Alejandro Suarez Sánchez-Ocaña, empresário do Setor de Tecnologia desde 1998, CEO do Grupo Publispain e da Rede de Blogs Lazer y Ocio Networks SL, presidente da Inversora Foley, conselheiro e fundador da Yes.fm, assessor e inversor de várias companhias de inovação, novas tecnologias e Internet.
O melhor da semana em 10 links
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Tags: bolha internet, facebook, faceook brasil, Redes Sociais, Web 2.0
A bolha Facebook.com
Facebook acaba de superar a bonita cifra dos 500 milhões de usuários, não me atrevo a dizer 500 milhões de pessoas já que se assim fosse seria o 3º pais mais povoado do mundo, ficando atrás de China e Índia. Com esses dados parece ser que esta pensando numa próxima saída a bolsa com um valor próximo aos 33.700 milhões de dólares em função das transações desenvolvidas nos mercados secundários. Isso situaria a popular rede social com um valor de mercado superior ao de empresas consolidadas do setor cotizadas em Wall Street.
Vendo essas cifras, minha mente se traslada aos anos 1997-2001, onde se deu uma corrente especulativa muito forte, na qual as bolsas das nações ocidentais viram um rápido aumento do seu valor devido ao avanço das empresas vinculadas ao novo setor de internet e a chamada Nova Economia. Um período marcado pela fundação (e em muitos casos, espetacular quebra) de um novo grupo de companhias baseadas em Internet designadas comumente como empresas pontocom. A combinação de um veloz aumento do preço das ações, a especulação individual e a grande disponibilidade de capital de risco criaram um ambiente exuberante. Estaremos no auge da segunda bolha?

Em 199 e começo de 200 – em plena bolha - a valorização através de múltiplos (baseada que a empresa a valorizar deveria comportar-se de forma similar à media das empresas do seu setor): foi amplamente utilizada. Se você tinha uma idéia sobre o negocio de Internet, seu valor era a media do setor, ainda que somente tivesse uma empresa similar a sua no mundo. Seu projeto não tinha nascido e já dispunha de uma boa valorização.
No top100 das marcas mais valiosas, seis das primeiras dez marcas pertencem ao setor TIME (Internet e novas tecnologias). A número um – Google – se mantém por quarto ano consecutivo- 144.260 milhões de dólares. Três tecnológicos o seguem: IBM, APPle e Microsoft deixando para trás grandes ícones do consumo como Coca-Cola (5º) ou Mc Donald´s (6º).
Faz pouco tempo que se confirmava a venda do Burger King à empresa de capital de risco 3G Capital por 3.1000 milhões de euros. Burger King, a segunda empresa mundial em comida rápida, foi fundada mais de 50 anos, dispõe de mais de 11.000 restaurantes em 67 paises e 300.000 trabalhadores em todo o mundo.
Facebook ainda é muito jovem e deve demosntrar que sabe como converter visitas em dinheiro. Do contrario ano poderá evitar que em qualquer momento volte a espetar a bolha da web.2.0
Tags: bolha internet, facebook, google, novas tecnologias, setor TIME, Web 2.0
O melhor da semana em 10 links (18 de setembro)
Structure 2010: O Ano do Cloud Computing por Coruja de TI
Apresentações do Cloud Computing Summit 2010 por Tecnologia que interessa
Cloud computing fortalece Linux, diz Jim Zemlin por ItWeb
3 erros ligados à cloud computing que sua empresa pode evitar por Computer World
Os obstáculos para chegar às nuvens por Ip News
Integração é o desafio do cloud computing por Software Livre
Cloud Computing: A importância das nuvens por Uol Host
Aplicações móveis e Cloud Computing- Tendências para 2010/11 por Magic Software
Lançamento: Cloud Computing Prime por Forum PCs
Desvendando o cloud computing nas empresas por Financial Web
Tags: cloud computing, Empreendedores, Internet, Web 2.0
Por dentro do cloud computing
A idéia de cloud computing nos chega da mão da personalização que representa a web 2.0 e a universalização dos dispositivos de acesso como os smartphones, que nos permitem uma conectividade quase total e ininterrupta. O negocio baseado na nuvem representou nos últimos anos mais de 45 milhões de dólares e os analistas cifram seu impacto em mais de 150 mil milhões no ano de 2013.
Esse cenário de crescimento exponencial faz com que as grandes companhias se adaptem a oferecer serviços baseados na nuvem. Os pioneiros na Internet em compreender a importância de oferecer serviços remotos foram Google com Google Docs e Amazon Webservices por meio da Amazon EC outros como IBM e Microsoft chegaram tarde ao fenômeno e tentam reagir. De fato, o gigante de Richmond anunciou que seu popular produto Microsoft Office estará em breve baseado no conceito de cloud computing, executando-se desde a nuvem.
É um dos termos de moda. O cloud computing é um conceito técnico que se baseia em ofertar aos usuários que não se armazenem localmente no seu dispositivo, mas sim que executem e se sirvam da “nuvem” que representa Internet.
Por outro lado, duas companhias mais dinâmicas como Google e Apple apostou faz tempo por este conceito que facilita o uso da tecnologia por parte do usuário. A simplicidade e segurança vendem e o usuário as aprecia. As vantagens de utilizar sistemas que se executam em nuvem são entre outras:
Seguro: as falhas de segurança e intromissões podem ser corrigidas e atualizadas em tempo real aos usuários do sistema de forma transparente e imediata
Auto-reparável: no caso de catástrofe: o tempo de atualização de uma copia de segurança é mínimo, os usuários do serviço não deveriam ver-se afetados por uma falha no software nem depender de atualizar localmente seus sistemas.
Virtualiza as máquinas: o rendimento do sistema estará sempre otimizado, independentemente da capacidade do dispositivo do usuário. O hardware dos nossos usuários não executa senão que se limita a ser um canal que permite acesso. Múltiplos clientes e usuários podem compartir aplicativos sem compartir dados nem por em risco a privacidade das suas comunicações.
Imediato: permite a uma organização dispor de todo tipo de dados de atividade em tempo real e centralizado dentro de um único sistema.
Quanto as desvantagens do cloud computing, a principal é a dependência de um serviço de um terceiro, pelo qual a confiança e fiabilidade do serviço desse companhia que armazena nossos dados é um ponto critico que não podemos controlar. A nuvem nos permite otimizar; deixar nas mãos de técnicos e experts, as aplicações, processamento e armazenamento seguro de dados, ao mesmo tempo que facilitamos o uso e acesso à informação dos usuários.
Tags: cloud computing, desvantagens cloud computing, nuvem internet, o que é cloud computing, Web 2.0
O melhor da semana em 10 links (08 de maio)
Menos de 1/3 das empresas paulistanas fazem marketing online por Empreendedores
A conquista do eleitor em 140 caracteres por Administradores
Web 2.0 revolucionou o comportamento e o marketing por Publicidade na Web
Bem-vindo à era do f-commerce por Blog3
Música que fala sobre empreendedorismo: “Acendam as Luzes” de Rashid por Marco Gomes
Para Facebook, o que mais importa numa mensagem é quem a envia por Tiago Doria
Em Defesa do Fracasso por Super Empreendedores
Sobre valorizar, incubar e comunicar o espírito empreendedor por Startupi
10 razões porque ganhar dinheiro na internet significa trabalhar no duro por Fique Rico Online
Características de um líder: Dar autonomia a seus liderados por Dicas de Empreendedorismo
Tags: Empreendedores, ganhar dinheiro na internet, lider, marketing online, publicidade facebook, Web 2.0
A educação morreu; chega a evolução do e-learning
“O problema de nossos tempos é que o futuro já não é o que era “ (Paul Valery, ensaísta e poeta Frances).
2.015 não é um horizonte longínquo e, sem dúvida, a evolução tecnológica fará que tão somente dentro de uns cinco anos a forma que educamos e aprendemos mudará radicalmente. Nesse cenário, os alunos de Educação Infantil como em qualquer centro se especializarão em trabalhos que ainda não existem e utilizarão diariamente a tecnologia, que em muitos casos, ainda hoje não foi inventada.
É um cenário complexo e requereram de uma total adaptação a esse novo meio por parte dos centros, dos docentes, dos pais e de muitos dos modelos educativos que, a dia de hoje são discutíveis.
Diariamente, um profissional espanhol de perfil médio recebe uns 150 mensagens e impactos originados por outras pessoas mediante as diferentes plataformas tecnologias atuais. Em 2015 serão mais de 350 impactos diários recebidos pelo nosso querido professor e uma alta porcentagem deles serão estímulos gerados pela própria tecnologia em primeira pessoa, sem intervenção de um ser humano, de uma forma totalmente autônoma. Todos coincidimos em compartir que muito possivelmente hoje não poderíamos assumir tal quantidade de estímulos e informação, nossos filhos o farão.
Dizia o prestigioso guru e palestrante, expert em e-learning, Marc Prensky que “os alunos mudaram de forma radical; já não são as pessoas para as quais foi desenhado nosso sistema educativo”. Acredito que não podemos estar mais de acordo com ele. Esse cenário já é real, mas se fará mais evidente em muitos poucos anos e essa brecha criada entre um sistema educativo paralisado e seus alunos 2.0 crescerá exponencialmente nos próximos anos, até o ponto de que o sistema educativo atual, tal e como concebemos, carecerá completamente de sentido.
Nativos Digitais
Em breve, os nativos digitais nascidos a partir de 1985 serão as vértebras de uma nova sociedade que criará a ruptura de gerações como jamais antes na historia da humanidade havia ocorrido, e nunca num espaço de tempo tão curto. Assim, veremos como durante muitos anos conviveremos com duas gerações: os filhos do Baby Boom e os nativos digitais, só nos separaram trinta anos, seremos tão próximos e ao mesmo tempo tão distantes…
Os nativos digitais respondem e aprendem de estímulos que seus predecessores nem sequer conseguiram compreender; evoluem rápido, não compreendem o conceito da tecnologia, já que para eles a tecnologia não existe, a tecnologia “é”, nasceram com ela, são mais rápidos, mais criativos, mais abertos e interagindo de outra maneira muito diferente às gerações anteriores. Falamos de uma geração que não observa e aprende; simplesmente participa, comparte, interatua.
Vamos conhecer uma geração que viverá a maior parte da sua vida baixo o conceito de “conexão total”, conectividade entre os indivíduos, conectividade na Internet, e também num cenário muito próximo, desenvolverão a conectividade da pessoa com as máquinas inteligentes ao seu entorno. É uma geração que nunca compreenderá o que é um telefono; o primeiro terminal de comunicação que terão em suas mãos e possivelmente muito cedo, será um avançado dispositivo tipo Smarth-phone, onde a comunicação que realizarão não se parecerá muito ao nosso querido “Alô, sou o Edu. Feliz Natal” – que apesar de nos tocar o coração – para essa nova geração de nativos digitais, terá muito que ver com as limitações atuais do mundo em que vivemos.
A revolução do e-learnign 2.0 chegará aos colégios de nossos filhos, que viverão uma reestruturação similar ao que a Internet viveu com as novas tecnologias e a aparição da web 2.0. O aluno não será um receptor passivo da mensagem, mas sim interatuará com ela, mudando o rol do educador, fazendo com que participe da comunicação, que deixará de ser um canal unidirecional para se converter num novo meio, que incentiva e estimula o alto rendimento intelectual e revoluciona a mensagem de aprendizagem.
Internet, um novo professor
O lugar natural de um professor passa a ser o de um imigrante diante dos seus alunos, pois desde cedo serão experts em tecnologias e poderão manifestar um rol de relativa superioridade no uso das ferramentas técnicas mais comuns no entorno escolar, que para eles serão tão simples e acessíveis como complicadas para nossos mestres.
O conceito de exposição e aprendizagem escolar, realizando duas ou três perguntas diárias a um mentor, mudará radicalmente com a aprendizagem digital. Os alunos farão centenas de perguntas ao dia através de um motor de busca na Internet, que saciarão e retroalimentarão a inteligência e ânsia de informação do aluno, forçando a um crescimento intelectual nunca antes experimentado.
Atualmente se realizam três bilhões de buscas diárias no Google. Em 2015 se estima que serão cerca de nove bilhões de buscas diárias de informação.
A principal reflexão que podemos extrair é que o modelo tradicional educativo, o modelo “broadcasting”, desaparece e o mais importante e a conversação, aprender interatuando e não observando. Essas mudanças exigirão uma mudança formativa sem precedentes do corpo docente e diante do qual todos devemos estar preparados.
O guia da informação e aprendizagem de um aluno não será seu professor, será Internet. O professor exercerá um rol de moderador nessa aprendizagem entre aluno e seu meio natural: a rede. Conceitos como os livros de texto e os cadernos de trabalho não só existirão, como que carecerão de toda lógica e será muito difícil defender sua necessidade nos próximos 10 ou 15 anos.
Em que situação fica a geração anterior diante desse novo cenário?
Somos os primeiros a ter filhos nativos digitais, careceremos de referencias e experiências pessoais validas que nos podem orientar nessa situação. O modelo anterior não serve, necessitamos encontrar e criar nossas próprias referências pessoais, que previsivelmente darão forma a um novo modelo, que pode ser de orientação, e depois será avaliado e adaptado pelas gerações que virão.
O modelo familiar deveria passar de ser “protetor e repressor” diante dos estímulos tecnológicos para se converter num modelo aberto e participativo que favoreça o estimulo para as novas tecnologias. A família deve ajudar nesse labor de intermediação na informação que se recebe, moderando e relativizando os conteúdos, ajudando a consumir informação com um ponto de vista critico, forçando a equilibrar o tempo físico e digital, buscando um equilíbrio emocional e moral no uso das novas tecnologias, e adaptando a nós mesmos, seus progenitores, a um meio que já hoje em dia está mudando o mundo.
O novo rol dos centros de ensino
A escola passará a se ruma comunidade colaborativa que potenciará e moderará o aprendizado, dentro de um ecossistema de informação que aprende e comparte elementos, interatua e mantém num mesmo rol o aluno e o professor.
A escola do século que vem cruza os limites fixos e leva o aprendizado a um conceito 24×7, no qual o aluno recebe estímulos, interatua comparte e aprende, dentro e fora das aulas por igual, os sete dias da semana e a todas as horas. A educação não se escreve a um espaço físico fechado, a escola é uma rede social de pessoas que inter-relacionam umas com as outras em qualquer momento, a escola não e um lugar, é um sistema acessível desde qualquer lugar e desde múltiplos suportes tecnológicos ao mesmo tempo em que já se conhece como “aula aberta digital”
Aproxima-se um tempo fascinante, onde as graves deficiências educativas atuais desaparecerão, tentemos não desaparecer com elas por não querer entender essa nova espécie: os nativos digitais.
Tags: e-learning, nativos digitais, Tecnologia, Web 2.0
O melhor da semana em 10 links (08 de Agosto)
Web 2.0 oxigena a comunicação e o marketing por EMarket
Audiência e publicidade no Orkut por Publicidade na Web
Filme interactivo: escolhe um fim! por Publicidade Digital
As geniosas e talentosas Gerações X e Y por SuperEmpreendedores
Dica ao empreendedor: Não tenha medo de ser diferente por Saia do Lugar
O Twitter no Mundo dos Negócios e Marcas por Acelerando a Inovaçao
Google indexa blogs mais rápido do que outros sites? por Brasil SEO
Gestão de Mudança Organizacional (Organizacional Change Management) por Ezencutivo
Publicidade em blogs: post pago ou relacionamento? por Verdevelma
Empreendedorismo – os limites da competência! por Blog do Empreendedor
Tags: Blogs, dicas, Empreendedores, geraçoes x e y, google, mudança organizacional, negocios, orkut, publicidade na web, twitter, Web 2.0
O melhor da semana em 10 links (25 de Julho)
A Alfabetização Digital tem que ver com ideias não com teclas… por JF Borges
Publicidade no Blog, pesadelo de blogueiro por Contraditorium
Como mostrar sua idéia de negócio para investidores por Startupi
Save Paper, Save the Planet por Blog da Publicidade
Trabalhadores informais poderão virar empreendedores individuais por Agencia Brasil
Publicidade em blogs – respeito é bom e eu gosto! por Dicas Blogger
Web 2.0 é dinheiro no caixa, diz pesquisa por Publicidade na Web
Publicidade online brasileira cresce 23,6% em janeiro de 2009 por IDG Now
Mês da Inclusão Digital 2009 reforça a necessidade de uma política pública para o setor por Telecentros
Os melhores comentários serão valorizados por Tiago Doria
Tags: blog, comentarios, dinheiro, Empreendedores, inclusao digital, publicidade, Web 2.0
Não se ache muito. Possivelmente você NÃO é influente
Influente ou seguido?
Ainda a risco de me por algo filosófico e transcendental gostaria de fazer uma reflexão sobre algo que vejo muito comum e desde minha percepção creio que é enganoso, a confusão entre seguido ou influente.
A blogosfera é um micro mundo, sim, disse micro, e de verdade, o penso ainda que as vezes muitas pessoas me recriminem – muitas vezes todos os que vivemos extrapolamos e tiramos conclusões como se fosse um tudo, quando possivelmente representa um setor pequeno de população, que se faz mais velha dia a dia, mas pequeno e definitiva.
Possivelmente como você, que lê habitualmente blogs, mexe em redes sociais, usa o planeja abrir seu twitter, não é o 70% da população, ai fora há outro mundo.
E é precisamente o mérito das redes sociais, penetraram; uma alta porcentagem de pessoas estão no Facebook, quebraram a barreira de tekkies. O perfil de Facebook é conversação habitual de cafeteria; caiu o grande muro, mas só em determinados ambientes é também o que foi dito ou deixado de dizer gente “relevante”, por exemplo, Martin Varsavsky (acredite pode ser apaixonante, mas esses cabem num ônibus VS a população total do pais) e as vezes se perde essa perspectiva diante de um computador quando conversa com gente do mesmo perfil setorial que o seu.
Algo parecido é o que passa com os conceitos de prescrição de influencia, se utilizam um pouco as pressas. Todo o que abre um blog aspira difundir, a se fazer conhecer e relacionar-se no seu ambiente natural. Alguns com maior ou menor êxito aspiram também a influenciar e/o prescrever, a marcar tendência e gerar opinião, mas minha realidade é pensar que poucos podem se permitir fazê-lo de verdade.
Vejo muitas publicações e blogs pessoais que são muito lidos, e por onde me dizem que “muito influentes”. É típico escutar “tem xxx leitores em FeedBurner, todo mundo lhe conhece” etc. De verdade, creio que são 2 conceitos que não casam.
Que te conheçam não é tudo, também conheço a Jesulin de Ubrique. Que o leia não quer dizer que me influa, é um estado superior que começa com o respeito que terá que ganhar. Posso ser um tipo muito bem informado e muito seguido, mas igualmente pode que minha opinião não seja muito valorizada nesse aspecto, não ser prescritor, nem influir absolutamente na vida e conduta de ninguém.
Friamente, sim creio que – ainda que tento evitá-lo ;-D – algumas pessoas, alguns blogs e alguns comentários me influenciam.
Quero pensar que isso não é mal ainda que gostaria de ser “facilmente influenciável”, todos respondemos a estímulos do mais próximo e reagimos diante deles, e os blogs e os bloggers não são uma exceção, mas de verdade acredito que em cada âmbito muitas poucas pessoas e/ou publicações tem prestigio suficiente, a experiência e a validez argumental de ser geradores de opinião.
O melhor da semana em 10 links (30 de maio)
Existem celebridades com blogs…mas não da blogosfera! por Dossiê Alex Primo
Twittaí – um plugin WordPress que publica seus posts no Twitter por Tecnocracia
Empreendedores são crianças grandes por Fábio Seixas
O conteúdo é rei, mas não consegue governar sozinho por BR Point
Web Marketing e política 2.0 por 2.0 Webmania
Burlando a sedução da tecnologia por Papo de Empreendedor
O Brasil sai antes da crise? por Blog do Empreendedor
Atualização de Pagerank do Google Chega Mais Cedo por SEO
SEO por acidente por SEO Master
Empreendedores podem mudar o mundo por Marcos Gomes
Tags: blogosfera, Empreendedores, google, pagerank, SEO, Tecnologia, twitter, Web 2.0, web marketing
O Blog do Alejandro Suarez















