidade, e sim rotundo a dignificá-la e que cresça, porque a sua sombra cresce um setor completo. Mas, não a ser agressivo, intimidar e obrigar o usuário. Eu, como anunciante não quero que ninguém esteja obrigado a ver minha marca, e como usuário não quero que me obriguem a ver publicidade e que interrompam minhas atividades.
Tags: ads, Apple, formatos, patentes, publicidade, steve jobs
Eu sou cool; e você um trouxa
Isso é o que devem pensar algumas das companhias que não só se consideram o centro do mundo – talvez sejam de certo modo-, e ainda por cima “utilizam” literalmente as pessoas para fazer seu próprio trabalho.
Gmail é atualmente o melhor serviço de webmail; sem duvida. Demosntraram como em 1 ano e pouco se poderá esmagar um serviço como Hotmail até então líder indiscutível no setor e com 10 de vantagem. Como? Com um produto grátis, diferencial e sem limitações. Simplesmente genial.
Mas, isso é tudo? A realidade é que não. Tudo isso foi acompanhado de uma campanha de marketing a custo quase zero, na qual por meio de um inteligentemente perverso sistema de convites, os usuários eram dirigidos a realizar o trabalho de marketing que correspondia ao departamento de marketing da Google e/ou varias agências externas e que custou muito dinheiro. Sim, sim você enviou do Gmail, foi um evangelista, uma pequena engrenagem de um plano de marketing de livro (convite, necessidade, valor, viralidade, distribuidores…) até os leiloes de contas no Ebay e similares para adotar um valor inclusive econômico, tudo perfeitamente medido)… então creio que você até pode colocar no seu currículo vitae que “trabalhou” para a Google. Ainda que, claro, eles não te pagaram e não te conhecem e apesar disso, você fez o trabalho feliz da vida.
Agora com o Google Wave, a historia se repete. Se você não experimenta, não é ninguém. Se você convida, você é “cool”. Em Moutain View possivelmente estão dando gargalhadas vendo como o trabalho de marketing e a implantação de um novo produto se faz por si só usando o usuário como um vírus evangelizador da doutrina da Googlelandia. Não me sinto com forças nem para criticá-lo; é inteligente e o fazem muito bem. Além de que os produtos são incontestáveis. Parabéns à Google, que conseguiu dar uma volta na porca a mais ao conceito da Apple: “Evangeliza em meu nome, somos bacanas”, agora seria algo como “Evangeliza em meu nome, e trabalha por mi feliz; somos bacanas”.

O usuário é livre para dedicar seus esforços ao que seja. Ainda assim há movimentos que eu olho perplexo, tenho certeza que não houve nunca uma empresa na Espanha ou Brasil para que colaborássemos assim, de maneira tão ativa e feliz. Alguém imagina os usuários participando de forma ativa, enérgica e construtiva no lançamento de um produto da Telefonica? Mas além desse pensamento filosófico-festivo que não vem a historia, aparecem dois “Google wanna be”, Facebook e Twitter.
Facebook lançou uma campanha para que os usuários traduzissem sua interface, Me parece uma vergonha. Facebook, que para mim é uma rede social fabulosa, estava segundo diziam valorizado em 10.000 milhões de dólares (risos). Valha o que valha, a realidade é que um grupo russo de investimentos injetou recentemente na companhia 250 milhões de dólares por uma mínima participação. É licito que uma companhia com essa capacidade financeira, se aproveite da boa vontade e disposição dos usuários para não pagar suas traduções e contratar pessoas especializadas para fazê-lo? Para mim é um abuso, colaborei com Dmoz e Wikipedia, projetos de animo sem lucros, mas trabalhar grátis como voluntario de uma empresa privada como Google E Twitter? O ser uma killer-aplication justifica o poder de utilizar a essas pessoas em tu beneficio?
E assim estamos até que chegue um novo rapaz ao escritório, Twitter pretende também que os usuários traduzam a interface com uma chantagem emocional fajuta do tipo: quer no seu idioma? Pois traduza você mesmo!
Esses serviços, muito deles sem um modelo econômico definido, vivem de expectativas, de poder rentabilizar o numero de usuários que utilizam estas ferramentas. Vejo bem, é um modelo de negocio mais. Mas alem de viver de que te usem, pretender que trabalhem grátis para você para que economize custo, parece usar as pessoas.
E por falar nisso, my feeling é que Twitter e Facebook terão muito e breve a imagem da Google ou da Apple. Essas tentativas de empregar fans do serviço e não assumir gastos, sempre encontrará a quem os faça, mas temo que não à custa de manter intacta sua imagem corporativa.
Tags: evangelizar, facebook, gmail, google wave, twitter
Os abraços de coca-cola (publicidade)
Estes são os divertidos anúncios da Coca-Cola na Euro Copa 2008.
Tags: Campanhas, coca cola, euro copa, Marketing, Marketing Viral, publicidade, Publicidade Internet
Incentivo aos jornalistas
Todo jornal que se preze deve ser uma fonte fiável de informação e dispor de noticias exclusivas. Para garantir esse compromisso, o jornal Stuff de Nova Zelândia criou uma nova campanha publicitária que procura ilustrar o que passará com seus jornalistas caso não trabalhem arduamente para conseguir esses “furos de reportagem”.
Nela, um ator vestido de jornalista e colado a um outdoor leva milhares de “tomatadas” de todos transeuntes que por ali passavam. Assista:
Watch us pelt Hamish with tomatoes! from Stuff.co.nz on Vimeo.
Tags: campanha publicitária, jornal Stuff
“Em caso de emergência, puxe a corda”
A Aircel, umas das maiores empresas de telefonía da India – aproveitou a onda de chuvas e alagamentos no país - para realizar uma ação publicitária que deu mais resultados do que o esperado.
Isso porque criou, juntamente com a agência de publicidade Primesite, outdoors que levavam botes infláveis com a seguinte mensagem: “em caso de emergência, puxar a corda”.
O interessante é que em uma situação de emergência o referido bote foi realmente utilizado, o que gerou uma grande repercussão mundial e levou a marca da empresa aos quatro cantos do mundo. Veja as imagens:



Fonte: Comunicadores
Tags: ação publicitária, agência de publicidade, Aircel, Primesite
Incrível anúncio com bebês
Incrível anúncio, recomendado e espetacular
Tags: anuncio, bebes, publicidade, viral
Anúncio telefonia
Faturas de telefone baratas manterão seus pais felizes…passe o que passe.
Tags: anuncio, Marketing, telefonia
Ok, não compre minha publicidade, mas me respeite, caramba!
Antes um pequeno disclaimer: não sou um paranóico do SPAM. Recebo eu no email de Ocio Networks dezenas de correios eletrônicos com Notas de Imprensa diárias. Umas uteis e outras surrealistas. Os vejo como parte do jogo, todos temos que fazer nosso trabalho, encontrar coisas uteis e descartar as demais e não lhes dou mais importância. Nunca reclamei disso, nem mesmo ao seu emissor excetuando os casos de uma companhia que me conata por 5º vez com o mesmo rolo, quando já lhes disse que não me interessa.
Feita esta introdução quero comentar algo sobre um email que recebi hoje, enviado através do formulário de contato de publicidade de Ócio Networks SL, e acredito que é bastante gráfico para poder conhecer minha opinião sobre as empresas de relações Publicas, e as centrais e Agencias de Publicidade.
Gosto das RR.PP e da publicidade, trabalho com varias e em ocasiões facilitam nosso trabalho. O que não gosto é do abuso e da falta de respeito.

Não vou identificar a agencia nem o produto, mas sim direi que é uma das principais agências espanholas e um produto líder conhecido pro todos. Minha intenção não é fazer nenhum dano nem criar um clima chato, mas copiarei o email recebido para que possam entender minha reflexão.
CONTATO PUBLICIDADE OCIO.net
Nome. David XXXX
Empresa: XXXX
Assunto: Novo Spot de XXXX
Mensagem:
Olá,
Sou XXXX, criativo da agência XXXX. Hoje estréia na TV o novo spot de XXXX e já esta disponível no Youtube. Esta vez, XXXX, mostrando sua faceta mais cool. Wonderful!
Por saber se você curte e quer publicar algo.
XXXX
http://www.youtube.com/XXXXXXX
Olá, XXXX
Obrigado por seu email.
Nós, que temos 5 milhões de usuários e somos o top 13 de meios em Espanha segundo a OJD, vivemos de vender publicidade. Esse é nosso negocio. Colocá-la porque “a gente curte”, conceitualmente é algo ofensivo; somos profissionais.
Não quero te ofender o mais mínimo, mas sim fazer ver que seu tratamento pode ofender a nós da forma que o coloca.
Vivemos de ingressos publicitários, não somos uns garotos que são presenteados com boa onda.
Tenho certeza que entenderá.
Um abraço,
Alejandro Suarez
Onde quero chegar é que essas coisas sim ofendem. RESPEITA nosso trabalho, você não pode pretender contatar com um departamento de publicidade na Internet ou onde seja, no melhor estilo “colega de discoteca “Se você curte e quer publicar”. Isso é falta de respeito para com um trabalho que esta profissionalizado e para com uma empresa que vive de “vender” essa publicidade.
Não me ofende que não tenha destinado nem 0,5% de orçamento ao meu médio nem à Internet como suporte. Faltaria mais! O que me ofende é que gaste por ai e pense em internet como os molequinhos aos que meteremos by the face.
Não tenho coragem de chamar um meio televiso com uma proposta assim, lhes ofenderiam (e me mandariam a merda, com razão), mas não em uma grande cadeia nacional, muito menos num jornal de bairro ou uma TV local. Não sei se me atreveria por respeito. Entendo seu trabalho e que vivem de cobrar por sua publicidade.
Então porque sim em Internet?
Primeiro lugar porque há que dignificar a publicidade online. Ainda há pessoas em seus escritórios que pensam “são moleques que fazem o que digamos”, e que no vêem um setor profissionalizado. Faz pouco tempo que uma marca de automóveis, cujo nome não quero revelar, nos oferecia “dar uma volta num carro num circuito” em troca de uma campanha. Cara, sejamos sérios, não temos 15 anos. Se ao menos fossem duas ou três voltas, até pensaria.
Entendo que existem pessoas que não tem orçamento para determinadas coisas, e tento apoiá-los, mas para mim é muito importante que seja um apoio bidirecional. Ou seja, se me liga e me diz “não tem orçamento” e me pede apoio, depois quando tenha não meta tudo em TV e imprensa e venha com o mesmo rolo. Uma coisa é colaborar e semear, outra coisa é ser tonto.
Em outra ordem de coisas, há que saber entrar e tratar as pessoas. Se tem dinheiro para anunciar, pode tentar ser direto e sincero, propor uma ação bacana que posso reverter n bem dos usuários e poderemos aceitá-la ou não, não nos escrever como se estivesse falando com um menino de 15 anos para o qual presentearemos nosso produto, porque “que custa?”. Não tem sentido e demonstra não respeitar nem a nós nem ao nosso trabalho.
Muita culpa disso tem o conceito de viral. As agencias vendem realidade e põem as pessoas detrás de um PC tentando colocar vídeos a torto e a direito. Isso não funciona. Se você quer difusão: pague. O rolo que te contaram de que “apareceu a Internet e se fez viral”, rara vez é correto. As coisas têm seu orçamento e promotores, e si alem disso são boas se fazem virales.
Por ultimo, uma campanha de vários milhões de euros de uma marca de primeiro nível, é possivel que nem o mesmo cliente final esteja de acordo com que mendigue esse espaço já que paga um orçamento e não quer sua marca “exposta” ante essa perda de imagem, e que pode gerar comentários negativos. Muito possivelmente estará fazendo dano ao seu próprio cliente que não tem porque se ver nessa tessitura e não gostará de saber.
Tags: Agencias, Blogs, centrais de meios, Internet, publicidade, Relaçoes Publicas
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