Alejandro Suarez Sánchez-Ocaña, empresário do Setor de Tecnologia desde 1998, CEO do Grupo Publispain e da Rede de Blogs Lazer y Ocio Networks SL, presidente da Inversora Foley, conselheiro e fundador da Yes.fm, assessor e inversor de várias companhias de inovação, novas tecnologias e Internet.
O melhor da semana em 10 links (18 de setembro)
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Tags: cloud computing, Empreendedores, Internet, Web 2.0
Preparando-nos para a ciberguerra

A administração America revolucionou seus corpos militares com uma nova força de intervenção; os “cibercomandos”. Dependentes da Força Aérea dos Estados Unidos e com um orçamento de 2 milhões de dólares no seu primeiro ano de operações, garantem a proteção dos sistemas militares americanos na internet e respondem aos recentes descobrimentos que aportam a certeza de que, durante anos, hackers vinculados a países como China e Rússia entraram em computadores da Nasa e de diversas organizações militares, roubando informação militar classificada e dados satélites, foguetes e inclusive dos transbordadores espaciais.
Talvez possa nos parecer uma necessidade futura para os exércitos dos principais estados incorporarem corpos de elite informática para levar a cabo ações de ataque e defesa através de internet, mas a realidade é que, para nossa intranqüilidade, alguns países estão muito adiantados. Corria o ano de 1996 quando em Beijing se criou o primeiro exercito de guerra informática, que desde então, se encontra a serviço do governo chinês para toso o tipo de operações. Muitas são operações internas, como a censura, a propaganda e o controle de opinião e da dissidência, mas nos preparando para a ciberguerra.
O controle da internet deve ser entendido como o controle sobre a informação e as telecomunicações. Por um lado, esta a capacidade de defesa dos sistemas de um pais ante um ataque e roubo de informação classificada de empresas e governos estrangeiros. A Republica de Estônia sofreu entre abril e maio de 2001 a maior ofensiva cibernética conhecida ate a data. Empresas, meio de comunicação, instituições governamentais, comunicações e bancos deixaram de funcionar. O resultado foi o total colapso informático do pais. As suspeitas sobre a autoria desses ataques recaíram sobre a Rússia.
Uma arma poderosa demais como para deixar passar alto tanto peligro que poderia desprender um mal usa de tanto poder. A ciberguerra e inclusive o ciberterrorismo, abrem novos e inesperados campos de batalhas na segurança e seu foco se transporta à internet. A crescente dependência da rede para as comunicações e as atividades de milhões de pessoas e organizações fazem que deva ser um campo protegido e seguro, longe dos interesses próprios de cada pais.
Cenários cinematográficos e apocalípticos como os narrados no filme “A Rede” (1995, onde Sandra Bullock descobre uma misteriosa rede de espionagem na internet que a envolvera posteriormente numa perigosa trama internacional, já não estão tão longes e tecnicamente impossíveis. Governos de todos os países devem se preparar para esses cenários. E quanto antes, melhor.
Tags: cibercomandos, ciberguerra, grupo de elite informatica, guerra, Internet
Chegam os nativos digitais

2.015 não é um horizonte muito distante e sem dúvida, a evolução tecnológica fará que dentro de uns cinco anos a forma em com a qual educamos e aprendemos tenha mudado radicalmente. Dentro de poucos anos, os alunos de educação infantil de qualquer centro de nosso pais se especializarão em trabalhos que ainda não existem e utilizarão diariamente uma tecnologia que ainda hoje não foi inventada.
Diariamente, um profissional de perfil médio recebe umas 150 mensagens e impactos originados por outras pessoas, mediante as diferentes plataformas tecnológicas atuais. Em 2015 serão mais de 350 impactos diários os que receberão nosso querido professor e uma alta porcentagem deles serão estímulos gerados pela própria tecnologia, sem intervenção de um ser humano, de uma forma totalmente autônoma. Todos concordamos em compartir que muito possivelmente hoje não poderíamos assumir tal quantidade de estímulos e informação, nossos filhos o farão.
Dizia o prestigioso guru, especialista em e-learning, Marc Prensky que “os alunos mudaram de forma radical, já não são pessoas para as quais foram desenvolvidas nosso sistema educativo“; os nascidos a partir de 1.985 serão as vértebras de uma nova sociedade na qual se criará uma ruptura geracional como jamais antes na historia da humanidade havia ocorrido – nunca num espaço de tempo tão breve - e vamos a ver como durante muitos anos conviverão duas gerações: os filhos do Baby Boom e os nativos digitais. Só nos separarão trinta anos e seremos tão próximos e tão distantes ao mesmo tempo.
A revolução do e-learning 2.0 chegará aos colégios de nossos filhos, que viverão uma reestruturação similar a que a Internet viveu com as novas tecnologias e a aparição da internet 2.0. O aluno não será um receptor passivo da mensagem, mas atuará com ela, mudando o rol de educador e fazendo-se participe da comunicação, que deixará de ser um canal direcional para se converter num novo meio, que incentiva e estimula o alto rendimento intelectual e revoluciona a mensagem de aprendizagem.
O lugar natural de um professor passará a ser o de um imigrante diante dos seus alunos, que já desde muito pequenos serão especialistas em tecnologias e poderão manifestar-se um rol de relativa superioridade no uso de ferramentas técnicas mais comuns no entorno escolar e que para eles será tão simples e acessíveis; como complicadas para nossos maestros.
A escola passará a ser uma comunidade colaborativa, que potencia e modera o aprendizado, dentro de um ecossistema de informação que aprende e comparte elementos, interage e mantém num mesmo rol o aluno e o professor.
Aproxima-se um tempo fascinante, onde as graves deficiências educativas atuais haverão desaparecidos. Tentemos não desaparecer com elas por não querer entender essa nova espécie: os nativos digitais.
Tags: Emprego, Formação, Internet, nativos digitais
Os investidores são de Marte, os empreendedores são de Vênus
Citando o genial Jonh Gray (“os homens são de Marte as mulheres são de Vênus”), me permito esta breve parodia para deixar uma minúscula reflexão no fundo, as pessoas são muito diferentes, mas os róis contrapostos nos distanciam ainda mais.
Pensamentos prévios do dia antes:
Investidor:
Caramba! Reúno-me com outro lunático essa manha. Espero que valha a pena, olhando as primeiras paginas do Bussiness Plan é ate possível que saia algo interessante: está bem apresentado, não tem muitas faltas de ortografia e inclusive me atreveria a dizer que os números pareciam consistentes. Ainda assim, como sempre prepararei uma boa desculpa para cortar a conversação se o assunto se descontrola, no me vai ser um desses iluminados pertencentes à igreja da “minha idéia” que faça perder a manha.
Empreendedor:
A verdade é que não sei muito bem o que faz esse cara que verei essa manha, mas li em Loogic e em vários fóruns de Internet que tem dinheiro. Tenho que ensaiar meus argumentos sobre os 60 slides que preparei, parecem profissionais, o homem vai enlouquecer! Dá na mesma; esse cara não vai entender metade do que lhe estou contando assim que devo parecer muito seguro antes de tudo, vamos ver se consigo por a mão na grana!
Impressões no primeiro instante da reunião:
Investidor:
Esse homem nunca colou um terno e uma gravata na vida. Se nota. Com certeza não é o tipo que gostaria de ter como namorado da minha filha…Bom, vamos ver o que tem para dizer e se não é mais do mesmo…tenho um almoço às 14hs, com 30 minutinhos, ele tem tempo de sobra…
Empreendedor:
Droga! Era mamão com açúcar e agora me intimida um pouco o cenário. Bom, sorte e adiante, esse tonto não tem a mínima idéia de nada, ou seja, não se atreverá a discutir nada.
Pensamentos durante a apresentação:
Investidor:
Bonitos gráficos, bonito logo, bonito Mac, caramba, cada dia esses garotos montam melhor esses Power Points…espero que não seja outro desses profissionais das apresentações e logo não tenha mais onde coçar. Vamos ver se acaba já de me contar o rolo e vamos diretamente aos números.
Empreendedor:
Hahaha! O cara está como alucinado me escutando, não tem duvidas ou é que tem tudo claríssimo? Vamos ver se é um pirata e estou falando demais e o canalha tentará copiar minha idéia. Não, isso não. Nunca encontrará alguém como eu para colocar o projeto em andamento.
Depois da apresentação, chegam as perguntas:
Investidor:
- Bom, parece interessante, mas você não acha que uma valoração de 2 milhões de euros por uma companhia que ainda não existe é um pouco digamos…agressiva?
Empreendedor:
(que idiota, mas o que acontece com esse cara, não vê o potencial da MINHA idéia?)
Eu vejo como um preço justo de mercado. A valorização de projetos com esse potencial em países da Europa é muito superior. Além disso, pensamos em faturar 20 milhões de euros em 2014.
- Sim, sim, bom e me poderia dizer em que te baseia para que possamos chegar a essa faturaçao? – pergunta o investidor – Realmente, acredito que não haja companhias de internet que faturem cifras como essas no Brasil.
- É só você olhar para o mercado americano!
- Ahhh, claro, os americanos! Mas você não acha que o mercado americano é maior e com maior potencial econômico que o brasileiro?
- Mas é que nós, além de sermos os lideres do setor, pensamos em 2011, expandir a empresa por toda Europa.
- Entendo, mas isso não requer fortes investimentos que não vejo contemplados no Bussiness Plan atual?
- Isso contemplaremos numa segunda ronda em 2010. Agora te oferecemos um 10% da companhia por 200.000 euros. É o dinheiro necessário para arrancar.
- Acontece que meu limite de investimento é até 100.000 euros, sua cifra é demais para mim…
- Não importa, podemos modificar o Plano de Negócios e arrancar com 100.000 também gastando meios em publicidade.
- E essa mesma publicidade como suplementaria? Como popularizaremos o produto?
- Utilizando as redes sociais! Graças a viralidade das redes sociais!
- (Cara de poker) E que perspectivas de futuro tem a empresa, a quem poderemos vender no futuro?
- (vender? Mas esse cara é imbecil? Se vamos faturar 20 milhões em 2014 e lhe ofereço ser o rei do mundo, como que vender? Bah, direi o de sempre). Com certeza em 1 ou 2 anos telefônica e nossos competidores internacionais estarão interessados e será uma grande oportunidade de fazer caixa.
- Eu não vejo a telefônica comprando isto… De fato não compram nada de internet.
- Bom, pois então nossos concorrentes internacionais… Ou algum banco.
- Sei, sei. Gosta da idéia e parece que há uma boa equipe… Teria que valorizá-lo um pouco mais…tenho minhas duvidas…Os ingressos baseados em publicidade me dão medo, não sei eu se essa aplicação será realmente tão brusca como para conseguir esses níveis de faturamento.
- É uma oportunidade…Já falei com João e Gregório e estão interessadíssimos…querem levá-lo ao seu comitê de inversão e fechar o negocio o quanto antes.
- (João e Gregório? Não me venha com essa, que tonto! Esses não entram nem com reza brava nesse tipo de valorização, com certeza lhe oferecem pagar “em espécies”). Bom, bom – sentencia o investidor – façamos então uma coisa, que eu tenho que ir a um almoço…vai avançando com eles, gostaria de voltar a ver o projeto em alguns meses, quando o tenham um pouco mais maduro.
- (pois você que esta perdendo idiota!)- Sem problemas, espero que não seja tarde demais e que você fique de fora, porque o preço será mais alto e esta ficando fora do meu controle. Até logo.
- (para esse cara nem Deus dará dinheiro). Tchau.
Qualquer semelhança com a realidade não é simples coincidência, esse poderia ser o resumo de um dos muitos encontros –tipo investidores e empreendedores, dos coletivos tão complementários e necessários.
É que, no fundo, todos somos muito diferentes, mas o investidor e o empreendedor, som muito mais.
Tags: empreendedor, Internet, investidor, marte, Tecnologia, venus
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Tags: bbc, Downaload ilegal, e-commerce, industria fonografica, Internet, Marketing, musica digital
O melhor da semana em 10 links (07 de novembro)
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Tudo que o Google sabe sobre você, em um único lugar por Undergoogle
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A relação entre tecnologia, inovação, empreendedorismo, abertura, colaboração e investimento por Startupi
Facebook compra Friendfeed e busca o domínio de sua vida digital por Diogo Azevedo
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Tags: brasil, coemrcio eletronico, empreendedor, facebook, Internet, mobile web, Redes Sociais, steve jobs, Tecnologia
Ok, não compre minha publicidade, mas me respeite, caramba!
Antes um pequeno disclaimer: não sou um paranóico do SPAM. Recebo eu no email de Ocio Networks dezenas de correios eletrônicos com Notas de Imprensa diárias. Umas uteis e outras surrealistas. Os vejo como parte do jogo, todos temos que fazer nosso trabalho, encontrar coisas uteis e descartar as demais e não lhes dou mais importância. Nunca reclamei disso, nem mesmo ao seu emissor excetuando os casos de uma companhia que me conata por 5º vez com o mesmo rolo, quando já lhes disse que não me interessa.
Feita esta introdução quero comentar algo sobre um email que recebi hoje, enviado através do formulário de contato de publicidade de Ócio Networks SL, e acredito que é bastante gráfico para poder conhecer minha opinião sobre as empresas de relações Publicas, e as centrais e Agencias de Publicidade.
Gosto das RR.PP e da publicidade, trabalho com varias e em ocasiões facilitam nosso trabalho. O que não gosto é do abuso e da falta de respeito.

Não vou identificar a agencia nem o produto, mas sim direi que é uma das principais agências espanholas e um produto líder conhecido pro todos. Minha intenção não é fazer nenhum dano nem criar um clima chato, mas copiarei o email recebido para que possam entender minha reflexão.
CONTATO PUBLICIDADE OCIO.net
Nome. David XXXX
Empresa: XXXX
Assunto: Novo Spot de XXXX
Mensagem:
Olá,
Sou XXXX, criativo da agência XXXX. Hoje estréia na TV o novo spot de XXXX e já esta disponível no Youtube. Esta vez, XXXX, mostrando sua faceta mais cool. Wonderful!
Por saber se você curte e quer publicar algo.
XXXX
http://www.youtube.com/XXXXXXX
Olá, XXXX
Obrigado por seu email.
Nós, que temos 5 milhões de usuários e somos o top 13 de meios em Espanha segundo a OJD, vivemos de vender publicidade. Esse é nosso negocio. Colocá-la porque “a gente curte”, conceitualmente é algo ofensivo; somos profissionais.
Não quero te ofender o mais mínimo, mas sim fazer ver que seu tratamento pode ofender a nós da forma que o coloca.
Vivemos de ingressos publicitários, não somos uns garotos que são presenteados com boa onda.
Tenho certeza que entenderá.
Um abraço,
Alejandro Suarez
Onde quero chegar é que essas coisas sim ofendem. RESPEITA nosso trabalho, você não pode pretender contatar com um departamento de publicidade na Internet ou onde seja, no melhor estilo “colega de discoteca “Se você curte e quer publicar”. Isso é falta de respeito para com um trabalho que esta profissionalizado e para com uma empresa que vive de “vender” essa publicidade.
Não me ofende que não tenha destinado nem 0,5% de orçamento ao meu médio nem à Internet como suporte. Faltaria mais! O que me ofende é que gaste por ai e pense em internet como os molequinhos aos que meteremos by the face.
Não tenho coragem de chamar um meio televiso com uma proposta assim, lhes ofenderiam (e me mandariam a merda, com razão), mas não em uma grande cadeia nacional, muito menos num jornal de bairro ou uma TV local. Não sei se me atreveria por respeito. Entendo seu trabalho e que vivem de cobrar por sua publicidade.
Então porque sim em Internet?
Primeiro lugar porque há que dignificar a publicidade online. Ainda há pessoas em seus escritórios que pensam “são moleques que fazem o que digamos”, e que no vêem um setor profissionalizado. Faz pouco tempo que uma marca de automóveis, cujo nome não quero revelar, nos oferecia “dar uma volta num carro num circuito” em troca de uma campanha. Cara, sejamos sérios, não temos 15 anos. Se ao menos fossem duas ou três voltas, até pensaria.
Entendo que existem pessoas que não tem orçamento para determinadas coisas, e tento apoiá-los, mas para mim é muito importante que seja um apoio bidirecional. Ou seja, se me liga e me diz “não tem orçamento” e me pede apoio, depois quando tenha não meta tudo em TV e imprensa e venha com o mesmo rolo. Uma coisa é colaborar e semear, outra coisa é ser tonto.
Em outra ordem de coisas, há que saber entrar e tratar as pessoas. Se tem dinheiro para anunciar, pode tentar ser direto e sincero, propor uma ação bacana que posso reverter n bem dos usuários e poderemos aceitá-la ou não, não nos escrever como se estivesse falando com um menino de 15 anos para o qual presentearemos nosso produto, porque “que custa?”. Não tem sentido e demonstra não respeitar nem a nós nem ao nosso trabalho.
Muita culpa disso tem o conceito de viral. As agencias vendem realidade e põem as pessoas detrás de um PC tentando colocar vídeos a torto e a direito. Isso não funciona. Se você quer difusão: pague. O rolo que te contaram de que “apareceu a Internet e se fez viral”, rara vez é correto. As coisas têm seu orçamento e promotores, e si alem disso são boas se fazem virales.
Por ultimo, uma campanha de vários milhões de euros de uma marca de primeiro nível, é possivel que nem o mesmo cliente final esteja de acordo com que mendigue esse espaço já que paga um orçamento e não quer sua marca “exposta” ante essa perda de imagem, e que pode gerar comentários negativos. Muito possivelmente estará fazendo dano ao seu próprio cliente que não tem porque se ver nessa tessitura e não gostará de saber.
Tags: Agencias, Blogs, centrais de meios, Internet, publicidade, Relaçoes Publicas
Genolab: Internet, inovação, medicina, genética e biologia molecular
Na ultima quarta-feira estive no Iniciador, um evento que teve lugar em Madrid/Espanha, com o objetivo de reunir empreendedores para que estes possam compartir entre si, experiência e conhecimento. O Iniciador também é conhecido por suas conversas informais, onde os empreendedores presentes também abordam temas como busca de financiamento, planos de negocio, promoção de um produto, provedores de serviço e todas essas ramificações que fazem do empreendedor um profissional tão qualificado.

Aproveitei minha presença no evento para falar pela primeira vez em publico sobre um projeto no qual venho trabalhando há quase um ano, uma star up de biotecnologia e Internet, um projeto especial e muito interessante, uma vez que representa a inovação, o avanço a nível genético, as possibilidades de investigação aberta e cientifica e principalmente porque trata-se de um setor de desenvolvimento que conjuga Internet, inovação, medicina, genética e biologia molecular, nos colocando na ante sala da medicina preventiva “a la carta”, ou seja, da medicina personalizada baseada na constituição genética, fortaleza e fraquezas do individuo.
A idéia é que cada um possa fazer seu próprio Biochip, seu próprio DNI Genético, que conta com dois amplos informes, um cientifico e outro a usuário final, com sua decodificação genética baseada na seqüência de 96 genes, que representam não só a essência química de cada individuo, como também alertam de problemas, fraquezas, fortalezas e predisposições genéticas como pessoa e que são chaves para conhecer a saúde futura.
Essa tecnologia atualmente só esta ao alcance de 4-5 companhias a nível mundial e foi fruto de um enorme trabalho da equipe cientifica e medica do excepcional Dr. Lao.
Tags: biologia molecular, genética, genética e biologia molecular, iniciador, Inovação, Internet, medicina, projeto, star up
O melhor da semana em 10 links (13 de Junho)
Empreendedorismo na Internet por E- Commerce
Marketing direto do que mesmo? por Superempreendedores
Empresas começam a investir na integração entre TV e internet por Limao
Debatendo o empreendedorismo na Internet por Sana Inside
O tecnológico x O tradicional por Blog do Empreendedor
Técnicas de Otimização que o SEO não faz por Profissional Blogger
Como atrair e reter talentos por Papo de Empreendedor
Como foi a competição de startups da Unifacs por Startupi
Google é a empresa que mais monitora as nossas atividades na web por Tiago Dória
Gestão e Estratégia de Empresa para lidar com a Crise por People Based
Tags: empreendedorismo, google, Internet, marketing direto, otimizaçao de sites, SEO, startups, tecnologico, tradiciona, tv, unifacs
Parking de Domínios, uma razão para evitá-lo
Não vou descobrir nada novo mas talvez possa exemplificar graficamente com uma experiência num domínio que utilizamos depois de estar um tempo no parking de domínios.
Pensei bem antes de ter os domínios que não uso estacionados. Principalmente porque como contei em alguma ocasião a idéia da nossa carteira de domínio não é a venda, mas sim o desenvolvimento. Obviamente se chega uma boa oferta poderíamos valorizar a venda, mas não é essa a idéia.
Atualmente temos uns 600-800 domínios estacionados em SEDO. Isso nos gera que enquanto estão “dormindo” posamos acessar a uns ingressos publicitários em base a seus typeins. Esses ingressos são muito baixos, para os que tenham curiosidade lhes direi que do tipo de 400-500 Euros ao mês, não muito mais que isso. É verdade também que aparentemente outros provedores reinvistam mais no parking dos domínios que por seu uso, ou ao menos muitas pessoas que conheço trabalhando com outras companhias estão mais contentes.
Sé que existem pessoas que são especialistas em parking, que compram domínios parecidos a nomes de portais e/ou marcas de trafico e que economicamente se exploram de maneira incrível, por exemplo, twiter.com com só um “t” ou yutube.com, coisas assim… Vi casos de 300 e 500 Euros diários em publicidade nestes casos nos EUA, mas esse é outro negocio, nos nunca registramos esse tipo de domínios, só registramos genéricos interessantes de tornarem-se úteis gerando conteúdo.
Faz uns meses que Google liberou Adsense for Domains sem pedir um volume mínimo. Isso faz pensar que não tem muita lógica trabalhar com intermediários que são revendedores e distribuidores de Adsense. Mais que nada a lógica é a preguiça de não mover o DNS e ocupar de golpe centenas de domínios, ainda que mover DNS e gerar seu próprio sistema de parking pode te fazer fugir de penalizações massivas que têm os parkings de domínios.
Mas o tema dos ingressos do parking de domínios não é o que eu gostaria de tratar, já estou indo pelas estribeiras! O que eu gostaria de mencionar é o tema de posicionamento de um domínio que esteve anos ou meses “estacionado” e seu problema na é em listar-se, mas sim responder a buscas segundo seu potencial.
É claro que os buscadores penalizam a esse tipo de domínio estacionado, e há ocasiões nas que Google mantém durante muito tempo apesar de deixar de esta em parking. Demorar 4-5 meses mais em arrancar um projeto que produziu 100 Euros em 2 ou 3 anos de parking é ridículo. Não vale a pena e geralmente quando estamos nessa situação pensando “porque não deixei offline ao invés de estacionado!”
Insisto que há vezes que a despenalização é rápida, e em 3-4 meses você já começa a sair em buscas. Este gráfico é de um domínio que durante 3 anos esteve estacionado. Em janeiro de 2007 começamos a gerar conteúdo e se mantinha em 1xxx visitas diárias. 6 meses mais tarde, em Junho de nos alarmava já que apesar dos nossos esforços a web se mantinha nessa posição e não crescia, observando o caudal de trafico de buscadores era mínimo e fazendo provas de buscas vimos que nosso posicionamento existis mas era suspeitosamente mau para o potencial que tínhamos. O domínio tinha PageRank, estava indexado mas não respondia bem às buscas.
Através de Webmaster Tools (ferramenta cada vez mais útil) contatamos com Google a principio de Julho de 2008. Eu não via razão para nenhuma penalização é como se “estivesse ficado preso” no seu status anterior e o parking nos pesaria ainda 6-7 meses mais tarde encima.
Google não responde quase nunca, imagino que é mais fácil e cômodo não fazê-lo, mas como podem ver no gráfico 1-2 semanas mais tarde o domínio seguiu com a mesma indexação, o mesmo PageRank e conteúdo, mas começou a responder à buscas multiplicando até 5x seu trafico e 10x o caudal de trafico desde Google. É como se tivessem atado com uma cordinha, e a penduraram deixando voar.

Esses 6 meses perdidos de um comportamento normal, o tempo e recursos de analise, provas, etc., que nos levaram, faz que para mim valha a pena deixar as coisas num parking de domínios. Essas penalizações podem levar 2-3 meses normalmente em pular, mas há vezes que s estendem e desesperam como é este caso.
Tags: Buscadores, Domínios, Geral, google, Internet, Meus Domínios, Opinião, Parking de Domínios, SEO
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