Alejandro Suarez Sánchez-Ocaña, empresário do Setor de Tecnologia desde 1998, CEO do Grupo Publispain e da Rede de Blogs Lazer y Ocio Networks SL, presidente da Inversora Foley, conselheiro e fundador da Yes.fm, assessor e inversor de várias companhias de inovação, novas tecnologias e Internet.
A educação morreu; chega a evolução do e-learning
“O problema de nossos tempos é que o futuro já não é o que era “ (Paul Valery, ensaísta e poeta Frances).
2.015 não é um horizonte longínquo e, sem dúvida, a evolução tecnológica fará que tão somente dentro de uns cinco anos a forma que educamos e aprendemos mudará radicalmente. Nesse cenário, os alunos de Educação Infantil como em qualquer centro se especializarão em trabalhos que ainda não existem e utilizarão diariamente a tecnologia, que em muitos casos, ainda hoje não foi inventada.
É um cenário complexo e requereram de uma total adaptação a esse novo meio por parte dos centros, dos docentes, dos pais e de muitos dos modelos educativos que, a dia de hoje são discutíveis.
Diariamente, um profissional espanhol de perfil médio recebe uns 150 mensagens e impactos originados por outras pessoas mediante as diferentes plataformas tecnologias atuais. Em 2015 serão mais de 350 impactos diários recebidos pelo nosso querido professor e uma alta porcentagem deles serão estímulos gerados pela própria tecnologia em primeira pessoa, sem intervenção de um ser humano, de uma forma totalmente autônoma. Todos coincidimos em compartir que muito possivelmente hoje não poderíamos assumir tal quantidade de estímulos e informação, nossos filhos o farão.
Dizia o prestigioso guru e palestrante, expert em e-learning, Marc Prensky que “os alunos mudaram de forma radical; já não são as pessoas para as quais foi desenhado nosso sistema educativo”. Acredito que não podemos estar mais de acordo com ele. Esse cenário já é real, mas se fará mais evidente em muitos poucos anos e essa brecha criada entre um sistema educativo paralisado e seus alunos 2.0 crescerá exponencialmente nos próximos anos, até o ponto de que o sistema educativo atual, tal e como concebemos, carecerá completamente de sentido.
Nativos Digitais
Em breve, os nativos digitais nascidos a partir de 1985 serão as vértebras de uma nova sociedade que criará a ruptura de gerações como jamais antes na historia da humanidade havia ocorrido, e nunca num espaço de tempo tão curto. Assim, veremos como durante muitos anos conviveremos com duas gerações: os filhos do Baby Boom e os nativos digitais, só nos separaram trinta anos, seremos tão próximos e ao mesmo tempo tão distantes…
Os nativos digitais respondem e aprendem de estímulos que seus predecessores nem sequer conseguiram compreender; evoluem rápido, não compreendem o conceito da tecnologia, já que para eles a tecnologia não existe, a tecnologia “é”, nasceram com ela, são mais rápidos, mais criativos, mais abertos e interagindo de outra maneira muito diferente às gerações anteriores. Falamos de uma geração que não observa e aprende; simplesmente participa, comparte, interatua.
Vamos conhecer uma geração que viverá a maior parte da sua vida baixo o conceito de “conexão total”, conectividade entre os indivíduos, conectividade na Internet, e também num cenário muito próximo, desenvolverão a conectividade da pessoa com as máquinas inteligentes ao seu entorno. É uma geração que nunca compreenderá o que é um telefono; o primeiro terminal de comunicação que terão em suas mãos e possivelmente muito cedo, será um avançado dispositivo tipo Smarth-phone, onde a comunicação que realizarão não se parecerá muito ao nosso querido “Alô, sou o Edu. Feliz Natal” – que apesar de nos tocar o coração – para essa nova geração de nativos digitais, terá muito que ver com as limitações atuais do mundo em que vivemos.
A revolução do e-learnign 2.0 chegará aos colégios de nossos filhos, que viverão uma reestruturação similar ao que a Internet viveu com as novas tecnologias e a aparição da web 2.0. O aluno não será um receptor passivo da mensagem, mas sim interatuará com ela, mudando o rol do educador, fazendo com que participe da comunicação, que deixará de ser um canal unidirecional para se converter num novo meio, que incentiva e estimula o alto rendimento intelectual e revoluciona a mensagem de aprendizagem.
Internet, um novo professor
O lugar natural de um professor passa a ser o de um imigrante diante dos seus alunos, pois desde cedo serão experts em tecnologias e poderão manifestar um rol de relativa superioridade no uso das ferramentas técnicas mais comuns no entorno escolar, que para eles serão tão simples e acessíveis como complicadas para nossos mestres.
O conceito de exposição e aprendizagem escolar, realizando duas ou três perguntas diárias a um mentor, mudará radicalmente com a aprendizagem digital. Os alunos farão centenas de perguntas ao dia através de um motor de busca na Internet, que saciarão e retroalimentarão a inteligência e ânsia de informação do aluno, forçando a um crescimento intelectual nunca antes experimentado.
Atualmente se realizam três bilhões de buscas diárias no Google. Em 2015 se estima que serão cerca de nove bilhões de buscas diárias de informação.
A principal reflexão que podemos extrair é que o modelo tradicional educativo, o modelo “broadcasting”, desaparece e o mais importante e a conversação, aprender interatuando e não observando. Essas mudanças exigirão uma mudança formativa sem precedentes do corpo docente e diante do qual todos devemos estar preparados.
O guia da informação e aprendizagem de um aluno não será seu professor, será Internet. O professor exercerá um rol de moderador nessa aprendizagem entre aluno e seu meio natural: a rede. Conceitos como os livros de texto e os cadernos de trabalho não só existirão, como que carecerão de toda lógica e será muito difícil defender sua necessidade nos próximos 10 ou 15 anos.
Em que situação fica a geração anterior diante desse novo cenário?
Somos os primeiros a ter filhos nativos digitais, careceremos de referencias e experiências pessoais validas que nos podem orientar nessa situação. O modelo anterior não serve, necessitamos encontrar e criar nossas próprias referências pessoais, que previsivelmente darão forma a um novo modelo, que pode ser de orientação, e depois será avaliado e adaptado pelas gerações que virão.
O modelo familiar deveria passar de ser “protetor e repressor” diante dos estímulos tecnológicos para se converter num modelo aberto e participativo que favoreça o estimulo para as novas tecnologias. A família deve ajudar nesse labor de intermediação na informação que se recebe, moderando e relativizando os conteúdos, ajudando a consumir informação com um ponto de vista critico, forçando a equilibrar o tempo físico e digital, buscando um equilíbrio emocional e moral no uso das novas tecnologias, e adaptando a nós mesmos, seus progenitores, a um meio que já hoje em dia está mudando o mundo.
O novo rol dos centros de ensino
A escola passará a se ruma comunidade colaborativa que potenciará e moderará o aprendizado, dentro de um ecossistema de informação que aprende e comparte elementos, interatua e mantém num mesmo rol o aluno e o professor.
A escola do século que vem cruza os limites fixos e leva o aprendizado a um conceito 24×7, no qual o aluno recebe estímulos, interatua comparte e aprende, dentro e fora das aulas por igual, os sete dias da semana e a todas as horas. A educação não se escreve a um espaço físico fechado, a escola é uma rede social de pessoas que inter-relacionam umas com as outras em qualquer momento, a escola não e um lugar, é um sistema acessível desde qualquer lugar e desde múltiplos suportes tecnológicos ao mesmo tempo em que já se conhece como “aula aberta digital”
Aproxima-se um tempo fascinante, onde as graves deficiências educativas atuais desaparecerão, tentemos não desaparecer com elas por não querer entender essa nova espécie: os nativos digitais.
Tags: e-learning, nativos digitais, Tecnologia, Web 2.0
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Tags: Blogs, dicas, Empreendedores, geraçoes x e y, google, mudança organizacional, negocios, orkut, publicidade na web, twitter, Web 2.0
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Tags: blog, comentarios, dinheiro, Empreendedores, inclusao digital, publicidade, Web 2.0
Não se ache muito. Possivelmente você NÃO é influente
Influente ou seguido?
Ainda a risco de me por algo filosófico e transcendental gostaria de fazer uma reflexão sobre algo que vejo muito comum e desde minha percepção creio que é enganoso, a confusão entre seguido ou influente.
A blogosfera é um micro mundo, sim, disse micro, e de verdade, o penso ainda que as vezes muitas pessoas me recriminem – muitas vezes todos os que vivemos extrapolamos e tiramos conclusões como se fosse um tudo, quando possivelmente representa um setor pequeno de população, que se faz mais velha dia a dia, mas pequeno e definitiva.
Possivelmente como você, que lê habitualmente blogs, mexe em redes sociais, usa o planeja abrir seu twitter, não é o 70% da população, ai fora há outro mundo.
E é precisamente o mérito das redes sociais, penetraram; uma alta porcentagem de pessoas estão no Facebook, quebraram a barreira de tekkies. O perfil de Facebook é conversação habitual de cafeteria; caiu o grande muro, mas só em determinados ambientes é também o que foi dito ou deixado de dizer gente “relevante”, por exemplo, Martin Varsavsky (acredite pode ser apaixonante, mas esses cabem num ônibus VS a população total do pais) e as vezes se perde essa perspectiva diante de um computador quando conversa com gente do mesmo perfil setorial que o seu.
Algo parecido é o que passa com os conceitos de prescrição de influencia, se utilizam um pouco as pressas. Todo o que abre um blog aspira difundir, a se fazer conhecer e relacionar-se no seu ambiente natural. Alguns com maior ou menor êxito aspiram também a influenciar e/o prescrever, a marcar tendência e gerar opinião, mas minha realidade é pensar que poucos podem se permitir fazê-lo de verdade.
Vejo muitas publicações e blogs pessoais que são muito lidos, e por onde me dizem que “muito influentes”. É típico escutar “tem xxx leitores em FeedBurner, todo mundo lhe conhece” etc. De verdade, creio que são 2 conceitos que não casam.
Que te conheçam não é tudo, também conheço a Jesulin de Ubrique. Que o leia não quer dizer que me influa, é um estado superior que começa com o respeito que terá que ganhar. Posso ser um tipo muito bem informado e muito seguido, mas igualmente pode que minha opinião não seja muito valorizada nesse aspecto, não ser prescritor, nem influir absolutamente na vida e conduta de ninguém.
Friamente, sim creio que – ainda que tento evitá-lo ;-D – algumas pessoas, alguns blogs e alguns comentários me influenciam.
Quero pensar que isso não é mal ainda que gostaria de ser “facilmente influenciável”, todos respondemos a estímulos do mais próximo e reagimos diante deles, e os blogs e os bloggers não são uma exceção, mas de verdade acredito que em cada âmbito muitas poucas pessoas e/ou publicações tem prestigio suficiente, a experiência e a validez argumental de ser geradores de opinião.
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Tags: blogosfera, Empreendedores, google, pagerank, SEO, Tecnologia, twitter, Web 2.0, web marketing
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Tags: boticario, domain parking brasil, empresas chinesas, infidelizaçao de clientes, investimento estrangeiro, otimismo brasileiro, redator para seo, Web 2.0, write4 net
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Tags: empreendedorismo, google, pagerank, peso dos links, posicionamento, qualidade de um link, SEO, Web 2.0
A semana em 10 links (21 de fevereiro)
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Crédito Na Crise por Artigonal
Tags: crédito, crise, estrategia, jovem empreendedor, liquidez, Web 2.0, web 3.0, web 4.0, web semantica
À web 3.0?
É difícil filosofar até que ponto nos leva a Internet e as novas tecnologias. É um tema tão apaixonante como recorrente e lamentavelmente ninguém pode predizer as tecnologias que virão e como afetarão nossas vidas.
A web e o comportamento dos usuários em relação às novas tecnologias foram evolucionando ao largo da ultima década, a um ritmo sem precedentes. Esse frenético ritmo, que em ocasiões parece insustentável, chega a questionar os padrões aos poucos anos de serem criados, e não somente se manterá dessa forma, como que muito possivelmente que se acentue na próxima década.
A incidência em nossas vidas de diversos conceitos como o social media ou web 2.0, a interpretação da informação em chave geolocalizada, evolução dos dispositivos móveis ou web semântica, também conhecida como web 3.0, criará uma nova internet, muito mais interativa e dinâmica no qual não se entenderá o meio “computador pessoal” como um veiculo de conexão, mas sim que estaremos conectados, por defeito.
O grande salto começou com a conectividade total, dispositivos moveis como as BlackBerrys, os Iphone ou HTC são os pioneiros nessa evolução do PC à conexão permanente. Em uns anos, não haverá diferença de prestações entre esse tipo de dispositivos portáteis e um computador pessoal, ou um simples vídeo game chegará a conectividade total e permanente. Viveremos a integração de todo esse hardware em um só, sem que chegue a importar se é telefone, videogame ou notebook.
Mas, ainda que essas mudanças sejam apaixonantes, possivelmente o principal seja a chegada da web semântica, também conhecido como web 3.0. A primeira mudança será algo mais estético, a chegada da web 3.0 em três dimensões e não em dois como a conhecemos agora mesmo.
O conceito de web semântica chega a nós desde os país da WWW, o premio Nobel Sir Timothy “Tim” John Berners – Lee. Trata-se de poder enriquecer a comunicação mediante metadatos semânticos que aportam um valor a mais à informação, a diferenciam e a fazem mais inteligente.
Quando uma pessoa busca informação na web, fala com uma máquina de pouca precisão, em ocasiões, mexendo em conceitos básicos atualmente conhecidos como “palavras chave”, sem que o interlocutor, nem o servidor destino possa interpretar e servir de maneira racional nossas necessidades. O conceito de web semântica se baseia em dar a estas máquinas a capacidade de raciocínio e interpretação mediante metadata semântica, com o que poderão não só servir informação albergada na sua base de dados, assim como processaria conosco, interagiria conosco e trabalharíamos em equipe valorizando e interpretando nossas necessidades.
O conceito se baseia em que a máquina nos possa interpretar e colabore com a gente, e a raiz, dessa interpretação possa oferecer distintas soluções de acordo com o que necessitamos em cada momento. O usuário não deve estar preocupado em realizar buscas e redefini-las para obter resultados mais relevantes, mas sim ir tomando decisões adequadas. Máquina selecionará e interpretará a informação segundo nossas necessidades pessoais em cada momento e inclusive em cada horário ou localização geográfica. O humano e a máquina trabalharão em cooperação mútua, mediante o desenvolvimento de maquinas capazes de interpretar várias fontes de informação, e ao mesmo tempo oferecer opções em tempo real ao usuário.
Para exemplificar, hoje em dia qualquer usuário pode perguntar em Google “qual é a capital da Espanha” e recebe perfeitamente o resultado “Madrid”. Com a web semântica poderemos realizar e redefinir perguntas muito mais complexas, intuitivas e interpretativas e não baseadas em conceitos simples de defasadas palavras chave. Assim, por exemplo, poderemos perguntar, “um hotel de Madrid, de cinco estrelas, que esteja próximo ao Retiro e tenha restaurante”, chegando a trabalhar com um suporte informático que processará essa informação, nos oferecendo as alternativas validas e sendo a única tarefa do humano de processar a informação e tomar decisões.
Não só chegaremos a buscas mais complexas como que interpretaremos informação de forma mais inteligente. Por exemplo, se quero buscar um restaurante italiano, em uma distância de 500 metros de minha localização atual, por meio de geolocalização, o motor de busca lerá e processará de forma inteligente alternativas na zona oferecendo uma pizzaria na rua ao lado, por exemplo (supondo que o dito estabelecimento se promova como “pizzaria” e não como “restaurante italiano”), ou dando outro exemplo, recomendando um restaurante que apesar de ser de cozinha mediterrânea, tem magnífico spaghetti como prato especialmente recomendado do cardápio. Chegar a esse ponto é complexo e requer d interação da máquina e o conhecimento humano, de que a máquina aprenda e valorize as reações das pessoas e em definitiva a Inteligência Artificial.
Outra enorme mudança, ainda que mais a largo prazo, será a mudança que chegará com a imposição de voz como veiculo principal na comunicação não somente entre usuários, mas também com nossos dispositivos.
Dentro de uns anos em nossas estruturas empresariais será habitual contar com um agente de informação semântica com uma tecnologia baseada em Inteligência Artificial, que poderá realizar parte do trabalho, interagir com nossa equipe humana para que esta tome suas próprias decisões, e com outros agentes e máquinas de outras organizações, criando uma “mente coletiva artificial” que otimize tempos e ajude à produtividade e a toma de decisões humanas. Falamos de uma máquina definitiva de respostas, expert na sua própria temática (capaz por si só), de consultar a outras maquinas interconectadas em busca da informação total substituindo aos velhos motores de busca de uma forma local, inteligente e a medida das necessidades de cada estrutura e/ou organização. Possivelmente possamos chegar a esse nível dentro de uns 10 anos.
Estamos ainda nas árvores da web 2.0, já definíamos a médio-largo prazo a web 3.0 ou web semântica, mas podemos ir, mas além, falando da web 4.0 como interconexão total, um ponto ainda longe, no qual as máquinas não só interagem com o usuário final, mas que também o farão entre elas mesmas criando uma rede inteligente de interconexão entre máquina e humanos; a web total que poderíamos definir como:
Web 3D+ Web 3.0 (web semântica) + Inteligência Artificial + Voz como veiculo de intercomunicação = Web 4.0 (web total).
Adianto do livro “La web 2.0…y la madre que la parió” de próxima publicação.
Tags: la web 2.0 y la madre que la parió, livro, Web 2.0, web 3.0
A semana em 10 links (31 de Janeiro)
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Tags: crise nos blogs, google, publicidade digital, publicidade viral, seo master, startup, warner music, Web 2.0, yahoo, youtube
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