Alejandro Suarez Sánchez-Ocaña, empresário do Setor de Tecnologia desde 1998, CEO do Grupo Publispain e da Rede de Blogs Lazer y Ocio Networks SL, presidente da Inversora Foley, conselheiro e fundador da Yes.fm, assessor e inversor de várias companhias de inovação, novas tecnologias e Internet.
Ok, não compre minha publicidade, mas me respeite, caramba!
Antes um pequeno disclaimer: não sou um paranóico do SPAM. Recebo eu no email de Ocio Networks dezenas de correios eletrônicos com Notas de Imprensa diárias. Umas uteis e outras surrealistas. Os vejo como parte do jogo, todos temos que fazer nosso trabalho, encontrar coisas uteis e descartar as demais e não lhes dou mais importância. Nunca reclamei disso, nem mesmo ao seu emissor excetuando os casos de uma companhia que me conata por 5º vez com o mesmo rolo, quando já lhes disse que não me interessa.
Feita esta introdução quero comentar algo sobre um email que recebi hoje, enviado através do formulário de contato de publicidade de Ócio Networks SL, e acredito que é bastante gráfico para poder conhecer minha opinião sobre as empresas de relações Publicas, e as centrais e Agencias de Publicidade.
Gosto das RR.PP e da publicidade, trabalho com varias e em ocasiões facilitam nosso trabalho. O que não gosto é do abuso e da falta de respeito.

Não vou identificar a agencia nem o produto, mas sim direi que é uma das principais agências espanholas e um produto líder conhecido pro todos. Minha intenção não é fazer nenhum dano nem criar um clima chato, mas copiarei o email recebido para que possam entender minha reflexão.
CONTATO PUBLICIDADE OCIO.net
Nome. David XXXX
Empresa: XXXX
Assunto: Novo Spot de XXXX
Mensagem:
Olá,
Sou XXXX, criativo da agência XXXX. Hoje estréia na TV o novo spot de XXXX e já esta disponível no Youtube. Esta vez, XXXX, mostrando sua faceta mais cool. Wonderful!
Por saber se você curte e quer publicar algo.
XXXX
http://www.youtube.com/XXXXXXX
Olá, XXXX
Obrigado por seu email.
Nós, que temos 5 milhões de usuários e somos o top 13 de meios em Espanha segundo a OJD, vivemos de vender publicidade. Esse é nosso negocio. Colocá-la porque “a gente curte”, conceitualmente é algo ofensivo; somos profissionais.
Não quero te ofender o mais mínimo, mas sim fazer ver que seu tratamento pode ofender a nós da forma que o coloca.
Vivemos de ingressos publicitários, não somos uns garotos que são presenteados com boa onda.
Tenho certeza que entenderá.
Um abraço,
Alejandro Suarez
Onde quero chegar é que essas coisas sim ofendem. RESPEITA nosso trabalho, você não pode pretender contatar com um departamento de publicidade na Internet ou onde seja, no melhor estilo “colega de discoteca “Se você curte e quer publicar”. Isso é falta de respeito para com um trabalho que esta profissionalizado e para com uma empresa que vive de “vender” essa publicidade.
Não me ofende que não tenha destinado nem 0,5% de orçamento ao meu médio nem à Internet como suporte. Faltaria mais! O que me ofende é que gaste por ai e pense em internet como os molequinhos aos que meteremos by the face.
Não tenho coragem de chamar um meio televiso com uma proposta assim, lhes ofenderiam (e me mandariam a merda, com razão), mas não em uma grande cadeia nacional, muito menos num jornal de bairro ou uma TV local. Não sei se me atreveria por respeito. Entendo seu trabalho e que vivem de cobrar por sua publicidade.
Então porque sim em Internet?
Primeiro lugar porque há que dignificar a publicidade online. Ainda há pessoas em seus escritórios que pensam “são moleques que fazem o que digamos”, e que no vêem um setor profissionalizado. Faz pouco tempo que uma marca de automóveis, cujo nome não quero revelar, nos oferecia “dar uma volta num carro num circuito” em troca de uma campanha. Cara, sejamos sérios, não temos 15 anos. Se ao menos fossem duas ou três voltas, até pensaria.
Entendo que existem pessoas que não tem orçamento para determinadas coisas, e tento apoiá-los, mas para mim é muito importante que seja um apoio bidirecional. Ou seja, se me liga e me diz “não tem orçamento” e me pede apoio, depois quando tenha não meta tudo em TV e imprensa e venha com o mesmo rolo. Uma coisa é colaborar e semear, outra coisa é ser tonto.
Em outra ordem de coisas, há que saber entrar e tratar as pessoas. Se tem dinheiro para anunciar, pode tentar ser direto e sincero, propor uma ação bacana que posso reverter n bem dos usuários e poderemos aceitá-la ou não, não nos escrever como se estivesse falando com um menino de 15 anos para o qual presentearemos nosso produto, porque “que custa?”. Não tem sentido e demonstra não respeitar nem a nós nem ao nosso trabalho.
Muita culpa disso tem o conceito de viral. As agencias vendem realidade e põem as pessoas detrás de um PC tentando colocar vídeos a torto e a direito. Isso não funciona. Se você quer difusão: pague. O rolo que te contaram de que “apareceu a Internet e se fez viral”, rara vez é correto. As coisas têm seu orçamento e promotores, e si alem disso são boas se fazem virales.
Por ultimo, uma campanha de vários milhões de euros de uma marca de primeiro nível, é possivel que nem o mesmo cliente final esteja de acordo com que mendigue esse espaço já que paga um orçamento e não quer sua marca “exposta” ante essa perda de imagem, e que pode gerar comentários negativos. Muito possivelmente estará fazendo dano ao seu próprio cliente que não tem porque se ver nessa tessitura e não gostará de saber.
Tags: Agencias, Blogs, centrais de meios, Internet, publicidade, Relaçoes Publicas
Adsense: minha verdade e alguma confidência
Em muitos dos eventos de empreendedores e Internet que tive a oportunidade de visitar em 2008, ouvi idéias que comparto só em alguma parte como que “um negócio não deve viver de Adsense”, “Adsense é a solução fácil”, “Adsense só vale para auto-emprego”.
E digo que comparto essas idéias por determinados motivos.
O primeiro porque é importante dizer que Adsense foi um dinamizador desse negócio, trouxe a democratização da publicidade e permitiu a muitas pequenas e GRANDES empresas resistir e ter um negócio de modelo viável. Creio que não se devem demonizar os modelos de negócio destinados à monetizar sozinho ou em grande parte com publicidade desse sistema porque demonstrou que é tão estável ou mais, que o anunciante direto, as redes de afiliação e as grandes redes publicitárias.

É muito baixo o que se paga por CPC? O custo por milhar de impressões (COM) que se consegue é insuficiente? Uma empresa não pode viver só de Adsense? A partir de certos umbrais não se pode ganhar mais? Piora o rendimento se não só uso esse sistema contextual? Há temas ou formatos ruins para usar Adsense?
Tudo é relativo, e vou tentar dar minha opinião, em base a minha experiência com Adsense, já que tenho umas das primeiras contas da Espanha, desde 2002 e a sigo utilizando. Tive muitas alegrias e desgostos, como é possível que a algum dos meus amigos de Google aconteça ao ler esse post
e acredito que é justo refletir ambos e não ficar só no negativo.
Lembro-me que em meados de 2002 desde Google Inc. em USA – naquele então pouco mais que um buscador – entrou em contato comigo Kristen Jeppssop, me falou por primeira vez do Adsense, um programa que haviam lançado nos EUA e que queriam implantar na Espanha. Ofereceu-me uma conta Premium e me explicou que tinham interesse em contar comigo para começar a implantá-lo na Espanha. Imagine se não era a pré-história desse programa, estivemos meses trocando por email fax e propostas de contrato (uns contratos muito made-in-USA com 15-20 folhas de ridículas clausulas). Igualzinho que hoje em dia que é possível registrar-se em 2 minutos via web.
Incrivelmente para os que conhecem o programa, me propunham comprar e pagar TODO o inventário de forma fixa a CPM. Propunham-me comprar por 3 anos toda minha publicidade. Garantiam-me poder crescer de forma sustentável e compatível com a publicidade gráfica na época pós-borbulha.
Em uma dessas decisões de guru que tomo (esta está no top3 das tomadas de decisões nos últimos 10 anos) decidi ir “mais suave” e não comprometer toda a publicidade de forma tão agressiva nesta nova invenção com esse pessoal da Google :-D e preferi outra opção em revenue share a CPC e provar e aprender pouco a pouco que futuro tinha essa historia. É dizer, entrei no que agora conhecemos como Adsense puro e duro.
Não sei se foi em 2002 ou 2003 quando publiquei meus primeiros anúncios de contextuais, ainda os continuo publicando.
O Adsense é rentável? Existe dependência ao Adsense?
Minha opinião em ambos temas é rotundamente SIM.
Os portais do Grupo Publispain dependeram enormemente de Adsense de 2002 a 2006. O fato de ter contrato com 8-9 agências de publicidade nacionais e internacionais não fez que essa Adsense-dependência minguasse. O motivo é claro: funcionava melhor e a qualidade e relevância dos anúncios o fazia muito mais rentável que a publicidade gráfica convencional!
É verdade que aprendemos muito nesse período, não somente nós, também Google e há certos truques de localização, cor, relevância textual, formatos e inclusive assuntos, etc. que são básicos testar e conhecer para ter boa conversão de Adsense a eCPM.
Fatores como a cor do anuncio, a esquina redonda ou não, a caixa ou não, são críticos e podem fazer variar na mesma posição e formato até um 35-40% o rendimento da sua conta. Nem tudo funciona segundo sites e tipologia de conteúdo.
Adsense-dependência?
Devo confessar que sim. Em 2005 no momento auge chegou a representar um 78% do faturamento total dos portais do Grupo Publispain. Cheguei a me sentir um empregado bem pago de Google. Ao montar Ócio Networks quis minimizar esse “problema” ao máximo. Posso comentar que a porcentagem do faturamento do sistema Adsense na rede de blogs de Ócio Networks é residual; exatamente o 12% no ultimo trimestre de 2008.
Ouvi de forma depreciativa que uma empresa pode ter um modelo válido baseado em Adsense. Isso é verdade? Adsense é uma solução de auto-emprego?
Google Inc. não me permite, (baixo pena de expulsão do paraíso o algo do tipo) publicar dados detalhados de tráfico nem de rendimento da minha conta, especialmente são problemáticas capturas com o CPC, eCPM, etc., mas sim posso dizer que é uma solução real e válida inclusive como modelo de negócio para uma companhia (cuidado, isso não quer dizer que seja ideal depender assim de uma única empresa).
Quanto dinheiro se pode ganhar com Adsense?
Não acredito romper nenhuma informação confidencial já que é informação pública fiscal, se digo que chegamos a faturar num mesmo ano com Adsense uma quantidade perto a 1 milhão de dólares em nossa rede de portais. Esse faturamento publicitário não seria modelo de negócio suficiente para uma companhia espanhola? Minha resposta é clara; uma empresa pode viver de Adsense, porém cuidado, pois depender de Adsense é um risco.

Aonde não colocaria Adsense?
Há sites aonde Adsense não funciona. Sites de fóruns, fotologs, de fotografias, wallpapers e em geral pouco conteúdo contextual dão rendimento ruim, em redes sociais acredito que não será aceita e em blogs também falta certa versatilidade de integração. Nichos de economia, energias renováveis, finanças, informática, empresa e ciência SE A INTEGRAÇAO QUE É A CHAVE, É BOA, deveria funcionar bem.
Que é eCPM podia aspirar a conseguir?
Há pessoas com eCPM altíssimos. Sim, sei que os vi, mas muitos são amostras de tráfico muito especificas e pequenas (menos de 5 ou 10 Mll de páginas vistas). Minha experiência é que manejando grandes volumes, o maior eCPM médio de um mês esteve em torno a 2,x US$.
Temos publicações com 8 y 10 US$/COM mas esse tipo de rendimento não se dá em publicações com inventários de milhões de paginas vistas ao mês. Buscaremos o equilíbrio trafico VS. eCPM.

Se além de Adsense utilizo outras soluções de publicidade gráfica, piora minha CPM?
Sim, mas minimamente. Ambas as opções são perfeitamente compatíveis e em minha opinião recomendáveis para não depender de um único sistema.
Qual é o maior risco?
Que você é um número. Há pessoas que gostam de serem, outras que não.
Se um dia te fecham a conta e é injusto, pois não é bonito ser um número mais. Terá que enviar emails e receber emails tipo em muitas ocasiões. A falta de certo contato direto e pessoal num negócio do qual pode depender em alta porcentagem, é um risco evidente, e uma intranqüilidade.
Devo quebrar uma lança a favor de Google ao dizer que nos últimos tempos tentam melhorar esse ponto. Há um departamento para isso. Lamentavelmente não na Espanha nem no Brasil, mas sim na Irlanda. Se servir de exemplo a alguém, eu não tenho contato direto com Google na Espanha, surrealista, não? Sim nos EUA, Irlanda e França. Na Espanha só com comercias de Adwords. Uma pena.
Ouço que Adsense piorou isso é verdade?
Sim, sem nenhum tipo de dúvidas fatores como a queda do dólar, medidas de separar o CPC da rede de busca de Google (que geralmente rende mais ao anunciante) e a rede de conteúdo, os novos produtos de Google ou inclusive as medidas para tentar minimizar e click fraudulento ou errôneo em beneficio do sistema e os anunciantes, fizeram que se reduzam os depósitos de Adsense aos suportes (empresas e webmasters).
É necessário ter uma ou varias contas em Adsense?
Bom, eu tenho 3. Vejo razoável ter mais que uma. Uma vez, em 2004 me eliminaram uma por problema em um fórum com conteúdo adicionado por um usuário. Hoje em dia já não atuam assim tão fortemente, compreendem melhor o conteúdo auto-gerado e analisam mais as coisas… Mas… Eu mantenho 3 contas
O Adsense é um sistema tirano?
Sim, como todo mo-no-pó-lio. Mas se adaptado e se o entende poderá aproveitar dessa tirania sem se importar, já que também é um sistema justo se souber utilizá-lo bem. Se trabalhar com um tráfico razoável, um bom tema, e otimiza bem os anúncios, funcionará.
Ouço muito falarem das redes sociais e sua potência num futuro para a publicidade online. Isso, mais o sistema de publicidade contextual poderiam engrandecer o êxito de Adsense na minha rede social?
Acredito que as grandes redes sociais gerais no fundo sabem que não vão faturar o que acreditam e com Adsense. Necessita-se uma evolução de Adsende para blogs e outra para redes sociais totalmente diferentes às atuais. As redes sociais não ganharão em relação às páginas vistas (enormes) mas sim em relação aos usuários únicos. De certa forma os usuários comportam-se como os usuários de fóruns, vão com uma finalidade, não lerão nem clickarão nessa publicidade, estão “vacinados” e vão diretamente ao conteúdo que buscam de forma mecânica. Redes como Tuenti poderão ganhar dinheiro com Adsense, mas não encontrarão nesse sistema grandes eCPM; de fato creio que serão muito baixos e devem experimentar como fazem com outro tipo de soluções.
Que formato NÃO deixaria a Adsense?
Não deixaria o cabeçalho, o banner 729×90 (megabanner) superior. Funciona regular, não se relaciona com o texto (importante para ter anúncios com maior qualidade) e é o formato por excelência da publicidade gráfica.
Não gosto nada dos vínculos de enlaces. É dar/perder trafico sem receber depósitos já que se há será depois do segundo click. Além disso esteticamente me espantam.
Não gosto de habilitar publicidade gráfica, só texto. Sou da opinião que “Zapatero…aos seus sapatos”.
É possível criar um competidor de Adsense?
Bom, Yahoo e Microsoft deveriam ao menos ter tentado melhor ou mais sério… Se Yahoo começa a usar o sistema só resta a Microsoft. Se eles não puderam você muito menos poderá: É possível que consiga 100.000 ou 200.000 anunciantes na Espanha?
O êxito de Google radica num sistema eficaz, sólido e que ataca o Long Tail dos anunciantes na Espanha. Companhias aéreas usam Adsense e invertem muitos centos de milhares de Euros ao ano no programa, mas esse não é o êxito, o êxito não replicável e relevante é o capital de 1.000-10.000 Euros que invertem milhares de agências de viagens na Espanha.
Acredita-se que hoje em dia poderá sair um player local a competir nesse campo contextual… Possivelmente também acredita que poderá lançar uma bebida de cola que compita com Coca-Cola. É para mim, atualmente quase impossível, o que consiga me surprenderá muitíssimo.

Hum, enquanto escrevo isso é possível que alguém creia que faço apologia à Adsense, ou que ontem jantei com alguém da Google e estou um pouco contaminado
. Sou tremendamente crítico nesse blog, com essa companhia em muitas coisas, obviamente também a admiro por outras, mas ultimamente não ouço boas coisas de Adsense e queria contar minha experiência e dar minha visão do sistema de publicidade contextual.
Ainda assim não quero deixar de contar os problemas que tem para mim Adsense e sei que não descubro nada de novo:
- Que aparentemente esteja mexido. Sempre tenho a sensação de que é uma maquina de churros na qual o churreiro vive na Califórnia e corta e abre o grifo em determinados momentos.
- Que cada dia minimize mais os depósitos aos webmasters/suportes porque Google tem uma quota de mercado tão alta que a maneira de melhorar o rendimento e os benefícios muitas vezes é arranhar a margem operativa do suporte fazendo seus também esses depósitos. Vimos exemplos claros em música com que se prepara Google Labs, mas também em buscas locais, ou vendo projetos como Knol está claro que persegue Google Inc.
- Que na Espanha se recebe em Euros e se paga em dólares. Sangrento e pouco sério para os que como eu são anunciantes e suportes ao mesmo tempo. Disseram faz 1 ano que iam solver…fumando espero…
- Os emails tipo !! Nada como escrever a eles e receber um email tipo que não se encaixa no seu problema. Nos últimos anos parecem tentar melhorar o suporte, mas devem administrar centos de milhares de contas…e …ainda assim eu quando tive um problema sério hei de agradecer que Isabel Macis me dedicou seu tempo e atenção. Ainda assim, gostaria que pudéssemos trabalhar mais cara a cara com as pessoas de Google na otimização já que tenho claro que podíamos alcançar resultados muito melhores.
- É um mistério porque se compro uma palavra em concreto me custa no mínimo 0,08 Euros/click, e esses clicks em minhas páginas do mesmo assunto ano estão nessa proporção nem tirando a margem operativa de Google… É um tema de mistérios sem resolver… A não ser que Google disponha os clicks mais altos nos seus suportes, e os baixos CPC se derivem residuais a conteúdos de terceiros.
- Trabalhamos juntos há anos, me parece justo e ético que ambos (Adsense e eu) saibamos o que ganha o outro. Somos partners para tudo não?
Sou consciente que dou nesse post alguns dados pessoais de nossa relação com Google, que é importante por muitos motivos e não só econômicos para minhas companhias, e tenho cuidado para não violar os termos de serviço ao dá-los. Se dou dados reais de nossa relação é só com o objetivo de que possa ser útil essa informação a alguém e porque não vejo habitualmente que se comentem números reais de funcionamento. Creio que à algumas pessoas poderá ser útil conhecê-los.
Se é assim gostaria saber que foi assim.
Os gráficos de calor de Adsense para portais, blogs e fóruns que ilustram esse texto são da FAQ de Adsense Google.
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