Alejandro Suarez Sánchez-Ocaña, empresário do Setor de Tecnologia desde 1998, CEO do Grupo Publispain e da Rede de Blogs Lazer y Ocio Networks SL, presidente da Inversora Foley, conselheiro e fundador da Yes.fm, assessor e inversor de várias companhias de inovação, novas tecnologias e Internet.
A operadora finalmente na rede
Depois do fracasso da rede social Keteke em 2008, telefônica decidiu comprar 85% do Tuenti (rede social numero 1 na Espanha) por um importe que ronda os 70 milhões de euros. A operação levanta muitos interrogantes, mas não precisamente o motivo do fracasso de Keteke, que não é novidade. O que resulta dificilmente compreensível é como uma companhia como Telefônica não estava no projeto de Tuenti desde sua origem, apoiando, participando e colaborando com essa startup espanhola.
É mais que certeza que eles a receberiam com braços abertos, mas isso tinha que ter ocorrido a quatro anos atrás, o tempo em que Telefonica demorou pra entender que hoje em dia na Internet é mais que vender linhas ADSL e que para muitos analistas independentes representa precisamente o futuro das companhias de telecomunicações. É fácil se imaginar nesses momentos os diretivos de Orange e Vodafone (empresas de telefonia espanhola) aos que o movimento de Telefônica não agradou muito. Atualmente, eles não se encontram posicionados num setor no qual, se queriam crescer a médio prazo na Espanha, era chave investir para evitar que Telefônica se adiantasse.
O mercado
Outra questão interessante reside em saber como vai enfocar a Telefônica sua estratégia de internacionalização em redes socais. Brasil – seu principal mercado – está dominado por Orkut, a rede social de Google, com aproximadamente 73% da quanto, enquanto que Facebook contra com aproximadamente 11%. Me custa acreditar que tentem combater e muito menos vencer, a esses gigantes das redes sociais, ainda que, por desgraça para Telefônica, a rede social de Google só triunfe de maneira clara em Turquia e Brasil. Já é azar, mas o internauta brasileiro, o orkuteiro, valorizou novamente que foi a primeira em chegar e entender o que buscava.
É hora de considerar o que o futuro de outras tantas startups espanholas que começaram como Tuenti e agora enfrentam o problema de maturação, ao que Tuenti se aproximava. O amadurecimento é um ponto que elimina qualquer possibilidade de venda de empresas promissoras que, uma vez que incorporam novos fundos de capital de risco para os acionistas, a fim de ampliar vêem como perdem ao mesmo tempo todas futuras opções de venda. O mais importante dessa operação é que a Telefónica finalmente percebe que a compra online não é apenas comprar talento e absorver empresas.
A falta de talento em seus projetos tem sido o maior erro que tão duramente aprendeu ao longo dos últimos 10 anos, com lançamentos tão pobres como Terra, a Lycos e milhares de outras iniciativas menores. Mas o talento por trás de Tuenti definitivamente vale 70 milhões de euros. Por isso Telefónica respeita um 10%, para o qual os fundadores e os apoiantes da jovem empresa espanhola, que conseguiram chegar até aqui, descubram como lidar com muitas dúvidas que se apresentam para seu futuro.
Tags: facebook, keteke, orkut, Redes Sociais, startup, Telefônica, tuenti
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Privacidade em redes sociais
Esse é um artigo que foi publicado semana passada no jornal espanhol “5 Dias”.

Existe privacidade nas redes sociais?
Acredito que esse é um assunto que criará um intenso debate e ganhará muita repercussão em 2010. Do mesmo modo é possível que alguns devam se adaptar às legislações locais.
Espanha, por exemplo, é o segundo pais da Europa que usa redes sociais, com uma penetração de 73% dos internautas segundo o informe e Espanha, isso quer dizer que 13,2 milhões de internautas espanhóis visitam, como mínimo, uma rede social todos os meses e na Europa, somente somos superados pelo Reino Unido, com uma penetração de cerca de 80%.
As redes sociais têm muitas vantagens, muitas delas muito evidentes, como a de não perder nunca contato com seus conhecidos apesar de mudar de residência, trabalho, telefone, etc…e a possibilidade de compartir espaços da vida do individuo apesar da distancia, como eventos ou fotografias e com a facilidade de poder organizá-las para fazê-las mais acessível ao nosso entorno. Mas de forma paralela ao seu crescimento, as redes sociais alimentam três fantasmas, que geram sombras sobre sua utilização; a privacidade, o uso de dados pessoais e os perfis falsos de usuários.
O crescente problema da privacidade
Cabe destacar que cada vez mais as redes sociais generalistas como Facebook, ou na Espanha o Tuenti, ou no Brasil, o Orkut, se preocupam por melhorar todo o referente à privacidade do usuário e permitem poder administrar e definir o grau da exposição publica do individuo, mas não é menos certo que há muito caminho para percorrer e que falta uma legislação ad-hoc que toda rede social tenha que se inscrever em nível de privacidade, para poder estar on-line.
O Real Madrid e o Presidente Obama, não escapam aos erros
O usuário das redes sociais muitas vezes desconhece como utilizar as ferramentas de proteção ou simplesmente é descuidado e pouco cuidadoso com sua intimidade, são nesses casos onde por uma manobra indevida e seguramente não autorizada, a informação de perfis passa a ser de conhecimento publico em milhares de web, blogs, fóruns e escapa da segurança de nossa pequena rede de contatos, deixando o próprio usuário em maus lençóis.
Um dos casos mais celebres de fuga de informação golpeou de cheio no real Madrid faz alguns meses. Na assembléia do club detectaram em documentos gráficos, que dezenas de pessoas que estavam votando como sócios compromissados do clube sem ser. Obviamente havia uma fraude, mas como relacionar o entorno do então presidente Ramón Calderón? A labor de investigação através do Tuenti e Facebook de vários jornalistas de um meio esportivo espanhol os levou a encontrar no perfil de cada um dos seus colaboradores, Nanin Rodriguez de Barutell, as fotos pessoais de muitas pessoas que, não sendo sócios compromissários, apareciam nas provas gráficas exercendo o mesmo.
Outro caso, muito evidente nos chegou depois das ultimas eleições americanas, nas quais, o Facebook deu muitas alegras à candidatura do presidente Obama, mas também chegou a por em sérios apertos, tanto o futuro do próprio presidente como do seus colaboradores mais próximos, ao fazer publicas atitudes privadas pouco responsáveis.
Um dos seus mais prometedores e próximos assessores, o jovem Jon Favreau, de 27 anos, que depois de uma carreira brilhantes e havia posicionado como coordenador dos discursos do então candidato, e que foi fotografado num suspeitoso estado de felicidade temporal, a um cartaz de tamanha real de Hilary Clinton e ao que, com uma cerveja na mão, tocava divertidamente seus peitos. A fotografia, foi publicada só por umas horas na rede social, mas deu a volta ao mundo e hoje pode ser vista em dezenas e dezenas de paginas de Internet tão somente com introduzir em qualquer buscador “Jon Favreau Hillary”. Imediatamente Favreau teve que se desculpar publicamente por sua inaceitável atitude.
Uma pequena festa que acabou em desastre
Os perigos da privacidade não só podem levar à la fuga da informação sensível ou privada do seu contexto e âmbito adequado, mas também se pode ver amplificada ao mundo de forma viral, e também a viralidade, conceito intrínseco á web 2.0 e as social media, pode derivar num problema de privacidade.
É de supor que algo mais sério que um simples problema de privacidade pareceu à família de uma jovem britânica o sucesso que lhes ocorreu há um ano em sua vila de Mallorca. A jovem, aproveitando a ausência dos seus pais decidiu convocar uma pequena festa em uma magnífica mansão valorizada em quase 6 milhões de euros. Que melhor e mais rápido meio que utilizar as redes sociais Bebo e Facebook – deve ter pensado – , assim como um bom argumento viral: “será a festa do verão, terá álcool e um DJ incrível”. Os resultados dessa enorme e descontrolada ação viral foram terríveis e parecidos a uma zona de guerra; televisores arrojados à piscina, porta quebradas, roupas pelo chão, a intervenção final da policia e jóias roubadas pelos “convidados” no valor de 10.000 euros.
Sem ir mais longe, faz poucos dias que a identidade do chefe de espionagem britânico foi exposta no Facebook, detalhes chave relativos á sua segurança pessoal e das pessoas qe o rodeiam ficaram a mercê de qualquer usuário dessa rede. Sr. Jonh Sawers, que deve assumir seu posto como chefe do serviço secreto de inteligência britânico em novembro, viu como sua própria esposa Lady Shelley Sawers, publicava tranquilamente fotografias da família e alimentou detalhes muito sensíveis para sua segurança e a de sua família como onde vive e passa as férias e quem são seus amigos e parentes. Os detalhes puderam ser vistos por qualquer usuário da rede social.

O que fazer para estarmos mais tranqüilos
A massificação do uso dessas ferramentas e sua maior complexidade fará que cada vez mais vejamos mais casos de privacidade, e incluso segurança comprometida pelo uso das mesmas. Se bem que é verdade que o usuário deve encontrar um marco no qual sentir-se protegido, lembrando-se algumas medidas básicas a segurança e privacidade que todos podemos tomar dentro desses entorno:
- Desconfie dos desconhecidos:
Quando um usuário é novo numa rede sócia, compartir acessos e ter “amigos” quanto antes. Isso nos leva a adicionar em ocasiões de forma compulsiva, outros usuários que não conhecemos que não acrescenta dados suficientes ou que se identificam baixo nome de uma empresa ou produto, desconhecemos que esta detrás.
- Não pressuponha
Esse conhecido que te adicionou talvez não seja realmente ele. Procure lhe escrever para comprovar realmente que é quem diz ser, tente averiguar sempre; poderia ser um caso de suplantação de personalidade. Se for esse o caso, reporte-lo imediatamente aos moderadores que atuaram em conseqüência.
- Má sorte; acredite em mim, Angelina Jolie não quer te adicionar ao seu perfil
Geralmente está provado que uma foto atrativa ganhará muitos mais contatos. Se ágüem desconhece e ES suspeitosamente atrativo te adiciona; desconfie. Há milhares de perfis falsos tentando captar acessos de incautos com qualquer fim, os mais incautos caem como patos, sem cessar. Pense que um acesso a sua informação pessoal pode derivar inclusive em um problema de segurança pessoal.
- Os amigos dos meus amigos, não são meus amigos:
É um erro freqüente nos usuários o adicionar a pessoas totalmente desconhecidas por afinidade com outros “amigos”, ou seja por conhecer alguma pessoa em comum. Do mesmo modo é freqüente que muito menos sejam amigos dos mesmos e possa gerar fugas de informação.
- Criar grupos de confiança
Pouca gente o faz e a maioria das redes sociais permitem por catalogar níveis de acesso de usuários. Por exemplo, não queremos que um companheiro de trabalho tenha acesso a fotos nossas de caráter pessoal e familiar.
Configuremos diferentes graus y níveis de acesso
As redes sociais são ferramentas úteis e básicas e estão aqui para ficar. Usemo-las com cabeça e quanto antes aprendamos a fazê-lo corretamente, mais poderemos curtir dela e com certeza com essas 5 regaras economizaremos algum desgosto.
Tags: facebook, privacidade, Redes Sociais, tuenti, tuiter
Eu sou cool; e você um trouxa
Isso é o que devem pensar algumas das companhias que não só se consideram o centro do mundo – talvez sejam de certo modo-, e ainda por cima “utilizam” literalmente as pessoas para fazer seu próprio trabalho.
Gmail é atualmente o melhor serviço de webmail; sem duvida. Demosntraram como em 1 ano e pouco se poderá esmagar um serviço como Hotmail até então líder indiscutível no setor e com 10 de vantagem. Como? Com um produto grátis, diferencial e sem limitações. Simplesmente genial.
Mas, isso é tudo? A realidade é que não. Tudo isso foi acompanhado de uma campanha de marketing a custo quase zero, na qual por meio de um inteligentemente perverso sistema de convites, os usuários eram dirigidos a realizar o trabalho de marketing que correspondia ao departamento de marketing da Google e/ou varias agências externas e que custou muito dinheiro. Sim, sim você enviou do Gmail, foi um evangelista, uma pequena engrenagem de um plano de marketing de livro (convite, necessidade, valor, viralidade, distribuidores…) até os leiloes de contas no Ebay e similares para adotar um valor inclusive econômico, tudo perfeitamente medido)… então creio que você até pode colocar no seu currículo vitae que “trabalhou” para a Google. Ainda que, claro, eles não te pagaram e não te conhecem e apesar disso, você fez o trabalho feliz da vida.
Agora com o Google Wave, a historia se repete. Se você não experimenta, não é ninguém. Se você convida, você é “cool”. Em Moutain View possivelmente estão dando gargalhadas vendo como o trabalho de marketing e a implantação de um novo produto se faz por si só usando o usuário como um vírus evangelizador da doutrina da Googlelandia. Não me sinto com forças nem para criticá-lo; é inteligente e o fazem muito bem. Além de que os produtos são incontestáveis. Parabéns à Google, que conseguiu dar uma volta na porca a mais ao conceito da Apple: “Evangeliza em meu nome, somos bacanas”, agora seria algo como “Evangeliza em meu nome, e trabalha por mi feliz; somos bacanas”.

O usuário é livre para dedicar seus esforços ao que seja. Ainda assim há movimentos que eu olho perplexo, tenho certeza que não houve nunca uma empresa na Espanha ou Brasil para que colaborássemos assim, de maneira tão ativa e feliz. Alguém imagina os usuários participando de forma ativa, enérgica e construtiva no lançamento de um produto da Telefonica? Mas além desse pensamento filosófico-festivo que não vem a historia, aparecem dois “Google wanna be”, Facebook e Twitter.
Facebook lançou uma campanha para que os usuários traduzissem sua interface, Me parece uma vergonha. Facebook, que para mim é uma rede social fabulosa, estava segundo diziam valorizado em 10.000 milhões de dólares (risos). Valha o que valha, a realidade é que um grupo russo de investimentos injetou recentemente na companhia 250 milhões de dólares por uma mínima participação. É licito que uma companhia com essa capacidade financeira, se aproveite da boa vontade e disposição dos usuários para não pagar suas traduções e contratar pessoas especializadas para fazê-lo? Para mim é um abuso, colaborei com Dmoz e Wikipedia, projetos de animo sem lucros, mas trabalhar grátis como voluntario de uma empresa privada como Google E Twitter? O ser uma killer-aplication justifica o poder de utilizar a essas pessoas em tu beneficio?
E assim estamos até que chegue um novo rapaz ao escritório, Twitter pretende também que os usuários traduzam a interface com uma chantagem emocional fajuta do tipo: quer no seu idioma? Pois traduza você mesmo!
Esses serviços, muito deles sem um modelo econômico definido, vivem de expectativas, de poder rentabilizar o numero de usuários que utilizam estas ferramentas. Vejo bem, é um modelo de negocio mais. Mas alem de viver de que te usem, pretender que trabalhem grátis para você para que economize custo, parece usar as pessoas.
E por falar nisso, my feeling é que Twitter e Facebook terão muito e breve a imagem da Google ou da Apple. Essas tentativas de empregar fans do serviço e não assumir gastos, sempre encontrará a quem os faça, mas temo que não à custa de manter intacta sua imagem corporativa.
Tags: evangelizar, facebook, gmail, google wave, twitter
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