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	<title>Alejandro Suárez blog profissional &#187; grupo de elite informatica</title>
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		<title>Preparando-nos para a ciberguerra</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 15:56:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alejandro Suárez</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<description><![CDATA[A administração America revolucionou seus corpos militares com uma nova força de intervenção; os “cibercomandos”. Dependentes da Força Aérea dos Estados Unidos e com um orçamento de 2 milhões de dólares no seu primeiro ano de operações, garantem a proteção dos sistemas militares americanos na internet e respondem aos recentes descobrimentos que aportam a certeza [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-795" title="ciberguerra" src="http://www.alejandrosuarez.com.br/wp-content/uploads/2010/06/ciberguerra.jpg" alt="ciberguerra" width="300" height="199" /></p>
<p>A administração America revolucionou seus corpos militares com uma nova força de intervenção; os “<strong>cibercomandos</strong>”. Dependentes da Força Aérea dos Estados Unidos e com um orçamento de 2 milhões de dólares no seu primeiro ano de operações, garantem a <strong>proteção dos sistemas militares americanos na internet</strong> e respondem aos recentes descobrimentos que aportam a certeza de que, durante anos, hackers vinculados a países como China e Rússia entraram em computadores da Nasa e de diversas organizações militares, roubando informação militar classificada e dados satélites, foguetes e inclusive dos transbordadores espaciais.</p>
<p>Talvez possa nos parecer uma necessidade futura para os exércitos dos principais estados incorporarem<strong> corpos de elite informática</strong> para levar a cabo ações de ataque e defesa através de internet, mas a realidade é que, para nossa intranqüilidade, alguns países estão muito adiantados.<strong> Corria o ano de 1996 quando em Beijing se criou o primeiro exercito de guerra informática, </strong>que desde então, se encontra a serviço do governo chinês para toso o tipo de operações. Muitas são operações internas, como a censura, a propaganda e o controle de opinião e da dissidência, mas nos preparando para a ciberguerra.</p>
<p><strong>O controle da internet deve ser entendido como o controle sobre a informação e as telecomunicações</strong>. Por um lado, esta a capacidade de defesa dos sistemas de um pais ante um ataque e roubo de informação classificada de empresas e governos estrangeiros. A Republica de Estônia sofreu entre abril e maio de 2001 a maior ofensiva cibernética conhecida ate a data. Empresas, meio de comunicação, instituições governamentais, comunicações e bancos deixaram de funcionar. O resultado foi o total <strong>colapso informático</strong> do pais. As suspeitas sobre a autoria desses ataques recaíram sobre a Rússia.</p>
<p>Uma <strong>arma poderosa demais</strong> como para deixar passar alto tanto peligro que poderia desprender um mal usa de tanto poder. A ciberguerra e inclusive o ciberterrorismo, abrem novos e inesperados campos de batalhas na segurança e seu foco se transporta à internet. A crescente dependência da rede para as comunicações e as atividades de milhões de pessoas e organizações fazem que deva ser um <strong>campo protegido e seguro</strong>, longe dos interesses próprios de cada pais.</p>
<p>Cenários cinematográficos e apocalípticos como os narrados no filme “A Rede” (1995, onde Sandra Bullock descobre uma misteriosa rede de espionagem na internet que a envolvera posteriormente numa perigosa trama internacional, já não estão tão longes e tecnicamente impossíveis. <strong>Governos de todos os países devem se preparar para esses cenários</strong>. E quanto antes, melhor.</p>
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